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sábado, 4 de junho de 2016

Vida agitada no PP-Madeira




LINO ABREU CONTINUA SECRETÁRIO-GERAL
E RECEBE RESPOSTA DE JOÃO CATANHO













Apesar de ter suspenso as funções de deputado regional e municipal (Funchal), Lino Abreu continua no lugar de secretário-geral do PP-Madeira. O assunto foi tratado na Comissão Política de ontem à noite na Rua da Mouraria, já que havia no partido quem defendesse a demissão de Lino em virtude da recente condenação que sofreu em tribunal por assuntos fora da vida político-partidária.
Esta é a informação que nos dirige uma fonte do Partido Popular.

Entretanto, o dissidente João Catanho formula uma resposta dedicada às posições assumidas por Lino Abreu no âmbito das suas funções de secretário-geral e que podemos perceber pelo texto dessa mesma resposta:


O texto é de João Catanho

Perante a trapicheira vigente...


Pe JOSÉ LUÍS TRATA DA 'SAÚDE'
AO BLUE ESTABLISHMENT



Caro Leitor, é só aceder pelo link abaixo e servir-se no 'Banquete da Palavra'


Escolha do governo socialista



BERNARDO TRINDADE NA ADMINISTRAÇÃO
DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS






O Banco do Estado adopta o tradicional sistema das empresas do género: consenso na distribuição dos lugares mais importantes pelos partidos do 'arco do poder', estejam no poder ou na oposição.
Desta vez, há presidente do conselho de administração da CGD escolhido, António Domingues, que terá por vices Leonor Beleza e Rui Vilar. Emídio Pinheiro também entra na equipa.
Para incluir mais nomes, o leque de administradores não executivos será alargado, ali cabendo agora Bernardo Trindade, figura do PS-Madeira que já foi secretário de Estado do Turismo.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Depois dos últimos escândalos




PP COM AGENDA APERTADA
ESTE FIM-DE-SEMANA







Sexta-feira - reunião da Comissão Política, certamente escaldante







Sábado - casamento de José Manuel Rodrigues, no Forte de Santiago: Paulo Portas, o padrinho; Assunção Cristas, a madrinha


A madrinha Assunção Cristas, o noivo Zé Manel e a noiva Ana Vieira: não há festa eleitoral, há festa do casório




Sábado e domingo - Jornadas Parlamentares nos Açores




Depois da semana marcada pela condenação de prisão efectiva (2 anos e meio) aplicada ao secretário-geral do partido, Lino Abreu, aliás por actividades extra-política, os dirigentes do PP contam este fim-de-semana com uma agenda particularmente buliçosa.  
Ainda esta noite, reúne-se a Comissão Política Regional dos populares, durante a qual será tratada necessariamente a situação provocada pelo caso Lino Abreu. Sabe-se que há no partido quem veja de má vontade a continuidade do histórico dirigente no cargo de secretário-geral, porque o contexto se alterou nos últimos dias. Há populares para quem não chega Lino ter abdicado dos lugares de deputado na ALM e na AM do Funchal. 
Estão nesta ala elementos da concelhia do Funchal, órgão que também anda com agenda azafamada, destacando-se as visitas às freguesias da capital com início por Santa Luzia.

Resta esperar pelo andamento dos trabalhos desta noite, porque deles deverá sair alguma medida importante relacionada com o caso Lino Abreu. Ou decidem que Lino Abreu continua como secretário-geral ou resolvem que esse tempo cessou. 
As nossas fontes prevêem uma reunião faiscante. E nós aqui também.

Amanhã é também dia de grande movimentação, envolvendo mais especificamente o anterior líder regional. Embora de carácter privado, trata-se de um marco que certamente sensibiliza também a família dos populares. De facto, este sábado é dia de casório para José Manuel Rodrigues. Embora haja poucos populares regionais convidados para a cerimónia (5 e meia da tarde no Forte de Santiago) e para a festa que se seguirá, é sempre um ponto importante na vida do partido. Por sinal, já circulam comentários de corredor bastante críticos pelo facto de Zé Manel ter convidado os deputados do PP deixando apenas Rui Barreto de fora.
De Lisboa, sim, vêm vários elementos do PP, convidados, a começar pelos padrinhos escolhidos pelo casal de nubentes José Manuel Rodrigues-Ana Vieira, padrinhos que são ninguém menos do que Paulo Portas e Assunção Cristas. O ex e a actual líder do PP nacional.
De outras áreas políticas regionais, parece que João Carlos Abreu é um dos convidados, o que faz todo o sentido, já que tanto o antigo secretário do Turismo como o próprio Zé Manel são figuras de proa na Zona Velha da Cidade.

À margem do casamento e da situação interna no PP-Madeira, destaque para os trabalhos a decorrer este fim-de-semana em terras açorianas, para afinação de estratégias entre os grupos parlamentares dos Açores, da Madeira e de São Bento. Ao mesmo tempo, estes trabalhos servem para dar uma mãozinha ao PP-Açores, que se depara este ano com eleições legislativas regionais.


Revista Jardins - Junho 2016 
LAURISSILVA, A FLORESTA DA MADEIRA





Já está à venda a edição de junho da revista Jardins.

A Palmeira-azul é a espécie que apresento na rubrica  "Uma planta, uma história".

Para além do meu artigo habitual, nesta edição escrevi um artigo especial:
LAURISSILVA, a floresta da Madeira

Litoral de Gaula




Moção de censura ao governo de Albuquerque




PCP DIZ QUE PARA ALÉM DA SAÚDE
HÁ UM PROBLEMA DE GOVERNO

Os deputados comunistas entendem que os espaventosos desenvolvimentos na Saúde, reveladores de que há um problema governativo de fundo na Região, justificam a apresentação de uma moção de censura. Atendendo à correlação de forças no Parlamento, a moção não conseguirá derrubar o governo. Mas, dizem os proponentes, irá denunciar o 'desgoverno'. 


Moção de Censura

1- Mais do que uma questão da Saúde, há um problema de Governo!
As novas convulsões na Saúde, e as mais recentes demissões no sector, assumem um alcance político e um especial significado que não podem ser abafados nem minimizados. Mais do que um problema isolado ou limitado a uma determinada forma de administração de áreas da Saúde, mais do que uma questão de jeito ou estilo de alguém na administração dos serviços, o que está em causa é um problema de Governo.
Sem que possa, em nosso entender, ser encarado como um problema do sector da Saúde, e bem mais grave e bem mais amplo do que o responsável pela Secretaria Regional da tutela, está em questão o óbvio problema da governação regional.
Depois da demissão do anterior Secretário Regional, Manuel de Brito, e já com o actual titular da pasta da Saúde, em lugar do prometido “novo ciclo político”, em vez da pacificação do sector da Saúde, hoje há o desnorte, o descrédito, a confusão, quando faltam medicamentos, quando se agravam os problemas no acesso aos cuidados de saúde, quando cresce o descontentamento popular face ao desgoverno, quando alastra o desagrado de diversos sectores socioprofissionais.
O descontentamento público de agora não corresponde a um problema sectorial, é um problema da política regional.

2- Descredibilização do Governo de Miguel Albuquerque
O PSD de Miguel Albuquerque justificou-se a partir de propósitos de mudança e procurou legitimidade na base do compromisso de que originaria um novo ciclo político. Para ter maioria no Parlamento regional, o PSD de Miguel Albuquerque beneficiou do crédito inicial de muita gente que desejava uma nova governação.
Se Miguel Albuquerque chegou ao Governo Regional a partir da ideia de mudança, a realidade apresenta-se pantanosa, tal a quantidade de demissões, de contradições, de desorientações.
Se Miguel Albuquerque chegou ao Governo Regional na base do anúncio de um novo ciclo político, de novo só se destacam pelo acumular dos erros em tão curto espaço de tempo.
Se Miguel Albuquerque propagandeou que iniciaria um tempo de pacificação, do diálogo e da acção responsável, pelo contrário, a vida demonstra a mais desastrosa e velha acção da clientela PSD, de um antigo e bem conhecido ciclo, em que outros personagens apenas ocuparam as cadeiras do poder, para prosseguimento da natureza da antiga política, a dos interesses dos senhorios.
Hoje, como a vida o comprova, não existe um novo governo; com um outro governo persiste, isso sim, a descontrolada acção, sem projecto para a Região.
Como a história recente o demonstra, a ideia de mudança não passou de um slogan da propaganda. A tão anunciada renovação não passou de um bluff. Agora, como a realidade o confirma, toda a acção do actual Governo Regional está condicionada pela única máxima de Miguel Albuquerque: “o que importa é anunciar…”. Portanto, se há marca a destacar no actual Governo Regional é a de ser pródigo no prometer, no fazer propaganda, e o ser inconsequente no agir.

3- Moção de Censura ao Governo de Miguel Albuquerque
O Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia Legislativa regional decidiu avançar, imediatamente, com uma Moção de Censura ao Governo Regional.
A Moção de Censura é um importante instrumento de acção política. Constitui um meio especial para o confronto político. E tem por objectivo central dar voz ao protesto contra o Governo.
No contexto parlamentar da actual maioria absoluta do PSD, como se verifica nesta Região Autónoma, a Moção de Censura poderá não derrubar o Governo Regional. Mas, certamente, constituirá a mais forte ocasião para a denúncia do desgoverno actual e para a exigência de uma alternativa política. Portanto, esta Moção de Censura ao Governo de Miguel Albuquerque significa, para nós, um instrumento de pressão política que visa confrontar o Governo Regional com o descontentamento, a indignação e o protesto que estão a alastrar na sociedade, face às erradas políticas e às falsas promessas. Este confronto com o Governo Regional, através do recurso à Moção de Censura, se eventualmente não derrubar este actual executivo governativo, seguramente dará voz ao protesto e à contestação existente na sociedade em relação ao PSD de Miguel Albuquerque.
Se o Governo Regional já está a ser alvo de expressões públicas de censura política da parte de tantas pessoas lesadas pelas erradas e injustas políticas em curso, constitui nosso dever levar ao Parlamento regional este sentido de censura pública e de censura política ao Governo de Miguel Albuquerque.
Assim, o nosso Grupo Parlamentar apresentará a Moção de Censura ao Governo Regional, em conformidade com os artigos 199.º, 200.º e 201.º do Regimento da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, estando em causa a execução do Programa de Governo e assuntos de relevante interesse regional. Naqueles termos, o debate em questão iniciar-se-á no oitavo dia parlamentar subsequente à apresentação da Moção de Censura.


Funchal, 03 de Junho de 2016

                                                                                              O PCP/M

quinta-feira, 2 de junho de 2016

PESADELOS COR-DE-ROSA




BRANQUEAR , BRANQUEAR... ATÉ ESTOIRAR





Em dia de crise suprema na Saúde, com demissões em bloco, Miguel Albuquerque deu a cara e assumiu-se como primeiro responsável. Já Faria Nunes, secretário do sector, deixou que o berbicacho sobrasse para o colega... do Turismo e Economia!

Já se calculava o estrondo que o 'saco de gatos' nos corredores da Saúde estava para fazer troar. Porque isso é o que acontece quando se tenta manter o lixo tóxico e explosivo debaixo do tapete em lugar de enfrentar as situações incómodas e partilhar uma informação séria com as populações.
A tal onda recuperadora no Sesaram - prenhe de médicos e mais médicos contratados para reforçar o plantel regional, cheia de equipamentos e fármacos que agora estariam à mão de semear, mais todas aquelas tretas oficiais 'noticiadas' para tentar intoxicar a opinião pública - essa onda recuperadora transformou-se na bomba que acaba de estoirar nas mãos dos cabecilhas do Blue Establishment. Como não podia deixar de ser.
Mais preocupante é que já cheira a mais lixo debaixo do tapete, noutras áreas da vida pública. Falhas com efeitos na (falta de) qualidade de vida do cidadão. Mas esses assuntos serão certamente 'tratados' em peças de comunicação oficial e artigos de opinião que não opinam sobre assunto nenhum, antes constituem manifestos de propaganda pessoal e do pelouro de quem os escreve.
Nesse capítulo, para quem gosta de pesadelos cor-de-rosa, a coisa não vai mal.
O que nos traz aqui é um problema de forma. O presidente do Governo, Miguel Albuquerque, apareceu hoje, em plena crise, a dar a cara como primeiro responsável, assumido, da situação extrema consumada na demissão em bloco na Saúde, assunto que dominou o dia informativo regional... pelo menos em algumas plataformas, claro.
Com enormes culpas no gravíssimo problema, Miguel Albuquerque apareceu. Disse-se responsável n.º 1 e anunciou que a vida não pára, que a solução já estava escolhida. Isso não disfarça a sua falta de pulso para meter a Saúde na ordem, mas o gesto ficou-lhe bem.
Só que depois... faltou mais uma vez o raio daquele clique na táctica do executivo azul. Esta quinta-feira foi dia de plenário do Governo Regional. Onde o tema da crise na Saúde infalivelmente seria tratado. Tal como aconteceria depois na divulgação das conclusões à Comunicação. Ora, sabendo-se disso tudo, que a Saúde estaria em foco também na conferência de imprensa, quem é que aparece diante dos jornalistas? Terá sido Faria Nunes, o secretário responsável dos responsáveis pelas situações caricatas numa área tão delicada? Não, senhores. Quem enfrentou os media foi o secretário da Economia e Turismo, Eduardo Jesus. Para, compreensivelmente, meter os pés pelas mãos a justificar o mau sabor de uma caldeirada que não fora urdida na sua cozinha.
Então e o secretário da Saúde? Foi à casa de banho na ocasião?

Sim, esta é uma questão de forma. Ou será mais um indício de que aquele sector decididamente está entregue à bicharada e tem já certidão para entrar numa gaveta lá para as catacumbas do Hospital? 

Audição parlamentar




Gestão miserável na Saúde

´

PS-M EXIGE DEMISSÃO DE FARIA NUNES


O estado calamitoso a que chegaram os organismos públicos regionais da área da Saúde, devido a uma gestão miserável do sector, com evidentes responsabilidades do Governo Regional, exige muito mais do que palavras, exige ações, que devem ser imediatas.
Conforme divulgado pela comunicação social regional, o Diretor do Serviço Regional de Saúde da Região, bem como todos os diretores das diversas especialidades do Hospital Dr. Nélio Mendonça, colocaram, hoje de tarde, os seus lugares à disposição, alegando falta de condições, nomeadamente, falta de fármacos, de recursos materiais, de formação e investigação, lacunas, intoleráveis e inexplicáveis, que têm afetado gravemente o normal funcionamento dos serviços e cuidados prestados aos cidadãos RAM e aos turistas que nos visitam.
A continuada destruição do Serviço Regional de Saúde, mormente, no Hospital Dr. Nélio Mendonça, tem-se agravado com esta governação do Dr. Miguel Albuquerque – são prova disso a profusão de péssimas notícias que põem em causa a qualidade dos serviços prestados aos utentes, que só não são piores devido aos empenho dos diferentes grupos profissionais que em circunstâncias difíceis mas com brio profissional vão fazendo o que podem.
Dada a extrema importância do regular funcionamento dos serviços de saúde pública para a população da Madeira e Porto Santo, que anseia pelo fim do pandemónio que contamina o sector, não basta, por conseguinte, ouvir na Assembleia Legislativa, o secretário regional da tutela. É evidente que o estado a que as coisas chegaram não tem retorno com o mesmo responsável político direto sendo necessária uma medida de choque que abra a porta a uma necessária e desejada recuperação do sector.
Assim, face à manifesta incapacidade política demonstrada para um funcionamento regular do Sistema Regional de Saúde, que assegure aos cidadãos e contribuintes bons cuidados de saúde, o PS-Madeira exige a rápida demissão do secretário regional da tutela, o Dr. João Faria Nunes, devendo ser encontrado urgentemente o seu substituto que terá de ser necessariamente alguém que entenda profundamente do setor e consiga galvanizar os profissionais e devolver aos utentes a imprescindível confiança.


A Direção do PS-Madeira

Funchal, 2 de Junho de 2016

Catástrofe à vista




Autarcas do PSD no Porto Moniz alertam para possível catástrofe e recomendam tomada de medidas
Porto Moniz 2 de junho de 2016 -  Os Deputados da Assembleia Municipal do Porto Moniz, eleitos pelo PSD, vão recomendar à Câmara para que tome medidas face a um risco eminente de acidente/catástrofe no concelho. Para tal,  enviaram, nesta quinta-feira, dia 2 de junho, uma proposta com vista à inclusão deste ponto na ordem de trabalhos da reunião ordinária da referida assembleia deste mês.
A Comissão Concelhia do PSD faz saber que, atendendo a que o troço da estrada municipal do Cabo Calhau, na vila do Porto Moniz, que confina com a escarpa contígua ao calhau, está em perigo de ruir, fruto da natural erosão causada pelos ventos e vibrações marítimas, os Deputados Municipais eleitos por este partido pretendem fazer aprovar, com carácter de urgência, uma recomendação à Câmara Municipal, com vista ao início imediato dos procedimentos tendentes à realização das obras de contenção que se impõem.
Tendo conhecimento do referido problema, a autarquia limitou-se apenas a proibir, já há muito tempo, a circulação de viaturas pesadas naquela estrada, que dá acesso a pelo menos seis habitações. No entanto, os autarcas- social-democratas consideram que esta medida é claramente insuficiente.
“O que nos deixa muito preocupados é que, pese embora a Câmara tenha proibido a passagem de viaturas pesadas, não podemos descartar a necessidade da utilização desta via por um veículo com estas características no âmbito, por exemplo, de algum incêndio numa das habitações a que a via dá acesso ou em qualquer outra situação de urgência/ emergência que a isso obrigue.” Além disso, os autarcas do PSD lembram que esta via também permite o acesso a uma estação elevatória de águas residuais.
“Como sabemos, compete ao Presidente da Câmara Municipal, no exercício de funções de responsável municipal da política de proteção civil, desencadear, na iminência ou ocorrência de acidente grave ou catástrofe, as ações de proteção civil de prevenção, socorro, assistência e reabilitação adequadas em cada caso, nos termos do n.º 1 do artigo 35 da Lei nº 27/2006, de 3 de Julho – Lei de Bases da Protecção Civil, pelo que estranhamos a forma desleixada como tem encarado este problema”, afirma o presidente da Concelhia do PSD Porto Moniz, Nélio Rodrigues.
Face ao exposto, a comissão política concelhia repudia a irresponsável passividade, esquivo e o menos prezo do Presidente da Câmara perante esta situação que é um claro atentado à segurança das pessoas que utilizam aquela via, assim como dos bens aos quais dá acesso, esperando que Assembleia Municipal aprove por unanimidade esta recomendação.
Texto PSD-Porto Moniz

Conferência



SÉRGIO CONVIDOU MARQUES MENDES

Marques Mendes estará na II Conferência do Gabinete de Estudos e Relações Externas (Gere) do PSD-Madeira, a realizar dia 13 às 6 da tarde no Retoria da UMa, Colégio dos Jesuítas.
Em foco, o tema "Reforma dos partidos políticos".
Dirige o Gere o social-democrata Sérgio Marques, também membro do governo regional. 

BRONCA NO HOSPITAL


DIRECÇÃO CLÍNICA DEMITE-SE 
UTILIZANDO ARGUMENTOS DO JPP

Quem o afirma é o grupo parlamentar do Juntos Pelo Povo

Texto JPP

A PODA TECNICAMENTE CORRETA DAS ÁRVORES
Na passada segunda-feira (31.05.16) 16 formandos do Curso de Empresário Agrícola, promovido pelo Serviço de Desenvolvimento Agrário, da Secretaria Regional da Agricultura e Ambiente dos Açores, tiveram uma aula prática no Jardim Botânico José do Canto.
A atividade integrada no módulo “Boas Práticas em Agricultura”, ministrado pelo Eng. Manuel Moniz da Ponte, teve como objetivo a poda de duas árvores.
Aplicando técnicas respeitadoras das normas da botânica, os formandos eliminaram os ramos secos dum castanheiro (Castanea sativa) e dum enorme mirtilo-chorão (Waterhousea floribunda).
Após três horas de intenso, cuidadoso e divertido trabalho, as duas árvores ficaram bonitas e saudáveis.







      Texto e fotografias: Raimundo Quintal

DEMISSÃO EM BLOCO NA SAÚDE



Demissões na Saúde justificam imediata presença do Governo no Parlamento regional



Confirma-se que todos os directores de serviços e a Direcção Clínica do Centro Hospitalar do Funchal se demitiram em bloco. A gravidade deste inusitado acontecimento reconfirma os profundos problemas que existem na área da Saúde, na Região, o desgoverno existente neste sector vital e da parte do Governo Regional liderado por Miguel Albuquerque.
Face à gravidade destes factos, o PCP irá, através do seu Grupo Parlamentar na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, requerer, com carácter de urgência, a convocação de uma sessão parlamentar para a responsabilização do Governo Regional face ao caos na área da Saúde e às incompetências do governo liderado por Miguel Albuquerque.
Texto PCP

Não fiques em casa



Anjo da Anunciação



CARLOS PEREIRA É ARAUTO
DO GOVERNO DE COSTA 




Já se percebeu há muito que tanto o presidente da Câmara do Funchal como o chefe socialista regional das horas vagas interiorizaram naquelas cabeças que são membros do governo insular. Metem-se descaradamente em áreas que não lhes dizem respeito como se tivessem ganho as eleições legislativas de 2015. Procedimento que tem muito a ver, diga-se de passagem, com a moleza do estilo Blue Establishment, que nem governa nem desgoverna, não toma uma atitude que se veja, uma pessoa dá por si e pergunta onde está o governo. Laxismo que permite algo ainda mais caricato, que é, dentro do próprio Establishment, aparecerem secretários a falar de assuntos de outros pelouros, alguns da jurisdição da própria Presidência, e daí ver-se também a deputada Sara Madruga com iniciativas de governante - ou desgovernante.
Vejamos porém se entendemos bem o que vem hoje na comunicação oficial. É tão surreal que duvidamos da nossa própria interpretação.
Quando a secretária de Estado do Turismo Ana Mendes Godinho esteve cá em Abril - recorda o artigo em apreço -, participou, à margem da sua agenda que incluía a Festa da Flor, num "encontro liderado (sic) por Carlos Pereira". De onde - continuamos a citar o comunicado propagandístico sobre aviões - "saiu sobretudo a ideia de que a Madeira precisa de novas frequências, de novas rotas e também de captar novos mercados emissores no sentido de reforçar a procura turística da Região". 
Vá lá a ver: Carlos Pereira olhou Ana Mendes olhos nos olhos e disse: 
- Pá, a Madeira precisa de aviões que tragam mais 'càmones' dos mercados emissores!
- A sério?! - admirou-se Aninhas.
- Sim - insiste o perseverante Carlos - é preciso captar novos mercados emissores...
- É mesmo? Caro amigo, não seja por isso.
Vai daí, Ana Mendes meteu mãos à obra, estabeleceu contactos com os seus conhecimentos que deve ter lá pelos mercados emissores e agora mostra serviço a Carlos Pereira: 
- Chefe, já arranjei "8 novas frequências por semana entre as cidades europeias e a Madeira!"
Faltava o modo de aparecer à plebe com o brilharete, a forma de mostrar a 'obra' na comunicação oficial. Claro que ali não há puto de notícia. O caso é de mais um foguete de pólvora seca igual ao da RyanAir de Liliana Rodrigues, também ele propagandeado até ao ridículo. Mas, a haver 'notícia' hoje, poderia ser: Mais aviões com 'bifes' para a Madeira. 
Se o PS diz que o seu trabalho é pela Madeira...
Alto! Qual interesse da Madeira?! Vá lá fazer a 'notícia' como deve ser: PS-M anuncia hoje o reforço de...
Pois. A notícia é que o PS chega hoje ao Parlamento e diz, pela voz emocionada de Jaime Leandro: 
- Estou aqui para anunciar o reforço de oito frequências aéreas semanais... Então, Jaime Filipe, quem é que trabalha pela Região? Barreto, vocês estiveram no governo de lá e não se mexeram! E mesmo aqui a nossa esquerda, estas vespas invejosas que não reconhecem o nosso trabalho!...
E assim vai o mundo. É preciso mais frequências, venham as frequências. 
Por acaso, o outro matutino da comunicação oficial avança hoje com notícias a dizer que as frequências já são bem confortáveis. Num lado, noticia que a TAP aumentou passageiros e carga na rota da Madeira. Noutro lado, vai ao ponto de garantir que a Madeira está à beira dos 3 milhões de passageiros. Será campanha orquestrada para desfazer a dura labuta do arauto Carlos Pereira?
O PS-M anuncia hoje...
Ao que chegámos!

quarta-feira, 1 de junho de 2016

EM FACE DA CONDENAÇÃO EM TRIBUNAL



LINO ABREU SUSPENDE MANDATO DE DEPUTADO
NO PARLAMENTO E NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL





Lopes da Fonseca aplaude atitude de Lino



PROCESSO DE INSOLVÊNCIA DEU PARA O TORTO



Os centristas estão em choque: um dos seus dirigentes mais conhecidos, deputado de longa data na ALM, acaba de ser condenado a prisão efectiva. Uma bomba na política regional, embora o crime julgado fosse praticado noutro palco. Com a devida vénia, publicamos a história segundo o DN-Lisboa.



LINO ABREU, DEPUTADO DO PP,
CONDENADO POR CORRUPÇÃO PASSIVA





Lino Abreu terá de cumprir uma pena dois anos e seis meses de prisão efetiva

A Instância Central da Comarca da Madeira condenou hoje o deputado regional do CDS-PP Lino Abreu, enquanto gestor empresarial, a dois anos e seis meses de prisão efetiva pela prática do crime de corrupção passiva para ato ilícito.
Idêntica pena foi aplicada aos outros dois arguidos implicados no processo de insolvência de uma sociedade com sede na Zona Franca Industrial da Madeira, no Caniçal, no concelho de Machico, a Faconser - Fábrica de Conservas da Madeira.
A juiz do coletivo explicou que a pena é "adequada" e visa ser um exemplo para a sociedade no combate à corrupção.
O advogado de Lino Abreu, Ricardo Vieira, mostrou-se "surpreendido", revelando que vai recorrer da sentença ao Tribunal de Relação de Lisboa, porque "há muitas questões para decidir em segunda instância".
Salientou, ainda, que "a valorização de prova não foi produzida em audiência" e criticou o facto da "não suspensão da pena".
O processo envolve quatro arguidos, mas um deles, um empresário, faltou ao julgamento e, por não estar devidamente notificado e se encontrar "em parte incerta", o tribunal decidiu-se pela separação do processo, apesar do seu advogado ter informado o coletivo de que este não se opunha a ser julgado na sua ausência.
Na origem deste julgamento está um processo de insolvência de uma sociedade com sede na Zona Franca Industrial da Madeira, no Caniçal, no concelho de Machico, a Faconser - Fábrica de Conservas da Madeira.
O Ministério Público acusou o deputado centrista madeirense, na qualidade de gestor de empresas, o administrador de insolvências e um empresário de estarem combinados para ficarem com os bens da massa falida a custos inferiores ao seu valor real.
Segundo a acusação, o empresário terá apresentado uma proposta em leilão, na ordem dos 240 mil euros, visando iniciar um negócio nas instalações da empresa falida e deu uma "contrapartida" de 12 mil euros aos outros arguidos, mas acabou por retirar, depois de, alegadamente, ter concluído que as condições para a concessão de uma nova unidade não eram favoráveis.
A pronúncia considera que os arguidos "agiram em comunhão de esforços" e "apresentaram vários requerimentos aos autos" [processo de insolvência], acabando por ficar com os bens a preços inferiores.

Estacionamentos de luxo





Os nosso geniozinhos




Mayor peneirento



SOARES, MARCELO E CAFÔFO:
EXEMPLOS DE DEMOCRACIA DIRECTA

Quando cheira a eleições, o nosso Mayor torna-se comunicativo junto dos eleitores. Os motores recomeçam a aquecer.


O Funchal acordou esta manhã ao som de trombetas anunciando o arranque das 'presidências abertas' que o Mayor Paulo Cafôfo leva já hoje para o terreno. 
A esta hora, pois, o homem anda pelos cabeços de Santo António a trocar ideias com a populaça das zonas altas e a olhar com fastio para o relógio.
Segundo a peça que lemos de manhã, para nos colocarmos ao corrente da palpitante agenda do Mayor, a escolha de Santo António para início daqueles pincéis ambulantes tem a sua lógica: ficámos a saber que aquela é uma freguesia "tradicional", onde se vive "o que é ser funchalense, ser madeirense". 
Francamente, não tínhamos reparado.
Do resto que lemos, concluímos que a página inteira do jornal, com voltas e mais voltas à roda de uma mesma ideia, podia resumir-se num período: Cafôfo não admite tréguas na permanente campanha eleitoral e agora deu-lhe para isto, andar por aí com trabalhadores da comunicação atrás de si, em vez de fazer o que deve fazer sem alarido, que é conviver diariamente - nos 4 anos e não apenas em obediência ao seu programa eleitoral - com as populações, in loco, desde o calhau até aos mais recônditos sítios do anfiteatro.

A expressão 'Presidências abertas', eleita pela comunicação oficial, é sinónima da escolhida pelo próprio edil funchalense, 'encontros com as pessoas'. A inspiração vem de outro adepto da democracia directa, Mário Soares, nos entretidos tempos de Belém. E temos o 'Portugal próximo' que Marcelo decidiu levar agora para o território luso. A peça da comunicação oficial de hoje relaciona as 'presidência abertas' de Cafôfo àquelas iniciativas de Mário Soares e Marcelo Rebelo de Sousa. Afinal, estamos a falar de 3 presidentes.
Faltou lermos hoje alguma alusão de Cafôfo também às 'presidências abertas' do anterior chefe do GR, mas compreendemos que o homem não iria pôr-se a lembrar finados, isto é, falar de uma programação de Jardim que a oposição da altura classificou de descarada campanha eleitoral - crítica aliás pertinente. Recordamos que, para se demarcar do seu inimigo Soares, Jardim mandou os seus serviços ordenarem aos jornalistas que trocassem a expressão 'presidências abertas' por 'visitas aos concelhos' - e foi por isso que essas visitas continuaram a ser chamadas na imprensa, todo o tempo, de 'presidências abertas'.
Aliás, essas 'presidências' não eram mais do que um começo, mais de um ano antes do tempo, da campanha para as eleições regionais de 1992. Era ouvir o povo dizer que queria a escola ali em vez da ponte acolá e, assim, elaborar um manifesto-programa de governo à medida do voto popular.
Só que era época de 'vacas gordas' e o grande chefe (na altura) podia brilhar com obras de estalo. E com democracia directa... de facto. Desde que desse para continuar nas Angústias a 'mandar postas de pescada'...

Agora, o Mayor funchalense vai dar umas voltas ao Jamboto, à Alegria e aos Três Paus sem nada para dar. E sem porra nenhuma para dizer sequer, como se percebe pela página de propaganda de hoje, facilmente resumível a uma frase curta.  
Malandro de 'Vaitreze', este nosso Mayor. Mas, diga-se de verdade, nesse capítulo não está nada mal acompanhado, falando-se de política regional. É só peneiras por aí! De ponta a ponta. E vá lá saber-se a que propósito, se não se vê naquelas competências ponta por onde se lhes pegue! Apesar disso, ou talvez por isso, o Mayor 'arrisca-se' a ganhar as eleições do próximo ano, se calhar mesmo por falta de comparência do adversário mais directo.

Rapsódia popular



POLÍTICOS DA MADEIRA PÕEM LISBOA EM SENTIDO


Os alfacinhas andam a brincar com o fogo, delapidando fisicamente a RTP-RDP-M. Não conhecem o Carlos Pereira, o Sérgio e outros defensores da Região. Não sabem com quem se estão a meter.















Carlos Pereira, deputado socialista em S. Bento e líder do PS-M nas horas vagas, reúne-se esta tarde em Lisboa com o ministro da Cultura, Luís Filipe Mendes. Em cima da mesa do café, estará o dossier RTP-M na vertente equipamentos.
Sobre o mesmo assunto, conversará Sérgio Marques, mais dia menos dia, cá no Funchal, com a vogal do CA para os centros regionais da RTP, Cristina Vaz Tomé.  
O Bloco de Esquerda também anda em protestos na capital por causa da sangria de equipamentos, casa e tudo, que o CA está a maquinar para aplicar na Levada do Cavalo.
O PP também ameaça barafustar ainda mais no âmbito do dossier equipamentos da RTP-M.
Depois de todas estas inflamadas acções político-partidárias, o resultado comum deverá ser a transferência para os Açores de mais algum estúdio da RDP-M ou de um carro de exteriores da RTP-M. Tal é o pavor que as forças políticas regionais inspiram naquelas bandas.