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segunda-feira, 13 de junho de 2016

Parlamento




O Santo e o voto (não) laranja



RTP Mais... (actualizado)



O 'RECUO' INCOMPATÍVEL 


O estúdio 5 da RDP afinal não vai para os Açores. A 'notícia' foi difundida como uma vitória dos esforços da Levada do Cavalo e dos políticos que reuniram com meia Lisboa distribuindo avisos e ameaças a quem se atrevesse a mexer com o autonómico estúdio auto-operado da RDP-M.
Ganhámos!!!
...Mas não é que um malandrinho desmancha-prazeres nos sopra para cá o que garante ser a verdade escondida atrás do famigerado estúdio?! Diz o endiabrado K-Karpete que, afinal, o estúdio 5 só não seguiu para os Açores porque trabalha apenas em linha com a central instalada na Levada do Cavalo. Ou seja, que o equipamento da discórdia é incompatível com a instalação montada na RDP-Açores! Um recuou incompatível ou a incompatibilidade do recuo...
Campeões! Nós-so-mos-cam-pe-ões!

O campeonato do Tribunal de Trabalho também vai animado, no que toca ao Centro do Cavalo. Parece que há mais uma caterva de colaboradores candidatos para a lista de novos efectivos. Mais dia menos dia... É resultado da gestão ruinosa que já começa a desaguar na alienação de parte da casa. Aliás, não falta formação para os colaboradores externos. 
Nalgum tempo, dava conselho de guerra, às garras daquele presidente do CA que se gabava de não ver televisão. 
O que está para avançar já é o caso em tribunal de repórteres de imagem da casa, a quem tem sido negada a actualização de direitos que a lei manda. Promete. 
Em casa de ferreiro...

Fundação Social Democrata


Condolências à Família e Amigos pelo falecimento de Carlos Machado 

A Fundação Social Democrata da Madeira, manifesta o seu pesar pelo falecimento do Seu Administrador, Carlos Alberto Gouveia Machado. 

Carlos Machado, nas diversas funções que assumiu, quer no Governo Regional, quer em termos partidários, quer por último nas associações humanitárias e filantrópicas que pertenceu, demonstrou sempre uma enorme disponibilidade e empenho na defesa do interesse das Instituições que representou. 

Um Autonomista Social-Democrata de convicção, abraçou a causa pública como ninguém e hoje a Região Autónoma da Madeira perde uma figura incontornável da nossa democracia. 

A Fundação Social Democrata da Madeira, expressa sentidas condolências à família e amigos, enaltecendo um Homem que lutou por uma Madeira melhor, mais Autónoma, mais livre - um Homem que honrou a Região Autónoma da Madeira.



PSD: PESAR PELO FALECIMENTO DE CARLOS MACHADO

Funchal, 11 de junho de 2016 - O PSD Madeira manifesta o seu pesar pelo falecimento de Carlos Alberto Gouveia Machado, antigo membro do seu secretariado regional.
Figura bem conhecida dentro da família social-democrata e fora dela, sobretudo devido aos muitos anos em que desempenhou o cargo de adjunto do antigo Presidente do Governo Regional, Dr. Alberto João Jardim, Carlos Machado foi um dos militantes mais ativos do PSD Madeira, contribuindo com o seu esforço e empenho para os sucessos alcançados pelo partido nos vários desafios com que se deparou.
Carlos Machado assumia também funções na Fundação Social-Democrata, sendo ainda Presidente da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários Madeirenses.

À família e amigos, o PSD Madeira endereça as mais sentidas condolências, relevando a dedicação de Carlos Machado enquanto dirigente do Partido.

Funeral foi ontem


PAQUETE DE OLIVEIRA




O corpo de Paquete de Oliveira deu entrada no crematório do cemitério dos Olivais às cinco da tarde de ontem, domingo. O sociólogo madeirense morreu com 79 anos no Hospital da Luz, em Lisboa, depois de doença prolongada.
Após alguns anos como sacerdote, tempo durante o qual trabalhou para o Jornal da Madeira, Paquete de Oliveira andou ligado aos movimentos inconformados e adversários do regime ante-25 de Abril, e também sempre em actividades no campo do jornalismo. Nos anos quentes do PREC, integrou a Junta de Planeamento da Madeira, presidida por Carlos Azeredo.
Notabilizou-se ao nível nacional nos últimos anos pelo seu trabalho como provedor dos telespectadores da RTP.
Pêsames à Família enlutada.

Património


EM DEFESA DA PONTE NOVA

O Eng.º Danilo de Matos alertou para o que pretendem fazer com esta ponte.









sábado, 11 de junho de 2016

Óbito

Morreu Carlos Machado, antigo adjunto de Jardim na presidência do governo regional.
Condolências à família.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Opinião



 OS INIMPUTÁVEIS






    O alienado "renovadinhos", sanhosa e cobarde criatura, continua espancando tudo e todos. Ontem insurgiu-se contra investidores, hoje foi a vez do CINM ser fustigado. É uma pena que estas denúncias só tenham aparecido em 2015. Fariam muito mais sentido, e, teriam emenda, se fossem ouvidas pelo poder que tivemos nos 37 anos anteriores. Volte Dr. Saturnino para tratar esta amnésia!
     Fazem-se insinuações reles à probidade e ao profissionalismo das pessoas. Dito na altura certa um poder político sério procuraria que tudo isso fosse esclarecido no Tribunal ou num inquérito feito pela entidade patronal. Hoje, a "Jóia da Coroa", que já nos fez, contabilisticamente, ricos, serve de arma de arremesso contra o Pres. do Gov. Nada disto faz sentido, faria na gestão anterior. Maldita simbiose de amnésia e cobardia que quer fazer-nos crer que tudo começou há um ano.
        De 1978 a 2015 confundiu-se riqueza com capital. Capital é aquilo que é investido na produção. Riqueza é aquilo que, conforme o gosto, os Faraós enterram em pirâmides ou marinas. A riqueza, essa malvada, encheu o olho de governantes e votantes afogando a economia. Destruídos os sectores tradicionais, quedamo-nos pela monocultura turística. Quem, em seu perfeito juízo, pode criticar empresários que invistam no sector? Apenas devemos imputar responsabilidades a quem, cavalgando a onda da riqueza, exibiu "obra eleitoral". Até o PIB cresceu com o agora nefasto CINM. Ai amnésia, amnésia!
  Os sectores tradicionais ajudavam muito a actual monocultura. Garantiam a qualidade da paisagem. As populações usavam a terra para, produzindo, dela tirarem rendimento. O turismo vive de propaganda nos mercados. Não sinto que a "obra feita" - com óptimos resultados eleitorais - nos promova turisticamente. Estamos totalmente dependentes da riqueza gerada nos mercados financeiros. Caso o turismo sofra um solavanco, basta abrir o Norte de África. Alguns hotéis, nesta terra, obedecendo às regras de mercado, não fecharão?
       Chega! Dêem a cara e digam que esperança podemos ter no futuro. Tudo aponta para que a RAM siga La Hispaniola - hoje Haiti e Rep Dominicana - onde uns poderosos que se apropriaram da riqueza, puseram-se a milhas e abandonaram os "patas rapadas" nos rochedos. Em alternativa, o cobardola parece andar a fazer o papel de Hitler, durante a Rep. de Weimar, para criar a instabilidade que o leve ao poder. Teremos, por aí, a Noite das Facas Longas, não tarda nada. 
       Traz ideias, faz como muitas das pessoas sobre quem vertes toda a acidez do mundo. Como nos casamentos, digo: dá a cara e apresenta alternativas ou então cala-te para sempre. Confusão já temos que chega e sobra, deixada pelos tais 37 anos que esqueceste. 

Gaudêncio Figueira

Praça madeirense aquece São Bento: Rubina Berardo critica amnésia do Bloco

                               

O PTP não descansa enquanto o Hospital dos Marmeleiros não for remodelado

                           

CONFEITARIA FELISBERTA, ASSUNTO RECORRENTE



E SE UMA ALMA CARIDOSA OLHASSE
PELA OBRA DE D. FELISBERTA ROSA?




Defender a imagem de uma cidade é, ou devia ser, conservar devotamente o que foi bem feito e deitar abaixo o que foi arquitectado com os pés. Mas há ainda uma terceira via, que é 'nem sim nem não, pelo contrário'...


O tema é recorrente. Felizmente, muitos funchalenses têm manifestado desencanto em face do estado em que se encontra a fachada, e evidentemente os interiores, da antiga e famosíssima Confeitaria Felisberta. Muitos têm defendido uma solução que não magoe as memórias. Mas acho que toda a vez que uma pessoa passa pela Rua das Pretas e se depara com aquele espectáculo tétrico, apetece rezar aos céus para que apareça uma alma caridosa e...
Há 90 anos, em 1926, as dificuldades da confeitaria eram enormes, não pelo negócio em si, mas pela crise que avassalava o país e a Madeira. Os estabelecimentos comerciais viviam horas amargas e a Felisberta fazia parte da regra. Mas D. Felisberta Rodrigues reagiu pela surpresa e, em lugar de retrair, expandiu a casa, com uma grande transformação que até incluiu uma novíssima sala de chá e refrescos. Já a tia de Felisberta Rodrigues, D. Felisberta Rosa, mostrara grande coragem ao correr o risco de fundar uma confeitaria no Funchal, com o seu nome, no antiquíssimo ano de 1837!
Há 90 anos, o negócio deu um salto, com a sala de chá e outras novidades. Além de cativar e preseverar simpatias entre as diversas camadas sociais do Funchal, a modernização operada então na Felisberta cimentou a fidelidade dos estrangeiros que visitavam periodicamente a Madeira, "como sucedeu", notava o DN nesse mesmo 1926 a propósito da inauguração dos melhoramentos, "com a falecida Imperatriz de Áustria, quando da sua última visita à Madeira, que logo se informou se ainda existia este estabelecimento e a sua proprietária, visitando-o e fazendo compras importantes".
O prestígio da Confeitaria deu-lhe forças para resistir às vicissitudes que foram surgindo pelo século XX acima, até ao dia em que... 
O resultado está ali, doendo à vista de todos.
Em nossa opinião, defender o património de uma cidade é conservar o que de bom foi feito e mandar abaixo o que de mau gosto foi erguido - sem vacas sagradas a atrapalhar a visão dos homens.
Não sei se 'patrimónios' como a Confeitaria Felisberta se integram em algum dos dois casos. A dolorosa imagem nem é recuperada nem é apagada. Está ali como um fantasma vivo.
...Mas esqueçamos o assunto, até nova passagem pela Rua das Pretas.

Processo antigo



PEDRO CALADO ABSOLVIDO





Alguns anos atrás, o então braço direito de Miguel Albuquerque na Câmara do Funchal, Pedro Calado, foi processado à conta dos aumentos de vencimentos, depois considerados indevidos, a centenas de funcionários municipais.
O desfecho do imbróglio é agora conhecido:


O próprio Pedro Calado enviou a documentação ao actual presidente da Câmara do "processo de julgamento referente à opção gestionária, relativamente aos anos de 2009 e 2010, de 791 trabalhadores pertencentes ao mapa de pessoal da Câmara Municipal do Funchal.


A QUINTA MAGNÓLIA TEM CONDIÇÕES PARA RECEBER O FESTIVAL RAÍZES DO ATLÂNTICO?

Segundo a Direção Regional de Cultura, a 17ª edição do Festival Raízes do Atlântico será um evento "renovado em termos de imagem, conceito, programação e até local".
O local é a "emblemática Quinta Magnólia", que há mais de 10 anos espera e desespera por um processo de recuperação e reabilitação.
O local está degradado. Muito degradado. 
Dói-me a alma cada vez que visito as plantas que teimam em resistir à incúria, à insensibilidade. No último sábado, o palco já estava montado. E porque é grande demais, a solução foi suprimir uns ramos das vetustas canforeiras. Na Quinta Magnólia o que está a mais são as árvores!
O Festival Raízes do Atlântico merecia um local com melhores condições de segurança.
A Quinta Magnólia necessita urgentemente de mais respeito dos governantes e carinho dos madeirenses.
Brevemente, pela enésima vez, será anunciado o arranque das obras....







Funchal, 08.06.2016

Texto e fotos: Raimundo Quintal

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Chamem os bombeiros!




SOCORRO, UMA AVALANCHE DE PROPAGANDA DA CMF!




As eleições autárquicas realizam-se só daqui a um ano mas a propaganda já vai a alta velocidade. Apenas num dia, o senhor presidente da Câmara divulgou seis notas de imprensa:

* Nota de Imprensa CMF distinguiu voluntários de campanha ambiental

* Nota de Imprensa CMF - Paulo Cafôfo reuniu com os párocos de Sto. António

* Nota de Imprensa CMF - Último encontro OP Funchal 2016

* Nota de Imprensa CMF - Educação Ambiental tem animado a Avenida Arriaga

* Nota de Imprensa CMF - Reunião de trabalho com a JF Sto. António

* Nota de Imprensa CMF - Encontros com as Pessoas em Sto. Amaro

Imagine-se o que não vai ser no próximo ano.
Ai, tacho, a quanto obrigas!

Nota do Fénix - Socorro!, gritamos nós também! Esta observação do Leitor não inclui as declarações, propaganda encoberta, publicidade e fretes de compensação ao Mayor da capital!

Acção política




Pensar alto


SUBÍDIOS NA PARÓQUIA: 3-2-1... VRUMMM!!!

Se o "Mayor" de Chicago pagou "BILIÕES" ao Chicago Bulls e um mega pavilhão, GARANTIDAMENTE que o Chicago Bulls deu / dá o retorno do investimento...o Real Madrid "gasta milhões" com a equipa ...mas "recebe milhões" (imagine-se se ganha a Liga dos Campeões e vende “um cr7”… será um valor com um ou mais dígitos com muitos mas muitos zeros à direita de €). O nº 1 do ténis / golf "ganha milhões"...mas os patrocinadores "têm retorno de milhões"...não são instituições de caridade ... os grandes veleiros que competem em provas transoceânicas "custam muitos milhões"...mas têm de "apresentar resultados" que justifiquem os investimentos dos patrocinadores. Cá na "terrinha" há bem pouco tempo diziam que o investimento do Governo (dinheiro do contribuinte) no Rally Vinho Madeira tinha retorno ...e agora?..."meia dúzia de gatos pingados" farão o Rally que mais se assemelhará a um "rally da paróquia".
Um Leitor

Bamos lá, Cambada!







FERNANDO SANTOS, NÃO NOS VENHA COM 'ABORDAGENS'!
PONHA A SELECÇÃO A JOGAR PARA  GANHAR!






A hora é de acção, não de desculpas preventivas


Agora que estamos a chegar, como dizia Fernando Vaz, à zona do arame farpado, o nosso seleccionador adopta um discurso supostamente relaxante e tranquilizador que nos deixa 'de pulga atrás da orelha'.
Ontem, no lançamento do particular de logo à noite frente à Estónia, Fernando Santos alegou que o desafio não constitui teste nenhum, que não passa de uma abordagem ao jogo.
Bem, se os dirigentes federativos pedem uma enchente na Luz para o pessoal assistir, não a um teste da Selecção com vista aos jogos a doer, mas a uma simples abordagem ao jogo, vou ali e já venho. 
Nem pela TV há paciência para hora e meia de leituras e abordagens que só Fernando sabe o que significam - já que, insinua ele, o desafio não deve pressionar os craques, ali não há teste nenhum.
Começamos a temer ouvir o seleccionador chegar às vésperas de entrar na prova, terça-feira diante da Islândia, e esclarecer que o desafio de estreia não tem nada de decisivo, que depois ainda faltam dois. E, no impensável caso de um malogro à entrada, Fernando diria que o compromisso seguinte, contra a Áustria, nada teria de dramático, porque o assunto é futebol, um mero jogo-espectáculo.
Bem, este 'disco riscado' fartou-nos tanto com seleccionadores anteriores que pulámos de contentamento ao ouvir a oratória assumida de Fernando Santos nos seus primeiros tempos de responsável nacional. Se agora, na hora dos valentes, quando é preciso o líder mostrar destemor ante os adversários mais bem pintados, se agora ele desvaloriza o que tem tanto valor, estamos conversados.
Apoiamos de corpo e alma o antigo defesa esquerdo do Glorioso Marítimo. O nosso seleccionador. Mas isso de apoio incondicional não faz parte do vocabulário da gente. A Selecção está lá para ganhar e não para ensaios, experiências e abordagens. A pensar morreu o burro.
Deixem-se de tretas, força nas canetas, que o maior é Portugal! - já cantava Herman - Bamos lá, cambada!


Que é isto?!





Procedimentos concursais na Câmara de Santa Cruz

Avisam-se os cidadãos, simpatizantes ou não do partido JPP, que há estes procedimentos concursais na referida autarquia...

K-"kanisso"


AAPEF - Trabalhos de Manutenção das Plantações - 11 de Junho de 2016
No próximo sábado, 11 de Junho, a Associação dos Amigos do Parque Ecológico do Funchal realizará uma actividade de manutenção das áreas de plantação do Pico do Areeiro e do Campo de Educação Ambiental do Cabeço da Lenha.

Os interessados em participar nesta actividade podem fazer a inscrição por e-mail — amigosdoparque@gmail.com — ou através do formulário de inscrição no blogue da associação - http://goo.gl/wGk4rJ - até às 18:00 de 6ª feira.

Também o poderão inscrever-se pelo telefone 291 783 999, quarta-feira e sexta-feira, entre as 16:00 e as 18:00

Pensar alto




Futebol e futebóis



1 - Há 90 anos o CSM foi campeão de Portugal... Investigue-se quanto dinheiro o então Governo gastava com o futebol!!!
2 - Quantos "forasteiros" (que atualmente têm as mais diversas nacionalidades e são pagos a "peso de ouro") jogavam no CSM?
3 - Se na altura os jogadores viviam em apartamentos de luxo …comiam e bebiam em restaurantes de luxo e se pavoneavam em roupas de marca e viaturas topo de gama!!!!
4 - Actualmente confunde-se desporto com futebol …mas as modalidades que “dão cartas” são as amadoras (surf…remo…andebol…trail) com maioria de madeirenses.

Um Leitor

terça-feira, 7 de junho de 2016

Opinião


VERDADES E MENTIRAS

Ontem, por acaso, assisti ao programa da RTP/M Prolongamento. Foram ali ditas grandes verdades. Não faltaram também algumas mentiras.
   A primeira grande verdade foi a de que a fase dos saudosos e avultados subsídios para os três clubes fazia parte de um projecto político. Morto e enterrado o "Império do insulto" - lembram-se do elegante termo "CUBANOS" - temos novas realidades. Assinada a insolvência, era inevitável que faltasse o dinheiro.
    Noutra verdade insofismável lá produzida, reconheceu-se que o Estado Português não parece ser Pessoa de Bem. No decurso do programa, certas perguntas e respostas sobre remunerações dos dirigentes, trabalho pro bono e negócios envolvendo o futebol, confirmam a afirmação, pois a justiça ignorará tudo aquilo que lá foi insinuado. São tiques de um poder político que treme perante o futebol amedrontado com a perda de votos.
    A terceira verdade foi a constatação de que os três clubes estavam de acordo em voltar ao tempo do dinheiro abundante. Acham isso da mais elementar justiça. 
    A grande mentira foi, tentar separar os pagamentos aos clubes da despesa pública suportada pelos impostos. Nós pagamos impostos e o Estado, por critérios que podemos criticar, distribui por vários lados. Uma fatia maior leva à diminuição doutra. Esta e outras mentiras mais pequenas, procuraram legitimar a enorme despesa com o futebol.
   Dois dogmas, habilmente introduzidos, levam-nos a aceitar que o Governo deve abrir os cordões à bolsa. Falo do estudo que dizem garantir que os clubes pagam mais impostos do que recebem em ajudas e do retorno económico, por via indirecta, dos investimentos no futebol. Nunca ninguém viu tais estudos! Onde podemos consultar e discutir essas enormidades?
     Habituem-se a viver com pouco, como muitos dos nossos conterrâneos que dormem pelas ruas. A grande verdade é: NÃO HÁ DINHEIRO! 

Gaudêncio Figueira


segunda-feira, 6 de junho de 2016

Data para lembrar



MARÍTIMO CAMPEÃO DE PORTUGAL HÁ 90 ANOS






Há 2 ou 3 meses, lembrámos num artigo publicado na revista 'Marítimo' que este 2016 é o ano do 90.º aniversário do título de Campeão de Portugal conquistado pelo Clube verde-rubro. Sim, foi em 6 de Junho de 1926 que Ortega, 'Ranfão', 'Mariazinha', Domingos Vasconcelos, 'Fancheca', 'Patas', 'Zé Pequeno', António Alves, 'Camarão', 'Janota' e 'Besugo' derrotaram no Norte do País o Belenenses por 2-0. Era a final da máxima prova nacional. E o título vinha para a Madeira.


Aliás, o Belenenses fugiu do campo aos 2-0 para evitar um descalabro como o de dias antes... quando o Marítimo eliminou o FC nas meias-finais por 7-1.
Obrigado àqueles nossos heróis de 1926. Subscrevemos todas as palavras do Dr. Eugénio Mendonça, proferidas há pouco no 'Prolongamento' de Nélio Gouveia, na RTP.
Parabéns aos nosso antigos heróis e parabéns a todas as gerações de maritimistas que sofrem mas não mudam de camisola, nem por 90 minutos.

IMAGENS






CIDADE NEGLIGENCIADA

O Funchal, cidade bem cuidada, limpa e aprazível para nós, madeirenses, e para aqueles que nos visitam anda há alguns anos claramente negligenciada.
Se, de facto, esta câmara se preocupasse com a imagem da cidade, como alega, não permitiria que a triste imagem que se vê nas fotografias permanecesse há semanas à vista de todos.
Além da manifesta permissividade ao vandalismo, trespassa, novamente, a incompetência e o embuste de quem apregoa preocupação. Preocupação que, como fica claro, não tem.

Ricardo Vares




JPP acusa Catarina Vaz Tomé de insensível




Texto JPP

Viagem à capital



JPP ORGANIZA EM LISBOA
JORNADAS PARLAMENTARES


MUSEU CR 7



A funcionar no local certo. Já não é preciso o visitante fazer alpinismo até à Imperatriz.









Silly season todo o ano



NA TERRA DO FERRY PERDIDO

(Foto JM)


O nosso acalorado solstício chega aqui acima dentro de duas semanas. Enfim, mais um Verão sem ferry que ligue a Madeira ao exterior por mar. Conseguintemente, os cidadãos impossibilitados de viajar de avião continuam sequestrados nos penhascos atlânticos. Ficam aí especados um bocadinho em cada esquina, da 'Mundus' para o 'Golden', dos gelados do Phelps para o Mercado, os potenciais turistas ilhéus. Aqueles que sonharam desembarcar na Península dentro do seu automóvel para desopilar Continente e Europa dentro, esconjurando durante uns dias a por vezes asfixiante vida insular.
Depois das promessas apregoadas já no tempo da corrida de Delfins, o entretanto promovido governo vegeta no quentinho, indiferente aos ecos das esperanças que trombeteou noutros tempos. Quando avisava que os lobbies dos portos e dos transportes marítimos haviam de acabar... doesse a quem doesse.
No capítulo das práticas, continuamos com uma governação árida. Onde nada floresce. Nem a porcaria de duas ou três viagem de ferry por ano o Blue Establishment convence o governo central a custear. Porque o assunto é de continuidade/descontinuidade territorial. O português do Continente pode ir de passeio e chegar ao extremo leste da Europa. Até de triciclo, de skate ou a pé, se lhe der na telha. O português das ilhas que não pode ou não quer meter-se no avião vive mais isolado do que no século XIX e nos séculos anteriores. Nessas épocas, havia meia dúzia de barcos por dia em escala no Funchal com destino a variadíssimas partes do mundo. Por falta de transporte ninguém morria de tédio cá nos penhascos. E veja-se o que acontece hoje: sequestrados na sua própria terra.
O desgoverno das Angústias, que gasta balúrdios mal gastos para efeitos eleitorais, nem sequer equaciona a hipótese de ir ao erário regional, já que dentro de tanta diplomacia 'bem sucedida' não arranca nada a Lisboa, não encara portanto a hipótese de ser o erário a entrar com um subsídio, a título de serviço público, para viabilizar umas quantas ligações anuais por ferry! Uma que seja!
Este governo é perito a propagandear na sua imprensa que 'quer' fazer isto, que 'projecta' fazer aquilo, que 'idealiza' tratar daqueloutro. E depois não aparece nada feito. Resultados práticos, um deserto. Mas a propaganda fugaz entretanto chegou ao destino. A preço de ouro.  
Depois, temos o PS, mergulhado em reuniões diárias com o ministro disto, com o secretário de Estado daquilo, tudo a merecer as procuradas imagens nos media, e depois nada de concreto surge. Nem a trampa de uma ligação ferry estes súcias, que estão no poder em Lisboa e se gabam de estar a fazer tanta m... pela Madeira, nem uma viagenzinha conseguem pôr Lisboa a custear, para contentar os conterrâneos que lhes dão tacho.
O solstício de Junho vem aí, a esmagadora maioria dos Madeirenses, obrigados a férias cá dentro, contam com ele para os banhos no nosso calhau, onde também se recebe um bronze luzidio. 
É melhor mesmo aceitar a prisão forçada, porque os fala-barato da política doméstica, incluindo os que só aparecem cá em part-time, não se preocuparão com a chatice do ferry. Esses não precisam dele. Nem no Verão nem em qualquer outra época do ano.
Deixá-los continuar gozar a silly season, que para eles dura o ano inteiro.

sábado, 4 de junho de 2016

Especulação?


I LIGA COM 20 CLUBES

Quem andou hoje pelas eleições na FPF, que redundaram na recondução de Fernando Gomes, saiu de lá com a sensação de que já não foge o alargamento do número de clubes na I Liga. Para 20.
Mas vamos esperar.