quarta-feira, 12 de outubro de 2016
Atenção ao que se ensina nas escolas
ATRAIR TURISMO À MADEIRA
OU FORMAR TURISTAS MADEIRENSES?
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| Os desgovernantes são de má cabeça e aplicam as lições ao contrário, perante a passividade dos espertalhões da Desoposição, que ganham 'o seu' e bico calado. |
Lemos com muitas esperanças a novidade: UMa e Escola Hoteleira esforçam-se para lançar brevemente um curso superior de turismo. Que o consigam quanto antes. É que o know-how que os quadros oficiais andam a pôr em prática vem obtendo resultados exactamente contrários aos anunciados para o decisivo sector.
A política turística em todo o lado constitui-se de propaganda inteligente para atrair turistas e de bons serviços para que eles voltem. Pois aqui verifica-se o contrário: a nossa filosofia de turismo está mas é a levar gente de cá para fazer turismo lá fora. Com a tragédia de ser o povo esfomeado a pagar a dolorosa das viagens, estadas e luxos dos excursionistas. Verificando-se ainda uma especificidade digna de estudo: o próprio governante com a área do turismo, em vez de trazer gente para gastar cá, vai ele próprio por aí fora bem aconchegado, a fazer turismo numa comitiva que custa rios de dinheiro.
Mais: o presidente do governo, que se devia preocupar em trazer mais gente à festa da flor, é quem vai, em pessoa, a uma festa da flor lá fora, na África do Sul, em Novembro! Com o nosso capital, já escasso.
[Tão boa como esta, só a do ricaço do Cafôfo pagar artistas que actuam também na África do Sul.]
Chefe Albuquerque e Eduardo Jesus, mais as respectivas e também os respectivos empresários do regime, acabaram há pouco longa via sacra pelas cataratas do Niagara e pelas avenidas de Tio Sam, numa visita "oficial" organizada e destinada ponto a ponto por um jornal privado, como de costume. Mas, atenção, somos nós todos a pagar a excursão e a propaganda afim. A pergunta é: não seria melhor os duas excelências do Blue Establishment se absterem de ir para lá prometer voos directos USA-Madeira e procurarem estabelecer primeiro as viagens directas prometidas há dias na África do Sul? E já não vou mais atrás ao "voo directo Caracas-Funchal" também prometido, porque essa já tem barbas.
Senhores, a gente queria poupar-vos a maçada de viajarem por esse mundo à procura de investimento para a Madeira. A gente contenta-se com os nutridos investimentos já conseguidos nas outras viagens aos referidos países, embora ninguém tenha visto a cor deles.
Esqueçam-se do Brava Valley e da Zona Franca por uns tempos, façam turismo cá dentro, já que trabalhar não sabem.
Mas qual quê! Já paira no ar nova ameaça: em Novembro, há mais turismo para fora. A fauna africana já treme com a fama do rei-caçador que se aproxima.
Albuquerque tem uma teoria engraçada que na prática também resulta ao contrário. Diz ele que a Madeira, sempre que se vira para o exterior, cria riqueza. Como já tivemos ocasião de dizer, pois cria, cria riqueza nos cofres das agências de viagens que tratam das passagens deles, nos '5 estrelas' onde eles se hospedam com direito a service-room 'especial' em dose dupla (quando não vão amarrados curto), e nas melhores discotecas e cervejarias-marisqueiras de Caracas, Valência, Joanesburgo, Cabo e Toronto.
É por isto que pedimos vivamente à UMa que veja lá que raio de técnicas anda a ensinar nas cadeiras de turismo, porque só está a pôr aqueles caixeiros-viajantes loucos para voar em vez de trazerem gente.
PS - O panorama pode ter um lado bom. Agora que Miguel Albuquerque promete "dar mundo à Madeira", se calhar nunca mais o vemos por cá. Com a treta de darem "novos mundos ao mundo", vejam os anos que levavam as passeatas de Vasco da Gama, Cabral, Eanes e Colombo! É verdade que o Blue King já dobrou o Cabo Bojador, mas ainda lhe faltam muitas milhas marítimas para navegar.
PS 2 - Ia passando! E o Dubai!!! O homem também vai ao Dubai! Agora é que vai ser investimento pela Tabanca dentro! Paguemos, vilões que somos. Que destino se seguirá? Bora Bora? Aí não, que já temos geminação. Que tal Katmandu? Podem geminar com o Pico Ruivo.
PS 2 - Ia passando! E o Dubai!!! O homem também vai ao Dubai! Agora é que vai ser investimento pela Tabanca dentro! Paguemos, vilões que somos. Que destino se seguirá? Bora Bora? Aí não, que já temos geminação. Que tal Katmandu? Podem geminar com o Pico Ruivo.
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Nota de imprensa
PCP entregou diplomas na ALRAM para a adaptação do DL nº 116/98 de 5 de Maio, que estabelece as funções e competências do Médico Veterinário Municipal, à Região Autónoma da Madeira, a única, no país, que não dispõe desta autoridade sanitária
Funchal Card(ina)
Cuidado com o piso
e com o mosquito

A Câmara da Mudança faz mesmo "mudança". Transforma a cidade-capital num lugarejo insalubre, perigoso e apetecido ao mosquito vector da Dengue.
Quer na Travessa do Freitas (atrás do Jardim Municipal), quer em frente ao CC Anadia ou até no Chafariz que empresta o nome ao largo na Rua do Aljube, assistimos a imagens destas, de puro desleixo quer aos munícipes quer aos turistas à quem vendem um cartão que certamente não engloba nenhum manual de como NÃO SE DEVE DESLEIXAR UMA CIDADE!
K-salubre
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Debate público
“Fundo de Garantia
Salarial – Que eficácia?”
O PCP/Madeira promove na próxima sexta-feira, dia 14 de Outubro, pelas 18h30, na Universidade da Madeira, nas instalações situadas à Rua dos Ferreiros, no Funchal, um Debate Público subordinado ao tema“Fundo de Garantia Salarial – Que eficácia?” e que contará com a presença do Dr. Fausto Leite, Advogado e Especialista em Direito do Trabalho.
O Fundo de Garantia Salarial tem como objectivo assegurar o pagamento das dívidas das entidades empregadoras aos seus trabalhadores, nomeadamente em casos de insolvência ou situação económica difícil. Acresce que, comprovadamente, em inúmeros casos, os trabalhadores visados não têm acesso a este Fundo, não estando, portanto, a serem cumpridos os objectivos para os quais o mesmo foi criado e configurando uma clara violação de direitos dos trabalhadores.
Com esta iniciativa pública de debate, o PCP pretende desenvolver uma discussão e reflexão em torno desta questão, procurando assim reunir um conjunto de fundamentos que permitam viabilizar e materializar uma iniciativa legislativa que permita ultrapassar um conjunto de constrangimentos que em muito prejudicam os trabalhadores num dos seus direitos fundamentais que é o direito ao salário e às demais retribuições.
Funchal, 10 de Outubro de 2016
P’lo Gabinete de Imprensa do PCP/M
Bairro da Nazaré ou favela da imundície?

Ainda olhei 7 ou 8 vezes para o endereço a ver se a origem destas imagens não seria uma favela qualquer de um país latino-americano, onde os cidadãos também se deparam com problemas graves. Infelizmente, não. A impressionante imundície é na cidade cujo Mayor e sua geringonça, como muito bem refere a Leitora, dão lições de ambiente a toda a hora e apresentam o Funchal card para os turistas visitarem os recantos.
Vamos ver:
Sou moradora neste dito Bairro da Nazaré e, mesmo após várias reclamações à CMF, a falta de cuidados, manutenção e recolha de lixo são uma constante. Por favor, publique isto para que todos vejam o "excelente trabalho" da Câmara liderada pelo sr. Cafofo e sua geringonça.
RIBEIRA DE SANTA LUZIA ENTRE A ROTUNDA DA FUNDOA E OS AÇUDES CONSTRUÍDOS APÓS A ALUVIÃO DE FEVEREIRO DE 2010.
Este pequeno vídeo (https://www.youtube.com/ watch?v=9TZROH7tI1M&feature= em-upload_owner) foi editado com imagens captadas no dia 06.10.16 durante uma visita de estudo, que efetuei na companhia do Eng. Danilo Matos e do Doutor João Baptista no vale da Ribeira de Santa Luzia.
Percorremos cerca de 3 km ao longo do canal de escoamento, entre os 300 e os 600 metros de altitude.
As imagens do desordenamento e da vulnerabilidade daquele troço da ribeira, constituem um alerta para os enormes riscos a que estão expostas as áreas da cidade localizadas a jusante, especialmente a zona dos Viveiros.
Percorremos cerca de 3 km ao longo do canal de escoamento, entre os 300 e os 600 metros de altitude.
As imagens do desordenamento e da vulnerabilidade daquele troço da ribeira, constituem um alerta para os enormes riscos a que estão expostas as áreas da cidade localizadas a jusante, especialmente a zona dos Viveiros.
Funchal, 10.10.16
Raimundo Quintal
Opinião
JPP, Juntos Para Patetices!
Entretido na conclusão do livro sobre a Madeira 1974-2015, mantenho-me feliz e distante da indigência política.
Mas recordo ter dito que sempre que aparecessem mentiras, distorções ou omissões dolosas sobre os anos à minha principal responsabilidade e do PSD, apesar da censura selectiva em vigor tentaria repôr a verdade.
Quanto às provocações, prefiro divertir-me ao lhes gozar a tontice.
Uns “comunas” de Gaula, expressão doméstica do chavismo rafeiro e do transtornado “bloco” impropriamente autodenominado de “esquerda” - confusão entre esta e o analfabetismo - à boa maneira estalinista tentam apagar a História, dizendo o PSD nada ter feito e eles, sim, quando se saldam num ZERO.
É Dever do Tribunal de Contas e das Inspecção Regional de Finanças, neste quadro do síndico recorrer aos Tribunais em confrontos políticos, averiguar se tais “brincadeiras” também são suportadas pelos cofres da Autarquia, nos honorários com Advogados cuja dimensão vem sendo denunciada pelo respectiva Oposição.
E dou-me a este esclarecer do trabalho em Santa Cruz dos que são autonomistas e sociais-democratas, porque quem devia fazê-lo, ou não sabe, ou anda naquela linha do tal suicida e ridículo “ambiente melhor”, feito de agradar à Oposição e de pesadelos urticários com a sua própria História.
Assim:
INAUGURAÇÕES REALIZADAS NO CONCELHO DE SANTA CRUZ
(30 de Setembro de 1979 - 9 de Abril de 2015)
Posto da PSP - Camacha
Centro de Saúde do Caniço
Energia eléctrica - Sítio da Achadinha, Núcleos dos Palheiros, Lombo dos Camachos e Poço Caldeira
Energia eléctrica - Sítio da Madre de Água
Energia eléctrica - Sítio das Ameixieiras
Energia eléctrica - Santo da Serra
Energia eléctrica - Sítio da Pereira
Energia eléctrica - Sítio da Banda dos Pires
Energia eléctrica - Sítio das Eiras no Caniço
Energia eléctrica - Sítio do Vale Paraíso e Carreiras
Energia eléctrica - Sítio dos Moinhos
Posto de transformação - Figueirinhas
Posto de transformação e rede de baixa tensão - Sítio das Águas Mansas em Gaula
Estação telefónica automática de telecomunicações dos CTT
Agência do Banco Português do Atlântico
Iluminação do túnel da Estrada Regional Funchal - Santa Cruz
Beneficiação da ponte junto ao Mercado Municipal
Posto de transformação - Achada de Gaula
Estação de Correios, Telégrafos e Telefones dos CTT
Caixa Económica do Funchal - Camacha
Posto de transformação - Sítio do Boqueirão em Gaula
Posto de transformação - Sítio da Fonte dos Almocreves
Energia eléctrica - Sítio da Morena
Energia eléctrica - Sítio do Rochão na Camacha
2 viaturas de socorro - Aeroporto do Funchal
Estação de correios e telecomunicações dos CTT
domingo, 9 de outubro de 2016
sábado, 8 de outubro de 2016
Opinião
VEM AÍ A
BÓSNIA?
A parasitagem da nossa vida colectiva por: galopins – executores de estratégias alheias; caciques – angariadores de votos; influentes – negociadores dos votos conseguidos na base já foi por mim analisada. Três factos fizeram-me regressar ao tema. As consequências provocadas na vida colectiva pelo novo modo de lidar com os parasitas no pós-Abril; o aviso do Sr. PR a 5 de Outubro, “A razão de ser da desconfiança e da descrença das pessoas relativamente aos políticos tem a ver com o cansaço perante casos a mais de princípios vividos a menos”; as manifestações públicas de galopins, caciques e influentes visando as eleições autárquicas.
Temos profissões mal-amadas. Militares, Polícias e Bombeiros são três exemplos disso. Civicamente mal formados, muitos de nós dizem: para quê tantos generais; os polícias só servem para passar multas; os bombeiros só querem vinho e criar barriga. O mito da Pátria e a Defesa da Nação suplantavam a falta de civismo. O controlo da parasitose era feito subtilmente e o incentivo ao profissionalismo deixado à escolha do cidadão. Os salários na função pública, com algumas beneses, eram mais baixos que no privado. A hierarquia era muito bem vincada a começar pelo fim dos pareceres para as chefias que terminavam assim: “A Bem da Nação, V. Exª superiormente decidirá”. O sistema não sendo perfeito, permitia distinguir entre responsabilidade profissional e política. Um exemplo ajuda. Imagine-se que o influente A quer construir uma estrada para valorizar um terreno do cacique X. Até 1974, as coisas faziam-se à sorrelfa, sem expor os profissionais a um escrutínio público, onde responsabilidade profissional e politica se confundissem. Os funcionários eram respeitados. Quem optava por profissões, civicamente mal-amadas, o Poder impunha-se, fazendo-as respeitar. A partir de Abril, mais grave que os propagandeados saneamentos políticos, foram os saneamentos profissionais.
Galopins e caciques voltaram a legitimar o poder pelo voto. Profissionais capazes vão sendo progressivamente afastados. Travavam o progresso, dizia-se, e a imediata invocação da pletórica e demagógica liberdade nem deixava pestanejar os ingénuos cidadãos. O Poder confunde-se com os partidos. O caso acima narrado, em Liberdade, teria agora esta solução: o influente eleito com os votos angariados pelos caciques e galopins, em grandes parangonas na TV e Jornais, anuncia ao Mundo: a Lombada dos Inteligentes vai ter uma estrada. Livre-se algum profissional de colocar qualquer questão que trave a estrada! Como mais vale prevenir que remediar, o melhor é colocar no cargo alguém que, rifando a profissão, dê parecer favorável. Não nos podemos admirar quando o político diz: baseie-me num parecer, ao que o técnico responde: trabalhei sobre aquilo que me pediram. Adeus brio profissional! Não me parece que nenhum Tribunal seja capaz de deslindar isto. Aqui na RAM todos conhecem casos destes que vão do mar à serra, um fartote Graças a Deus!
A opinião pública começa a dar conta, nos anos 90, da infestação de galopins e caciques, oriundos das jotas, no aparelho do Estado. O mérito, que se reconhecia aos Servidores do Estado, hoje quedam-se pelo medo de perder o emprego se ousar dizer NÃO a um destes “vigilantes”. Quarenta anos depois, mercê da acção desta gente, o Estado desmorona-se. Transformaram-no num centro de negócios que é coutada dos influentes. Sintomáticos os avisos do Prof. Marcelo, cito um no início do texto. Os interesses colectivos, com destaque para a segurança de pessoas e bens, são descurados. A lassidão grassa e ninguém age. Estando a população em estado choque, na sequência dos incêndios, e, perante uma proibição de foguear, o comandante dos bombeiros desobedeceu. Nada lhe aconteceu. A luz vinda do alto ilumina as mentes que se insurgem contra a PSP. Colhemos assim os frutos de 40 anos de gestão feita por elites que foram tratando dos seus interesses particulares, pelos métodos que descrevi.
As lutas
fratricidas nas jotas são a base do poder nos partidos e no Estado. A
propaganda partidária vai directa à emoção, como se de futebol se tratasse,
esquecendo a razão. O nosso dia-a-dia pouco lhes diz. Ganhar eleições, sim,
motiva-os. Cheirando já a eleições, galopins e caciques ocupam as redes sociais
com insultos mútuos. Desprestigiado o Poder, com polícias a quem ninguém
obedece, e outros profissionais desmotivados, as lutas fratricidas, no interior
de cada partido, podem degenerar. Nestes 40 anos financiou-se a compra votos.
Trocando votos por armas teremos mesmo uma Bósnia. A emoção que já se sente nas
redes sociais não pressagia serenidade.
GAUDÊNCIO FIGUEIRA
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
Uma espécie de geringonça...
CMF em campanha
Boa tarde Sr. Calisto - Antes de mais queria agradecer por ter um blogue que faz inveja a muito matutino regional.
No entanto queria partilhar a seguinte situação.
No mês de Julho o Presidente Paulo Cafôfo fez uma palestra no Largo da Fonte, no Monte, no âmbito da medida da Câmara Municipal, “Encontros com as pessoas”. Fiquei surpreendido ao saber que muitos dos jovens que lá foram escutar o presidente foram agraciados com bilhetes para entrada à borla para o festival NOS SUMMER FEST, prometidos previamente pelo seu Chefe de Gabinete Miguel Iglésias, e que havia fichas de inscrição para novos membros da Juventude Cafofiana ( JS).
Na Quinta-feira da semana passada, para minha maior surpresa, encontro um grupo de pessoas em são Martinho que me convidaram para ir ao jantar da Mudança, pois tinham bilhetes oferecidos por membros de Juntas de Freguesia. Agora pergunto, quem paga esta propaganda? Como é que se justificam estes gastos? Que estratégia de Marketing partidário é esta? Troca-se comida e Bilhetes para concertos por apoio a um Partido- Coligação? Não era precisamente isto que os elementos da Mudança criticavam no Jardinismo? Algo está mal neste Funchal e é bom que comecemos a abrir os olhos, senão arriscamos a ter mais quatro anos destes esquemas.
O que se vê é muito investimento em propaganda e nenhum investimento na cidade. Uma espécie de reprodução da fórmula da geringonça em Lisboa onde, a pretexto de cumprimento do défice, pára-se a economia.
No passado mês de Agosto iam fazer um concerto dos Trovante na Madeira onde a cache seria o dobro do que a banda recebe, e seria pago através de uma empresa chamada Smart Choice. No respetivo contrato assinado, uma vez mais pelo criativo Vereador Miguel Gouveia, os encargos com luzes, palco, sistema de som, segurança e SPA seria tudo da responsabilidade da CMF. Posteriormente, quando os matutinos falaram sobre a situação, uma vez mais o Sr. Vereador veio a público dizer que foi uma falha na elaboração do contrato e que o concerto não se iria concretizar devido à catástrofe de 8 e 9 de Agosto, mas que prometia que seria feito posteriormente e após retificação do repetitivo contrato. Ora então o Vereador assina documentos e contratos sem ler? E são apenas estes ou também outros?
Eu gostaria que a autarquia viesse a público por exemplo dizer quanto irá custar o Gabinete da Cidade, e quanto irá receber o arquiteto Paulo David e restante elenco. Não venha o Presidente ou o Vereador dizer que eles vão trabalhar por uma causa nobre e que assim sendo será em Pro bono.
Por fim, e não menos importante, então não é que uma das empresas de um dos deputados Municipais socialistas tem sido a que tem ganho os trabalhos de Publicidade? É que isto de andar em Rallies e pagar ordenados custa muito dinheiro, e um extra dá sempre jeito.
J.G.
Regresso à idade da carroça
NOVOS LIMITES DE VELOCIDADE
NÃO VISAM
AUMENTAR A SEGURANÇA
Sobre os novos limites de velocidade corre na praça a seguinte explicação:
Se circularmos a 60 km/hora no túnel da Serra D’Água – São Vicente, não nos apercebemos que o carro anda para cima e para baixo continuamente, mas se formos a 100 km/hora ficamos com a cabeça pregada ao tecto.
Ao que parece, o Governo Regional teve de reduzir as despesas com as parcerias público-privadas relativas às concessões rodoviárias, devido ao plano de ajustamento financeiro, mas a empresas concessionárias não poderiam ser prejudicadas nos seus lucros, daí serem compensadas por menores despesas de manutenção. Ou seja, aquelas intervenções que víamos ser feitas amiúde (tirar alcatrão em estado razoável para colocar novo asfalto) vão passar a ser feitas com maior tempo de intervenção, proporcionando maior desgaste no pavimento.
Ao reduzir-se a velocidade os automobilistas não vão se aperceber disto, a cabeça não irá colar ao tecto.
A questão de aumentar a segurança rodoviária é secundária, a razão principal tem a ver com a redução de custos de manutenção.
.Sem por em causa a veracidade desta explicação, uma coisa é certa, estamos a voltar à idade da carroça.
Os carros atuais têm ABS, vão periodicamente às inspeções, são mais seguros. É ridículos limites na via rápida de 60 km/hora, que ninguém respeita, o carro parece que para.
Estamos a regredir. Sinto-me triste e prejudicado com esta medida.
Luís Nóbrega
Quem dá mais?
VELHO E NOVO REGIMES
VENDIDOS A PATACO
O governo Blue Establishment vai comprar por 1€ as comparticipações municipais nas sociedades de desenvolvimento. E mesmo assim já é caro. As câmaras ainda deviam pagar para se verem livres daqueles monos.
Tal como o governo terá de pagar para que lhe peguem nuns trastes que deixam concursos desertos e nem em leilão conheceriam novo dono.
Um caso bicudo parece ser o novo JM. Sérgio vai dizendo que há candidatos em bicha e depois não aparece nenhum.
O GR devia pegar numas peças dessas e rifar. Ou então vá entregando ao nosso LMSousa, que faz o contrato combinando verba, como nas datchas do Porto Santo. Claro que depois não paga nada, porque não anda a dormir na forma. Mais ou menos como os 80 milhões que Carlos Pereira e Gil França anunciaram com trombetas marciais e afinal não veio nada.
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
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