Powered By Blogger

quinta-feira, 6 de outubro de 2016


JARDIM DA POUSADA DA JUVENTUDE, 
UM PÉSSIMO EXEMPLO

Quarta-feira escrevi que os jardins públicos do Funchal estão mal cuidados.
Mostrei imagens do Jardim Municipal, cujo mau estado é da responsabilidade da Câmara.
Hoje divulgo imagens da degradação do jardim da Pousada da Juventude.
A pousada ocupa parcialmente a área da antiga Quinta da Ribeira, construída nos finais do século XIX, e as árvores mais velhas são sobreviventes dessa propriedade privada, localizada na margem ocidental da Ribeira de São João.
A pousada, que recebe jovens dos quatro cantos do mundo, é propriedade do Governo Regional.
O Governo é o único responsável pela deterioração de todo o espaço. Ali não há a desculpa do vandalismo. Ali sobressaem as marcas do abandono, da negligência.
O jardim duma Pousada de Juventude tem de estar impecável e deve ser gerido com o objetivo de associar o lazer ao saber. 
Este jardim deveria funcionar como espaço educativo informal, ajudando os utentes a conhecer e a amar as plantas.
Infelizmente, funciona ao contrário. É um caso de estudo sobre plantas mal tratadas.












Raimundo Quintal

Novo secretário-geral da ONU



PSD-M FELICITA GUTERRES

Funchal, 06 de outubro de 2016 – O PSD/ Madeira congratula-se com a eleição do Eng. António Guterres para Secretário-Geral da ONU, certo de que é a pessoa mais indicada o cargo, tendo por base o reconhecido trabalho, em prol de defesa dos direitos humanos, que efetuou ao longo dos últimos dez anos como Alto-Comissário das Nações Unidas para os Refugiados.

Trata-se de uma eleição que não só prestigia o Eng. António Guterres como todos os portugueses e que aconteceu num dia simbólico para o nosso País, o da celebração da Implantação da República.

O PSD-Madeira aproveita para felicitar o Eng. António Guterres, desejando-lhe os maiores êxitos neste novo desafio.


O Secretário-Geral do PSD/Madeira
Rui Abreu

Truques para resolver o caos


BOAS INTENÇÕES 
A CAMINHO DO INFERNO
















Perante a babel em que transformaram esta terra, devemos aplaudir as tentativas que se anunciam para reverter um pouco a situação.
Contrataram Luís de Matos a ver se com um dos seus afamados truques resolve o caos instalado.
Agora vem Paulo Cafôfo com livros de borla e um tecto para os sem-abrigo a levar ao terreno em ano de eleições, daí o Mayor aparecer hoje no DN, numa das várias secções que lhe são dedicadas, a mostrar convicções quiméricas que, enfim.
Aplaudamos. É uma tentativa. Mas penso que não deviam perder tempo com estes paliativos da avozinha nem com fotografias queimadas pelo Prof. Mamadu. Isto já não vai com passes de mágica nem chàzinhos. Entrem já no campo da magia negra e da macumba dura. O hostel municipal está é mal assombrado desde que entraram lá os esquisitos morcegos de rapina em fins de Setembro de 2013. 

quarta-feira, 5 de outubro de 2016




FUNCHAL CARD


















GUTERRES NO TECTO DO MUNDO!


BEM GRANDE É O PORTUGAL DOS PEQUENINOS

Se a eleição fosse em Portugal, a senhora do Leste ganhava o cargo na ONU

A eleição praticamente consumada de António Guterres para o vértice superior da pirâmide política mundial vem fazer-nos lembrar o fado que as mentes liliputianas deste país são levadas a carpir quando a inveja morde.
Guterres, desde os seus inícios de carreira, revelou qualidades geniais, políticas e humanitárias, que o despeito de muitos tratou de subestimar e enxovalhar. 
Abstenhamo-nos de recordar situações que hoje, 5 de Outubro de 2016, dia em que se sabe da aclamação que amanhã deverá colocar Guterres na liderança da ONU, deviam envergonhar certos trastes da política portuguesa (e madeirense) no trato que tiveram com o então primeiro-ministro de Portugal, se acaso eles, os trastes, tivessem vergonha, e não é o caso.
Abstenhamo-nos de o recordar. O mundo está-lhes a dar a resposta.
Nesses anos, recorde-se como se denegriam as qualidades do escritor José Saramago, pelo pecado de se tratar de um Homem de esquerda. Mas o Mundo encontrou-lhe valor para o Nobel.
Cristiano Ronaldo também não é profeta no seu País. Mesmo na Madeira, terra natal de CR7, a inveja morde por aí. E o Mundo continua a colocá-lo no pedestal de melhor futebolista. 
Também a Selecção ganhou o Europeu... mas jogou mal.
É por isso que qualquer português competente precisa de fazer as malas e embarcar, para singrar na vida. Para que os seus compatriotas não ofusquem o brilho que os estranhos lhe reconhecem.
Deixemos agora essas mentes anãs beber a própria bílis. 

HONRA AO MÉRITO






ANTÓNIO GUTERRES
SECRETÁRIO-GERAL DA ONU



Finalmente está confirmado que nenhum dos cinco membros do Conselho Permanente das Nações Unidas estava a pensar em perpetrar a grande e grave injustiça de vetar o nome do político que ao nível do planeta mostrou nos últimos anos possuir as potencialidades certas para exercer o mais alto cargo da ONU: António Guterres.
O antigo primeiro-ministro de Portugal teve na votação de hoje 13 votos de encorajamento, dois sem opinião e nenhum veto, o que leva a crer que amanhã, na votação formal, esta 'luz verde' se deverá transformar numa eleição por aclamação.
O incrível, embora absolutamente merecido, apoio a Guterres premeia um ímpar trabalho de terreno ao longo da sua carreira imternacional e às provas de competência que deu em todos os exames ao longo da campanha.
Temos, nós portugueses, grandes motivos de orgulho.

"O que é para Cafôfo os ratos não roem"



O PS-M ANDA NO AR ÀS VOLTAS
E A GASOLINA A FALTAR


Carlos Pereira parece não perceber que devia começar a pensar em descobrir uma nesga no solo onde aterrar sem estragos fatais. E já vai tarde. 









Cada vez me convenço mais de que toda a equipa de dirigentes do Partido Socialista na Madeira, ou seja, a dupla Carlos Pereira/Jaime Leandro, anda nas nuvens sem uma noção aproximada do que se passa cá em baixo. Desde logo, este PS dá ares de estar na posse de algum estatuto especial pelo facto de os camaradas nacionais serem governo em Lisboa, apoiados numa geringonça tem-te-não-caias.
É verdade que o efeito nacional influencia de algum modo os cenários políticos regionais, mas não chega fazer de cigarra principalmente quando o Inverno está perto. 
O presidente e o secretário-geral do PS-Madeira não se dão conta de que lá foi o tempo em que o partido, então de esquerda moderada salpicada de necessidades radicais - e não de puro centro como o actual PS - dispunha de cerca de 20 deputados no parlamento regional. Isso foi há muito. O PS ocupa neste momento o 3.º lugar na ALM, ex-aequo com o JPP, cada qual com 5 assentos, atrás do PSD (maioria absoluta pela tangente com 24 deputados) e do PP, com 7. Quanto a Câmaras, há 3 PS: duas que já o tinham sido (Porto Santo e Machico) e outra em estreia (Porto Moniz). Há duas que contaram com o apoio do PS, formal ou tácito (Santa Cruz e São Vicente). E há o caso da capital, bastião laranja finalmente derrubado por uma coligação liderada pelo PS e com um candidato escolhido pelo ex-chefe socialista Victor Freitas. 
Mas quanto vale eleitoralmente o Partido Socialista na Madeira, hoje? 
É isso que Carlos Pereira e Jaime Leandro não querem descobrir. Assim como fingem não reparar como estão cada vez mais isolados no partido. Porque o líder se virou para Lisboa, onde fala muito para as estatísticas de São Bento, reduzindo a liderança regional a umas reuniões despovoadas por aqui e por ali. Sem que o líder queira ouvir ninguém. Avisando até que todos terão de se habituar a isso, porque ele vai continuar assim.
Arrogância é algo que não atrai votos. Nem sequer apoios internos. O resultado é que não se vê actividade em nenhum sector do partido. Não há uma concelhia que se mexa em apoio à liderança. Onde pára a JS? Há quorum nas reuniões da Comissão Regional? Ainda na última, ao findar da passada semana, viu-se aquela caricata conferência de imprensa, numa mesa onde Carlos Pereira, Gil França e Carlos Jardim se apresentavam muito solenes, semblantes marciais, como se fossem anunciar um golpe de estado e o recolher obrigatório, uma afectação grotesca, para dizer o quê? Para 'anunciar', se calhar como obra sua, os 80 milhões de euros que António Costa desbloqueara conforme promessa pós-incêndios e como é dever do governo central. O 'anúncio' à noite do que já se sabia desde a tarde, da discussão em S. Bento. 
O povo já não se impressiona com isso de um sujeito dizer que falou com políticos de Lisboa. 
Carlos Pereira tem instinto quando funciona nos meandros económico-financeiros da vida colectiva, o que é uma grande vantagem num político que quer governar. Mas falta-lhe outro instinto, perversamente mais importante, que é o instinto político. Bons tecnocratas a falar alto e rápido há muitos. Bons políticos que falem para o povo entender são uma raridade. Carlos Pereira até detém capacidades para, no meio da crise que atravessamos, mostrar ideias quanto a fazer crescer a economia, porque é a partir daí que vem o emprego, o arrefecimento da pobreza e da emigração forçada, o acesso mais fácil dos jovens à universidade e das pessoas em geral à cultura. Mas Carlos Pereira fica o tempo todo a falar do offshore, do PIB, da dívida, do cashflow, da troika e dos avisos dos falcões do rating. 
A política é contas. Mas é mais gente. O dinheiro urge? Desenrasque-se, não fez tropa?
Pois. O líder do PS-M perdeu as pequenas coisas da mão, aquelas que fazem cunha na trave-mestra da luta política, e agora está com muito pouco tempo para recomeçar a caminhada, criando onda.
Carlos Pereira conta com uma realidade que está à vista de todos: a fragilidade do governo regional e a fragmentação iminente na camada fina de gelo onde assenta o PSD-M. Mas isso de ficar à espera que o adversário falhe raramente dá bons resultados, como nas competições desportivas. Mais a mais porque, na política de hoje, levanta-se uma pedra e saltam uns poucos de concorrentes. Ou o pretendente ambicioso se faz à estrada ou acaba espezinhado pelos que vêm atrás. É uma questão de tempo.
Ainda por cima, esta linha PS-M, constituída hoje em dia por dois elementos, tem um handicap imprevisto no caminho: o desequilíbrio que Paulo Cafôfo está a provocar na política funchalense, com ondas a espalhar-se já no tecido regional - político e popular. É que o efeito Cafôfo não ameaça afectar apenas o outrora poderoso PSD, a começar pela eleição no Funchal daqui a um ano. É esta Direcção do PS que também está em risco.
Não acredito que os dirigentes do PS não tenham percebido ainda que o centro da oposição regional se está a transferir para os Paços do Concelho, incluindo muitas vontades internas do partido.
Então esta Direcção do PS não está em risco?
Paulo Cafôfo não só afastou da Câmara - aliás por processos condenáveis - elementos que valeram muitos votos à coligação que o catapultou ao cargo. Cafôfo, uma vez eleito, disse claramente que, a partir de então, os partidos não iam mandar na vereação. E sem mais aquelas, aliás legitimamente, trancou-se lá dentro a conhecer os cantos à casa, sem telefonar para ninguém, sem aceitar conselhos de ninguém. Victor Freitas sabe disto. Carlos Pereira sabe disto melhor do que eu. A dura realidade para o PS é que o resultado do actual presidente da Câmara em 2017 não dependerá nem um bocadinho do apoio ou desapoio do PS. É igual ao litro. Cafôfo candidata-se e se o PSD não descobrir um super-candidato, o povo, já se sabe, votará populismo, sorriso, festas, fotografias nos jornais e imagens na TV, que tem sido essa a obra de Cafôfo. E se isto é ofensivo para o povo, então o povo que se ofenda à vontade. Já são 40 e tantos anos disto.
Mas insisto: ganhe ou perca, o resultado de Cafôfo não dependerá do apoio do PS-M.

Jaime Leandro começa a ver as primeiras imagens do 'filme', para usar a expressão bem empregue esta semana pelo antigo líder João Carlos Gouveia, em declarações ao DN, referindo-se ao espalhanço deste PS. Tanto Leandro começa "a ver o filme" que apareceu segunda-feira com um artigo, na referida edição do Diário, com recados para Paulo Cafôfo. Como dizia a antiga centrista Maria José Nogueira Pinto, Leandro sabe que Paulo Cafôfo sabe que o PS sabe que pode ser marginalizado nas eleições, por ser má companhia em matéria de votos. 
As coisas mudaram em muitos lados e mudam aqui. É tempo de esquecer as maioria absolutas, a bipolarização, o arco do poder nacional com três crónicos protagonistas de que os correspondentes cá beneficiavam.
Há outro pormenor relativamente ao PS: não é preciso lembrar as hecatombes socialistas na Venezuela, Itália e agora o 'finisterra' de Pedro Sanchez por causa das derrotas em apenas duas províncias. Basta ir ao histórico do PS-Madeira.
Como as conversas não são muitas, porque Cafôfo deve andar muito ocupado, Leandro vê-se obrigado a abrir o livro, dando trunfos aos adversários, e vem para a imprensa numa tentativa de colar o partido ao 3.º aniversário da geringonça municipal, que de PS já nada tem, e para falar em dar continuidade ao projecto. 
Reconhece Leandro que Paulo Cafôfo ganhou o seu estatuto. Mas não fala de obra cafofiana que se veja. O estatuto de Cafôfo é aquele que os puristas da esquerda oportunista tanto criticaram no antigo regime de 4 décadas e que há uns dois anos deu a volta ao conta-quilómetros, para começar de novo com Albuquerque ao volante. Antes, era preciso cartão laranja para ter emprego. Hoje é preciso ser boy da Mudança, que a Frente Mar é imensa, como o oceano que nos cerca. Sim, é verdade que Cafôfo tem combatido o desemprego... dos boys da Mudança. E tem abusado nos ajustes directos aos amigos.
Antigamente, condenava-se, e bem, as viagens pagas com o dinheiro do povo. Cafôfo em muito pouco tempo revelou-se um caixeiro viajante com dinheiro público, não passando de um autarca. Antes criticava-se, justamente, os jantares a pataco para arrebanhar votos. Um dia destes, foi o que se viu com Paulo Cafôfo. Outrora banalizou-se a promiscuidade entre os bens públicos e o uso partidário e pessoal. E agora? Há pouco tempo, combatia-se diariamente o controlo da comunicação social, pelo processo da perseguição aos 'bastardos' dos jornalistas. Hoje controla-se a comunicação social com dinheiro do povo, tendo-se revelado mestres nesta matéria os membros do governo, mas especialmente, ora bem, o presidente Cafôfo. Quanto se condenaram as saturantes inaugurações de aeroportos e veredas! Agora inaugura-se a obra com o nome do edil, na placa, maior do que o do primeiro-ministro.
E fala Jaime Leandro de "tiques de um triste passado PSD" que não quer "ver repetido"!
A mensagem essencial de Leandro no artigo em apreço é que Paulo Cafôfo se dedique exclusivamente às eleições autárquicas, esquecendo-se de "outros voos" - alusão evidente à propalada conquista da liderança do PS pelo mesmo Cafôfo e a uma candidatura como cabeça-de-lista às regionais de 2019. E lá vai Jaime Leandro esgalhando caracteres pelas colunas do DN abaixo, falando em nome de Cafôfo, que Cafôfo sabe isto e aquilo, que Cafôfo não quer isto nem aquilo, e continua escrevendo Leandro, às voltas como um avião com pouco combustível, a tentar convencer o edil a contentar-se com a Câmara... até porque "o que é para ele", nota Leandro, "os ratos não roem".
E aqui é que o secretário-geral falou com dom premonitório.




O TRISTE ESTADO
DO JARDIM MUNICIPAL
DO FUNCHAL


Graças ao extraordinário conjunto de jardins públicos e privados, associado ao bom estado de conservação, em 2000 o Funchal recebeu o GALARDÃO DE OURO DAS CIDADES FLORIDAS DA EUROPA, distinção que nenhuma outra cidade portuguesa conseguiu até agora.
Honro-me de ter coordenado a equipa, que construiu a candidatura dos jardins do Funchal e a defendeu no terreno perante o exigente júri internacional.
Luto há muitos anos para que a Madeira se assuma como um “hot spot” no domínio do “Garden Tourism”, necessitando, para tal, de ter  quintas, parques e jardins exemplarmente cuidados e duma ajustada promoção deste seu precioso património.
Registo com satisfação a enorme qualidade dos jardins de alguns hotéis e com enorme tristeza a degradação dos jardins públicos.
Com exceção da Quinta Vigia, neste momento no Funchal não há um jardim público bem cuidado.
O Governo Regional e a Câmara do Funchal têm gasto os neurónios e o dinheiro em propaganda interna com o objetivo de anestesiar os potenciais votantes, não sobrando tempo e sensibilidade para cuidar dos espaços verdes e doutras coisas essenciais para a qualidade de vida dos cidadãos e para a afirmação da Madeira como destino de excelência no concorrido negócio do turismo de jardins.
Hoje, depois de retiradas as barracas duma feira terceiro-mundista que durante quinze dias entupiu os passeios, voltei a percorrer o Jardim Municipal do Funchal. Fiquei indignado com o que vi. Senti vergonha ao cruzar-me com muitos turistas que ali andavam à procura da beleza das flores e, como eu, davam de caras com canteiros completamente despidos e outros com plantas espezinhadas.
As fotografias atestam o triste estado do emblemático jardim centenário localizado no centro histórico do Funchal.



Funchal, 04.10.2016

Raimundo Quintal

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Coelho desmonta "história mal contada"


Governação do JPP
aquém das expectativas


O deputado do PTP Madeira, José Manuel Coelho, deu hoje uma conferência de imprensa para alertar "a situação de paralisia económica e social onde se encontra mergulhado o Concelho de Santa Cruz". 

"A governação do Movimento Juntos Pelo Povo, ficou muito aquém das expectativas depositadas pela população de Santa Cruz. Esperávamos alguma dinamização da economia e do sector agrícola no Concelho, mas isso não se verificou, sentimo-nos defraudados" - manifestou o deputado Trabalhista.
O deputado do PTP, questionou também o facto do Movimento Juntos Pelo Povo, ter contratado uma sociedade de advogados, para defender a autarquia em tribunal de dívidas ilícitas quando a Câmara dispõe de uma equipa de advogados próprios que poderiam fazer esse trabalho sem onerar os cofres do município.

José Manuel Coelho, não compreende a razão de se gastar 20.000€ por mês em contratação externa, quando a autarquia dispõe de advogados próprios para o efeito. 

"O Presidente da Câmara de Santa Cruz, Filipe de Sousa, alega que os advogados da Câmara recusam fazer esse trabalho, mas o PTP não engole essa desculpa. Os funcionários da Câmara não podem recusar-se a defender a instituição para qual trabalham, sob pena de serem alvo de um processo disciplinar e perderem o seu emprego, é inconcebível que tamanha ousadia e insubordinação aconteça. A história está muito mal contada", finalizou o deputado do PTP.
Texto PTP

Vânia Jesus ao contra-ataque




JPP usa ataques pessoais para desviar atenções da má gestão autárquica



Relativamente ao comunicado enviado ontem pelo secretário-geral do partido JPP, quero afirmar o seguinte:
1.      A estratégia de vitimização é chão que já deu uvas. Três anos depois, o Concelho de Santa Cruz está parado e isso deve-se à gestão do partido JPP, maioritário nas Juntas, na Câmara e na Assembleia Municipal.
2.      A estratégia de querer culpar o mensageiro e esquecer a mensagem é própria de quem apenas quer desviar as atenções dos factos. E justifica que as críticas que foram feitas não tenham sido rebatidas, preferindo-se entrar no insulto pessoal. Como pessoa educada que sou, não entro na lama onde me gostariam de meter.
3.      A estratégia da superioridade moral e da idoneidade a toda a prova há muito que ruiu. Tal como à mulher de César não basta ser, ao partido JPP também é preciso parecer. Os casos são públicos e reconhecidos. Sobre isso, o secretário-geral do partido JPP, nada disse. Nem podia dizer.
4.      Como é óbvio, o partido JPP não “respondeu” à Vânia Jesus. E também não respondeu aos santacruzenses.

Santa Cruz, 4 de Outubro de 2016

A Presidente da Concelhia do PSD/Santa Cruz

Vânia Jesus

Denúncia do JPP



INSEGURANÇA NO BAIRRO DO HOSPITAL


Texto JPP

Autárquicas


PSD-M desmente 
existência da sondagem



Fonte oficial do PSD-Madeira acaba de nos informar que aquele partido não encomendou nenhuma sondagem. O desmentido surge a propósito da informação aqui divulgada segundo a qual um estudo (supostamente) encomendado pelos social-democratas arrasaria a sua candidatura à Câmara do Funchal, em 2017.
Na fundamentação que nos fez da alegada sondagem, referida em peça anterior, o nosso K-Kinta-Koluna garantiu ter cruzado conversas com várias figuras bem situadas no Partido Social Democrata, o que o levou às conclusões publicadas na mesma peça. 
Fica no entanto a versão oficial do PSD: não há sondagem encomendada pelo partido da Rua dos Netos.

Peçam calmantes ao João Faria Nunes!



SONDAGEM FAZ DISPARAR
'ALARMES' NA RUA DOS NETOS






segunda-feira, 3 de outubro de 2016

JPP reage a Vânia




QUEM OS OUVE...



Plebiscito sobre as FARC deu para o torto



GOVERNO DA COLÔMBIA JUNTOU
PARTIDOS, ELITE E OPINIÃO MUNDIAL
...MAS ESQUECEU-SE DO POVO




O Presidente colombiano Juan Manuel Santos fez tudo, incluindo a ilegal utilização de meios estatais e de funcionários públicos, para levar o povo colombiano a votar afirmativamente pelo fim da guerra civil que dura há meio século no País, opondo a guerrilha das FARC às forças governamentais. 
Todos os partidos políticos, à excepção do Centro Democrático, do conhecido Álvaro Uribe, participaram na propaganda do 'sim'. 
A elite colombiana também. 
Empresários e desportistas. 
Até o Papa Francisco, também sul-americano de nascença, encorajou a caminhada para o fim da guerra. 
O plebiscito realizou-se.
Os resultados estão na rua: 
- 'Não'! 

Mais de metade dos 12 milhões de votantes entenderam ser criminoso passar uma esponja por cima de 5 décadas de sequestros, assassinatos, violações, massacres em aldeias de camponeses desarmados; esquecer isso tudo seria uma imperdoável falta de respeito pelas dezenas de milhares de mortos espalhados pelos cemitérios do País e enterrados na floresta colombiana, vítimas dos guerrilheiros narcotraficantes.
O Presidente achou ser tempo de acabar com a matança. Nas negociações com representantes das FARC em Havana, nestes meses, prometeu amnistia aos líderes da guerrilha e aos combatentes clandestinos. Porém, mais de metade da Colômbia foi às urnas contrariar os intelectuais e os políticos do sistema, exigindo - tal como o Centro Democrático do ex-presidente Uribe - que os guerrilheiros com crimes de sangue passem pela prisão, embora com penas reduzias. Exigindo também que lhes seja vedado entrar na política do país. Exactamente os dois passos que o actual Presidente negociara, com concessões.
Juan Manuel Santos, durante a campanha, acusou os apoiantes do 'no' de serem "inimigos da paz". Quando estes do 'no' só são 'inimigos da impunidade', porque a paz todos querem, os do 'no' e os do 'sí'.
As tréguas com cessar-fogo mantêm-se, por decisão de ambas as partes, que prometem insistir na paz definitiva. Oxalá saiam do caminho errado por onde queriam atingir o destino certo. Com este plano derrotado nas urnas, só conseguiram empurrar mais de meia Colômbia para a direita, onde Uribe aguarda tranquilamente, de braços abertos.

S. Pedro a soldo da Desoposição



LÁ VEM O PROFETA 
DA DESGRAÇA!







Original: http://landslides.usgs.gov/research/wildfire/whattodo.php

RICARDO MENESES DE FREITAS

Reunião da Assembleia Municipal


CAFÔFO METE OS PÉS PELAS MÃOS
AO EXPLICAR 'JOBS FOR THE BOYS'


Relativamente à reunião de deputados funchalenses no final da pretérita semana, o único aspecto morno revelou-se de manhã, no período antes da ordem do dia, quando o CDS reclamou sobre os sucessivos atrasos da informação pedida ao executivo municipal, mitigando assim a acção fiscalizadora dos parlamentares da AMF. Nesse pedido de informação relacionado com os "boys" metidos na empresa municipal Frente-Mar, capitaneada pelo conhecido socialista Carlos Jardim, o executivo não respondeu de forma cabal ao solicitado. Mas, lá com muito custo, Cafôfo confirmou a entrada de mais um "boy", neste caso com o cargo de "director-geral" da empresa, chamado Bruno Ferreira. 

E quem é Bruno Ferreira? Nada mais do que o Presidente da Concelhia do PS-Funchal, que sucedeu a Miguel Iglésias (Chefe de gabinete de Paulo Cafôfo) e que é também presidente da Junta de Freguesia de São Gonçalo, eleito pela Coligação Mudança. Bruno Ferreira é isso tudo, porque alega o Mayor do Funchal, é pessoa de muito valor, competência e mérito.

A Coligação Mudança, que actualmente integra o PS, BE, MPT e PAN, mantinha-se em silêncio. Foi quando a oposição naquela assembleia questionou uma deputada do BE sobre esta contratação, a que certamente e bem, se pelaria de indignação quando o PSD canibalizava os órgãos autárquicos. Quando questionada pelo sucedido, apenas alegou que nada tem a ver com os actos de gestão do executivo. Estamos entendidos. Quando estão na oposição, indignam-se; quando estão em coligação, assobiam para o ar. 
Uma definição para isto: estamos em presença da Coligação Mudança em todo o seu esplendor.

Assim vai o Funchal, e esta romaria.

K-Mudança

sábado, 1 de outubro de 2016

Enigma laranja



PSD-M quer ter povo 
na conferência de imprensa


O Partido Social Democrata convocou para este domingo às 11 horas, na praceta junto ao Mercado de Santa Cruz, uma conferência de imprensa como outras que tem convocado para diversos concelhos. Já é admirado a convocatória não apontar a personagem ou as personagens laranjas que botarão discurso aos jornalistas, e ainda mais estranho é não ser discriminado o tema do encontro - para que os jornalistas possam preparar as perguntas a fazer. Mas mais intrigante ainda é o facto de, com origem nos bastidores do partido da Rua dos Netos, estarem a chegar sms a munícipes santacruzenses com a notícia da conferência de imprensa, não para as 11 mas para as 10h30, com a adenda de que "a tua presença é muito importante".
O que é que isto quer dizer, senhores?! 

Comunicado da ARPIRAM





1 de Outubro – Dia Internacional da Pessoa Idosa


A ARPIRAM – Associação dos Reformados, Pensionistas e Idosos da Região Autónoma da Madeira saúda o Dia Internacional da Pessoa Idosa, numa fase civilizacional em que, cada vez mais, os cidadãos idosos assumem um especial papel na nossa sociedade, papel esse que, infelizmente, e não obstante a sua importância, não encontra a devida retribuição e o necessário reconhecimento por parte das entidades governativas nacionais e regionais.

De facto, não podemos esquecer o contributo que muitos idosos deram e continuam a dar para garantir a subsistência das suas famílias, nomeadamente descendentes directos, tantas vezes afectados pelo flagelo do desemprego e consequente perda de rendimentos, ou então asfixiados pela pesada carga fiscal que pouco ou quase nada lhes deixa para garantir a sobrevivência quotidiana.
Tal contributo, não raras vezes à custa de muitos sacrifícios, foi a única solução para combater os espectros da miséria e da exclusão social, e também da fome, resultantes da pesada austeridade imposta aos Portugueses pela Troika e pelo Governo PSD/CDS-PP.
Ainda assim, e apesar dos pesados tributos, a luta não esmoreceu, e os reformados e pensionistas estiveram na rua, na primeira linha do protesto contra a austeridade e pela reivindicação por mais e melhores condições de vida.
Agora que estão reunidas as condições para recuperar rendimentos subtraídos e direitos sonegados, rendimentos e direitos esses que, aos poucos, estão a ser repostos e respeitados ao longo deste último ano, urge continuar a luta para que o processo reivindicativo possa assegurar, entre outras medidas:
- Um aumento significativo dos valores das pensões e reformas, a contemplar nos orçamentos do Estado e da Região para 2017, com o objectivo da reposição e recuperação do poder de compra perdido nos últimos anos;
- O pagamento do Subsídio de Natal numa única prestação;
- A necessária correcção das profundas injustiças na distribuição do rendimento nacional e regional, injustiças essas que muito penalizam quem apenas depende do seu salário, pensão ou reforma para a sua sobrevivência;
- A adopção de medidas para aumentar as receitas da Segurança Social;
- O efectivo combate a todas as formas de violência e discriminação sobre a Pessoa Idosa;
- A rejeição de todas as formas de menorização, de desigualdade social e de degradação do estatuto social dos reformados, pensionistas e idosos;
- A melhoria das condições de habitação, de acesso e protecção na saúde e de acesso a serviços e bens públicos essenciais.

Tratam-se de reivindicações elementares, mas cuja concretização assume especial importância na garantia de direitos essenciais dos idosos, reformados e pensionistas.
Hoje, dia 01 de Outubro, mais do que celebrar o Dia Internacional da Pessoa Idosa, importa igualmente relembrar as muitas razões para que os idosos, os reformados e os pensionistas não deixem de lutar para a dignificação do seu estatuto e para a construção de uma sociedade mais justa, igualitária, fraterna e digna. Da parte da ARPIRAM, não abdicaremos dessa luta.


Funchal, 1 de Outubro de 2016

P’la Direcção da ARPIRAM

M.ª Margarida Vasconcelos