Não vos esquecemos,
Bravos Portugueses, Bravos Madeirenses
Nem esquecemos os traidores que se venderam ao salazarismo fascista então florescente e que viveram 48 anos a espezinhar o povo.
1 comentário:
Anónimo
disse...
Todos os especialistas em “Salazarismo” são unanimes em considerar que o regime salazarista não foi um regime fascista. Salazar era avesso àquilo que mais fortemente caracterizou o fascismo: o imperialismo totalitarista e o estado de propaganda. Salazar foi um ditador muito aplaudido à época da Revolta da Madeira. Então a nossa terra era um exílio muito apreciado e apenas concedido aos contestatários mais aburguesados, nunca a comunistas, radicais ou anarquistas. Foram esses exilados aburguesados (e de boas famílias) que fizeram e conduziam a Revolta da Madeira, com o apoio de uma deduzidíssima percentagem da população madeirense. Quanto à Revolta da Madeira, ninguém pode assegurar que, se fosse bem-sucedida e passasse ao Continente, não se convolasse em mais uma bernarda republicana sangrenta, igual às dezenas que enxamearam a 1.ª República. Uma coisa é certa: a Revolta da Madeira teve mais de bravata do que de bravura e os traidores que se venderam ao “salazarismo fascista” eram praticamente todos os “tugas” da altura, não sendo muito crível que se auto espezinhassem.
1 comentário:
Todos os especialistas em “Salazarismo” são unanimes em considerar que o regime salazarista não foi um regime fascista. Salazar era avesso àquilo que mais fortemente caracterizou o fascismo: o imperialismo totalitarista e o estado de propaganda.
Salazar foi um ditador muito aplaudido à época da Revolta da Madeira.
Então a nossa terra era um exílio muito apreciado e apenas concedido aos contestatários mais aburguesados, nunca a comunistas, radicais ou anarquistas.
Foram esses exilados aburguesados (e de boas famílias) que fizeram e conduziam a Revolta da Madeira, com o apoio de uma deduzidíssima percentagem da população madeirense.
Quanto à Revolta da Madeira, ninguém pode assegurar que, se fosse bem-sucedida e passasse ao Continente, não se convolasse em mais uma bernarda republicana sangrenta, igual às dezenas que enxamearam a 1.ª República.
Uma coisa é certa: a Revolta da Madeira teve mais de bravata do que de bravura e os traidores que se venderam ao “salazarismo fascista” eram praticamente todos os “tugas” da altura, não sendo muito crível que se auto espezinhassem.
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