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segunda-feira, 18 de março de 2019

IMPACTOS DO BREXIT 
PARA A ECONOMIA REGIONAL




A CDU realizou nesta tarde uma iniciativa política sobre o impacto do BREXIT para a economia da Região Autónoma da Madeira.
O Coordenador Regional, Edgar Silva, declarou a este propósito que:
“O Governo Regional tem sido de uma enorme irresponsabilidade política.

O Governo Regional não só se revela incapaz de defender a produção regional, como o Vinho da Madeira, que teve em 2018, uma redução de 40% do seu escoamento para o Reino Unido, mas também tem sido negligente porque nada fez, até agora, para avaliar os impactos do BREXIT e os processos negativos para a economia regional decorrentes da saída do Reino Unido da União Europeia”.
Para além da crítica ao Governo Regional pelas negligências quanto à defesa da economia produtiva, Edgar Silva disse ainda que:
“Para a CDU esta atitude do Governo Regional que desrespeita as actividades económicas da Região e não defender os sectores produtivos é merecedora de reprovação por parte do Parlamento Regional. A CDU considera que se o Governo nada faz, então que seja o Parlamento a realizar a avaliação da saída do Reino Unido da União Europeia e a exigir medidas concretas para a defesa da economia e do desenvolvimento regional”.

Pelo Gabinete de Imprensa da CDU
Funchal, 18 de Março de 2019

            

4 comentários:

Anónimo disse...

Avante camarada! Avante camadkmaksd! Lá se foi a cassete!

Anónimo disse...

Essa gentinha não sabe fazer mais nada?

Anónimo disse...

Não estou atremando: então a CDU (gostam de se chamar assim pois PCP lembra a Comunismo), é contra a permanência de Portugal na Europa, defende a sua saída, e agora vem se preocupar com a saída do Reino Unido, com os estragos que isso pode causar na economia da Madeira?
Vamos lá ser coerentes.

Anónimo disse...

Antes do Brexit e da União Europeia já havia turismo britânico na Madeira!!!Os emigrantes que vivem no RU continuarão lá, excepto, está claro, os “espertalhões e espertalhonas” que têm brutas casas cá e vivem a sugar o sistema de segurança social britânico. Daí que, se querem fazer política, arranjem temas a sério, ex: a saúde, as obras de santa engrácia, o ferry, a mobilidade. Os ingleses não aderiram ao euro, não faziam parte do acordo Schengen, graças a eles, não à TAP temos voos diários de Londres para o Funchal, além de que os 16 milhões que votaram a favor do Brexit, que nem representam um quarto da população total do RU, simplesmente usaram a lógica xenófoba...e a ver vamos se acontece o Brexit...