CÂNDIDO E ELMANO GARANTEM
TRADIÇÃO DO ARRAIAL MADEIRENSE
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| Depois de o Chefe debitar o seu último discurso lá em cima como líder PPD, dois militantes que fazem parte da mobília do partido envolveram-se ao palavreado e à tapona. Faz parte dos arraiais. |
Fazendo jus à velha mensagem que Chefe Jardim sempre transmitiu aos seus operacionais do Laranjal, dois militantes já muito antigos, um apoiante de Manuel António e outro de Albuquerque, fomentaram esta tarde na Herdade o 'cheirinho a pólvora' que é a seiva do partido. Isso de se pôr 'de cócoras diante dos maricas de Lisboa' não é ali com os laranjas, honra lhes seja feita. Por outro lado, um arraial na Madeira sem ninguém molhar a sopa é mais chato do que um velório.
A festa do PPD não é melhor nem pior do que as outras: mais copo menos copo, mais despique menos despique, há sempre histórias para se contar no dia seguinte. Seja no carismático Monte, seja no Loreto, seja na Ponta Delgada, por essas freguesias dentro, incluindo a nossa aldeia do Funchal, como se sabe - também aparece fatalmente um ou outro focinho a sangrar, salvo seja. É muito nosso. Como se sabe.
Bom.
Bom.
Lá do alto das barracas social-democratas, descem sempre essas histórias, todos os anos por esta altura. Se não é o Johnnie Walker a rasteirar o sr. presidente, é uma troca de palavras para contar apenas nos corredores, ou mesmo coisa mais grave, como já aconteceu entre a malta do nosso Amigo Zé Pedro e o grupo de Rómulo, seu sucessor na Jota. Pois hoje, na Herdade, cheirou bem a arraial.
Lá mais para o fim da tarde barulhenta e poeirenta, o sarilho instalou-se entre os stands da Ribeira Brava e do Campanário. Cândido Pereira, o nosso Amigo porto-santense que já foi deputado e candidato à Câmara do seu concelho, e outro Amigo, Elmano Gonçalves, figura do mobiliário da Rua dos Netos, elemento do secretariado embora pouco activo nos últimos tempos - ambos começaram por uma ligeira picardia.
Lá mais para o fim da tarde barulhenta e poeirenta, o sarilho instalou-se entre os stands da Ribeira Brava e do Campanário. Cândido Pereira, o nosso Amigo porto-santense que já foi deputado e candidato à Câmara do seu concelho, e outro Amigo, Elmano Gonçalves, figura do mobiliário da Rua dos Netos, elemento do secretariado embora pouco activo nos últimos tempos - ambos começaram por uma ligeira picardia.
Cândido envergando uma t-shirt de Manuel António. Igual a outras que levou e ofereceu pela Herdade. Elmano, apoiante de Miguel Albuquerque, a dar por garantida a derrota do secretário do Ambiente. A 'picar' o adversário. Houve quem estivesse por ali e julgasse que estavam a reinar pacificamente um com o outro. Mas, palavra puxa palavra, Cândido sente-se ofendido e puxa de uma cerveja, precioso elixir que despejou pelo ar como o nosso herói fez no Porto da Cruz, numa festa da uva. Só que Elmano também puxou, e puxou logo o quê se não uma tapona!... E então, tapona puxa tapona, até que, sem grande demora, os presentes separaram os dois companheiros de partido, que, com a zaragata, tanto colorido estavam a dar à festa que se pretende tipicamente regional.
E a coisa ficou por ali. Amanhã ainda se comentará o caso, mas depois incha, desincha e passa. Amigos como sempre. Coisas próprias de uma festa ao calor, com uma cervejinha em copo de plástico para refrescar.













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