domingo, 19 de fevereiro de 2017

Discurso sereno e sábio no meio da desordem laranja




Nuno Baptista, descartado pelo PSD no Porto Santo, desabafa com amigos do FB






O vereador social-democrata do PSD no Porto Santo Nuno Baptista contava ser chamado pelo seu partido para trabalho de peso nas eleições autárquicas que se avizinham. Não só ficou fora da opção 'candidato a presidente da Câmara', que apontou a Idalino Vasconcelos, como nem foi chamado a trocar ideias no processo. 
Sem deixar de transmitir com frontalidade o que lhe vai na alma, Nuno Baptista evita 'partir o resto da louça' dentro do partido a que pertence e que representa na Câmara liderada por Filipe Menezes, eleito pelo PS. E com quem contava bater-se em Outubro. Por sugestão que nos chega do K-PxO, e com muito gosto da nossa parte, veiculamos aos Leitores do Fénix uma grande mágoa que não será diferente daquela que se pressente pelos concelhos quase todos da Região, quando se fala em candidaturas laranja.
Eis o texto no FB:

O anúncio da candidatura do PPD/PSD Porto Santo às próximas eleições autárquicas, sempre foi visto, por mim, como o momento que iria marcar o fim desta minha presença na política local, face a um projecto iniciado em 2013. Não sabia qual seria o dia, pois, desde o dia das eleições até a presente data, ninguém falou comigo ou mostrou interesse em contar comigo para este novo projecto ou outro qualquer projecto.
Representar o povo do Porto Santo enquanto vereador tem sido, para mim, um privilégio, mas também uma tarefa que envolveu muitas lutas. Lutas não só contra um executivo camarário sem rumo, mas também contra a posição do próprio PPD/PSD Porto Santo, que optou, desde há algum tempo, por uma oposição silenciosa ao que se passa no Município.
Pessoalmente, nunca achei que esse fosse o caminho certo, mas respeitei sempre as regras do partido. Procurei, em todas as reuniões de trabalho, apresentar ideias e soluções para resolver alguns dos problemas que não só continuam a afligir a nossa ilha como, por vezes, até se têm agravado. Procurei dar voz à Ilha Dourada quando muitos outros se remeteram ao silêncio. Procurei servir os Porto-Santenses, defendendo sempre os seus interesses com coragem e determinação. Eles têm sido a força que me move. Lutar pelos seus interesses é, para mim, fonte de motivação, mas outros, muitos dentro do próprio PPD/PSD Porto Santo, viram nisso razão para não contar com o meu contributo e até me tentar silenciar.
Acharam que seria o mais correcto a fazer, com certeza inspirados pelo exemplo que veio de cima, num partido que nunca teve uma palavra de apoio ao trabalho feito em prol da nossa terra. Sei que alguns disseram e muitos pensaram que “quem perdeu, não conta”.
Essa é uma ideia totalmente contrária à minha forma de pensar. Jamais me revejo no divisionismo, pois em tempos tão difíceis, independentemente das cores políticas ou diferenças, para sairmos da situação em que nos encontramos, precisamos de união. Todos são poucos. Muito mais que andar a procura de culpados ou fazer julgamentos sumários, todos temos o dever de contribuir para um Porto Santo melhor.
Relativamente às escolhas feitas e aos caminhos escolhidos, este não é o momento certo para me pronunciar, pois cabe aos Porto-Santenses, no local próprio, dizerem de sua justiça, o que pensam sobre o presente e, sobretudo, sobre o futuro de todos nós. Jamais cairia na tentação de fazer aos outros aquilo que não gostei que me fizessem a mim, pois sempre preferi o caminho da justiça ao da vingança. Não foi essa a educação que tive por parte daqueles que tanto amo e jamais iria contra ao que todos os dias ensino aos meus filhos.
Coloquei sempre o Porto Santo acima do PSD. É aos 1310 Porto-Santenses que me honraram com o seu voto que, primeiro que tudo, devo prestar contas.
A partir de agora, caberá a outros a responsabilidade de serem as principais figuras da oposição. Eu irei pegar no saber e experiência adquiridos desde o início do projecto que encabecei em 2013 e vou colocar tudo ao serviço de uma população que sempre confiou em mim.
Vou continuar a dar as minhas opiniões em público, pois devo lealdade apenas à minha consciência, e essa, ninguém a compra.

Ao contrário do que tentam fazer crer, em mim, ninguém manda.
Um grande abraço.

NUNO BATISTA

Ler para ver



Reportagem RTP 
sobre os Carreiros do Monte






Para quem estiver interessado e para que se perceba um pouco mais sobre a reportagem da RTP Madeira da passada 4ª. feira sobre a Associação dos Carreiros do Monte, anexo a alteração aos estatutos da referida Associação que estipula no seu Artigo 10º, alínea l) o seguinte:
“São deveres dos associados” “Guardar lealdade à Associação nomeadamente, não divulgar informações referentes à sua organização e funcionamento.
Daí que se compreenda a dificuldade do entrevistado em falar sobre o “Porquinho de Natal”, não esquecendo que esta é uma associação sem fins lucrativos.
Boa Leitura de fim de semana.

Link da reportagem da RTP:




Link dos Estatutos:

file:///E:/Utilizador/Luis/Downloads/ESCRITURA%20DE%20ALTERA%C3%87%C3%83O%20(1).pdf

João Neves

Acção política





JPP ACUSA PSD DE CONTINUAR 
A PREJUDICAR SANTA CRUZ





O Juntos pelo Povo (JPP) acusa o PSD de continuar a usar de manobras e expedientes para, em ano de eleições, prejudicar, mais uma vez, o povo de Santa Cruz.
Filipe Sousa explicou, esta manhã no Caniço, que esta acusação tem por base uma notificação do Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal, recebida na passada semana pela Câmara de Santa Cruz, a propósito de uma cedência de créditos a uma sociedade de advogados, consequência de um processo de pedido de indemnização no âmbito do “famoso negócio da Quinta Escuna”.

“A indemnização, no valor de 30 milhões de euros,  é pedida por um militante ativo do PSD” e que seria o único beneficiário do referido negócio, que era altamente prejudicial para o concelho de Santa Cruz.

Filipe Sousa recordou que, no âmbito deste caricato processo da Quinta Escuna, nos anos de 2010, 2011 e 2012, o PSD veio a público não defender o município, mas sim defender os interesses do privado, que também é seu militante. “Vieram a público defender que o empresário tinha direito a indemnização e, mais grave do que isso, foi o próprio PSD a dar a fórmula e a explicar como é que o empresário devia fazer para conseguir essa indemnização da Câmara Municipal”, vincou.

A propósito deste processo de pedido de indemnização, Filipe Sousa acusa ainda o PSD de ter escondido esta dívida de 30 milhões das contas da autarquia, com a agravante de junto a estes trinta milhões surgir agora uma cedência de créditos a uma sociedade de advogados num valor superior a um milhão de euros. “Isto leva-nos a crer que o PSD não honrou esses compromissos e agora quer colocar o povo de Santa Cruz a pagar a prestação desses serviços.”

O líder do JPP e presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz realça que não é por acaso que tudo isto surge agora em ano de eleições autárquicas e num momento em que a autarquia equilibrou as contas e está a começar a ganhar capacidade de investimento. Sublinhou, a propósito, que esta é uma conhecida tática do PSD, tanto no hábito de esconder dívida, como na estratégia de onerar o povo de Santa Cruz com os erros da sua má e irresponsável gestão.

Uma má e irresponsável gestão que o JPP não tem deixado, nem vai deixar passar em branco, sendo essa a razão do PSD ficar tão nervoso e tanto criticar o dinheiro gasto pela Câmara em advogados. É dinheiro que tem por finalidade responsabilizar quem agiu de forma irresponsável e leviana, ou seja o PSD. 
Texto e fotos: JPP

PCP em acção no Curral



7 anos depois do 20 de Fevereiro
há tanto por recuperar!



O PCP esteve hoje na Freguesia do Curral das Freiras, com o objectivo de alertar para o que falta fazer sete anos passados da aluvião do 20 de Fevereiro de 2010. A iniciativa comunista contou com a voz de Alexandre Fernandes, deputado municipal em Câmara de Lobos nas declarações à comunicação social.
A Freguesia do Curral das Freiras foi um dos locais da região mais afectados pela intempérie, com perda de vidas humanas infelizmente.
O PCP lamenta profundamente que, passado tanto tempo, e depois de tantos milhões de euros gastos na recuperação dos danos materiais causados, subsistam situações por resolver. Falamos concretamente desta estrada que atravessa a Ribeira do Cidrão, única via de acesso às populações da Fajã dos Cardos e Fajã Escura. Têm sido feitos constantes remendo no pavimento, mas o perigo eminente do aluimento da estrada, sobretudo na época das chuvas, com a agravante de a jusante a ribeira passar por populações, bem como por este ser um afluente da Ribeira dos Socorridos, com todas as estrutura industriais que encontramos no seu troço final. É inadmissível que tenham sido usadas verbas da “Lei de Meios” em obras de necessidade e qualidade duvidosas, e em locais que não foram nem de perto, nem de longe atingidos pelo temporal de 20 de Fevereiro, e situações como esta que no entender do PCP já deveriam estar solucionadas há muito tempo.

Texto e foto: PCP

O Santo



Apoio a Outrem no Conflito 

Maquiavel, n’O Príncipe, aconselhava os soberanos sempre a tomar um partido em qualquer conflito para ter Aliados para os seus próprios.
Plutarco conta o seguinte de Sólon:
De todas as outras suas leis, é especialmente peculiar e paradoxal a que ordena a privação dos direitos cívicos à pessoa que, em caso de sedição, não tome o partido de nenhum dos lados. O propósito consiste, ao que parece, em evitar a apatia e a indiferença perante a comunidade, colocando a salvo os interesses pessoais e gloriando‑se de não haver partilhado as desgraças e males da pátria. Pelo contrário, importa juntar‑se, desde logo, aos que evidenciarem um comportamento melhor e mais justo, correr os mesmos perigos e prestar‑lhes auxílio, em vez de aguardar, em segurança, as disposições dos vencedores.”
Plutarco, Vidas Paralelas: Sólon e Publícola
Tocqueville, n’A Democracia na América, afirma que o maior perigo deste tipo de constituição é o individualismo, do qual saliento a conduta de apatia sobre os assuntos da Coisa Pública e da Justiça.

Plutarco conta o seguinte de Sólon:
Com efeito, questionado, ao que parece, sobre qual seria a melhor cidade para se viver, ele respondeu: “Aquela onde mesmo os que não foram vítimas de injustiça perseguem e punem os culpados com não menor zelo do que os que sofreram a afronta.” “
Plutarco, Vidas Paralelas: Sólon e Publícola
Penso que a maioria das pessoas são virtuosas, pelo que “os maus só vencem quando os bons não combatem[i].

Obviamente, apoiar outrem num Conflito é basicamente o mesmo que entrar em conflito (pelo que deve apreciar a situação tal como foi publicado noutro lugar), com a ressalva que, à exceção de amizades e inimizades, pouco se ganha em caso de vitória e, pouco se perde em caso de derrota. Existem exceções, como por exemplo:
·         o apoiado tem muito maior probabilidade de vencer que o apoiante (devido a um qualquer conjunto de razões); 
·         a regra (i.e., a Paz) imposta pelo apoiado beneficia ou prejudica enormemente o eventual apoiante (como por exemplo, a aquisição ou perda de um direito por um trabalhador afeta todos os trabalhadores. A lei Bosman).
·         aprender a ter um conflito. Um conflito, tal como vai ser publicado mais tarde, produz muitos efeitos negativos no conflituante… pelo que aquele que não está “calejado” no combate, tem tendência a perder.
·         experimentar, tal como dizem que a Alemanha de Hitler fez  na Guerra Civil Espanhola.
·         quem se deseja mostrar à Sociedade.

Os maiores riscos de apoiar outrem num Conflito são: 1) ser enganado pelo apoiado; 2) a desistência do apoiado, pois “enquanto houver vontade de lutar haverá esperança de vencer.” Santo Agostinho

Eu, O Santo



[i] O que é que estes parágrafos nos dizem sobre a necessidade de impor o voto obrigatório? Para mim, é claro que com o voto obrigatório o PSD-M não teria uma maioria de deputados confortável, talvez nem tivesse maioria. Também existiriam muito mais partidos na Assembleia a lutar por interesses distintos e a querer mostrar trabalho de fiscalização do GR. Será que o cidadão seria beneficiado?

sábado, 18 de fevereiro de 2017


A RAINHA DA FESTA DA FLOR

 
 Não me canso de afirmar, que na Madeira a Festa da Flor acontece todo o ano e que uma das marcas mais notáveis da identidade do Funchal é a presença de árvores floridas de Janeiro a Dezembro.
Neste mês de Fevereiro a rainha da festa é, sem dúvida, a chama-da-floresta ou tulipeiro-africano (Spathodea campanulata), espécie arbórea originária da África Tropical, que se adaptou muito bem às condições edafoclimáticas e integrou maravilhosamente na paisagem da cidade.
Partilho convosco imagens de algumas das chamas-da-floresta, que aquecem o coração da capital da Região Autónoma da Madeira.




Funchal, 18-02-2017

Raimundo Quintal

Acção política sobre o novo PDMF



PCP não desiste: 
Praia Formosa é para o Povo




O Plano de Pormenor da Praia Formosa, aprovado pela Assembleia Municipal do Funchal na sua em 24/11/2004 e ratificado pelo Conselho do Governo através da Resolução n.º 1/2005/M, de 21 de Fevereiro, visava permitir a intervenção urbanística na zona da Praia Formosa/Estrada Monumental, definindo como principais objectivos:
a) Viabilizar a transferência das instalações de armazenagem de produtos petrolíferos da Praia Formosa para o Caniçal;
b) Salvaguardar a valorização da Praia Formosa para uso público;
c) Criar um corredor verde urbano ao longo da Estrada Monumental, assegurando o contínuo natural proposto no PDM - Plano Director Municipal;
d) Efectuar a requalificação urbanística, paisagística e ambiental de uma vasta área da frente de mar, vocacionando-a para actividades turísticas, de lazer e cultura, desportos náuticos e equipamentos colectivos de utilização pública;
e) Concretizar o projecto de promenade Lido - Praia Formosa.

Entre os diversos empreendimentos contemplados no Plano de Pormenor da Praia Formosa constava a concretização de uma "praia artificial de areia amarela", com cerca de um quilómetro de extensão, conforme afirmava o então Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Dr. Miguel Albuquerque, em Outubro de 2007 e posteriormente em Junho de 2008 (18/06/2008), confirmando que em 2009 a praia artificial seria uma realidade.

Os objectivos apontados e que serviram de base à alteração do Plano de Pormenor não vieram a conhecer concretização, sendo evidente a incapacidade para atrair investimentos ou gerar mais valias capazes de garantir o financiamento dos projectos contemplados ou anunciados. E, no essencial, o Plano de Pormenor da Praia Formosa assumia-se como um instrumento de promoção da actividade imobiliária com estreita ligação à indústria turística.

No processo de revisão do PDMF, actualmente em curso, prevê que na Praia Formosa seja salvaguardado o uso balnear e recreativo, de natureza pública, devendo ser objecto de plano de urbanização ou de pormenor (Artigo 92.º). a mesma proposta de PDM prevê a revogação do Plano de Pormenor da Praia Formosa (Artigo 98.º)

Há muito que a CDU defende que a Praia Formosa deve constituir-se como um espaço da população, de livre de acesso ao mar, dotado de um conjunto de infraestruturas que valorizem aquela área e constituam, igualmente, uma mais valia económica.

Assim sendo, e tendo em conta que nem a cidade do Funchal, nem a própria Região, dispõem de um espaço próprio para onde possa confluir a juventude, a exemplo do que se acontece nas grandes cidades europeias, a CDU defende que a Praia Formosa tem todas as condições para receber um conjunto de infraestruturas que possam dinamizar e estimular a capacidade criadora dos mais novos, bem como actividades de lazer e desporto.

A criação do que poderíamos denominar como "Cidade da Juventude" que poderia incluir, entre outros espaços, uma pista que permita a prática de desportos em patins, de BMX, palco para as bandas de garagem e iniciativas musicais, pequeno auditório para exposições, biblioteca e espaços para artes plásticas e, eventualmente, um pólo desportivo descoberto para a prática de várias modalidades, sem esquecer a proximidade com o mar, para a prática de desportos náuticos.

Consideramos ser este um projecto válido para a Cidade e para a Região e que tem condições para avançar, criando um conjunto importante de mais-valias.

        Acresce dizer que, estando interdita a construção ao longo da faixa costeira, a Câmara Municipal do Funchal, poderia proceder à expropriação de um conjunto de terrenos e áreas susceptíveis de albergarem os diversos equipamentos propostos para o projecto da "Cidade da Juventude".

Texto e foto: PCP

Autárquicas



Candidato do PP vai ao Bairro da Torre
  

O início de 2017 tem sido muito profícuo para Câmara de Lobos em matéria de anúncios de intervenções ou obras públicas. Refiro-me concretamente a caminhos municipais, melhoramentos no centro de saúde do Estreito e até aqui neste bairro social, onde nos encontramos neste momento, e onde estivemos há cerca de quinze dias. Depois dessa nossa visita, em que ouvimos as pessoas, foi anunciado esta semana a “intenção”, e sublinho a intenção, de iniciar obras neste bairro já em 2017.  
Após consultar o PIDAR verifico que há uma verba de 474 mil euros para investimento neste bairro em 2017 sendo que:
424 mil euros é comparticipação comunitária; 50 mil euros do Governo Regional. É inevitável questionar a Secretaria Regional:
O Governo Regional não garante que vai iniciar já a obra, diz apenas que tem a “intenção” de…  por isso a pergunta: será que é por este governo estar tão pobre que não tem os 50 mil euros disponíveis para iniciar de imediato a obra, uma vez que a componente europeia já está garantida? Esta é uma questão que a Secretaria da Inclusão tem que explicar, se não estamos apenas perante mais um anúncio.
Não quero acreditar que estes sucessivos anúncios tenham a ver com as eleições autárquicas de 2017. O Povo já vai na “cantiga do bandido” e se assim acontecer, nós estaremos cá, como já é hábito, e por todo a Concelho, a denunciar o que está mal e a relembrar as promessas feitas. 
O CDS-PP fica satisfeito por saber que a sua intervenção política responsável tem ajudado a resolver os problemas das populações.
Mas para além das obras, é importante reforçar a intervenção social nos bairros. É urgente investir nas pessoas. Existem muitos técnicos na área da educação, cultura, desporto e ciências sociais, muitos à espera de uma oportunidade de emprego, e por isso a nossa sugestão é que devem ser canalizadas verbas para programas específicos e concretos e acrescentar competências, formação, cidadania e capital humano a estas pessoas.
É fundamental encontrar sinergias capazes de corrigir a vulnerabilidade destes complexos habitacionais. Só assim se conseguirá rebater muitos problemas sociais que estão conotados com a vivência nestes ambientes.
Entendemos que, com a aplicação de programas de sensibilização, regras, normas, responsabilização, fiscalização e supervisão, se todos cumprirem com os seus deveres e obrigações, com certeza que nos próximos anos nós estaremos cá mais coesos, satisfeitos e realizados e não apenas a entregar brindes quando há eleições.

João Paulo Santos, candidato CDS-PP à Câmara de Câmara de Lobos, 2017.02.18

"Com a verdade me enganas..."



Obras da Câmara aos remendos

Boa tarde,

Costumo ser um leitor do seu blog, concordando com algumas publicações e discordando de outras tantas, no entanto reconheço que o seu blog, cada vez mais se assume como um meio de comunicação para denunciar algumas situações que diariamente desagradam a todos os madeirenses ou que lhes dá a conhecer a verdade de alguns factos.

Não sou, nem nunca fui, de participar em fóruns ou blogs, contudo face ao desnorte que vive a nossa cidade e à fraca oposição aos elementos eleitos que estão incumbidos de gerir a nossa cidade do Funchal, resta-me recorrer a este espaço.

Pelo que serve a presente comunicação para de algum modo, compreender o que de facto anda o executivo camarário do funchal a fazer e/ou prometer.
Ou seja, em 21 de Dezembro de 2016, o Diário de Noticias, publicou a seguinte notícia "700 mil euros para asfaltar".
No corpo do texto, a determinada altura surgem os seguintes parágrafos:
"O anúncio foi feito ontem pelo presidente da CMF, Paulo Cafôfo, durante a visita, juntamente com o vereador das Obras Públicas, Miguel Silva Gouveia, às obras que marcaram a conclusão da repavimentação do Caminho de Santa Quitéria, entre o Caminho do Poço Barral e o Madeira Shopping, numa extensão de 750 metros."
"De acordo com o autarca, logo no início de Janeiro, será totalmente alcatroado o Caminho do Pilar, entre o Caminho Dr. Barreto e a rotunda do Esmeraldo, numa extensão de 490 metros. O investimento nas duas obras ascendeu aos 114 mil euros."

Tem especial incidência, principalmente para o que motivou o meu descontentamento e respectiva decisão de lhe remeter o presente email, o segundo parágrafo:

Se não vejamos:

De facto, o executivo camarário iniciou os trabalhos de intervenção e recuperação do Caminho do Pilar no mês de dezembro, não poderia ter  escolhido pior altura, pelos constrangimentos causados e penso que à data do efectivo conhecimento de todos, perante a inoperância da Junta de Freguesia de São Martinho.

Na presente data, encontram-se concluídos os trabalhos de recuperação dos passeios e da mudança da rede de abastecimento de água potável e do fornecimento de água de rega.
Trabalhos estes concluídos em meados da semana passada. 
Ora, logo aqui não percebemos a que se refere o autarca, aquando do anúncio feito e publicitado em 21 de Dezembro via Diário de Notícias  "De acordo com o autarca, logo no início de Janeiro, será totalmente alcatroado o Caminho do Pilar, entre o Caminho Dr. Barreto e a rotunda do Esmeraldo, numa extensão de 490 metros."

Talvez seja Janeiro de 2018! Isto porque nem no início de Janeiro de 2017 (a contar com atraso nas obras) nem no início de Fevereiro se verificou qualquer intervenção no asfalto.
Como referido anteriormente, uma vez terminada as obras atrás mencionadas, verifica-se que o piso encontra-se ainda mais degradado na presente data do que no início da obra.

Por fim, e em conclusão, não sendo eu profissionalmente técnico e especialista na área de obras e construção, capacidades técnicas que deixo a quem de direito, mas como simples cidadão, não consigo perceber uma outra situação.
Se a autarquia pretende proceder à repavimentação do arruamento, e novamente refiro, sem ter conhecimentos na área, mas julgo que para tal intervenção, seja necessário proceder à retirada da camada superior do alcatrão deteriorado, para posterior aplicação do novo pavimento.
Por que razão, ontem 17 de Fevereiro de 2017, a autarquia procedeu ao remendo de crateras no asfalto? Talvez o Caminho do Pilar seja totalmente alcatroado logo no início de Janeiro de 2018!
Resta por fim dizer que, se as declarações constantes da referida notícia são verdadeiras, é caso para dizer "com a verdade me enganas."

Um Leitor

Jornadas locais do PSD


S. Vicente tem potencial para mais 

investimento privado no Turismo

O grupo parlamentar do PSD considera que o concelho de São Vicente reúne boas condições para o desenvolvimento da área do Turismo, esperando que surjam mais interessados privados em investir no concelho.
Nas IX Jornadas Locais, realizadas naquele concelho, o deputado Guido Gonçalves disse que São Vicente tem "muito potencial", tendo a costa norte ainda muito por "onde crescer" nesse sector.
Outra área com potencial é a da agricultura, como se comprovou na visitas realizadas a duas explorações agrícolas, uma mais dedicada aos produtos hortícolas, outra na área vinícola, tendo o deputado destacado a produção dos vinhos de mesa qualidade que já se faz naquele concelho.
Já neste segundo dia de Jornadas, esteve em foco a área social, com uma visita ao Centro de Dia da ADENORMA (Associação de Desenvolvimento do Norte da Madeira), localizado na Terceira Lombada, Ponta Delgada. "É uma das principais instituições de solidariedade no concelho e que realiza um trabalho de excelência para a pessoas mais carenciadas, abrangendo uma série de projetos e que vem colmatar as necessidades das populações mais carentes", afirmou Guido Gonçalves.
O deputado sublinhou, de resto, que tem havido um grande apoio na área social, quer do Governo, quer do Município e das casas do povo. "Hoje verificamos que, realmente, ao nível do apoio social S. Vicente está muito bem servido", afirmou.
Texto e fotos: GP do PSD

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Reconhecimento ao Governo




BAIRRO DO HOSPITAL


Luís Calisto,

Dirijo-me a si na expectativa de poder agradecer ao Governo, em particular à Habitação, a cara lavada no Bairro do Hospital.
Dá gosto olhar para os apartamentos.

Obrigado


António S.


Autárquicas a mexer


Memórias de Gil Canha




Luís Calisto,

Percebe-se que as memórias de Gil Canha não possam ser bem acolhidas junto de colaboradores e apoiantes do Presidente da Câmara do Funchal.
O que não se percebe é que a defesa seja feita alegando não ser mais do que um conjunto de mentiras, calúnia ou difamação.
Sendo conduta reprovável de Gil Canha por que motivo não repõem a verdade, começando por explicar que outra razão, que não a apresentada por Canha, levou a que Filipa Jardim Fernandes e Edgar Silva batessem com a porta? A explicação é do interesse público!
Já agora, e porque no que respeita a plágio, é indefensável sugerir que o mesmo não existe, fica aqui a definição:
"Copiar ou imitar, sem engenho, as obras ou os pensamentos dos outros e apresentá-los como originais."
Plagiar é coisa feia, pouco séria e totalmente desonesta.

Miguel Correia

Ribeira Brava


Corre uma recolha de assinaturas no concelho do Visconde. Trata-se de tentar candidatar às autárquicas, como independente, o actual presidente da Câmara, deste vez preterido nas escolhas do PSD a favor de Nivalda Gonçalves.
A seguir em frente a iniciativa e Ricardo Nascimento aceitar posicionar-se, nunca se sabe. Já aconteceu. Lembram-se de São Vicente, por exemplo?

Opinião



Eu avisei...




As pessoas devem ter reparado, com preocupação, na indigência dos programas que a televisão da paróquia pretende "políticos". 
Ainda recentemente, um sobre esse passo atrás, incompetente e porventura doloso, que é a revisão do Estatuto Politico-Administrativo sem uma prévia eliminação do colonialismo constitucional. Iniciativa a retardar, ainda mais, a legítima e necessária emancipação do Povo Madeirense.
Mas não foi apenas a pobreza intelectual e cívica ali patenteada, que obriga a pensar em novas soluções não confundíveis com aquela partidocracia inesteticamente exibida, sem crédito cultural.
Foi vermos que, nem sequer no partido maioritário, alguns têm ombridade, capacidade e coragem intelectual para ante ataques rafeiros, defender o seu património político, Serviço ao Povo Madeirense!
Sem competência e grandeza para ser unido como antes, está a se afogar no politicamente correcto imposto pelos lóbis económico-maçons que hoje tornam a dominar o arquipélago. Está obediente ao pensamento único estrategicamente estabelecido pelos ditos lóbis, ao qual a televisão doméstica parece também acorrentada na medida em que miseravelmente não pratica o contraditório de dar voz a quem lá atacado e não presente.
Hoje, o ridículo da vida política é o facilmente detectável clima de "união nacional" que se vive por cá. 
O poder não enfrenta a oposição. Teme-a, bem como à "opinião publicada". Teme o poder dos conhecidos lóbis. Alguns no PSD perdem-se nas represáliazinhas ao que antecedente. Preocupam-se em pretender fazer crer nada terem a ver com o passado recente, para gozo de toda a gente.
A oposição foge tratar as matérias que mais preocupam a Opinião Pública. A oposição está ainda muito traumatizada, superestigmatizada, por dezenas de sucessivas derrotas ao longo de tantos anos e por então ter sido sempre posta no seu lugar democrático. Nunca foi tão péssima como hoje. Vasos comunicantes?...
Todos procuram sobreviver num jogo tático do interesse em cada um não perder o lugarzinho que arranjou.
Todos estão de acordo quanto à agora pretendida mediocratização do sistema político da Região Autónoma. 
Todos estão de acordo no monopólio da imprensa diária que já vem aí, com todas as consequências desgraçadas para o Povo Madeirense - nem no tempo do Salazar! Lembram-se do que eu avisei quando das eleições de 2014 no PSD/Madeira?...
Todos estão amancebados numa união de facto contra o "jardinismo" que não volta. Mas cujo fantasma lhes é útil denegrir, para camuflar as respectivas incapacidades e a subordinação, activa ou passiva, ao regresso dos poderes do passado.
Choca-me esta calculada destruição de um projecto autonomista e social-democrata, desenvolvido em processo revolucionário e tranquilo. Que foi o único em Portugal a merecer constantes maiorias absolutas durante mais de quarenta anos. Porém, neste momento, a Madeira recua, de novo embalada aos acordes da tradição colonial de Lisboa e da marcha fúnebre dos poderes económico-maçons locais.
Há solução. 
Que no entanto a mim já não cabe. 
Por todo o lado, as Opiniões Públicas e sobretudo as elites estão fartas de sistemas pôdres e rotineiros. Fartas destas "classes políticas". 
Até agora, o grande capital e a maçonaria vêm assumindo o controlo do mundo.
O alvo é a classe média onde se inserem as elites culturais e políticas. Tal como no comunismo, a classe média é um obstáculo para o capitalismo selvagem e para os poderes secretos que pretendem controlar o planeta. Por isso é que, às vezes, os extremos se tocam, entendem-se, também vimos isso na Madeira. 
Não foi por acaso a desregulação financeira à escala mundial, efectivada pelo poderio do capitalismo selvagem, com a consequências da imposição de medidas políticas e económicas imorais que atentam contra a Dignidade da Pessoa Humana. 
É que as grandes forças que, na penumbra, querem comandar o mundo, precisam de estabelecer a dependência das pessoas.
Dependências económicas, administrativas e sistémicas, para que a classe média assim enfraquecida, por medo se deixe dominar cada vez mais no seu pensar, na sua iniciativa, no seu sentido crítico e progressista. 
A Madeira não foge a esta estratégia global em curso.
Razão para procurar soluções novas, através de iniciativas novas e corajosas. De novas gerações e não a destes entradotes que andam a tentar se fazer passar por "jovens".


Funchal, 17 de Fevereiro 2017

Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim

PCP em São João


Extensão à Região do Programa Especial de Realojamento



Hoje, em São João da Ribeira, na Freguesia de São Pedro, na cidade do Funchal, o Grupo Parlamentar do PCP anunciou que já entregou no Parlamento o Projecto de Resolução para a extensão à Região do PER - Programa Especial de Realojamento, para que seja possível responder à longa lista de espera para acesso a uma habitação social.
A zona de São João da Ribeira, estando bem feito do centro do Funchal, apresenta muitas habitações degradadas e barracas.
Depois do 20 de Fevereiro de 2010 só se agravaram os problemas habitacionais. Não só ainda existem problems de habitação "do 20 de Fevereiro" que estão por resolver, como a "lista de espera" para habitação social ficou congelada, ampliando o deficit habitacional na área social.
O PCP, através do deputado Edgar Silva, presentou a proposta para o alargamento do PER à Madeira. Ou seja, para que o Programa Especial de Realojamento, financiado pela República, que visa numa resposta do Estado aos problemas de urgência habitacional, e que não está agora incluindo a Madeira, passe a garantir no âmbito da sua acção esta Região Autónoma.
Para o PCP o deficit de habitação social, a lista de espera que ronda as 5 mil famílias inscritas, requerem e justificam respostas urgentes e extraordinárias.
Texto e foto: PCP

CINM diabolizado




O cicerone que Carlos Pereira 
não menciona


O CINM anda na berlinda da Europa, a ser diabolizado nos media europeus, alguns sendo canais públicos de bandeira, na sequência da tal investigação do consórcio internacional de jornalistas, que anda a catar a piolhada dos paraísos fiscais, onde poucos se eximem "legalmente" a pagar o devido nas suas jurisdições.
Ana Gomes, eurodeputada SOCIALISTA é um dos rostos no combate aos offshores.
Carlos Pereira, o pequeno líder do pequeno PS-Madeira, veio logo dar um arrebate bairrista, demarcando-se das posições da eurodeputada do SEU partido. Até fez lembrar na campanha para as regionais de 2015, quando ele, Cafofo e outros socialistas da MUDANÇA, se desviavam do coligado José Manuel Coelho no mesmo palanque, como se este tivesse sarna ou outra praga epidémica.
A gente imagina quanto socialista ficaria desempregado, se uma conhecida sociedade da área cultural aqui na Madeira, pagasse o imposto devido em Itália.
O que faltou ao pequeno líder do pequeno PS-Madeira dizer, e expurgar com o mesmo desinfectante que remeteu a Ana Gomes, foi o facto dum, conhecido elemento e candidato da MUDANÇA "cultural", ter feito de CICERONE (aqui) na Madeira, ao canal público alemãoBayerischer Rundfunk do universo ARD, ao contribuir (de forma legítima, note-se), para a composição da peça jornalística.
Faltou, e mesmo sem desenho, acredite, a gente até percebe porquê Sr. Carlos Pereira.

K-Paradise

Laranjal despacha-se no Porto Santo




Não tem conversa, mas o Idalino 
salta hoje para candidato



Idalino na apresentação de um festival de folclore. O baile agora é outro.


O PSD quer que sejam os militantes os primeiros a saber, mas como todos eles lêem o Fénix, pronto, ficam informados aqui

Por enquanto é confidencial, para não estragar a notícia que está preparada para sair hoje no telejornal da Levada do Cavalo e depois, amanhã, nos oficiosos do costume. Mas, cá para nós - peço que não digam a mais de uma pessoa por família -, a retumbante notícia, guardada a sete chaves até à data, é que o PSD anuncia hoje Idalino Vasconcelos como candidato à Câmara. E agora o mundo que se aguente com esta bomba - riem-se os chefes do Blue Establishment.
O espaventoso anúncio será feito daqui a bocado, às 6 da tarde, numa assembleia geral de militantes laranja. A convocatória foi feita ontem, também às 6 da tarde. Vai ficar-se a saber que o Idalino Vasconcelos avança 'com toda a confiança', como Edgar nas presidenciais. Uma notícia que o PSD quer que pareça bombástica, mas que toda a gente já conhece há mais de um ano.

Idalino é o actual presidente da Junta de Freguesia do Porto Santo. Falta-lhe um bocado de lábia para voos mais altos, mas agora vai ter de ser. Disputar a presidência da Câmara puxa um bocado mais. Para já, esteve no cabeleireiro e a esta hora encontra-se na sede do PSD, nas traseiras da Igreja, decorando uns dizeres para, bem penteado, não gaguejar diante das fotografias. 
Continuamos a pensar que será difícil pôr as 9 sensibilidades social-democratas da pequena ilha em sintonia quando for para votar. O que só facilita a vida a José António Castro, que do papel de outsider pode muito bem chegar a chellenger do actual presidente, Filipe Menezes. Com os laranjas daquele feitio...
É pura especulação. De política percebem os senhores do Blue Establishment. Eles sabem o que estão a fazer. Como assim, se perderem as eleições podem dizer que é um problema que vinha de trás, do tempo da velha senhora. 
Vamos então saber como corre a espampanante assembleia geral de laranjinhas porto-santenses, daqui a bocado. Se for como na anterior, o presidente da comissão política, Bernardo Caldeira, ainda salta pela janela....