terça-feira, 6 de dezembro de 2016

OPINIÃO


A festa tonta do PS, PSD, CDS, 
“bloco” comunista e partido comunista




Reacionariamente, em termos bafientos como no tempo da ditadura, vejo os cinco partidos da Situação a comemorar… os quarenta anos da actual Constituição da República Portuguesa!
Até eu, claro adversário do sistema político-constitucional vigente, tenho sido convidado para as festas e nalgumas intervindo para desgosto dos corifeus do regime, mesmo protegidos estes pela censura selectiva que impõem - diferente do meu tempo em que havia confronto.
Não há qualquer dúvida que o 25 de Abril, que também permitiu as Autonomias Políticas insulares, fez um País muito melhor do que antes.
O problema é a Constituição do regime que se implantou - “implantou” porque não houve referendo constitucional.
Para além da anarquia ideológica que A caracteriza - mescla do marxismo, corporativismo e  liberalismo, para equilibrar pacificamente os interesses dominantes post-abrilismo - a Constituição da República Portuguesa não acompanhou a prodigiosa evolução do planeta nos últimos quarenta anos. Estruturou um País rígido, burocratizado, congelado nos dogmas aberrantes e ultrapassados dos séculos XIX e XX, não atrai investimento externo e interno sobretudo graças à Administração Pública e à Justiça que procriou, pactuou com a desregulação financeira que nos transformou num Protectorado internacional de Banca falida ou quase toda em mãos estrangeiras poderosas.
Em vez de crescimento e consolidação, a Economia é subsidiada, aumentando assim a precariedade das Empresas e do Emprego.
A classe média vem sendo destruída e a instabilidade fiscal, bem como dos Direitos Sociais, com os respectivos pesos agravados, tornam impossível a recuperação rápida e acentuada da Economia.
Os números oficiais do final de 2014, mostram que 20% da população portuguesa se encontra em risco de pobreza, mesmo após já se terem concretizado as transferências sociais existentes.
Vinte mil milhões as dívidas à Banca com pagamentos atrasados. Vinte e oito mil milhões as dívidas ao Fisco e à Segurança Social.
O PIB “per capita” português, apesar dos Fundos Europeus, encontrava-se ainda a 77,4% da média da União Europeia (UE). A dívida pública portuguesa é a terceira maior da UE - 133% do PIB - e ainda tinham a lata de falar da Madeira (à volta de 80%).
O mercado de Trabalho português é o menos qualificado de toda a União Europeia (UE). 44,5% dos Trabalhadores por conta de outrem não possuem ensino secundário, o mesmo sucedendo com 61,1% dos por conta própria.
22% dos Trabalhadores encontram-se na situação de trabalho precário. Piores na UE, só Espanha e Polónia.
Temos a electricidade mais cara da UE em paridade de poder de compra.
Só 45,1% dos Portugueses entre os 25 e os 64 anos possuem ensino secundário completo. Na UE, pior só Malta.
Este é o Portugal da Constituição de 1976 que se anda para aí a comemorar.
O Portugal chegado a este estado de coisas, que os cinco partidos da Situação - PS, PSD, CDS, “bloco” comunista e partido comunista - andam a comemorar embevecidamente.
Festividades que eu gozo com tristeza.
Quem quiser acabar com isto, conta comigo.

Funchal, 6 de Dezembro de 2016

Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim


Dois Pontos



GERINGONÇANDO

João Barreto
joaobarreto2p@gmail .com

O melhor amigo de Costa é Marcelo e o melhor amigo de Marcelo é Costa. Enquanto esta bela amizade durar, temos governo. O que, diga-se, não é coisa pouca quando por essa Europa fora os governos vão tremelicando à conta de extremistas e radicais. Em Itália, por exemplo, está tudo pendente de um palhaço armado em político. Por cá, os políticos vão-se armando em palhaços e, com a resiliência de nove séculos, o povo português vai fingindo que não dá por nada.
Dizem as sondagens que o inefável Marcelo (não resisto ao adjetivo queirosiano) tem 97% de aprovação popular. Não tivesse empresa de estudos políticos e afins questionado as pessoas presentes na sede nacional do PSD, à Rua de São Caetano à Lapa, e o resultado seria “bokassiano”. Mérito da inesgotável energia do nosso presidente e da sua inegável vontade de desfazer todas as iniciativas que Passos Coelho tenta esboçar. A boca que metia ventoinhas e cataventos saiu muito caro. Se Costa mata, Marcelo esfola e a geringonça, mesmo sacolejando e arfando entre os apertos do PCP e as lombas do BE, lá vai “cantando e rindo” como se dizia noutros tempos.
Marcelo tem, como objetivo mal disfarçado, derrubar Passos Coelho. Cá estaremos, atentos, à espera do que se seguirá quando, finalmente, o PSD escolher uma nova liderança. Será que a geringonça vai “gripar”?

RECAUCHUTAGEM
O Sr. Dr. Cunha e Silva saiu, finalmente, do cantinho ignoto onde se tinha refugiado a lamber as feridas das últimas diretas do PSD. Usando as colunas gentilmente cedidas pelo DN veio até, imagine-se, elogiar as políticas de António Costa e do seu governo de esquerda.

Temos assim, em alternativa à renovação de Albuquerque, a recauchutagem. Aguardamos, ansiosamente, os próximos capítulos, certos de que as eleições autárquicas do próximo ano definirão, entre ganhos e perdas, a estratégia dos vencidos, mas não convencidos. Entretanto, como dizem os nossos conterrâneos oriundos da pátria de Bolívar: “apurate, Chamo!”

Orçamento da RAM 2017



PP mostra propostas às populações

O CDS-PP está a levar ao conhecimento das populações da Madeira e do Porto Santo as propostas que irá apresentar em sede de especialidade do Orçamento da Região para 2017, propostas que estão a ser divulgadas desde a passada sexta-feira e que irá prolongar-se até próximo fim-de-semana, vésperas do início da discussão. Foram já apresentadas iniciativas no âmbito da saúde, com a proposta de uma verba de 3 milhões de euros para o combate à lista de espera para cirurgias, educação, 25% de descontos no passe de todos os estudantes, de todos os graus de ensino, que não beneficiem de ação social; IRC 30% mais baixo para os três concelhos do Norte da Madeira - Santana, Porto Moniz e S. Vicente, como forma de dinamizar as economias locais, atrair novos investimentos, gerar postos de trabalho e fixar populações.

De hoje até domingo, novas propostas serão apresentadas publicamente. O CDS-PP fez contas ao custo das medidas que estão a propor e todas elas são perfeitamente acomodadas face ao aumento da receita fiscal cobradas, acima da que foi prevista pelo Governo Regional.

A proposta de hoje é a consagração de uma verba no valor de 350 mil euros para a elaboração de estudos independentes que certifiquem as artes de pesca tradicional da Madeira, pondo assim um ponto final nas sucessivas reduções da captura de pescado, equiparando da Região à pesca industrial de arrasto - o que é uma erro e penaliza os pescadores da Madeira . Com esta iniciativa, pretende-se que a Madeira, de foram fundamentada cientificamente, prove que a sua arte de pesca é artesanal. Esta proposta foi apresentada pelo vice-presidente do CDS e deputado na ALM, Roberto Rodrigues.
Texto: PP

Gabinete de Estudos do PSD


Madeira no contexto atlântico
 



Bernardo Pires de Lima considera que há matérias que não estão a ser abordadas na questão em torno do Atlântico.

O investigador em Assuntos Internacionais, do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI) foi o orador convidado de uma conferência organizada pelo Gabinete de Estudos e Relações Externas do PSD/Madeira, com o tema 'Madeira: Portugal e o Oceano Atlântico', tendo sublinhando que assuntos relacionados como as dinâmicas comerciais e energéticas não são trazidos ao debate.
"Nós temos permanentemente um olhar sobre o negativismo à volta dos assuntos europeus, dos assuntos americanos, até mais recentemente com a nova eleição, mas há coisas interessantes a acontecer e é preciso olhar também para a geografia para percebermos o potencial da Madeira, o potencial de Portugal, enquanto região e país atlântico", disse.
Para Bernardo Pires de Lima é importante aproveitar o que está a acontecer na geografia de proximidade. "Muitas vezes olhamos para o Pacífico, para o Índico, para regiões longíquas onde não temos tanta presença e valorizamos ou hipervalorizamos e desprezamos coisas que estão a acontecer mais próximas."
Segundo o investigador, há uma tendência para que as questões políticas abafem as económicas e vice-versa.Cabe, por isso, aos estrategas ver as coisas "para lá dessa espuma", tentando prever cenários em termos de oportunidade e desafios. "O Atlântico não tem só oportunidades, também tem problemáticas e é preciso enfrentá-las para depois não cairmos num certo espanto coletivo quado um determinado líder chega ao poder nos Estados Unidos ou acontece um terramoto político no centro da Europa ou o Reino Unido referenda negativamente contra todas as expetativas e ninguém tem planos B, ninguém prevê", afirmou, acrescentando que "esse estudo prévio é importante para o decisor político, para o decisor económico e para o investimento estrangeiro que é preciso captar para a Madeira e para Portugal.
Quanto ao papel da Madeira nesta dimensão atlântica, Bernardo Pires de Lima considera que terá de passar pela coordenação com Lisboa. "Há interesses comuns e há interesses que é preciso potenciar para lá das agendas partidárias ou dos círculos eleitorais que possam não privilegiar as boas relações até entre lideranças". Em suma, salientou, "há desafios estratégicos que é preciso perceber para os agarrar", o que se torna muito importante "num mundo muito competitivo e onde, por exemplo, a Madeira tem aspetos competitivos em relação a outras regiões dos países europeus e mesmo em termos de região atlântica muitíssimo interessantes".
Texto e foto: PSD

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016


Estrelas de Natal 
Jardim Botânico José do Canto

AS ESTRELAS DE NATAL ESTÃO À ENTRADA DO JARDIM BOTÂNICO JOSÉ DO CANTO, DANDO AS BOAS VINDAS AOS VISITANTES
Ponta Delgada, 05.12.2016

Deputada Raquel Coelho (PTP) em acção política na Cruz de Carvalho


Proposta de co-financiamento de 50% do novo hospital agrada "a gregos e a troianos"

"Governo da República e Governo Regional enganam os madeirenses e porto-santenses em relação à construção do novo hospital da Madeira"




O PTP esteve hoje junto ao hospital Nélio Mendonça, para denunciar as jogadas de bastidores dos Partidos do arco do poder em relação à construção do novo hospital da Madeira. 
Neste contexto, Raquel Coelho, referiu que "embora a construção do novo hospital na Madeira gira consenso entre todos os partidos da RAM, a verdade é que na prática os Madeirenses e Porto-santenses não irão ter um novo hospital tão cedo".

No âmbito do OE-2017, foi aprovada uma proposta por parte do PS, na qual a república se compromete a pagar 50% da construção do novo hospital. Mas Raquel Coelho diz que o que parecia uma "excelente notícia" depressa se tornou numa desilusão. A deputada trabalhista comparou a proposta do PS àqueles "contratos das seguradoras em que temos de ler as letras pequenas para vermos se não estamos a ser enganados".
Não foi inscrita qualquer verba no OE-2017 para o novo hospital e a proposta coloca de fora o apoio aos equipamentos, ao projeto em si e às expropriações. Ou seja, a Região, para ter acesso aos supostos 170 milhões de euros, teria de suportar os custos iniciais.
Raquel Coelho acusa o PS e o BE de "má fé" relativamente a esta matéria, pois só aprovaram a proposta sabendo de antemão que o Governo Regional não dispõe de meios para garantir o financiamento do novo hospital até ao lançamento do concurso público. 

O Partido Trabalhista também realçou que se o PSD assim o entendesse poderia trocar as voltas ao Governo da República, "cortando nas gorduras do Orçamento Regional", disponibilizando assim meios financeiros da região, para garantir a primeira fase do novo hospital. Mas como as prioridades são outras, a proposta do PS até "calha bem".
"Isto, ao fim ao cabo, agrada a gregos e a troianos, porque livra a face a todos os intervenientes com o poder de executar a construção do novo Hospital, coloca as culpas uns nos outros e assim tentam passar incólumes aos olhos da opinião pública", finalizou Raquel Coelho.

Representação Parlamentar do Partido Trabalhista Português
na Assembleia Legislativa Regional da Madeira

Combate à desertificação



Teófilo Cunha propõe 
redução de IRC para o Norte



O vice-presidente do CDS-PP Madeira e presidente da Câmara Municipal de Santa solicitou ao Grupo Parlamentar na Assembleia Legislativa da Madeira que seja apresentado em sede de especialidade do Orçamento da Região para 2017, uma proposta de redução de 30% do IRC para os três concelhos da costa norte da Madeira - Santana, S. Vicente e Porto Moniz.

Teófilo Cunha entende que esta medida é a única capaz de combater a profunda erosão social e a desertificação latentes nestes três concelhos, a precisarem de incentivos e estímulos fiscais para atrair investimentos, gerar postos de trabalhos e fixar populações.

Esta é já a terceira iniciativa do CDS-PP no âmbito do Orçamento da Região para 2017, depois da proposta para que o GR contemple uma verba de 3 milhões para combater a lista de espera para cirurgia, da redução de 25% em todos os passes dos estudante, de todos os graus de ensino, que não beneficiem de ação social e agora a redução do IRC para os três concelhos do norte da Madeira.

Teófilo Cunha, que se fazia acompanhar do líder parlamentar e presidente da Assembleia Municipal de Santana, Rui Barreto aproveito para lembrar que hoje mesmo, dia 5 de dezembro, o Orçamento da Câmara de Santana foi aprovado, documento que contempla cerca de 600 mil euros para a área social, depois de três anos a "arrumar a casa" e a pagar a dívida herdada da gestão do PSD.
Texto e foto: PP


Também venho à “festa”

Para não dizerem que eu não sou “politicamente correcto” e que sou reles por não encarreirar no “pensamento único” dominante, a partir de amanhã, associando-me ao arraial PS-PSD-CDS-“bloco” comunista - partido comunista, festeiros da Constituição da República que nos trouxe à presente Situação, publicarei uma serie de locais que testemunham a minha “alegria”.
Mas, como não gosto de me ficar em “paleio”, também proponho um modelo alternativo.
Até amanhã.

Funchal, 6 de Dezembro de 2016

Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim

Natal no meio dos bodiões, espada e ventrechas de atum


Nem em Calcutá!

Os peixeiros do nosso Mercado dos Lavradores (agora das Quinquilharias e das Tascas) estão em polvorosa, tudo porque a Câmara Municipal de Cafofo mandou vender peixe no meio de pinheiros de Natal e outras decorações natalícias, mandando para as urtigas as mínimas normas de higiene e de saúde pública. O nosso K dos Mercados falou com um peixeiro e este disse que até o fim do mês vai ser este inferno, com várias iniciativas a transformar a praça-do-peixe num viveiro de bactérias e vírus. E interroga: - Será que a GNR e a fiscalização sanitária autorizariam que na peixaria do Pingo Doce se fizessem mercadinhos, festas e jantaradas? Autorizaria a venda de peixe no meio de árvores e de outros materiais lambuzados por mãos sujas?
O local mais emblemático e mais fotografado do nosso Mercado está agora entregue a uma espécie de feira-da-Ladra de Calcutá. No entanto, um responsável pela gestão cafofiana da autarquia disse que a venda de pinheiros e outros adereços natalícios no meio dos bodiões, das espadas e das ventrechas de atum tem um efeito desinfectante, já que desde a Antiguidade se plantou ciprestes e outras árvores aromáticas nos cemitérios para espantar os insectos necrófagos e disfarçar o mau odor.  


Opinião


A “praga do Powerpoint” ameaça
dizimar a agricultura madeirense


Por Vitorino Seixas


Segundo fontes oficiais a praga da vespa-das-galhas-do-castanheiro já dizimou 60% da produção de castanha na freguesia do Curral das Freiras e 90% na Serra de Água. Perante esta catástrofe, que começou em 2014, é lícito perguntar a Humberto Vasconcelos porque deixou alastrar a praga durante mais de um ano e meio?

Numa pesquisa, no sítio da Secretaria Regional de Agricultura e Pescas (SRAP), sobre a praga da vespa-das-galhas-do-castanheiro, fui surpreendido com o resultado “Não foram encontrados documentos para a sua pesquisa”, o que desmente as mensagens políticas que aparecem junto ao rosto sorridente de Humberto Vasconcelos, entre as quais destaco “Técnicos estarão no terreno em proximidade com o agricultor”.

No entanto, a visita ao sítio da SRAP acaba por ser interessante pois permite ter um conhecimento mais aprofundado das iniciativas de Humberto Vasconcelos, em especial sobre os planos estratégicos que tem apresentado. Neste domínio, rapidamente se constata que, apesar da comunicação social ter noticiado cerca de uma dezena de planos estratégicos, só estão disponíveis os planos para o maracujá ¹, a anona ² e a agricultura biológica ³.

Numa leitura atenta dos três planos, que são meras apresentações Powerpoint, verifica-se que o seu conteúdo, em rigor, nunca poderá ser denominado de “plano estratégico” dada a sua fragilidade técnica.

Senão, vejamos. Bata ler o denominado “Plano Estratégico para a Agricultura Biológica” para se perceber a falta de consistência do conteúdo dos 32 slides.  Sem tentar ser exaustivo, vou centrar a análise em três elementos do referido “plano”: Análise SWOT, Objetivos e Avaliação dos Resultados.

Quanto à análise SWOT, há uma descrição que demonstra que a análise foi feita por alguém sem a devida preparação, dada a confusão entre o que é uma oportunidade, um ponto forte, um ponto fraco ou uma ameaça. Por exemplo, o Plano Estratégico aparece, ao mesmo tempo, como uma força e uma fraqueza. Por outro lado, não há informação sobre as medidas a implementar no sentido de melhorar os pontos fracos, nem de minimizar o impacto das ameaças no sector da agricultura biológica.

No tocante aos objetivos, há referência ao “objetivo geral de conseguir a médio-longo prazo que a Agricultura Madeirense seja maioritariamente realizada em Modo de Produção Biológico (na ilha do Porto Santo, a 100%)” e a seis objetivos específicos. No tocante ao “objetivo geral”, como não se define concretamente o ano em que será atingido, trata-se de uma mera intenção política que não pode ser avaliada. Prosseguindo a análise, constata-se que apenas o primeiro e o sexto “objetivos específicos” contêm metas que permitem avaliar os resultados alcançados, mas os restantes quatro são, mais uma vez, meras intenções políticas que não podem ser avaliadas.

Por fim, a informação sobre a avaliação dos resultados resume-se a um único slide relativo à vigência e revisão periódica do plano, mas não indica nem o período de vigência do plano nem especifica o processo de revisão anual. Acresce que, se os objetivos definidos são, na sua maioria, intenções sem indicação de metas anuais, que tipo de avaliação poderá ser feita?

Na verdade, nenhuma, pois a “praga do Powerpoint” está tão disseminada na Secretaria da Agricultura que não resta outra solução senão importar mais uma “vespa parasitoide” para combater esta praga que ameaça dizimar a agricultura madeirense.


“Nós temos um plano estratégico. Chama-se fazer as coisas”, Herb Kelleher


¹ “Plano Estratégico para o Maracujá”
http://www.madeira.gov.pt//Portals/9/Images/Imprensa/PE%20MARACUJA%20SITE%20SRAP.pptx
² “Plano Estratégico para a Anona”
http://www.madeira.gov.pt//Portals/9/Users/014/14/14/Plano%20Estrat%c3%a9gico%20ANONA%20MADEIRA%20SITE%20SRAP.pptx
³ “Plano Estratégico para Agricultura Biológica”
http://www.madeira.gov.pt//Portals/9/Users/014/14/14/PE%20AGRICULTURA%20BIOL%c3%93GICA%20SITE%20SRAP.pptx



Aluno que estudou no Liceu conquista Top 30 do “Grapfixx Greenhouse Competition 2016”










Fabian Contreras conseguiu ficar apurado para o Top 30 do “Grapfixx Greenhouse Competition 2016”, com um trabalho original que deu o nome de “Blinded by Light”. Este jovem luso-descendente, de 27 anos ide idade, foi aluno da Escola Secundária de Jaime Moniz, uma instituição escolar que continua a dar talentos ao mundo.

Fabian Contreras, um lusodescendente que está na Madeira há 19 anos, hoje aluno graduado em Arte e Multimédia pela UMa, e atual estagiário na Faculdade de Letras e Humanidades da mesma Universidade, continua a investir em força no sue talento e a concorrer aos eventos de prestígio internacional como foi o caso do “Grapfixx Greenhouse Competittion 2016”.
No Liceu de Jaime Moniz, frequentou a turma 21 do 12.º ano de Artes Visuais, no ano letivo de 2008-2009, um ano em que havia duas turmas finalistas de Artes Visuais.
A entidade promotora da competição internacional, sediada na Bélgica, divulgou os resultados do Concurso de Ilustração, no festival realizado em Antuérpia, no passado dia 26. A proposta feita aos candidatos foi a ilustração de um famoso diamante, nos tons cor de rosa e verde escuro. A partir daí, os candidatos apostariam na originalidade do desenho.
Fabian Contreras tem muitos planos para o futuro, mas nada ainda de concreto, mas procurará tirar partido do gosto pela ilustração e artes em geral.

Texto: Liceu

domingo, 4 de dezembro de 2016

Comissão da Toxicodependência: K-Drogas volta a atacar


A falta de vergonha renovadinha

A propósito do artigo do nosso K-Drogas que esmiuçou a nova Comissão para a Dissuasão da toxicodependencia não é que a comprada folha do Blandy  para esconder a ilegalidade das nomeações vem baralhar a coisa e atirar areia para os olhos reduzindo tudo a inveja e briga de comadres por dinheiro?? É preciso não ter vergonha na cara.
Segundo as nossas fontes ( k-drogas) o que revoltou as despedidas não foi terem sido substituídas, o que é normal, foi  terem sido substituídas por gente sem formação e experiência nenhuma, como mostram os currículos daquela gente e como a lei obriga, num jeitinho manhoso e ilegal de pagamento de favores e amizades a gente desempregada e afilhados tachistas, essa é que é essa. E como o fênix esteve atento é preciso dar e baralhar no Diário para esconder a verdade. Será que se a coisa chegar ao Tribunal de Contas os artigos do DN vão servir para desculpar responsabilidades?? 
E mais a lei diz que só se pode nomear para trabalhar a tempo inteiro se houver um grande aumento de casos. Ora parece que o número de casos baixou mas alguns desempregados foram nomeados a tempo inteiro para terem um ordenado mais chorudo  e a lei onde fica? E onde fica o gasparinho das financas que parece que foi enganado nas contas?
Resta saber o que vão fazer na rua da alegria o dia todo se e que lá vão por os pés. 
E vergonha das vergonhas tiraram de lá um psicólogo competente quando na dissuasão de jovens e fundamental o acompanhamento psicológico para por gestores de coisa nenhuma  e outras afins? Coitados dos jovens 
Esta novela é a prova provada de que nesta renovação  o que importa é dar tachos aos amigos seja legal ou ilegal isso deixou de importar. Nem no pior jardinismo se viram coisas assim. Não convém esquecer que os jovens e os toxicodependentes que vão a comissão e as suas famílias também votam...

k-Drogas (muito atento) 

AZEVINHO DOS AÇORES


Nome científico: Ilex perado subsp. azoricaNome vulgar: Azevinho-dos-açores
Família: Aquifoliaceae
Porte: Arbusto grande ou pequena árvore
Origem: Açores
Morada: Jardim Botânico José do Canto – Ponta Delgada – São Miguel  Açores
Observações: Neste momento várias plantas têm frutos maduros no sector dedicado à Flora dos Açores.
Texto e fotos: Raimundo Quintal

Esclarecimento



PSD-Machico acusa maioria PS de aproveitamento político


Relativamente à noticia publicada na edição de ontem, do JM, com o título ‘Câmara acusa o Governo de «negligência grosseira»’, o PSD/Machico solicita a publicação do presente esclarecimento.

Num claro aproveitamento político do atual executivo camarário, foi presente um voto de protesto na última reunião camarária, pela Igreja Matriz de Machico estar em risco de ruína devido à negligência grosseira das autoridades regionais, o qual mereceu o voto contra dos vereadores do PSD na autarquia, pelos seguintes motivos:
  1. Em 2003, foram detetadas anomalias na estrutura das capelas laterais da Igreja Matriz de Machico, tendo existido uma rápida intervenção do Governo Regional, com a realização de estudos e avaliações necessárias para a sua recuperação. Desde essa altura, a monitorização tem sido constantemente realizada pelos técnicos abalizados da DRAC, atual Direção Regional da Cultura, continuando a ser feita nos dias de hoje;
  2. A intervenção já realizada pelo Governo Regional, efetivamente não solucionou em definitivo o problema de estabilidade das referidas Capelas do Espírito Santo e de São João. Contudo, nunca foi posta em causa a estabilidade estrutural da Igreja Matriz de Machico;
  3. No Orçamento do corrente ano foi possível inscrever uma verba de 160 mil euros para a concretização da referida empreitada de recuperação das capelas, tendo sido aberto procedimento concursal para o efeito, tal como exigido pela lei;

Santo: conclusão da saga



A posição da Secretária Regional no Concurso Público da DSIA


Nesta publicação irá ser mostrado a atuação de Susana Prada para o júri que:
1) não aprecia a questão prejudicial sobre se o Diretor de Serviços de Inspeção Ambiental deve fiscalizar as obras nas ribeiras;
2) pensa que não  existem razões para com “razoabilidade duvidar seriamente da imparcialidade da conduta ou decisão” de um membro do júri que foi mantido pelo candidato selecionado num cargo sem concurso  que renumera cerca de 3000€/mês.
3) não aponta as respostas dadas dos candidatos na entrevista pública;
4) dá a nota máxima a um dos candidatos em tudo na entrevista;

sábado, 3 de dezembro de 2016


ÁRVORE DOS MIMOS
Nome científico: Halleria lucidaNome vulgar: Árvore-dos-mimos
Família: Scrophulariaceae
Porte: Pequena árvore ou grande arbusto
Origem: África do Sul
Morada: Jardim Botânico José do Canto – Ponta Delgada – São Miguel - Açores
Observações: Os vários exemplares começaram a florir em Novembro e as flores, que lembram mimos ou brincos-de princesa, continuarão a surgir nos troncos e nos ramos até, pelo menos, o fim de Janeiro.
Texto e fotos: Raimundo Quintal

PSD dá formação


400 militantes, eleitos e dirigentes receberam formação em comunicação política

O PSD/Madeira promoveu nos últimos dois meses 25 ações de formação em comunicação política, nas quais participaram cerca de 400 dirigentes, militantes, eleitos e quadros social-democratas, incluindo JSD e TSD.
Estas ações, realizadas em todos os concelhos da Região Autónoma da Madeira, incluindo o Porto Santo, traduzem uma aposta clara no reforço das competências individuais e coletivas ao nível da comunicação dos militantes e também dos eleitos e potenciais candidatos em futuros atos eleitorais ou a cargos dentro da estrutura do partido, dotando-os de mais e melhores ferramentas para o exercício da sua atividade diária.
"Este ciclo de formação revelou muita gente capaz”, afirmou Paulo Colaço, responsável pela formação e com um extenso currículo na área do jornalismo e da assessoria política e membro do Conselho de Jurisdição Nacional do PSD. “Sinto que o PSD da Madeira está bem encaminhado para os desafios do futuro”, acrescentou.
Desenhadas à medida das necessidades dos grupos participantes, estas ações tiveram por base os aspetos relacionados com a comunicação verbal e não-verbal, a construção do discurso, a escrita estratégica, o enquadramento da intervenção, a análise do discurso, a importância do público, entre outros.
Pedro Gomes, presidente da Comissão Política de Freguesia e da Junta de São Roque, foi um dos participantes, tendo salientado que, “na política, é importante termos técnicas de comunicação para que as mensagens possam passar, daí a importância deste tipo de ações”. Do mesmo modo, Élvio Encarnação, presidente da Concelhia da Machico e deputado, considera que, “tal como na vida é importante fazer as escolhas certas, comunicar implica também saber o que dizer, como e quando o fazer”.
Para o PSD/Madeira, estas ações representam um investimento qualitativo e importante para o futuro do partido, estando, por isso, previstas novas iniciativas sobre outras temáticas.
O Secretário-Geral do PSD/Madeira
Rui Abreu

Funchal, 3 de dezembro de 2016 

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Jaime Filipe apresenta projecto de proposta de lei


"PSD insiste no apoio a todos os afetados 
nos incêndios de agosto"

O PSD/Madeira vai insistir para que os apoios dos incêndios cheguem a todas as famílias.
Numa iniciativa realizada hoje em São Roque, o líder parlamentar social-democrata anunciou a apresentação de um projeto de Proposta de Lei na Assembleia Legislativa da Madeira, a remeter à Assembleia da República, para que os apoios ao nível da habitação cheguem a todas as famílias afetadas pelos incêndios do último mês de agosto.
Jaime Filipe Ramos considera que o Orçamento do Estado, aprovado na última terça-feira, resultou numa "desilusão" em matéria de incêndios, "uma vez que havia uma "elevada expetativa da população" no sentido de que "a solidariedade do Estado chegasse a todas a famílias", ficando-se agora a saber que "não é isso que vai acontecer". 

La Mascarilla descobre carecas a El Mascarado




Gabinete de Estudos do PSD-M

Albuquerque e Sérgio abordam
'Madeira: Portugal e o Oceano Atlântico'

O PSD/Madeira promove, na próxima segunda-feira, dia 5 de dezembro, mais uma Conferência do Gabinete de Estudos e Relações Externas (GERE), a ter lugar pelas 18h00, no Castanheiro Boutique Hotel.
O investigador em Assuntos Internacionais, Bernardo Pires de Lima, do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI), é o orador convidado.
Esta conferência terá por tema 'Madeira: Portugal e o Oceano Atlântico' e conta também com as intervenções do Presidente da Comissão Política Regional, Dr. Miguel Albuquerque, e do Diretor do GERE, Dr. Sérgio Marques. 
Texto: PSD-M 

Kiss and ride




Os Leitores não deixam passar nada, também!...
Quem é que atira a primeira pedra?

PTP saúda XX Congresso do PCP


Arte pedonal ao arrepio



De um habitante da freguesia da Sé.

Programa da Festa



Opinião




LORPAS ORÇAMENTAIS

GAUDÊNCIO FIGUEIRA

Nos tempos do Estado Novo, pouco dado a gastos, Portugal combateu “comunistas” em Angola, Moçambique e Guiné, durante treze anos. Testemunhei pessoalmente a “forretice” quando após uma situação operacional complicada, em 1968, gastei mais munições do que era suposto gastar. Um helicóptero reabasteceu-nos, mas o remoque - inconsequente é verdade, pois, perceberam o aperto dos fedelhos de 20 anos - também veio. Só com “forretice” desta se conseguiria aquele “verdadeiro milagre”, tão empolado na propaganda, do Portugal pluricontinental e multirracial do Minho a Timor. Seis anos depois, tudo ruiu. O desfecho só causaria espanto a quem nunca por lá andara e vivia na, e da, propaganda anticomunista primária. A esses, como se verá, admiradores confessos da teoria da conspiração, nunca lhes passou pela cabeça saber as circunstâncias da morte dos deputados “comunistas encriptados” – pertenciam à ala liberal do regime - em circunstâncias estranhas a 25/7/1970 na Guiné. 

Em Abril de 1974 a Nação rejubila com o fim da guerra. A intolerância instala-se no País. Superando dificuldades extremas, colocadas pelas várias intolerâncias em confronto, as FA’s, cumpriram, religiosamente, as promessas feitas, garantindo as condições para eleição da Assembleia Constituinte. A Madeira, viu corporizado na lei o reconhecimento à Autonomia. O erro, exclusivamente madeirense, deixem os “cubanos” fora disso, esteve em esquecermos que só há Autonomia se mandarmos no dinheiro. 
Na Madeira, orçamento, no velho conceito de controlo das despesas, com que eu fora confrontado em 1968, foi coisa que caiu em desuso. A última vez que alguém teve a ousadia de questionar um eleito pela despesa pública excessiva que autorizara no concelho, foi o então Min das Finanças Aníbal Cavaco Silva, quando, em S. Vicente, alvitrou a prisão do Pres. da Câmara. Vá lá saber-se porquê, já 1º Min., esquecida aquela afirmação, o mesmo Cavaco Silva, veio inaugurar o BANIF surgido, qual Fénix, das cinzas da Caixa Económica. Responsabilidades do desastre da CEF, custos da criação do Banif e, agora, a sua falência são coisas que a propaganda do poder esquece, como esqueceu no passado o acidente dos deputados na Guiné. Tudo isto tem a mão de uma “máfia no bom sentido” pois a propaganda do poder apenas fala daquilo que lhe interessa ludibriando o Zé Pagode que pagou, vai continuar a pagar, tudo isto. 
Desenganem-se aqueles que pensam que os orçamentos regionais durante 38 anos tiveram alguma aderência à realidade, no que ao controlo da despesa respeita. Nunca foram além de um mero amontoado de números para alimentar discussões esotéricas na ALM, nos jornais e TV. A propaganda, na sequência do anticomunismo primário dos anos 60 do Portugal do Minho a Timor, criou mitos que nos vão sair caros. O primeiro foi o inimigo externo – “os cubanos” – logo seguido de afirmações loucas, estilo Trump, de que a Madeira é uma prostituta fina que Lisboa tem de sustentar. O tempo passou, o proxeneta já não vive dos dotes da jovem por mais cremes antirrugas que ela aplique. 
Com este histórico somos chegados aos orçamentos de 2017 nas versões nacional e regional. Vou primeiro ao orçamento regional. Nele encontramos, na linha de todos os anteriores, a verba de € 6 081 173,00 para várias Festas a que devemos juntar € 3 965 136,13 para o futebol profissional. Foi assim desde 1978, nunca faltou dinheiro para as actividades lúdicas. 
Os orçamentos são, muitas vezes, da responsabilidade de lorpas que imaginam que a propaganda esconde a incompetência. Trágico é que, ao baterem no fundo, levam muita gente atrás. Esse dia chegaria, era questão de tempo. A prova está na retórica à volta da construção do novo hospital onde, por um lado, o governo em funções quer que Lisboa financie na totalidade o hospital e, por outro, o Dr. Alberto joão, especialista em propaganda desde jovem, e ainda inconformado com a sua substituição na liderança do partido, insurge-se contra o OE para 2017 e ao modo com o poder regional reagiu à fronda. 
Vá lá, renovados e não renovados, juntem-se todos, pode ser, novamente, no Trapiche. Deixem-se de inconstitucionalidades e outras barbaridades e reconheçam que, quase todos por acção, alguns, poucos, por omissão, enquanto “compagnons de route” da retórica propagandística do Dr. Alberto João, roubaram o futuro aos madeirenses. Entendam-se e expliquem-se. Aos madeirenses é motivo de preocupação enquadrar o pensamento de alguém que aos 20 anos esqueceu as mortes dos deputados da ala liberal e apresenta, aos 70, discursos próximos de Mr Trump.