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segunda-feira, 25 de agosto de 2014


MEIO CHEFE NO 'LOBO MARINHO'
EM PATUSCADA COM OS SOUSAS


O Porto Santo em peso preocupado à procura deles e veja-se onde os malandros estavam bem refastelados, a comer e a beber do melhor!


A esta hora, já não devem dizer coisa com coisa, ao tempo que estão a bordo a cumprir a tradicional paparoca de Verão - o Rei da Tabanca e os maiorais do Grupo Sousa.
Corria pela pequena ilha, durante a tarde, que não havia quem visse Luís Miguel e companhia da PSL. E que ninguém conseguia também pôr a vista em cima do famoso inquilino da nossa dacha situada mesmo em cima da duna, barata e com campo de ténis. O assunto chegou aos ouvidos do nosso K-Porto Santo que, não sabemos como, fez luz sobre o mistério enquanto o diabo esfrega um olho. 
Nem mais: ninguém se tinha lembrado, mas o sua excelência da política e os suas excelências do negócio naval encontravam-se metidos na primeira classe do Lobo Marinho (atracado no porto de abrigo) a tratar de negócios... gastronómicos, porque o outro lá de cima já nada risca em matéria de futuro.
Esperemos que os comensais e bebedais acabem com a patuscada antes de o simpático navio zarpar rumo ao Funchal. Com aquela meia fumaça, nunca se sabe - e depois nós é que temos de aturar aquilo aqui na Madeira. Fiquem a curar onde passaram o Verão.
Quanto aos temas em cima da mesa, o nosso agente secreto apurou que, além de chamarem maçónicos, comunas e desempregados políticos a meia Madeira, os parceiros a bordo se fartaram de galhofar com as bichas que diariamente se formam no Porto Santo com gente a tratar do BI para residente, exclusivo dos Sousas, a comprovar residência e trabalho na ilha. 
A Porto Santo Line, para levar a sua avante, foi obrigada a destacar uma funcionária só para atender essa bicha de povo à procura do desconto na passagem. Enquanto a junta de freguesia, órgão público, também não dá vencimento a passar atestados para satisfazer o capricho dos empresários do mar.
Renovamos votos para que tenham já acabado com o almoço ajantarado, como diz o outro. A bebida e o peixe fino não acabam hoje, descansem. E se o navio arrancar com os cavalheiros lá dentro, olhem que os balanços do mar às vezes provocam uns 'arranques' desconfortáveis.
Uma nota de rodapé só para perguntar a Luís Miguel se no próximo Verão reeditará o tradicional almoço a bordo ou se, por esta altura, o navio irá para reparação em doca seca. Não precisa responder. 

DELFINS



CANDIDATURA DE
MIGUEL DE SOUSA
JÁ SENTE 'UMA FORÇA QUE NINGUÉM PODE PARAR'





Os serviços de candidatura de Miguel de Sousa estão a funcionar em pleno e a divulgação de imagens do jantar de sábado em Câmara de Lobos, no Restaurante 'O Pasto', mete montagem em vídeo. Muita gente para conviver e ouvir Miguel de Sousa mostrar a fórmula que detém para recuperar a Madeira dos últimos 13 anos de derrapagem - segundo o próprio candidato à liderança do PPD.
O vídeo abaixo, com um fundo musical de Nelly Furtado e que, tal como as fotos, nos foi enviado pelos serviços da candidatura, é revelador da jornada concorrida no fim-de-semana.




CRISE


Governo sapateiro



Corre nos cafés da baixa do Funchal (novidade espalhada pela K-Feminina, que não enxerga a K-Gira): alguém anda a fazer negócio de sapatos em plena Junta Geral. E não é o pata rapada desclassificado quem está metido no esquema, trata-se de gente com muitos anos de serviço e respeitável patente.
Bom, nós até compreendemos que nas instalações do desgoverno os hóspedes permanentes tenham de ocupar o tempo a fazer qualquer coisa, porque aquilo está em gestão corrente. O problema é que as sapatarias do centro, já de si a caminho da falência, ficam ainda em pior situação.
Caso possam trocar o negócio dos sapatos por uns barris de cerveja a copo, agradecíamos. Cai bem com este calor e nunca faltarão clientes para a loura. Nem que seja com marisco da nossa 'Pantera Negra'.

DIZ-SE DIZ-SE NO DELFINÁRIO


Se as duas aves do Laranjal não estão a preparar alguma aos rapazes do delfinário, não sabemos que dizer.


SÉRGIO EM CAMPANHA PORTA-A-PORTA


Na falta de actividade dos candidatos, a boataria ganha terreno 

A semana passada foi prenhe em rumores sobre a corrida eleitoral no PPD-Madeira. Um dos mais insistentes referia-se ao antigo eurodeputado, campeão das desfeitas sofridas às garras do Rei da Tabanca. Garantiram-nos que Sérgio Marques, por desejar entregar a sua candidatura na semana que ia entrar - esta - decidiu recorrer à campanha porta-a-porta para convidar militantes com as quotas em dia a dar a sua assinatura.
O Deão teria sido uma das zonas visitadas pelo candidato à sucessão do sua excelência.
Repetimos: apesar da fonte de confiança que nos teceu a revelação, classificamo-la na folha dos rumores. Até porque queixando-se Sérgio, amiudadas vezes, da falta de igualdade no tratamento aos candidatos por parte do aparelho ainda dominante na Rua dos Netos, como teria ele conseguido acesso à lista de militantes para lhes rondar a porta?
O facto é que a apresentação da candidatura ocorre mesmo esta segunda-feira, conforme dica cedida pelo candidato ao DN a troco do destaque da ordem. Curiosamente, na mesma página em que se anuncia um jantar em Câmara de Lobos com apoiantes de Miguel de Sousa, ficando-se sem saber se todos militantes - mas 240 ao todo, nas contas mostradas no referido artigo, não assinado (no JM, tal privilégio apenas bafeja Rei da Tabanca e seus sargentos com os pés para a cova).
Quanto ao nome do mandatário, o incógnito escrito não refere nada. Cheira-nos que Miguel de Sousa, para não perder direito à manchete que o assunto merece, terá de arranjar um nome para o lugar do já anunciado Luís Dantas, braço direito de Jardim durante mais de 30 anos - que por infelicidade já transpirou para a opinião pública (expediu-nos aqui o nome, um dia destes).
Quem também está a levar este romance dos Delfins em toada humorística é o secretário-geral social-democrata, Jaime Ramos. Anunciámos em tempos a sua candidatura, que nunca foi desmentida. Assim como se sabe ser verdade que o fogoso líder parlamentar laranja sempre aproveitou as deslocações do sua excelência UI às sedes do partido para ficar a lavar o cérebro aos militantes locais, a favor da sua própria candidatura.
Nos últimos dias, pessoa das relações de Jaime tem andado pelo concelho de Câmara de Lobos a pregar o projecto ainda desconhecido do grande público - e ao mesmo tempo recolhendo assinaturas.
Jaime Ramos vai ironizando nos seus círculos. Que está a deixar a entrega da sua candidatura para o último dia do prazo estatutário, a fim de enervar os 'pequenos doutores'. E que muitos militantes serão surpreendidos em 19 de Dezembro quando se dirigirem às urnas eleitorais e ficarem a saber no local que não têm direito a voto.
Outros rumores dão como estranha uma mudança de actuação de Jardim nos últimos dias. No tocante a Delfins, o homem tem estado demasiado calado para nosso gosto. Nem sequer respondeu à provocação de Sérgio Marques para que ele, sua excelência, despeça do governo quem entrou na corrida - João Cunha e Silva e Manuel António. 
Os rumores não ficam suspensos, antes avançam com uma especulação improvável (que não se pode provar): que ele, chefe Jardim, está a preparar alguma com Jaime Ramos. No lugar dos Delfins, não estaríamos descansados, atendendo ao reconhecido maquiavelismo daquelas duas aves.
Cunha e Silva, depois da estrondosa calinada de recorrer à dacha para fazer férias no Porto Santo, julgamos que na altruísta intenção de não deixar Jardim isolado com esse odioso, vai-se entretendo a pedir autenticação de assinaturas de militantes proponentes das diversas candidaturas, a ver se há duplicados: um militante a pôr o nome em mais de uma.
Não é rumor: está tudo correcto. O segundo a entregar os documentos, exactamente Cunha e Silva, não repete nenhuma das 100 primeiras de Miguel Albuquerque, entregues anteriormente; o terceiro, Manuel António Correia, não repete nas 100 primeiras legais um só nome das incluídas na lista do Vice.
Por enquanto está assim.
Remexem-se alguns: mas pode haver repetição nos nomes colocados além dos 100!
Não interessa. Quem manda na matéria garante que o partido autentica as 100 primeiras de cada candidatura e não quer saber das restantes. É assim que funciona e funcionará, ponto final.   
Esperemos que as coisas aqueçam mais um pouco à entrada de Setembro, porque Agosto correu sobre o fraco. Manuel António perdeu terreno na página das fotografias no JM e Albuquerque tarda em entrar com à-vontade no esquema dos arraiais, onde o despique labrego e a banda de música substituem o lustroso piano. Mas vêm aí as festarolas de São Vicente, Loreto e Ponta Delgada, toca Miguel a preparar a vasilha, porque o vinho novo não é para brincadeiras.

domingo, 24 de agosto de 2014

DELFINS


ALBUQUERQUE DENUNCIA CACIQUISMO


Madeira Nova


E ELE A DAR-LHE 
COM O 'DEVE E HAVER'!


Ao tratar de justificar a injustificável desgraça financeira deste regime 'autonómico', o sua excelência escarnece tanto dos nossos antepassados madeirenses como os vampiros centralistas de Lisboa sempre fizeram 




Mas quantas vezes será preciso implorar ao sua excelência para deixar de tratar os madeirenses como atrasados mentais? Nesta fase, à falta de inaugurações para exibir no Porto Santo, o homem tem recorrido todos os dias no JM ao estudo 'científico' do 'deve e haver' para fazer esquecer o forrobodó financeiro regional que em 30 anos pôs a Madeira pior do que era antes do 25 de Abril.
Já o dissemos, mas não entra naquela cabeça. Ou melhor, entra, mas ele finge que não viu nem ouviu. Ninguém disse alguma vez na vida que a Madeira foi despesista ao longo dos séculos. Só o poderiam dizer por graça de péssimo gosto. Todos sabem que a Madeira sempre viveu abandonada pelo poder central, que nem a m... de um ou dois canhões mandava para os vilões resistirem de alguma maneira aos saques dos corsários - é só um de múltiplos exemplos. 
Os vampiros de Lisboa - quem duvida? - só se lembravam destas ilhas ditas afortunadas na hora de exigir, a tempo e horas e tudo contadinho até ao último ceitil, as irresistíveis receitas arrecadadas por um empório comercial dos mais suculentos do mundo, isto é, o Funchal. Contando com os lucros dourados das exportações tradicionais.
Não satisfeitos com o 'suganço' dos proventos comerciais gerados na Madeira, os sanguessugas daquele lado caíam sobre os parcos rendimentos familiares regionais com uma sanha fiscal do mais insensível que imaginar se possa. Tudo isso junto ao agreste do solo basáltico, dificilmente disponível para a agricultura, entendem-se as vagas migratórias que cedo começaram a despovoar as ilhas.
Não é preciso estudo nenhum para provar essa triste realidade.
Portanto, alguém a dizer que a Madeira sempre foi despesista, só à 'relampada'. Que era o que merecia, com requintes de crueldade, desculpem lá, o excelência Botas do Vimeiro quando cinicamente afirmou estranhar, em carta enviada ao Dr. João Abel de Freitas, que a Madeira, sendo privilegiada entre as terras portuguesas, só soubesse queixar-se.
Descaramento!
A Revolta da Madeira que humilhou a Ditadura durante um mês deixara mossa no amigo de Franco, Mussolini e Hitler.  
Mas, justiça seja feita, não ouvimos os cabecilhas lisboetas dos últimos 40 anos afirmarem que a Madeira foi privilegiada e despesista ao longo dos séculos. O que eles - alguns, porque os outros cobardes têm medo da língua do Rei da Tabanca - o que eles costumam dizer é que o regime desenvolvimentista do Jardim assentou num despesismo louco e sem quartel. E é mentira? Atente-se nos buracos financeiros escondidos que nem daqui a 50 anos estarão devidamente colmatados.
Não há quem não veja isto: a Madeira foi explorada séculos a fio pelos carniceiros do erário estatal; agora com a história do regime desenvolvimentisma idealizado para fazer os ricos da Madeira Nova é que a Região espatifou mais do que podia e devia.
Não venha pois o sua excelência tentar confundir as coisas, como tem feito diariamente no JM, agarrado ao 'científico' estudo 'deve e haver', justificando a sua loucura despesista à custa do suor dos nossos antepassados. Neste capítulo, o sua excelência é tão insensível como aqueles que exploraram a plebe insular geração após geração. 

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

LARANJAL


LUÍS DANTAS MANDATÁRIO
DO DELFIM MIGUEL DE SOUSA


Mesmo antes do governo, Luís Dantas já trabalhava com Jardim, então na primeira Assembleia Regional.

Luís Dantas, que durante mais de 30 anos foi chefe de gabinete de Jardim, foi convidado para mandatário da candidatura de Miguel de Sousa à liderança do PPD-Madeira. Pelo que averiguámos, Dantas está disponível para desempenhar esse papel, que deverá ser bem mexido de Setembro até Dezembro, mês das eleições internas (19).
Luís Dantas tem acompanhado algumas diligências de pré-campanha de Miguel de Sousa, que foi o primeiro Delfim do ainda líder, nos seus tempos de vice do GR. 
Como se sabe, Jardim tem atacado várias posições assumidas pelo também vice do parlamento, recebendo resposta em algumas das vezes.



JOÃO PESTANA E RAÚL PERESTRELO FOTÓGRAFOS IMORTAIS






A fotografia, essa Arte Universal, nunca morre. Nem os seus grandes intérpretes,  como Raúl Perestrelo e João Pestana. Este último em boa hora homenageado pela Câmara Municipal do Funchal. Ali está, realmente, um Homem da Cidade. Tive o grato prazer de trabalhar e conviver bem de perto com ambos. Aqui fica o meu reconhecimento e o elogio como profissionais de grande qualidade e humanismo.
Manuel Nicolau





LOUVORES ABSOLUTAMENTE LOUVÁVEIS


Há louvores e há louvores. Juntamo-nos empenhadamente à homenagem prestada pelas câmaras de Santa Cruz e do Funchal a Paulo Martins e a João Pestana



Há louvores porque sim. Por capricho de quem louva, muitas vezes com a ideia da permuta, ou seja, não te esqueças de depois me louvares também a mim.

Os madeirenses habituaram-se a esse tipo de homenagem artificial, como que por decreto. 
Ora, um louvor não tem de ser atribuído a quem não faz mais do que cumprir a sua obrigação. Um louvor honesto e credível é aquele que se aplica na pessoa de quem foi além do exigível, de quem desinteressadamente, e em benefício do colectivo, deu esforço, sacrifício e saber a que não era obrigado.
Uma Cruz de Guerra não vai para o peito do soldado que se limitou a mostrar botas engraxadas, cabelo cortado, atavio, coordenação na ordem unida, pontaria com a canhota e jeito para a queda na máscara ao primeiro sinal de emboscada inimiga. 
Como se sabe, o critério nesta terreola para atribuição do louvor oficial é por exemplo a passagem à reforma dos figurões que pulularam à volta dos orçamentos públicos, seja em que posto da administração for.
E não nos esqueçamos de que o simples facto de um sujeito ter sido secretário regional ou algo que o valha é garantia de nome de rua ou de nome num estabelecimento público - acreditamos piamente que com a discordância dos próprios homenageados. Apostamos que eles jamais se abalançariam a uma diligência de tal jaez, mesmo admitindo que, entre os felizes contemplados, houvesse alguns que mereciam realmente ser louvados. 
Só que a vulgarização retirou qualquer sentido e significado aos louvores do sr. governo das Angústias.

JOÃO PESTANA fez carreira nos quadros efectivos da Câmara Municipal do Funchal. Ontem, Dia da Cidade, a edilidade que ele serviu rendeu-lhe homenagem. Pelo trabalho que desenvolveu durante décadas. Mas também pela projecção que deu à entidade autárquica numa carreira paralela que os seus tempos livres permitiram - a de fotógrafo artístico.
João Pestana continua a ser uma referência da cidade no mundo da fotografia. As centenas de exposições e os livros de fotografias publicados constituem um inigualável património da nossa capital. Todos nós aprendemos a observar o Funchal através da câmara perspicaz de João Pestana. 
João Pestana passa pelas ruas da sua e nossa cidade naquele estilo inconfundível avivado pelo cachecol vermelho e a cidade sussurra, orgulhosa: ali vai um funchalense notável.
A Câmara Municipal também merece um louvor por esta homenagem em vida do homenageado, sem deixar passar que a iniciativa partiu do CDS-PP. 



PAULO MARTINS nasceu político, político democrata de esquerda. Mandou às urtigas um curso de Medicina porque o bichinho da política se tornou indominável a caminho do 25 de Abril de 74 e já em pleno PREC à madeirense, fase conturbadíssima da História da Madeira mas que se calhar se vai transformando em saudade para quem a viveu.
Paulo Martinho Martins andou nas batalhas do Comércio do Funchal e da UPM, o grande movimento à esquerda que combateu com mais virulência o PPD então em gestação e os separatistas da Flama. Na liderança da FEC (m-l) e da UDP, antecessoras do Bloco de Esquerda, Paulo Martins enfrentou os perigos próprios da época de que alguns dos mais perigosos consistiram em bombas de elevada potência estoiradas na Rua do Castanheiro. Mas a sua luta não sofreu abalo nenhum em nenhum momento. 
Um dos mais distintos deputados na história do parlamentarismo regional, Paulo Martins foi assediado em diversas ocasiões pelo canto da sereia que levou alguns outros à vida tranquila, confortável e farta das maiorias. Mas não renegou as causas que sempre orientaram a sua forma de fazer a política. Paulo sempre foi um líder e não um segundo ou terceiro mordomo. Norteou a sua actividade pelos ditames da democracia na arena e não pelo pragmatismo que arrastou tantos para os camarotes de veludo. 
Nesta fase em que a vida mais uma vez revela quão injusta costuma ser para os Homens de verticalidade inflexível, não podemos deixar de registar a homenagem que partiu, curiosamente, de uma Câmara que não a da capital. Quando a homenagem até deveria partir da própria Assembleia Legislativa da Madeira.
Apoiamos vivamente a decisão municipal de Santa Cruz e do presidente da Câmara Filipe Sousa de atribuir um louvor ao líder e combatente partidário que os madeirenses aprenderam a respeitar com o passar dos anos, independentemente de cores políticas. 

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Imprensa


EXPULSÃO DE CHICO RAMOS
INTRIGA LARANJAL PROFUNDO

A retirada do secretário regional da última página do JM esta quinta-feira cheira a perseguição velada


Domingo


Segunda


Terça


Quarta


Quinta



A surpreendente saída do secretário Jardim Ramos do seu cantinho cativo na última página do JM ameaça ensombrar o ambiente no interior do PPD. Quando se dava por uma conquista definitiva do governante, deixou subitamente de lhe pertencer aquele espaço no canto superior direito da última página, ombreando com a catarse diária do sua excelência, mesmo a lado. 
Há conselheiros regionais que falaram hoje em convocar uma reunião de emergência do conselho a que pertencem, desistindo no entanto da ideia por não se encontrar na Madeira quem escreva antecipadamente as conclusões.
No laranjal profundo, julga-se que o facto de Chico Ramos ter sido corrido da procurada última página do JM configura um estrondoso revés para a candidatura de Cunha e Silva, por abrir espaço a uma espécie de continuidade da penúltima página, reservada às fotografias de Manuel António.
'Fénix' não pode ajudar muito a fazer luz sobre o assunto. Pedimos a Miguel de Sousa um comentário à inesperada situação, mas o candidato em questão, com o seu característico "espero que não me façam falar", remeteu-se ao silêncio a um canto da esplanada do Café Del Mar.
Sérgio Marques também não quis comentar, alegando falta de autorização do conselho de redacção do DN.
Cunha e Silva convidou-nos a repetir o que entendeu como provocação nossa - mais à noite no Penedo do Sono. O Leitor acha que fomos?
Já Manuel António, através de um assessor, fez-nos saber que gostaria de mandar uma ou duas das boas a Chico Ramos, porém estava ocupado a tentar inventar alguma coisa para fazer amanhã.
Quanto a Miguel Albuquerque, a quem procurámos no Bar do Teatro, afinal estava no outro lado da ilha, num arraial popular.
Jaime Ramos foi o único a tomar posição e, curiosamente, em apoio a Jardim Ramos. Do género: já tenho carinhas para meter na última página do Madeira Livre de Setembro, em vez do Blandy e mais maçónicos do costume. Ameaça dirigida aos comissários das Angústias destacados no JM, claro está.
Da Secretaria da Saúde, soubemos que Chico Ramos não encarou bem a perseguição de que começou a ser alvo, com a retirada da foto e das suas declarações da última página do JM. Para não tomar posições a quente, pondera nova viagem ao Brasil.

Madeira Nova


PORTO SANTO LINE EXIGE
ASSINATURA DO FAROLEIRO


Além dos certificados da junta e do patrão, o cidadão porto-santense que queira viajar no 'Lobo' pode apanhar ainda com mais burocracia em cima 


E se fizerem muito ruído passam a entrar
no navio de gravata e sapatos engraxados. 



A empresa liderada pelo nosso patrício Luís Miguel de Sousa ameaça endurecer, se acaso fizerem muito barulho, as medidas previstas para vender passagens mais baratas aos porto-santenses.
Parece que o pessoal não ficou ainda satisfeito com as exigências comprovativas de que o desconto vai mesmo para quem tem direito a ele. Medidas essas que consistem num atestado da junta de freguesia dizendo que o potencial turista local dorme mesmo na pequena ilha e numa declaração da entidade patronal a dizer que o dito-cujo cidadão também lá trabalha.
Ora, já que as pessoas acham pouco, então a Porto Santo Line tem modos de lhes ensinar o que é bom.
De facto, correm nas ruas da bonita ilha raios e coriscos a zurzir as orelhas da diligente companhia de navegação. Protesta-se porque os porto-santenses em crise que tiveram de procurar empregos no exterior, Madeira ou estrangeiro, também deviam ter direito ao subsídio de passagem marítima. Pragueja-se porque as medidas tomadas relativamente ao Porto Santo só servem para rebentar mais com a já falida economia da pequena ilha.
Ai é? Pois então hão-de ver o que é bom para a tosse. Uma fonte bem instalada na PSL garantiu ao 'Fénix' que, de um momento a outro, e até porque a junta de freguesia pode ser tentada a passar atestados consoante a política partidária, a empresa se negará a vender bilhetes mais baratos aos porto-santenses que não apresentem, além dos já exigidos, os seguintes documentos:
- Certificado com assinatura reconhecida do faroleiro do Ilhéu de Cima confirmando que o pretendente à viagem mais barata é pessoa de bem e sem cadastro na Cancela;
- Caderneta militar comprovativa de que ele ou ela não apanhou mais de 3 rapas de cabelo e 2 fins-de-semana à Benfica durante o tempo obrigatório de tropa - e quem não assentou praça está ainda mais tramado: que vá para o Funchal a nado;
- Cartão de sócio do Porto-santense com as quotas pagas até 2016;
- Informação do posto de turismo da ilha atestando que o pretendente a viajante já passou da Serra de Dentro para cima mais de 200 vezes;
- Cartão de militante do PPD com as quotas em condições de permitirem o voto nas internas de Dezembro;
- Cartão da caixa em dia no tocante a vacina contra o tétano e mensalidades da segurança social pagas até Setembro;
- Atestado médico a garantir que o potencial viajante não se dá mal na Travessa, para evitar despesas adicionais em pessoal de limpeza no Lobo Marinho.

Podem os porto-santenses ficar contra nós, porém não podemos deixar de louvar estas medidas. É melhor matar o freguês de uma vez do que o torturar aos bocadinhos até ao suspiro final.


MAIS VALE PREVENIR…


No recanto SE do Jardim Municipal do Funchal, à beira da Avenida Arriaga, destacam-se, pela altura, duas palmeiras-de-leque  (Washingtonia filifera).
Acontece que estas palmeiras, indígenas do México, Califórnia e Arizona, que pertencem a um género criado em homenagem a George Washington, primeiro presidente dos Estados Unidos da América, apresentam sintomas de doença no espique (tronco), bem visíveis nas fotografias com que ilustro este alerta escrito, já que reparos orais são frequentemente levados pelo vento.
Porque mais vale prevenir, do que chorar depois dos acidentes, sugiro à Câmara Municipal do Funchal uma consulta a especialistas em palmeiras, com o objetivo de esclarecer se há ou não risco de colapso. 





Palmeira-de-leque da Califórnia (Washingtonia filifera) - Jardim Municipal do Funchal - 05.08.14

Texto e fotos: Raimundo Quintal

quarta-feira, 20 de agosto de 2014


AAPEF - Trabalhos de Manutenção das Plantações - 23 de Agosto de 2014


Exactamente 4 anos depois do dramático incêndio que desde 13 de Agosto lavrou por alguns dias no maciço montanhoso central da ilha, tendo destruído grande parte do seu coberto vegetal, na passada 6ª feira o fogo devastou o Pico Escalvado, logo abaixo da área de plantação do Pico do Areeiro, onde temos trabalhado desde 2001 para acabar com o deserto de montanha, restaurando o coberto vegetal com espécies autóctones adaptadas às condições naturais daquela altitude.

Nas fotos abaixo pode-se ver a área atingida, que nesta altura era essencialmente coberta por manchas infestantes de giesta. Naturalmente terão sido também afectadas outras espécies, como as urzes, que nesta altura tentariam crescer entre a "asfixia" a que a invasiva giesta as condenou.

Mas, mais grave do que isso, nesta elevação que já evidenciava problemas sérios de desagregação da rocha exposta, numa vertente com declive directo sobre a cabeceira da Ribeira de Santa Luzia, o efeito de termoclastia resultante das elevadas temperaturas da passagem do incêndio terá agravado ainda mais este factor de risco.

Vista desde o Pico do Areeiro​, da vertente virada a nascente, vendo-se o início da Ribeira de Santa Luzia no fundo do vale, onde o incêndio deverá ter começado.


Vista da vertente virada para poente, vendo-se no lado esquerdo a zona de transição para o Pico do Cedro, onde o incêndio foi contido pelos bombeiros.




Tendo em conta os efeitos devastadores dos incêndios e a possibilidade da sua repetição poder-se-ia questionar se valerá a pena persistir no trabalho que realizamos há quase 13 anos nesta zona.

Para nós, tendo em conta a importância da recuperação da cobertura vegetal para a fixação do solo, facilitando a infiltração da água das chuvas e da precipitação de contacto com as nuvens, reduzindo a erosão e os factores de risco associados que cada vez mais têm ameaçado as povoações localizadas abaixo junto às fozes das ribeiras, a resposta é claramente afirmativa.

Para isso é necessário que os cidadãos da ilha se empenhem cada vez mais na defesa deste património natural inestimável, podendo fazê-lo através de trabalho voluntário no programa de actividades desta associação, em acções de plantação e sua manutenção, bem como na produção de plantas no viveiro instalado na Quinta Jardins do Lago.

Assim, este Sábado, 23 de Agosto, a Associação dos Amigos do Parque Ecológico do Funchal realizará mais uma jornada de manutenção das plantações, no Pico do Areeiro e no Campo de Educação Ambiental do Cabeço da Lenha, regando plantas, compondo as caldeiras à sua volta adicionando estilha, de forma a ajudá-las a enfrentar melhor este período de secura intensa até às primeiras chuvas de Outono. Além disso continuaremos o trabalho de remoção e controlo de algumas infestantes, nomeadamente a já referida giesta, carqueja e esteva.

Se deseja participar nesta actividade pode fazer a sua inscrição por e-mail — amigosdoparque@gmail.com — ou através do formulário de inscrição existente no blogue da Associação - http://goo.gl/wGk4rJ - até às 18:00 de 6ª feira.

Também o poderá fazer pelo telefone 291 783 999, quarta e sexta-feira, entre as 16:00 e as 18:00.

Se não puder participar, pode mesmo assim ajudar mantendo-se vigilante perante comportamentos de risco que por vezes suscitam situações graves como o incêndio de 6ª feira passada.



SINO HAVAIANO


Nome científico: Ipomoea beraviensis (Stictocardia beraviensis)
Nome vulgar: Sino-havaiano 
Porte: Trepadeira
Família: Convolvulaceae
Origem: África Tropical 
Local das fotografias: Jardim Botânico Eng. Rui Vieira, Ilha da Madeira

Sino-havaiano (Ipomoea beraviensis) - 17.08.2014

Texto e fotos: Raimundo Quintal

PETIÇÃO PARA UM 'FERRY'
ENTRE A MADEIRA E O CONTINENTE

Sérgio insiste num tema que os madeirenses não devem deixar cair



Se não vivêssemos também nesta esdrúxula tabanca, não acreditaríamos que, mal comparado, vivemos hoje como nos séculos onde havia mais trevas do que luzes.
Nos nossos dias pós-modernos, jazemos pr'aqui sequestrados nas ilhas, sem transporte por navio lá para fora - obra da Madeira Nova, já se vê, e que deveria figurar na exposição dos bonitos trabalhos que eles fizeram em 40 anos para ganhar dinheiro à custa do pagode.
Ora, se hoje falta navio para quem não gosta do avião, nos séculos de antanho os nossos avós não tinham avião para zarpar das ilhotas. Barcos não faltavam, mas avião...
É claro que espanta mais não termos hoje navio do que os vovôs não terem contado com o avião. A passarola do Gusmão transportava pouca gente de cada vez...
Por isso, saudamos a petição posta em rodagem a ver se lá por Lisboa se resolve o nosso problema, já que na Tabanca jurássica os que podiam fazer barulho, como fizeram por tanta coisa, são passageiros frequentes do avião e estão-se nas tintas para quem não tem dinheiro ou receia os 10 mil metros de altitude.
Vejamos do que se trata:


"Transporte marítimo por "ferryboat" entre a Ilha da Madeira e o Continente"

Nova petição, em parceria com Sérgio Marques. 
O documento apresenta-se devidamente estruturado, pensado e fundamentado, inclusive juridicamente. O facto de a petição apresentar um requerimento de uma discussão na Assembleia da República sobre as condições a criar para uma linha de transporte marítimo regular de passageiros entre a Madeira e o Continente é enfatizada pela candidatura do ex-eurodeputado que, no entanto, sublinha a necessidade de atingir um número mínimo de quatro mil assinaturas para garantir esse debate em São Bento.
http://peticaopublica.com/psign.aspx?pi=ferry-para-madeira


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Política


CAMPANHA NA MADEIRA





O Bloco, ao longo dos últimos anos, tem mantido uma acção constante 
junto das populações, ainda que menos visível, por uma diminuta 
cobertura de alguma comunicação social, que lhe é hostil, e por não 
estar no palco parlamentar. Contudo, o BE na Madeira, apesar de todas as 
dificuldades tem mantido a sua Luta pela defesa dos serviços públicos 
essenciais, pelo direito ao trabalho com direitos, contra os roubos nos 
salários, nas pensões e nos subsídios sociais e por mais dignidade para 
todos os madeirenses "empobrecidos à força" por acção das políticas dos 
governos da República e da Região que voltaram a colocar uma canga aos 
ombros do Povo por via da aplicação de programas de austeridade a que 
chamam, eufemisticamente, de 'Programas de Ajustamento'. O nosso 
afastamento do palco parlamentar, e o boicote da comunicação social 
subjugada ao regime político, fascizante, nesta terra, não tem impedido 
que o Bloco continue a sua Luta por uma Autonomia que responda aos reais 
problemas do Povo Madeirense. Tanto é assim, que todos os dias somos 
abordados por muitas pessoas que nos dão alento e dizem, 
insistentemente, que o Bloco faz falta, na Madeira, e também no 
Parlamento de onde fomos arredados nas eleições regionais de 2011.
Esta opinião, que muitos conterrâneos nossos nos transmitem - de que "o 
Bloco faz falta" para defender a Madeira e os madeirenses, para defender 
a Escola Pública, a Saúde acessível a todos, os direitos de quem 
trabalha, aqueles que nada têm, os inúmeros madeirenses que passam fome 
e todos os excluídos -, leva o Bloco a lançar uma campanha de alerta 
para a falta que faz uma Esquerda de combate, de causas e de propostas, 
que não cala nem consente a exploração e o empobrecimento dos 
madeirenses.
Assim, a partir desta segunda-feira irá para a rua, em toda a região, um 
cartaz (disponível para download em 
https://meocloud.pt/link/555ca1e3-d392-4eee-9387-e7d842e88724/Cartaz%20BlocoFazFalta.jpg/
- que poderá ser considerado um cartaz de pré-campanha para os actos 
eleitorais do próximo ano, onde o Bloco tem por objectivo principal o 
seu regresso ao palco parlamentar onde reforçará a sua Luta em defesa 
dos madeirenses -, e que reforça a ideia, que muitas pessoas têm, de que 
"O Bloco Faz Falta!".
Este cartaz vem na sequência de um cartaz que foi lançado há mais de um 
mês com a inscrição "Faz Falta", e que se encontra afixado em vários 
pontos da Madeira.
Podemos estar a menos de um ano de eleições regionais (existem 
candidatos à liderança do partido do poder que já disseram que se 
vencessem as internas pediriam eleições antecipadas) ou, no mínimo, a 
menos de ano e meio. É a altura indicada de lançarmos este slogan ('O 
Bloco Faz Falta!') para ser utilizado nos próximos meses e fazer parte 
de todo o material informativo do BE Madeira, onde sensibilizaremos os 
madeirenses e explicaremos porque é que o Bloco faz falta, apresentando 
propostas para a governação da Madeira. Neste tempo que falta até às 
eleições do ano que vem, elucidaremos os nossos conterrâneos que o Bloco 
é necessário à Democracia na Madeira, mas é muito mais do que isso! O 
Bloco é um partido de Projecto, que não abdica do protesto, mas que está 
preparado para intervir ou influenciar a governação com linhas 
programáticas alternativas à dos partidos do arco da troika (PSD/CDS/PS) 
que nos trouxeram ao descalabro.


(Texto Bloco de Esquerda)

NÃO SÃO BOLAS DE TÉNIS


Jardim Botânico José do Canto
Maclura pomifera

Frutos de Maclura pomifera


Nome científico: Maclura pomifera
Nome vulgar: não se conhece em português; inglês: Osage Orange
Porte: Árvore
                         Família: Moraceae
Origem: Sul dos Estados Unidos da América, desde o Arkansas até ao Texas
Observações: Maclura pomifera é uma das muitas espécies que fazem do Jardim Botânico José do Canto um paraíso para os amantes das plantas. É uma árvore de folha caduca, que no verão produz frutos esféricos, com diâmetro entre os 8 e os 10 cm e uma superfície rugosa brilhante.
Estes frutos não comestíveis, quando espalhados pelo solo parecem bolas de ténis.

Fruto de Maclura pomifera


Texto: Raimundo Quintal
Fotos: Tibério Pacheco

Tribunal


BANIF 'EXECUTA' UNIÃO
EM 80 MIL 'DELES'

O processo foi distribuído na Vara Mista do Funchal. É para executar. Exequente, Banif Mais. Executados: Clube de Futebol União e duas pessoas ligadas à colectividade, Roberto Marote e Jaime Ramos. Valor: 80 mil euros mais uns trocos.

TRIBUNAIS


DIAP ARRANCA DIA 1 DE SETEMBRO
COM AUTONOMIA NO FUNCHAL


Os mentores e os operacionais do regabofe económico-financeiro destes 40 anos, uma vez extintas as imunidades, já sabem onde comparecer à convocatória: aqui, nas traseiras do tribunal, onde funcionava a PJ.



O Departamento de Investigação e Acção Penal dá início aos seus serviços com espaço próprio na Região a partir de Setembro. Uma vez concluídas as tarefas de instalação, os processos de peculato, tráfico de droga e violência doméstica, por exemplo, terão entidade própria para lhes tratar da saúde.
Fazemos votos para que os magistrados e os funcionários judiciais destacados para se concentrarem naquele novo departamento à escala de Madeira disponham, nas antigas dependências da Polícia Judiciária, de condições razoáveis para desempenharem cabalmente as suas funções em defesa da Justiça Pública, já que o estado de coisas até à data, mesmo entrando em campo o DCIAP-Lisboa, deixaram muito a desejar.
Por isto ou por aquilo, aquelas mobilizações ao estilo Cuba Livre vão amarrando, empatando, amolando, até caírem no esquecimento.
E que o DIAP vá ao fundo das questões, convocando à liça os verdadeiros responsáveis e culpados do regime de sátrapa que vampiriza esta desgraçada Região há quase 40 anos.
Não há tempo a perder, porque os cabecilhas estão em vias de perder a imunidade e, de um momento a outro, piram-se para penates.
O dia 1 de Setembro marca também o arranque da Comarca Madeira, na viragem de organograma que inclui a extinção da nortenha - a de São Vicente.
Mãos à obra, senhores do DIAP. A ver se se perde menos tempo com o pilhas galinhas que deu a 'palmada' no Mercado e com processos de liberdade de imprensa criados porque alguém decida chamar ao das Angústias, aliás com total propriedade como se provará brevemente quando acabarem os guarda-costas, fanfarrão e borrabotas.  
Só para deixar o baronato à vontade, recordemos os terrenos criminais onde o DIAP se sente melhor a investigar:
- Branquemanto de capitais
- Corrupção, peculato e participação económica em negócio
- Administração danosa em unidade económica do sector público
- Fraude na obtenção ou desvio de subsídio, subvenção ou crédito
-Infracções económico-financeiras cometidas de forma organizada, com recurso à tecnologia informática.
Em frente, senhores magistrados. Como se vê, pano para mangas não há-de faltar para o desempenho da vossa missão.