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domingo, 17 de novembro de 2013

O que vai na Praça


JARDIM NÃO SE VAI DEMITIR, O POVO É QUE O DISPENSA
Andámos pela Baixa do Funchal a ouvir comentários sobre as últimas declarações do presidente demissionário do governo.
Para não perdermos tempo com pormenores, vamos à síntese das reacções populares: 
Quando Jardim diz que vai abandonar o governo, como fez na Grande Entrevista, mente. O povo é que já o dispensou. Por razões de conveniência. Não cumpriu as ordens superiores do patrão, o povo, ao ser mandatado para governar e não o fazer. Rua! E ainda porque meteu um papel para a reforma, há que anos.
Pois: um caso em tudo similar à saga que terminou com a substituição do director do Desporto, João Santos.

ESCÂNDALO NA NOVA EQUIPA DO DESPORTO
Sexta-feira passada, os nossos K que rondavam a cidade a fim de apanhar em flagrante os espertos preparados para apanhar a Madeira distraída a ver o Portugal-Suécia, detectaram curiosa cena às mesas de uma esplanada da Rua dos Murças. Perto do Visconde.
Nesse final de dia, lá estavam, durante o referido jogo, o secretário da Educação e o futuro director regional do Desporto, acompanhados por algumas colaboradoras da Secretaria. Curiosamente, Jaime Freitas e Rui Anacleto discutiam um com o outro como galos bravos. Um chinfrim que impressionou os nossos K.
Bom começo naquele relacionamento, pensaram os nossos agentes, uma vez que Anacleto ainda nem sequer assumira as funções deixadas por João Santos. Logo classificando a situação de 'escandalosa': os responsáveis do desporto desta terra não assistem a um jogo tão importante como o Portugal-Suécia?
Ainda bem que o chefe das Angústias não lê o 'Fénix', de contrário iam ambos à vida, "por razões de conveniência". Também eles querem marginalizar o desporto profissional, como João Santos?
No intervalo do Portugal-Suécia, ambos os titulares abandonaram a esplanada. Se, por acaso, foram ver a segunda parte, esperamos que não o tenham feito juntos. Do feitio que brigavam um com o outro na esplanada, mesmo sem lances duvidosos... 

VAI DAR NO PORCO
A crise ataca também o jogo clandestino. Se os papelinhos com apostas no burro, borboleta e jacaré, com base na lotaria semanal, consegue sobreviver, já aquele que se fazia de hora a hora ali nos quarteirões das Queimadas está redondamente morto. Pela simples razão de que a GNR, em vez de colaborar como fazia a PSP, que passava nos locais mas com civismo - uma mão lava a outra -, a GNR, dizíamos, não está para contemplações. Uma razia. Andar pela cidade e ter um palpite na dezena ou no 3 ou no 25, é tê-lo e ficar com ele. 
Aos 'bicheiros' resta esperar que os agentes da GNR cansem. Ou que também eles comecem a sonhar com gatos e pavões e queiram tentar fintar a crise.
Entretanto, cuidado com as tentações agora que se vai para a Festa. Se antes dava sempre no porco para os viciados, agora pode chegar aos senhores 'bicheiros'.

DÍVIDAS À CASA DA LUZ
Como já dissemos aqui, há restaurantes que não têm televisão nem telefone, porque... não dá. E há uns que nem pagam a renda ao proprietário do prédio. Ainda há dias, ouvimos este diálogo entre um senhorio e o empresário que explora um restaurante da zona Queimadas-Rua do Bispo.
- Então, sr. X, quando é que arranja um dinheirinho para me pagar alguma coisa das rendas atrasadas? Mesmo que seja poucochinho...
- Oh sr. Y, se não for o senhor a me fechar o negócio, vai ser a Casa da Luz!

MAIS DÍVIDAS À CASA DA LUZ
A EEM já se explicou: o PSD-M deve dinheiro de luz, mas temos um plano de pagamentos para abater a dívida.
Abater a dívida? Sabemos de fonte segura que o que o PSD paga nesse plano é inferior à sua despesa mensal. Portanto, é um plano que continua... a aumentar a dívida.
Se o empresário daquele restaurante que já não tem TV nem telefone e deve dinheiro à EEM tivesse direito a um plano do género...

OS CARROS DA EEM
Já que estamos a tratar de fusíveis e postes de electricidade, deixemos aqui a curiosidade que é certos engenheiros chefes da Casa da Luz deitarem sentido a uma disciplina férrea para o uso dos carros, proibindo que alguém estranho ande ali de rabo tremido - e bem andam ao zelar assim os interesses da casa... - mas quando eles mesmos usam os que lhes estão afectos para levar a família aqui ou ali.
Com uma praça de táxis e uma estação de camionagem ali mesmo perto da Empresa, à mão de semear! 

ZARAGATAS AO ESCURO NO HOSPITAL
Primeiro, disseram-nos que o nosso Amigo Miguel Ferreira também apanhara um 'cheirinho'. Não apurámos se sim ou não. Mas lá que houve traulitada dentro do Hospital, houve. Tal é o mau ambiente que por lá se respira. Por exemplo, uma enfermeira-chefe ou coisa parecida anda a perseguir o pessoal a ver quem é que sai 2 minutos mais cedo para apanhar a camioneta da meia-noite e coisas parecidas. 
Agora que não há dinheiro para fraldas e pensos rápidos, mas há para fardas que hão-de vestir toda a gente lá da casa, aquilo é um clima de vingança que 'chega a dentro'. Há dias, ao escuro lá de uma dependência, fogo, vai disto! Até médicos existem doidos para 'molhar a sopa'.
Não é grave. Ao menos não é preciso ambulância para socorro e tratamento.

BRAZÃO VOLTOU AO LOCAL DO...
Que fazia o antigo secretário regional dos Recursos Humanos e antigo também da Educação no edifício da Junta Geral na semana passada... à hora em que no plenário de governo, dentro das Angústias, 'faziam a folha' ao director do Desporto, João Santos? É que Brazão de Castro entrou precisamente na Secretaria da Educação às 14h40 e aguentou meia hora lá dentro. Normal? Talvez. Mas é que a essa hora estava o plenário a conspirar. E o titular da Secretaria não estava na Secretaria nem no plenário. Estava em Lisboa.
O resultado é que João Santos acabou demitido. Pronto, não tem nada a ver.

'FÉNIX' BARALHA JUNTA GERAL
Continuam os 'paus mandados' ao serviço dos chefes a tentar apanhar algum 'pata rapada' do governo a mandar serviço aqui para a Redacção. Depois de terem isolado suspeitos em salas o dia inteiro e mandado outros para a prateleira, os graúdos pasmam com as notícias em número assustadoramente crescente que publicamos aqui sobre eles. Já mostrámos muito, fora o que temos à espera de provas. Será o bom e o bonito.
Para já... os gritos que 'vai' naquela casa! Inspecção a computadores, escutas telefónicas, revista às impressoras, ameaças. Não estamos a inventar, caro Leitor. A Pide tem saudosistas.
Azar deles. Cá continuamos com as notícias do Jaime Freitas, do Vice, dos chefões lambe-botas... 
Pior: mesmo lá dentro, são cópias desses artigos do 'Fénix' espalhadas às centenas. Uma praga. E nas dependências do governo, anexas, chegam-se a encontrar páginas nossas afixadas, a denunciar as patifarias instaladas numa casa que devia ser de governo, mas não é.
Continuem a espiar os movimentos dos vossos fantasmas.

AVENÇA DE 2.500 QUE SE FOI
A entrada dos franceses na administração do Aeroporto de Santa Catarina já mexeu com muitas situações. A última de que ouvimos falar foi o corte de 2500 euros semanais - semanais, ouviram? - que a ANAM de Duarte Ferreira mandava entregar a um conhecido escritório de advogados, por acaso cheirando a laranja. Em nome de uma tal de avença.
Lá se foram aí uns 10 mil 'deles' por mês...
Vive la France!, uma ova - dirão os 'espoliados'.

MADEIRA LIVRE EMAGRECE
O jornal dirigido por Jaime Ramos, 'Madeira Livre', réplica insular do intelectual JL, acaba de perder quadros da sua redacção. Até 29 de Setembro, os presidentes de Câmara ocupavam cada qual o seu espaço. Dado que falharam ligeiramente as previsões de Jaime e Jardim sobre os 11-0, agora cresce espaço no festejado jornal. 
Para ajudar e encher, metam lá aquela catarse diária do 'Meio Chefe' na última página do JM. E usem à vontade os estenderetes do mesmo autor publicados "na qualidade de colaborador permanente do Jornal da Madeira".

SEPARAÇÃO DE ÁGUAS
Temos recebido queixas sobre uma estação de serviço da periferia do Funchal que anda a meter água... na gasolina. Será da chuva? Da lavagem de carros que se infiltra nos tanques?
Ora, com água na gasolina os carros não obedecem.
Quando puderem, vejam lá isso, porque nós aqui é que pagamos a reacção tipo "&$%###XX"&" dos nossos Leitores.  

FEIRA MARROQUINA

Navios no porto...

Turistas na feira...

Táxis escondidos...


Marrocos...

Agadir...
Saara...



Paulo Cafôfo que não se esqueça da promessa que já fez às pessoas que se lhe têm dirigido: para o ano que vem, não há feiras acampadas na Manuel Arriaga. Tirando a ACIF, está tudo à espera disso: os transeuntes, os velhos que agora só de vez em quando conseguem sentar-se nos bancos da placa central, os bazares tradicionais que vêem os turistas dos barcos passar ao largo, os taxistas que ficam com os seus automóveis camuflados na confusão, fora das vistas dos estrangeiros, enfim.
Vá lá, presidente, o povo precisa de respirar primeiro e não terceiro mundo. Aquelas feiras ficariam às mil maravilhas na Praça do Mar, no Parque de Santa Catarina (sem incomodar sua excelência das Angústias) ou noutro sítio afim.


3 comentários:

Anónimo disse...

parece uma feira de ciganos...de facto, uma cena vergonhosa....

Anónimo disse...

Esta obra de Albuquerque e Rubina Leal é uma vergonha. Ainda querem mandar nisto...

Anónimo disse...

Imaginem Ruby des(LEAL) a ocupar um cargo de relevo. O que não aconteceria? A Madeira seria uma Feira da Ladra para vender umas coisas que sobraram das Juntas de Freguesia. Uns portáteis, etc...