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sábado, 12 de julho de 2014

POLÍTICA LOUCA




SIMPLÍCIO EXPULSO DO PPD-MADEIRA
BEM SENTADO NO CONGRESSO DA ARASD


Isto está tudo grosso?


Um agente infiltrado este sábado no V Congresso da ARASD (autarcas social-democratas da Região), num serviço do 'Fénix' marcado a título de rotina já que dali não se esperava nada de interessante, esse agente acabou por detectar uma situação que o deixou assombrado. Mas não era assombração. Simplício Pestana, recém-expulso do PSD-Madeira, estava ali em carne e osso, todo repimpado na fila de maior destaque do congresso.
Simplício num congresso de laranjas, depois de expulso? Podia lá ser! Mas era. Era e é. A fotografia não é montagem nenhuma, está bem à vista no face dos Arasdes, com a legenda: "Fotos de autarcas de sociais democratas - Madeira".
Na tranquilidade própria da Redacção ao fim-de-semana, também demos um pulo da cadeira de onde seguíamos pela TV os preparativos para nova sova em Scolari, logo ao fim do dia, desta vez às mãos dos holandeses. 
Simplício Pestana o quê?!
Fomos ao face e tirámos a prova real. Como o Leitor pode fazer, pelas reproduções que mostramos aqui, com a devida vénia aos autores lá do Laranjal.
Consultámos um alto mandante social-democrata, entendido nestas coisas, e... Eureka! É capaz de ser isso! 
Pouco depois...
O Simplício é representante da Anafre numa data de aldeias de Portugal, incluindo a Tabanca do Jardim - dissemos ao nosso homem que continua no centro de congressos do PPD-M , palco do congresso. Deve ter sido convidado nessa qualidade.
O nosso agente não encaixou: a Arasd ia convidar um representante para todos os efeitos expulso do seio dos anfitriões, e logo expulso a mando do Meio Chefe? E ele aceitava um convite dos que o expulsaram? E o crachá laranja que tem ao pescoço, como os autarcas congressistas presentes, é de convidado?
Estuporámos. Homem, você é que está no local do crime, salvo seja, e faz-nos perguntas para aqui? Desfaça essas dúvidas onde está, que é o lugar certo, e depois explique-nos o significado correcto da infiltração do Simplício! Daqui a nada temos comentadores anónimos em pulgas para o ataque.
O agente atreveu-se a insistir: E se ele ia ao MadeiraShopping e por lapso acabou aqui dentro?
Não podemos reproduzir a resposta que demos ao nosso homem. E ficou assim. Vamos ver se há respostas. Mas este agente não é dos melhores, tem um pavor de ser identificado como espião do 'Fénix' no meio da maralha laranja e nem sequer nos merece uma confiança por aí além porque já o vimos tagarelar com um funcionário de Jaime Ramos, às tantas não é tão cedo que completamos a informação. 
Até essa altura.



O congresso parece normal. Bruno Pereira na fila da frente, concentrado...

João Rodrigues e Atouguia também...

O nosso Amigo Higino Teles a ver a hora de voltar a Câmara de Lobos...


O presidente chavelha Pedro Coelho a vender o seu peixinho, com moção e tudo...
...E Simplício ali na primeira fila, sem indício nenhum de que está expulso do partido! Mesmo que seja em representação da Anafre, bem...

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Delfins


APOIANTES DO CONCELHO DE SANTA CRUZ
EM PESO NA CAMACHA COM CUNHA E SILVA 




Bem temos apanhado no confessionários dos comentários pelo facto de não termos ainda feito referência a um jantar de apoiantes santacruzenses de João Cunha e Silva ontem na fresca e florida Camacha.
Realmente, houve jantar de campanha partidária. E muito concorrido. Encheu a sala principal do castiço 'Café Relógio'. 
João Cunha e Silva esteve presente, como é natural. Foi saltar da sede de campanha na Rua do Castanheiro, assim que terminou a apresentação dos seus mandatários jovens, e Camacha com ele. 
O vice do governo e Delfim no processo de sucessão falou das suas ideias para o Partido Social Democrata perante uma extensa plateia constituída maioritariamente por militantes laranja de todo o concelho de Santa Cruz e de todas as faixas etárias.
Os operacionais cunhistas rejubilaram com o êxito - daí as reclamações pela ausência do relato no 'Fénix'. Cá está ele, com os escassos elementos que arranjámos.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Delfins


CASA CHEIA NA APRESENTAÇÃO
DOS MANDATÁRIOS JOVENS
DE JOÃO CUNHA E SILVA




Além da mandatária regional - a eurodeputada Cláudia Monteiro de Aguiar -, há um operacional jovem por concelho madeirense na candidatura de João Cunha e Silva.
A saber:
Funchal - Carolina Silva
Câmara de Lobos - Luís Teles
Ribeira Brava - Hélder Gomes
Ponta do Sol - Sandra Teixeira
Calheta - Susana Silva 
Porto Moniz - Andreina Delgado
São Vicente - Ermelinda Sena
Santana - Sandra Martins 
Machico - Helena Gouveia
Santa Cruz - Oto Gouveia
Porto Santo - Joana Silva


Gente nova não falta para tomar parte na corrida que há-de acelerar dentro em pouco. Assim como a sessão de apresentação de mandatários, esta tarde, também registou uma enchente, como se pode ver nas fotos e como já é hábito nas realizações cunhistas.






NEM NOS ALINHAMENTOS ACERTAM




Nas obras de recanalização dos troços finais das ribeiras de João Gomes e Santa Luzia, que permitirão pescar tainhas no Mercado dos Lavradores, esqueceram-se de alinhar as muralhas de betão da Madeira Nova pelos velhos pilares de cantaria basáltica da Madeira Velha.

Para memória futura, aqui ficam os registos fotográficos, reveladores do respeito do governo regional pelo património histórico.



01 - Ribeira de João Gomes - 09.07.14


02 - Ribeira de João Gomes - 09.07.14


03 - Ribeira de João Gomes - 09.07.14


04 - Ribeira de Santa Luzia - 09.07.14


05 - Ribeira de Santa Luzia - 09.07.14


06 - Ribeira de Santa Luzia - 09.07.14

Texto e Fotos:
Raimundo Quintal

IGLÉSIAS VAI METER CÂMARA NOS EIXOS





Na defesa dos funchalenses, o candidato à concelhia socialista promete combate ao governo, mas também à autarquia onde é chefe de gabinete. A bagunça coligacionista é para acabar.


É verdade que Paulo Cafôfo esteve ontem na apresentação da candidatura de Miguel Iglésias à concelhia funchalense do PS. Mas nem por isso pode o presidente da Câmara da capital dormir descansado julgando que terá um futuro tranquilo se acaso o candidato em apreço ganhar o órgão socialista em disputa.
Dentro da família do 'punho fechado' perpassa a ideia de que Miguel Iglésias tenciona ser reivindicativo na defesa da população do Funchal - e onde o deve ser mais se não na autarquia governada pela 'Mudança'?!
O possível presidente da comissão política do PS-Funchal até avisou ontem que dinamizará a democracia participativa colocando a concelhia do partido no debate da participação directa em perspectiva na Câmara e nas juntas de freguesia.
Grande quebra-cabeças para Paulo Cafôfo, que, enquanto independente, esteve na 'cerimónia' de apresentação da candidatura não se percebe bem por que cargas de água. Iglésias, na defesa intransigente dos funchalenses, há-de ser bastante reivindicativo perante o governo regional, mas também no trato com a autarquia. Quando estiver em serviço profissional, a fazer de chefe de gabinete de Cafôfo, pede desculpa das exigências, mas tirando isso, força, caso ganhe.
E pode ganhar. O ideólogo da campanha da 'Mudança' nas autárquicas de 2013 não é funchalense, nem sequer madeirense, e dizem os entendidos que 'quem está fora de campo consegue ler melhor o jogo'.
PS (post scriptum e não outra coisa qualquer) - Iglésias vai ter mandatário e tudo, Maximiano Martins. Coisa fina para uma concelhia. Não sabemos se depois apresentará mandatários idosos, mandatários licenciados, mandatários trolhas, claque feminina de mandatárias e por aí adiante. Por que não? Cunha e Silva, por exemplo, já apresentou mandatários e hoje volta a atacar com outra apresentação de mandatários jovens. Seguem-se os mandatários com idades entre os 34 e os 52.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

MADEIRA AO VIVO


AVENIDA DO MAR COMERCIAL
TEM CONDIÇÕES PARA FECHAR
TODO O FUNCHAL CADUCO

Esta zona marginal vai regurgitar de comércio quando se chegar às 'internas' no PPD. O governo só tem de aplicar a estratégia e a experiência dos restaurantes das sociedades de desenvolvimento, das marinas e dos fóruns.  

Daqui a meia dúzia de meses, isto é que vai ser comércio no antigo calhau! Com sorte, consegue-se fechar o resto das desactualizadas lojas que agonizam na capital.

Vamos fazer mais este comentário sobre as posições que o vice-presidente do governo vem tornando públicas ultimamente e depois seguimos para intervalo, antes que nos acusem de perseguição àquele nosso Amigo pessoal.
Agora é a novidade espantosa de que pretendem transformar a Avenida do Mar numa zona comercial a sério, até ao final do ano - já que é em Dezembro que se realizam as eleições internas no PPD-Madeira. Perdão, é em Dezembro que terminam as obras no aterro e arredores. 
Bem: metade do comércio funchalense faliu nos últimos 2 ou 3 anos. Metade das ruas da capital são hoje vielas fantasmas de um qualquer arrabalde latino-americano. Prevê-se que, dinamizando uma faixa comercial mais abaixo, na marginal, os cérebros da governação consigam fechar o resto das lojas, restaurantes e cafés funchalenses, para o que aliás não falta muito, graças à política desenvolvimentista do outro. 
Só é pena tal medida não atingir as catacumbas da Junta Geral, onde são paridas ideias como a presente. Se fechassem as secretarias regionais todas, aí sim, valia a pena o aborto ribeirinho a inaugurar em Dezembro, por altura das eleições internas no Laranjal - perdão, por alturas da noite do mercado.
Era isto. Prometemos não 'pegar' com a Vice-Presidência durante uns dias. Até porque nós é que podemos estar a ser burros, sem ofensa aos simpáticos quadrúpedes. Os responsáveis municipais funchalenses de outrora e de hoje nunca se explicaram bem quanto à sua luta contra a desertificação da capital. O governo pode querer ajudar povoando a cidade de fantasmas, a juntar aos que já cá vagueiam. 

DELFINS



ALBUQUERQUE EM TERRENO ALHEIO




...Alheio do ponto de vista geográfico. Porque Miguel Albuquerque parece dar-se bem até nos redutos ocidentais, onde é suposto imperarem Cunha e Silva e Manuel António.
Sábado foi isso: um convívio muito animado na Ponta do Sol, mas mais precisamente nos Canhas, freguesia natal de outro Delfim, Manuel António.
Houve perguntas e respostas, troca de piadas, enfim, o habitual nestes convívios de pré-campanha para as 'internas' do PPD.
Esperemos que o porco assado tenha agradado aos convivas.
Já agora, convinha o homem do Ambiente precaver-se até nos seus hipotéticos domínios. Porque a retirar os 3 cêntimos dados o ano passado aos produtores e fazendo a festa da banana distante do habitual e num terreno que até há pouco estava interdito por razões de segurança... desse feitio pode muito bem perder terreno mesmo em casa.
Vamos a ver se o presidente da Câmara e o candidato MAC se organizam quando jogam em casa. Já parecem o Marcelo e o David Luís daquela desastrada selecção canarinho.

terça-feira, 8 de julho de 2014

MUNDIAL


FUTEBOL É...


...11 gatos contra 11 ratos e depois de 90 minutos a jogar ao gato e ao rato ganham os alemães



Vejamos o massacre pela positiva: podiam ter sido uns 12 ou 13 e só foram 7; e depois a barracada de Portugal diante dos germânicos sai relativizada perante aquilo que se passou hoje no Mineirão.

DELFINS


MIGUEL DE SOUSA DESMENTE JARDIM



Aquele candidato à liderança do PPD-M, no esclarecimento que se segue, lembra que, ao contrário do que o seu chefe declarou na comissão política de ontem, falou da inoportunidade de um projecto de revisão constitucional naquele mesmo órgão laranja. E mais, Miguel de Sousa lamenta que nenhum membro da comissão tivesse avivado a memória de Jardim em plena reunião, quando se falou na questão. Vamos ao texto que nos foi enviado pela candidatura miguelista, "Pela Madeira".

"Não é verdade que eu não tenha contestado, em reunião da Comissão Política do PSD-M, a oportunidade de apresentação de uma proposta de revisão constitucional pelo PSD-M na Assembleia da República.
Na reunião da Comissão Política que abordou o assunto, tive oportunidade de afirmar não concordar com a apresentação desta proposta de revisão constitucional já que não há ambiente político nacional para que uma iniciativa dessa natureza e importância seja aprovada. Para mais, irá fazer com que durante cinco anos não possamos voltar a repetir a apresentação de uma nova proposta, o que fará prejudicar a indispensável e próxima negociação global entre a Madeira e o Estado.
A revisão constitucional para a autonomia da Madeira é fundamental, havendo necessidade de um acordo regional que proporcione e provoque uma suficiente maioria nacional. Esta falta de oportunidade é assim, em meu entender, prejudicial ao interesse da Madeira.
Para além de tudo isto, a não especialização da proposta do PSD-M aos temas cruciais para a Madeira irá desviar a atenção da matéria essencial, exactamente o que se devia evitar. Uma oportunidade que se perde em concentrar a discussão política na desejada e indispensável autonomia fiscal.
Lamento que, na reunião de ontem, nenhum membro da Comissão Política tenha recordado o seu presidente dessa minha intervenção. Bem como do presidente ter concluído que concordavam todos com excepção minha.
Aliás, hoje mesmo de manhã, tive oportunidade de confirmar com membros da Comissão Política essa minha declaração inequívoca.
No Conselho Regional de 9 de Novembro de 2013 fiz intervenção em que referi : "Tenho dúvidas em que esta seja a melhor altura para introduzir e negociar uma revisão da Constituição".
No dia 20 de Março de 2014, da apresentação do meu programa de candidatura à liderança do PSD-M consta que não concordo com a oportunidade dessa revisão constitucional.
No domingo seguinte, 23 de Março passado, em publicidade no Diário de Notícias, o meu programa transcreve essa minha oposição. O Jornal da Madeira não transcreveu por se ter recusado a publicar o referido programa como publicidade paga. Nem como simples informação.
Registo que, desde a minha discordância inicial até à apresentação da proposta na Assembleia da República, decorreu quase um ano, nada favorável às pretensões regionais.
Miguel de Sousa"



Para igualdade de tratamento das duas partes, publicamos as declarações de Jardim na coluna (JM de hoje) que deu origem ao desmentido de Miguel de Sousa.





IMPRENSA


À ATENÇÃO DOS RESPONSÁVEIS
EDITORIAIS DO NOSSO JM

Aqui vai a prova do que dizemos, para o caso de os chefes ainda não terem visto o JM de hoje.

Andávamos há mais tempo para esta chamada de atenção, mas esperámos a ver se não se trataria de distracção passageira. Não é distracção. Já são vezes a mais - praticamente todos os dias.
Pareceu-nos ter lido, senhores responsáveis editoriais do gratuito, que o vosso respeitável jornal não faria cobertura nenhuma das eleições internas no PPD-Madeira, vosso partido-patrão. Acontece que os senhores, se acaso só controlam o seu jornal até à página das ocorrências, a nosso ver deviam fazer revisão até à última página. Não estão a ganhar assim tão miseravelmente que deixem o trabalho a meio.
É que se tornou hábito vermos os textos do vosso super-chefe, na última página, vilipendiar os Delfins empenhados na corrida, quase todos eles. Ora, se o jornal quer continuar como farol da credibilidade na comunicação social da Madeira e subúrbios, assim não pode ser.
Mais grave ainda, porque vos põe directamente em xeque: ainda hoje, sai outro artigo não assinado, também na derradeira página, para carregar sobre Sérgio Marques.
Se o critério mudou, avisem os leitores, por favor. Mas não interpretem isto como qualquer tentativa de pressão ou limitação da liberdade de imprensa - porque sabemos que nessa casa são coisas que não entram e seria trabalho perdido.

Delírios da Madeira Nova


A TODOS UM BOM NATAL

Depois de 5 anos de fossada na capital, a governança oferece-nos um chiqueiro no sapatinho



O JM conta que o vice do governo regional confirmou ontem a conclusão das obras na baixa funchalense para antes do final do ano. Com a curiosa observação de que a "imagem renovada" em questão será prenda de natal para madeirenses e visitantes.
A ver se estamos a perceber correctamente a filosofia de João Cunha e Silva, propagandeada nas ondas da rádio lá da casa, instalada na ExpoMadeira. 
No ver daquele Delfim, a baixa da capital apresentar-se de cara nova para os dias da Festa "é uma boa prenda de Natal", que, complementamos nós o povo, nos bafeja depois de quase 5 anos de fossada na zona marginal, de ponta a ponta da cidade. Andamos desde Fevereiro de 2010 a comer com ruído e poeira. Avenidas, ruas e plataformas em cacos como um campo de batalha recente. Apatanhamos, salvo seja, aquele chiqueiro ao longo de um lustro - que já ninguém aguenta mais. 
Acresce que ficaremos com uma baía descaracterizada, sem nada que ver com um esplendoroso quadro conhecido em todo o mundo. O calhau que era marca do Funchal ficará soterrado por cimento e mastros de iate, cenário igual ao de Vilamoura, Portimão, Las Palmas, essa gaita toda por aí além. 
Mais interessante: este crime paisagístico só foi praticado por mero capricho do de lá de cima, para contrariar os ambientalistas e porque isto é tudo dele.
Se percebemos bem, João Cunha e Silva foi ao stand radiofónico na ExpoMadeira dizer que acabarem com aquele chiqueiro, depois do que estamos a padecer vai para 5 anos, ainda é "uma boa prenda de natal", que evidentemente devemos agradecer de espinha vergada perante o sua excelência chefe dele.
Se estamos a perceber bem, fiquem os cavalheiros com a prenda - e só é pena que não possamos exigir a devolução da baía como era antes. Fiquem lá com essa caca de presente e "a todos um bom natal".

segunda-feira, 7 de julho de 2014


Lição do bom português

Pedem-nos para informar em que concelho é que não houve novidade nenhuma. Francamente, não estamos a ver...


MADEIRA AO VIVO


MIGUEL DE SOUSA AO TRABALHO

Pusemos um imitador da voz de Jardim a falar com Delfins, barões do Laranjal e adversários do PPD. Conclusão: todos vão sentir a falta daquela voz, se o veterano político, por absurdo, não se recandidatar


O mais antigo Delfim apanhado na Feira do Gado. Os outros pretendentes que continuem na caminha ao domingo de manhã, em vez de treinarem para a guerra dos adros.


O candidato à liderança do PPD-Madeira Miguel de Sousa não brinca em serviço e aproveitou a Feira do Gado neste domingo para subir à Santa e fazer a sua pré-campanha. Dos outros Delfins não soubemos que tenham aparecido no concorrido arraial. Manuel António andou pelas Áfricas e se já regressou pode ter ficado a descansar do percurso. Miguel Albuquerque esteve a ser entrevistado na TSF e apanhámo-lo à saída por telemóvel, com uma partidinha que constou de um amigo nosso, perfeito imitador da voz de Jardim, a convocá-lo para um encontro nas Angústias.
Depois, Miguel diria: "Eu estava a tentar ver se tinha dito alguma coisa na entrevista de que ele não tivesse gostado..."
Tentámos fazer o mesmo com João Cunha e Silva, que porém tinha o telemóvel desligado. Domingo é dia do mestre e do Delfim Vice. Sérgio Marques não atendeu o nosso 'Alberto João'. Emanuel Câmara também não, devia estar na Feira do Gado bem acompanhado como tem andado ultimamente, nem mais nem menos do que o verdadeiro chefe do Laranjal. Zé Pedro Pereira atendeu, mas não se entendia uma palavra do que dizia - isto era talvez meio-dia, depois de uma noitada de sábado para domingo, compreende-se. 
Quem achou piada à mesma partidinha foram José Manuel Coelho, chefe do PTP, Filipe Malheiro, Armando Abreu, José Prada, Rui Martins (cunhado do político imitado) e Marco Cabral. 
Não conseguimos 'intimidar' Victor Freitas, porque na ocasião conduzia o seu carro na subida para a Santa e deixou o nosso 'presidente' a falar sozinho - o que aliás não é novidade.
Mas 'apanhámos' Miguel de Sousa, que pusemos a falar ao telemóvel com 'Alberto João' assim que soubemos da sua presença na Santa - para baralhar.
Moral da história, não há quem não ache piada no discurso do nosso 'Jardim', quanto mais no discurso do Jardim verdadeiro.





sábado, 5 de julho de 2014

DELFINS


MIGUEL ALBUQUERQUE
PREGOU-NOS UM SUSTO



Logo a começar um fim-de-semana, que é quando aliviamos a carga de trabalhos com este espaço, por acaso incómodo e indigesto para certa intelectualidade, arregalámos os olhos diante da prédica debitada por Albuquerque. Lá vem este também dar-nos maçada logo hoje, pensámos.
A propósito dos "argumentos de um ignorante político" - o Leitor que adivinhe quem é esse ignorante -, o destaque em maiúsculas do artigo no DN assinado por aquele Delfim é uma cativante ária em louvor do regime de limitação de mandatos, no campo dos cargos políticos.
Ora, temos isso p'raí, mas seria uma canseira revolver papelada aos montes em busca de artigalhos do nosso Amigo quando ele fazia coro com seu patrão real rogando pragas aos assassinos da vontade democrática exactamente nessa velha questão da limitação de mandatos. Ambos - ele e o patrão - diziam que impedir o eleitorado de meter nos cargos quem bem entendesse e as vezes que entendesse, a pretexto de uma redutora limitação de mandatos, não passava de uma violência sobre os princípios de cada um. Que tal procedimento não era democracia. O que nos causava impressão: e a democracia dos Estados Unidos? E em Portugal o regime de eleição para PR não é democrático, por não admitir mais de dois mandatos consecutivos em Belém? E...?
Hei-de encontrar quando não for preciso, mas de momento não tenho localizado artigo nenhum com essas posições musculadas de Albuquerque, embora tenha a certeza absolutíssima de que existem aqui no arquivo particular. 
Em todo o caso, saltando umas linhas pelo artigo de hoje abaixo, dou com a reconfortante posição: "Reconheço que nem sempre pensei dessa maneira"...
Uf! Poupa-me trabalho.
Miguel Albuquerque, antes que lhe descubram a contradição, avança ter mudado de opinião. O que não tem mal nenhum, pelo contrário. Andando e aprendendo. Julgaríamos haver ensandecido se lêssemos de há 5 ou 6 anos para trás um naco de prosa assinado por Albuquerque parecido com o que escreve hoje, a saber: "Os cidadãos já investidos em cargos e especialmente os que ocupam os lugares há muito tempo, munidos do apoio dos aparelhos poderosos de persuasão e propaganda dos partidos políticos tradicionais, gozam de uma vantagem evidente relativamente a todos os outros cidadãos que pretendam ser eleitos."
Primeiro, recordemos que Albuquerque "ocupou cargos" durante muito tempo - quase 20 anos na presidência da Câmara do Funchal. Segundo, aleluia, que o "candidato a candidato", como diz o outro, percebe agora o que padeceram os seus adversários da oposição durante perto de 4 décadas.
Não vem mal nenhum ao mundo quando uma pessoa muda de ideias, dizíamos. Albuquerque não encontrava estranheza na eternização dos mandatos quando, por acaso, era um dos titulares. Entende ser um risco deixar perpetuar alguém nos mandatos, agora que, por acaso, não é titular. Muito bem. O único senão é uma pessoa ficar a pensar com os seus botões: e se ele, caso um dia chegue a mandar no partido e na Madeira, tornar a mudar de opinião, achando outra vez que a vontade popular favorável à eternização dos líderes deve ser respeitada? Será questão de confessar inocentemente: "Reconheço que nem sempre pensei desta maneira..."

sexta-feira, 4 de julho de 2014

VÍRUS LETAL


Analise o Leitor com atenção este aviso que nos chegou:


"Pelo teu computador e pelo meu, faz circular este aviso para os teus amigos
e contactos familiares!
 
Nos próximos dias estejam atentos: não abram qualquer mensagem que contenha um arquivo anexo chamado:
 
"Atualização do Windows live" independentemente de quem te enviar.

É um vírus que queima todo o disco rígido. Este vírus virá de uma pessoa conhecida que tem a tua lista de endereços.
É por isso que deves enviar esta mensagem a todos os teus contatos.

Se receberes alguma mensagem com o anexo"Windows Live Update",mesmo que seja enviado por um amigo, não o abras e desliga imediatamente o teu computador.

Este é o pior vírus anunciado pela CNN, e foi classificado pela Microsoft como o vírus mais destrutivo que já existiu.

Este vírus foi descoberto ontem pela McAfee.

Não há possibilidade de reparação para este tipo de vírus.

Ele simplesmente destrói o Sector Zero do disco rígido.

Lembra-te: se enviares esta informação aos teus contactos, vais proteger-nos a todos."
  

Vida Municipal


MENEZES ANUNCIA PACTO COM ROBERTO

Deputados municipais do Porto Santo perplexos














O socialista Filipe Menezes, presidente da Câmara do Porto Santo, espantou os membros da Assembleia Municipal da ilha com a novidade de que estabeleceu com o social-democrata Roberto Silva um pacto político em nome dos interesses do concelho.
Os deputados municipais, reunidos esta manhã, pasmaram com a inesperada informação. Mas o facto é que Menezes não se absteve de a complementar com uns bizarros elogios à postura de Roberto pelas ajudas que o mesmo Menezes dele terá recebido nos últimos dias.
Conhecidas as divergências entre os dois adversários políticos, trata-se realmente de uma surpresa - tanto assim que o antigo presidente da Câmara e actual deputado social-democrata já terá desmentido esse pacto de que falou Menezes.
A novidade foi apresentada na sessão da manhã da Assembleia Municipal, interrompida nesta altura para almoço. Esperam-se desenvolvimentos agora na parte da tarde. Ou se prova que se trata de um equívoco parecido às trapalhadas que têm marcado a governação municipal no Porto Santo neste consulado socialista ou então o pacto é coisa séria, e então será caso para dizermos todos que percebemos cada vez menos de política, a começar pelas cúpulas regionais dos dois partidos envolvidos - PS e PPD.

Madeira Nova


EI! O CASTELO É NOSSO! VIVAAAA! 

Podemos exigir aos castelhanos que assumam os custos da manutenção da fortaleza. Os Filipes é que fizeram aquilo. 

Desobstruam trombetas, examinem guias dos foguetes, afinem gargantas. No dia 11 deste mês, veremos consagrada uma vitória há muito procurada pelo sua excelência e, conseguintemente, por todos os madeirenses que não sejam inimigos da autonomia e dos autonomistas social-democratas: o jugo colonialista capitulou e a centralista Lisboa vai entregar o castelo do Pico à vencedora tropa laranja.
Afinem a fanfarra como deve ser porque vem aí o sr. ministro e tudo. O titular da Defesa vem ajoelhar e depositar nas santificadas e gorduchas mãos do Rei da Tabanca a chave da tão ambicionada fortaleza.
Aguarda-nos um dia importante que ficará gravado a ouro - como é mister dizer-se em ocasiões solenes - na épica História da Madeira Nova. Embora o ressabiamento doentio de alguns vá inevitavelmente tentar deslustrar o feito heróico do sua excelência - é fatal.
Parece já estarmos a ouvir os eternos descontentes a observar que, apesar de a Fortaleza passar a propriedade madeirense, a fome, o desemprego e a falência comercial do Funchal e zonas rurais não abrandará. Que tão pouco serão colmatadas as crateras financeiras para onde a desvairada governação laranja fez despenhar as finanças regionais.
Mais do mesmo.
Apelamos para a compreensão das nossas autoridades regionais que nos conseguem fortalezas assim com tanta mestria: dêem muitos foguetes para que durante um bocado não se ouçam barrigas a dar horas nem lamentos de desempregados e clientes da sopa do Cardoso. Para calar a má-língua.
Ah, e peçam desde já que os custos de manutenção do castelo fiquem a cargo do Estado. Como sua excelência diz agora relativamente à Saúde e à Educação. Ou então que sejam os espanhóis a entrar com a despesa. Por razões históricas.
Se não for exigir muito, facultem-nos um autógrafo do ministro Aguiar Branco. 
Se não fosse abusar, pediríamos igualmente que, à primeira oportunidade, pegassem na fortaleza e a levassem para a Rua dos Netos, para ficar junto da sede das malucas. Elas merecem.
Última nota: quando virmos o grande Palácio do Ireneu passar finalmente para mãos dignas, serão 3 meses de arraial.

quinta-feira, 3 de julho de 2014


AAPEF - Percurso Pedestre: 

Casa Florestal do Fanal - Fio - Vereda da Cavaca - Chão da Ribeira 

- 5 de Julho de 2014



No próximo sábado, 5 de Julho, a Associação dos Amigos do Parque Ecológico do Funchal vai realizar um percurso pedestre de sensibilização pela natureza.

O percurso terá o seguinte itinerário: Casa Florestal do Fanal - Fio - Vereda da Cavaca - Chão da Ribeira; distância - 8 km; grau 2 de dificuldade, numa escala de 1 a 3.

Caso esteja interessado em participar nesta actividade deverá fazer a sua inscrição por e-mail — 
amigosdoparque@gmail.com — ou através do formulário de inscrição no blogue da Associação - http://goo.gl/wGk4rJ - até às 17:00 de 6ª feira (04.07.14).

Também o poderá fazer pelo telefone 291 783 999, sexta-feira, das 16:00 às 17:00.

                A inscrição só será válida após a confirmação por parte da Associação.

O MITO DO 'DEVE E HAVER'

O homem decreta que o 'deve e haver' derrubou um mito - que não existe - e está decretado. 

O 'deve e haver' fez cair o mito, diz ele. Ou melhor, decreta ele. O homem diz que o Estado é que deve à Madeira e está decretado pelo sua excelência que, assim, caiu por terra uma tal mania de que a Madeira vive à custa do Continente.
Ora, o que o sua excelência está a tentar fazer é criar o mito de que o seu reinado desgovernou à louca só com dinheiros gerados na Região. Quando não foi assim, evidentemente. E tenta criar o mito de que existe a ideia de que a Madeira sempre viveu às custas do Estado.
Mas quem disse que a Madeira viveu 5 séculos à custa do Continente? Ninguém. O homem é que mistura alhos com bugalhos para confundir a opinião pública e a História. Nunca alguém poderia dizer semelhante patachada. Todos sabem que foi ao contrário: a Madeira é que financiou grandes obras no rectângulo, prescindindo das suas por imposição centralista.
Basta dizer que os balúrdios gerados no porto e na alfândega, mais os impostos comerciais do vinho e do açúcar, eram sugados pelo erário e geridos pelos crânios instalados na capital do Império.
Resultado: só tivemos um molhe na Pontinha depois de muitas tragédias navais ali na babuginha. E nem pensar em deitar blocos ali antes de Leixões e quejandos. Mais: no princípio do século XX, quando o país estava todo ligado por estrada que facilmente se adaptou quando do advento do automóvel, os nossos antepassados ilhéus nem tinham um caminho de cabras do Funchal a Câmara de Lobos. A escabrosa estrada mal passava da Praia Formosa. No total da ilha, não havia 20 km de caminho
Sim, os nossos dinheiros iam integralmente para os senhores de Lisboa. Pelo que não passava pela cabeça de ninguém perdigotar a denúncia de que a Madeira vivia do Continente, ou m... semelhante. Essa de a Madeira viver do Continente nasceu com a Madeira Nova do Jardim. Porque, para tentar abafar o ruído produzido no Laranjal insular, os alfacinhas resolveram ir mandando umas coroas para cá, juntando-se assim aos rios de dinheiro despachados de Bruxelas para o Funchal.
Apesar desse dinheiro todo, mestre Jardim meteu a Madeira no buraco financeiro onde jaz actualmente. Então, para disfarçar o trágico desmontar da feira jardineirista, vem mandar m... para a ventoinha com essa do 'deve e haver' - usando e abusando dos sacrifícios dos nossos antepassados. 
E agora vem dizer que faltava meter as despesas com a Educação e a Saúde nestes 40 anos, porque isso 'era competência do Estado'. Isto é: ele regionalizou esses sectores vitais, na obsessão de ser ele a mandar, a c... ordens, a trancar da sua mão a chave do tal sítio, mandar em professores, mandar em médicos, enfim, mandar. E agora, que mandou e desgraçou ambos os sectores, vem passar a factura ao Estado, dizendo que falta meter isso. Falta meter é a enormidade dos 130 milhões de contos - moeda antiga - que o Guterres perdoou à rebalderia jardineirista, capitulando vergonhosamente numa ajuda financeira que valeu ao Rei da Tabanca mais 15 anos de exibicionismo nas Angústias e consequente prolongamento do tempo da repressão em cima dos camaradas madeirenses do mesmo Guterres.
O sua excelência que vá chamar burro a outros. 
Ao dizer que 'caiu um mito', ele pretende criar um mito. Mas o despertar dos madeirenses para a realidade está a ser tão doloroso que ninguém tem disposição para aturar os mitos do Jardim mais os seus guarda-sátrapas - um e outros com um risonho futuro pela frente.



LENA SANTOS: EXPOSIÇÃO INAUGURADA ESTA SEXTA-FEIRA

Peças para todos os gostos. Não falte!


quarta-feira, 2 de julho de 2014

DIA DA REGIÃO


COMÍCIO DECADENTE COMO A AUTONOMIA

Chefe quer descobrir o sabotador que arranjou aquela 'bonita' mobilização na Ribeira Brava

Um, dois, três, quatro... Irra, parece um comício do PAN, salvo seja.

Decidimos nada escrever sobre mais um Dia da Região comemorado em atmosfera decadente e deprimente. Mas há um protesto que não devemos evitar.
Oferecemos atempadamente um anúncio à organização laranja do comício na Ribeira Brava, marcado para o fim da tarde do feriado. Com um apelo para o povo: se o homem, Rei da Tabanca, gosta de se ouvir com auditório pela frente, deixá-lo. Toca então a comparecer na Ribeira Brava. É só mais esta vontadinha.
Qual quê!
A fotografia do Jornal não consegue enganar ninguém. Fiasco dos fiascos, aquele comício!
Não fosse a malta da Jota a chegar-se àquela vila, o chefe teria de falar para o fantasma do Visconde. 
Diabos, então nem os 4 concelhos onde o homem ganhou autarquias querem já ouvi-lo?
Pior ainda: algum engraçadinho resolveu mandar um buzinão do miradouro sobranceiro para cima da vila, conseguindo irritar o falastrão.
...A ponto de o chefe desconfiar se a organização do comício quis brincar com ele, sabotando a concentração (concentração... pois, pois).
Alguém já está no terreno para investigar os responsáveis pela frustrada mobilização de gente.
Está tudo a mudar. Já não há respeito. Comício chocho. Como a autonomia do Jardim e dos "social-democratas madeirenses".
Não é dar azar, mas o 'Chão da Lagoa' promete...


TELEVISÃO


Alguém consegue explicar isto?

LUÍS MIGUEL FRANÇA SAIU
DOS QUADROS DA RTP-MADEIRA!


A RTP dedica mais atenção à Matemática do que
à qualidade do produto televisivo. 

Luís Miguel França, jornalista de respeitável historial na RDP e sobretudo na RTP-Madeira, acaba de rescindir o contrato que o vinculava à empresa estatal. Uma surpresa, mau grado o flagrante subaproveitamento, pelas cúpulas da Levada do Cavalo, das reconhecidas qualidades do profissional em causa, após o seu regresso de um mandato na Assembleia da República, onde pontuou na bancada do Partido Socialista. Uma incursão no parlamentarismo que é um direito reconhecido a qualquer cidadão e em qualquer democracia, a não ser em alguma democracia esquisita que exista para aí.
Luís Miguel França, depois de uma década como jornalista da RDP, tendo-se afirmado também como apreciado relator de jogos de futebol, transferiu-se para a RTP, chegando a figurar como principal pivot de telejornal no Centro durante alguns anos, acumulando a presença no écran com as funções de chefe de serviços e de chefe de departamento de informação.
Acedendo ao chamamento para uma experiência política, foi eleito deputado nacional pelo PS-Madeira. Mas, no regresso ao seu posto de trabalho, e como facilmente se percebeu, recusaram-lhe o espaço onde alcançar o fulgor de outrora. Situação que tanto pode ser inexplicável como perfeitamente evidente - são mistérios daquela tal democracia estapafúrdia. 
Luís Miguel França rescindiu contrato com o grupo RTP e está fora dos quadros. Uma notícia à atenção dos telespectadores que ainda reparem nalguma coisa lá do écran doméstico.
Como apreciadores do bom jornalismo, ficamos impacientes à espera de ver o competente profissional num outro canal da grelha comercial disponível. O mais depressa possível. Mercado não lhe faltará. Ele é que vai faltar à RTP.
   

LOBOS MARINHOS NO ZOOMARINE DO LUGAR DE BAIXO?

Na primeira página da edição de hoje do Diário de Notícias da Madeira está escrito:
"Espectáculo com golfinhos não choca o Parque Natural".
Na página 4 esta mensagem é reafirmada, citando o director do Parque Natural da Madeira.
Na página 5 pode-se ler:
"A empresa que visitou o Lugar de Baixo e manifestou interesse em avançar com um investimento ao abrigo da concessão do empreendimento da marina é a empresa «Zoomarine - Ocean of Fun», que detém um parque temático e aquático em Albufeira onde não faltam os espectáculos com golfinhos e clientela".
A reportagem do DN esqueceu-se de referir que no referido parque de diversões também há espectáculos com lobos marinhos (focas), o que é possível comprovar neste anúncio de televisão 
(http://www.youtube.com/watch?v=p0uSjMLiHq0).
Perante estes factos julgo pertinente perguntar:
O Zoomarine do Lugar de Baixo exibirá lobos marinhos?
Se sim, o Parque Natural permitirá a captura dum casal da espécie "Monachus monachus" para serem treinados e exibidos em cativeiro a um público diferente do que procura observá-los em mar livre?
Não há lobos marinhos de primeira e outros de segunda.
Para São Francisco de Assis são todos irmãos!

Funchal, 02 de julho de 2014

Raimundo Quintal