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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Funchal ao Vivo






'PRAÇA DO ATERRO':
INAUGURAÇÃO AMANHÃ




Eles bem querem que se chame 'praça do povo' àquilo. Mas o povo dispensa praças implantadas sobre vidas perdidas por incúria dos 'benfeitores' e 'dadores' de praças. O aborto já está baptizado: Praça do Aterro.
Vai ser tudo inaugurado amanhã. O sua excelência de fato e gravata, com o descaramento do costume, sem remorsos pelos que partiram antes do tempo devido às asneiras do regime e pelos que, canalizados os dinheiros para estes caprichos de régulo, continuam à espera de recuperar o que era seu antes do 20 de Fevereiro.


Deu a formiga branca nos postes do cais


Para que tudo fique mais bonito, estão a levar a cabo hoje no cais mais uma obra 'prioritária' para reduzir o défice e o desemprego: substituição dos postes que lá se encontravam por outros certamente mais elegantes.
Quem por lá passou hoje durante os apressados trabalhos deve ter-se interrogado: os postes foram atacados pela formiga branca? Ou será que a praga do escaravelho alastrou ainda mais? 







O quiosque também está praticamente reinstalado, para o sua excelência tirar um retrato ali amanhã.




Imprensa


JM, o garante do 'pluralismo' na Madeira!


Tarde e mal, a ERC lá se digna mexer-se no meio jornalístico da Madeira. Vejamos o 'Público'.





ERC notifica Jornal da Madeira para alterar estatuto editorial



Entidade reguladora abriu processo para punir com multa a empresa proprietária da publicação, detida em 99,9% pelo governo regional, por não acatar recomendação de 2012.


A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) decidiu instar a empresa e o director do Jornal da Madeira (JM) a procederem à alteração do estatuto editorial dessa publicação periódica, tendo em conta a necessidade imperiosa de o mesmo estar em conformidade com a Lei de Imprensa.
O conselho regulador da ERC, em deliberação aprovada por unanimidade em reunião realizada a 29 de Outubro, decidiu também abrir um processo de contra-ordenação à empresa proprietária do JM, por esta manter, em violação com a Lei de Imprensa, “um estatuto editorial que não é claro quanto à orientação e objectivos” do Jornal da Madeira, conduta que é punida com multa.
A instauração do presente procedimento foi decidido por ter a ERC verificado que “continua por acatar a recomendação deixada” numa deliberação de 2012, cujo projecto foi divulgado pelo PÚBLICO (8/6/2012), “não encetando a empresa proprietária do Jornal da Madeira a alteração do estatuto editorial da publicação, o qual é manifestamente desadequado para um órgão de comunicação social detido maioritariamente pelo Estado”.
Notificados, em separado, para se pronunciarem sobre a matéria objecto do processo, a empresa e o director do JM alegaram, numa pronúncia conjunta, que a ERC “é incompetente para instauração e prossecução do processo”, que “é infundada a pretensa desconformidade do estatuto editorial do Jornal da Madeira com o artigo 17.º da Lei de Imprensa” e que não recai sobre a empresa, sobre o director, ou “tão-pouco sobre a Região Autónoma da Madeira”, accionista maioritário (99,9%) da empresa, “o dever de alterar o referido estatuto editorial.
Invocaram que cabe ao sócio minoritário, o seminário diocesano, nos termos do pacto social da empresa, dispor de “poderes exclusivos” para nomear e substituir o director, bem como definir a orientação do jornal e ainda de poder para vetar qualquer alteração ao regime de publicação do jornal”.
“É inconcebível que a circunstância de uma publicação privada passar para o Estado, com os objectivos de interesse público que estarão necessariamente associados a essa operação, não se encontre reflectida nessa cartilha de valores que é o estatuto editorial, nada lhe acrescentando ou diminuindo”, frisa a ERC.
A entidade reguladora, numa deliberação de 2010, instou a Região Autónoma, enquanto sócia maioritária da empresa, a reformular o estatuto editorial. Tal derivava do facto de o estatuto caracterizar o Jornal da Madeira como “um diário de perspectiva cristã, aberta a um são pluralismo ideológico, na fidelidade ao Evangelho”. Para o conselho regulador, que rejeitou a argumentação da empresa – que em sua defesa invocou o passado histórico do jornal fundado pela diocese, que é ainda sócia minoritária –, aquela situação “não se configura conforme, num jornal editado por uma empresa pública, ao princípio constitucional da separação entre as igrejas e o Estado”. 
A Lei de Imprensa, lembra a ERC, diz que o estatuto editorial de uma publicação periódica informativa deverá definir “claramente a sua orientação e os seus objectivos”, para além de incluir o compromisso de assegurar o respeito pelos princípios deontológicos e pela ética profissional dos jornalistas, assim como pela boa-fé dos leitores. Devendo constituir ainda referência para os jornalistas que trabalham na publicação, nos termos do Estatuto do Jornalista, que, em caso de alteração profunda na linha de orientação ou na natureza do órgão de comunicação social, permite ao jornalista requerer a cessação da relação de trabalho com justa causa.
Dois anos depois, a ERC reiterou o teor da deliberação de 2010, quanto à “subsistência de um risco objectivo e grave para a preservação de um quadro pluralista no subsector da imprensa diária na Região Autónoma da Madeira, que justificará a adopção de medidas, da parte do governo regional, que suprimam os efeitos nefastos que a sua actuação tem provocado”.
A decisão acrescentava que “o modelo e sustentabilidade da política de fixação de preço de capa e distribuição gratuita do Jornal da Madeiralevantam várias interrogações e é susceptível de perturbar o funcionamento do mercado da imprensa escrita na Região Autónoma da Madeira, em termos da sua transparência e equidade”. Por este motivo decidiu remeter estes factos à Autoridade da Concorrência, para apreciação e possível actuação.

Capital próprio negativo: 50 milhões

O controlo do JM pelo governo regional tem sido contestado por toda a oposição madeirense e, nos últimos tempos, pela generalidade dos candidatos à liderança do PSD, que defendem a privatização da empresa, tecnicamente falida com o capital próprio negativo de cerca de 50 milhões de euros. Acusam também Alberto João Jardim de, como fez no passado relativamente aos adversários políticos, instrumentalizar o jornal através da sua coluna diária e de outros artigos contra os concorrentes internos à sucessão.
Há três décadas criticado pela oposição regional por falta de isenção e pluralismo, o JM foi alvo de várias iniciativas legislativas a pedir a sua privatização, todas chumbadas pelo PSD, e de petição pública, em que milhares de madeirenses se insurgiram contra a participação do governo regional no seu capital e contra a atribuição de subsídios ao "grande meio de propaganda do Governo Regional da Madeira".
Mas Jardim tem mantido a continuidade dos apoios oficiais, garantindo que, enquanto "for o presidente do governo, vai existir Jornal da Madeira, nem que seja revolucionariamente". O Orçamento da Madeira para 2013 atribui 4,7 milhões de euros à Empresa Jornal da Madeira, representando um peso de 10% das despesas das empresas públicas classificadas. Entre 1993 e 2014, recebeu do governo um apoio total que ultrapassa os 50 milhões de euros.


Loucuras do Laranjal


Mais notícias do Farmville, local não muito distante do '300' lá de cima. Os irmãozinhos não têm mãos a medir! Agora andam em bolandas por causa de um K-Desconhecido...




O sonho do meu AVÔ

"Hoje, recebi uma grande notícia do meu avô que está no céu, Saudades da tua sabedoria! Ele está todo contente! Nem consegue falar de tanto entusiamo, disse que o movimento FARMVILLE (M. António) anunciou no início do mês de NOVEMBRO em reunião de conselho de estado (Pico dos Barcelos) deliberado em acta n.º 22 O regresso de TODO o GADO nas serras de São Roque, Monte e Santo António, obteve uma votação de 88% a favor, 9% contra e 3% nulos/brancos.
Grande Promessa ELEITOROAL para todos os militantes da Laranja mecânica.
O meu avô era um grande defensor do gado nas serras da Madeira, desde que fosse devidamente organizado e regulamentado.
Novidades!
 Sede está por escolher (Snack “Pescoços”, Bar “Rampa”, Bar São Roque ou no Bar das Comunidades (arepas).
Presidente – Sr. Presidente das Comunidades (Velha Guarda)
Vice – Sr. Gabriel “Seguros e Comissão de águas das zonas altas” (Velha Guarda)
Não acredito nisto!
 O meu avô deve ter acabado de dormir com alguma virgem esta noite no céu.
Esta História de todo o Gado na Serra !!! (vai ser lindo), aconselho todas as senhoras a levar um cobertor “grosso” pode ser necessário (temperaturas abaixo de zero).
Então, foram os mesmos que mandaram retirar o GADO Da SERRA e agora querem conquistar votos!  
!!! ROCHA não tem conhecimento das reuniões no FARMVILLE (Manuel António)!!!
Fico contente pelo o meu avô, sonho dele vai tornar numa realidade."



quarta-feira, 5 de novembro de 2014

LARANJAL


JAIME RAMOS TEM SUCESSOR 
NO 'MADEIRA LIVRE'



Na notícia que demos abaixo, Jaime Ramos despedia-se de director do mensário 'Madeira Livre'. Dizíamos no mesmo local desconhecer quem sucederia a Jaime, mas apostando no desejo de Jardim quanto a tomar conta daquilo - ao menos no último número.
Não falhámos: o sucessor de Jaime é mesmo André Freitas, ou seja, rei da tabanca Jardim. 

DESEMPREGO


A propósito de notícias em circulação apresentando números de desemprego, um Leitor do Fénix, farto de demagogia, sugere a leitura do artigo que transcrevemos aqui.




Desemprego e emigração
Nos três anos de vigência do actual governo, entre emigrantes permanentes e temporários, saíram do País 350 mil portugueses, sempre em crescendo.

Saíram agora os números do desemprego e da emigração relativos a Setembro. O Governo canta vitórias. Em termos oficiais a taxa de desemprego baixou de 15,7 em Setembro de 2013 para 13,9 em Setembro deste ano. Continuamos no 5º pior lugar da Europa a 28, tendo apenas abaixo de nós o Chipre, a Croácia, a Espanha e a Grécia.
Pouco importaria que o desemprego fosse mais elevado, hoje, que quando o actual governo iniciou funções (12,5%), se estivéssemos a sair consistentemente da crise. Infelizmente tal não acontece e teremos que saber se o governo canta de júbilo ou se canta para seus males espantar.
Em relação a Setembro de 2013, tivemos menos 81 mil desempregados registados. Mas os "ocupados" em programas activos de emprego aumentaram de 115 mil há um ano, para 155 mil (+35%, neste ano e +495%, desde o início deste governo). Tais programas são por definição transitórios, levando o trabalhador a saltitar entre lugares desfocados vocacionalmente e induzem empregadores a deles abusar, evitando criar novos empregos. Estágios, acções de formação e outras medidas, multiplicados nestes três anos e meio de governo, dir-me-ão, foi melhor que o desemprego. Mas não deixa de ser uma cosmética que esconde a dura realidade.
Em pior situação se encontram os desencorajados ou desistentes, pessoas que apesar de desempregadas já não diligenciam procurar trabalho. Eram 256 mil no 2º trimestre deste ano, tendo aumentado em quase 110 mil desde o início deste governo. Ou seja, contamos um pouco mais de um milhão de cidadãos activos que não têm emprego, entre desempregados registados (616,6 mil), os "ocupados" em medidas activas de emprego (155 mil) e os desempregados já desiludidos ou desmotivados (256 mil, aproximadamente). Mas não é tudo. Falta contar os que saíram do País.
Nos três anos de vigência do actual governo, entre emigrantes permanentes e temporários, saíram do País 350 mil portugueses, sempre em crescendo: 101, 121 e 128 mil, respectivamente, em 2011, 2012 e 2013. Os 128 mil emigrantes registados em 2013 pouco nos dizem, se não os compararmos ao longo do tempo. Quando chegou o 25 de Abril, em 1973, emigravam 140 mil portugueses. Um ano após o 25 de Abril, com o fim da guerra colonial e o optimismo da mudança, o número de emigrantes caiu drasticamente para 40 mil, situando-se, por três décadas, sempre abaixo desse patamar, só voltando a mais de 100 mil em 2011.
Deste novo surto migratório, cerca de 42% são emigrantes permanentes e 58% são temporários. A distribuição por idades não engana quanto à saída dos trabalhadores em idade activa: 112 mil (88%) situavam-se entre os 20 e os 64 anos e 55 mil (49%), entre os 20 e os 49 anos. Concentremo-nos apenas nos emigrantes permanentes com idades entre os 20 e os 49 anos. Em três anos somam 110 mil activos. Cidadãos portugueses em idade activa que não encontrando emprego em Portugal, saíram para trabalhar no Estrangeiro.
Em resumo, mesmo descontando os "ocupados" em medidas activas de emprego, a perda de actividade sofrida pelos recursos humanos no País, devido a desemprego directo, desemprego desiludido e a emigração dos três últimos anos, em 2013 quase atinge o milhão de habitantes (983 mil).
Com a notável diferença de, antes do 25 de Abril, a emigração ser constituída por jovens adultos com escassa literacia e quase nula preparação profissional; enquanto agora estamos a atirar para fora das fronteiras, enfermeiros, médicos, engenheiros, arquitectos, gestores, técnicos de formação superior, excelentemente preparados, indispensáveis ao nosso processo de desenvolvimento.

Eis por que se exige paciência de santo, para ver e ouvir o Dr. Portas, o seu ministro do desemprego e o Dr. Passos Coelho cantarem louvores à sua excelente governação e afixarem cada décima destas contas complexas, como perdizes ao cinto. Só a eles próprios se conseguem iludir.


Delírios da Madeira Nova


O ARMAZÉM E O CHEFE

Corre no Porto Santo que o chefe da Tabanca intercedeu junto da instância competente no sentido de o governo arrendar um armazém localizado no norte da pequena ilha pertença de um velho amigo e protector. Esse armazém esvaziou-se quando o arrendatário deu por inviável a sua actividade, ficando o dono a ver navios.
Ora, ao governo regional não faltam instalações na ilha - dispõe até de dachas a 20 de diária.
Será que velho Jardim começou a fazer o testamento ou andarão as más-línguas a fazer das suas?

Laranjal


VICE-PRESIDÊNCIA ALHEIA
AO PROCESSO DE PEDRO LIMA


Relativamente a um artigo publicado no Fénix, recebemos um esclarecimento da Vice-Presidência do governo no qual o remetente garante um total alheamento face ao processo aberto a Pedro Lima.
Dissemos que aquele social-democrata nortenho, em conflito com Válter Correia, fora alvo de processo por alegadamente ter feito campanha por outras forças nas eleições de 29 de Setembro de 2013. E adiantámos que o futuro dessa diligência seria o arquivamento, com o pormenor de ter sido desencadeada pelo presidente do PSD... sob "influência do delfinário da Vice-Presidência".
Falso! - dizem-nos os acusados.
Ficam registadas, pois, as posições da nossa primeira fonte e o desmentido da Vice.

LARANJAL


JAIME RAMOS ABANDONA
DIRECÇÃO DO 'MADEIRA LIVRE'




O secretário-geral do PSD-M escreve a sua última 'Palhaçada' no número deste mês do órgão oficial social-democrata 'Madeira Livre'. É precisamente na secção editorial assim denominada que o próprio Jaime Ramos anuncia demitir-se de responsável pelo jornal.
"Deixo com este número a direcção do 'Madeira Livre' por razões pessoais", escreve o histórico dirigente social-democrata, informando que a presidência do PSD "irá indicar o novo director (já) para o número de Dezembro de 2014".
Recentemente assumido candidato à liderança do PSD-M, Jaime Ramos desligou-se das funções de secretário-geral relacionadas com o processo eleitoral interno. Criticado por não se ter auto-suspenso completamente do cargo, pelo menos do jornal oficial do partido resolveu sair.
Sublinhamos inclusive que, além do habitual artigo de fundo escrito por Jardim, actual líder que nesse escrito não resiste aos vezeiros ataques sobre os Delfins desalinhados, a verdade é que este último número dirigido por Jaime Ramos consegue fugir a qualquer tentação de campanha interna. A menos que a leitura na diagonal nos tenha atraiçoado. Nem sequer no seu último artigo, como sempre intitulado 'A Palhaçada', o secretário-geral promove a sua candidatura ou deixa passar ataques aos seus adversários no partido.
O jornal mensário publicita as actividades do PSD e do governo. No resto, temos a insistência no combate ao grupo económico proprietário do DN. 
Obviamente, não conseguimos apurar quem sucederá a Jaime na direcção do jornal partidário. Mas apostaríamos que Jardim não desdenharia tomar conta dele, nem que seja por um só número, aquele que antecede as eleições de 19 de Dezembro. Para ele, seria laranja sobre azul.


TIBOUCHINA




Nome científico: Tibouchina heteromalla (Syn. Tibouchina grandifolia)
Nome vulgar: Tibouchina; Aranhas
Porte: Arbusto
Família: Melastomataceae
Origem: Brasil
Local das fotografias: Cantinho das Poças, Faial, norte da Ilha da Madeira

Tibouchina (Tibouchina heteromalla) – 02.11.2014

Texto e fotos: Raimundo Quintal

terça-feira, 4 de novembro de 2014

RTP-RDP


RÁDIO 'CONFUSÃO' PORTUGUESA

Pelo meridiano da Levada do Cavalo



A RDP-Madeira vem de comemorar animadamente o seu aniversário, a 22 de Outubro. O chefe de conteúdos do grupo RTP-RDP, nosso Amigo Miguel, vem de umas férias no sempre mítico areal porto-santense. Tudo aparentemente nos carris e revigorado para um ano de trabalho interessante e produtivo.
Vai-se a ver e...
Já andávamos admirados. Qualquer coisa não corria bem naquele meridiano que passa pela Levada do Cavalo. O spot anunciava em cima dos traços das 11 que o programa tal iria para o ar depois das 10 e era às 11 que o ouvíamos. Bem, 11 horas é depois das 10, mas...
Bem pior do que essas ninharias radiofónicas (das 10 para as 11 é um instante) seria, contudo, o choque do regresso do chefe de conteúdos com a equipa da RDP. Se bem percebemos a história, houve como que um motim em protesto contra as ideias do homem dos conteúdos em matéria de grelha de programas para o Outono.
Que tensão!
Miguel rapou do teclado do PC e esgalhou um acutilante mail acusando aquela malta de considerar as ideias de programas vindas de cima, ou seja, dele, como rechonchudas idiotices. 
Não o fez por menos: 'Ideias idiotas'? Ai não querem os meus programas? Então o Carlos Pestana e o Filipe Ramos, chefes sectoriais da casa, que cancelem imediatamente esses programas do chefe de conteúdos. 
E o homem citava os programas a mandar para o lixo. 
Não querem, não querem.
Para resolver as 'brancas' a que a rádio estatal ficava sujeita, no meio da música a metro, notícias sobre a chuva e números do euromilhões, que avançassem os programas sugeridos pela plebe. Nem que fosse, metemos nós o bedelho, mais 'música no coreto'!
Nova listagem, agora com programas do povo.
O mail queimava, insistimos. Miguel a chamar-se várias vezes idiota a si próprio, num ataque directo aos subordinados através das ondas da 'rádio carpete'.
Mas eles que não pensassem que deixou de haver autoridade na casa! Para já, acabaram-se as 'conversas hipócritas', avisou Miguel. É fazer como ele manda e mais nada, como leram estupefactos os profissionais da casa.
Não sabemos se é verdade, mas dizem as más-línguas que o último e extenso parágrafo da cartinha saiu a vermelho, com determinações para cumprir sem 'refilanço'... cientes todos os trabalhadores de que o homem dos conteúdos não vai "tolerar bocas nem considerações de qualquer espécie".
Para se perceber como anda coeso este espírito de equipa na rádio pública, o escaldante mail de Miguel termina com um sugestivo e amigável "bom trabalho".
Good morning, Rádio Confusão Portuguesa!

Tribunais


Jornalista do 'Sol' vence 'grupo dos portos'
no Supremo Tribunal de Justiça



A origem do problema foi um artigo publicado em Dezembro de 2006 pelo semanário 'Sol' em que era referida a pendência de uma investigação criminal à gestão do porto do Funchal, que "já estaria concluída, devendo o MP tomar uma decisão de acusação".
A notícia referida, como recorda o acórdão do STJ, apontava a existência de vários arguidos, imputando-lhes a prática de diversos crimes e a inclusão numa "rede de esquemas fraudulentos" e ligações a um alegado "esquema". Em Outubro de 2007, o jornal voltava à carga para dizer que um dos arguidos, depois queixoso, estava "envolvido num esquema de corrupção dos magistrados do MP, motivo pelo qual o processo teria sido arquivado".
Os denunciados queixaram-se dos responsáveis pelo semanário e da jornalista que escreveu as peças, num total de 5 réus. Pediam uma indemnização de 50 mil euros.
Numa 1.ª instância, a jornalista foi condenada ao pagamento de 25 mil euros; absolvição para os restantes réus.
Inconformadas as duas partes - ré e grupo dos portos -, ambas recorreram para a Relação, que manteve a decisão inicial.
A ré condenada recorreu então para o Supremo Tribunal de Justiça. Que, levando em conta que está em causa o direito à informação e pesando uma infinidade de quesitos, acaba de considerar procedente o recurso da jornalista, que sai absolvida da querela.

Crise


OCEANOS - ASSOCIAÇÃO
DE SOLIDARIEDADE SOCIAL
NA INSOLVÊNCIA

É de hoje a entrada do pedido de insolvência na Comarca da Madeira - Unidade Central. Trata-se de uma insolvência "pessoa colectiva" da IPSS Oceanos - Associação de Solidariedade Social, em que estão envolvidos credores como Abreu & Associados, Sociedade de Advogados, Farmácia Funchal e Centro de Segurança Social da Madeira.
Como se sabe, foi a Oceanos a desenvolver o projecto Atalaia Living Care.

LARANJAL


CHEFE JARDIM AINDA SONHA
COM EXPULSÃO DE ALBUQUERQUE













Miguel disse que Jardim interfere no Conselho de Jurisdição e...



Ao mesmo tempo que quer 'fazer a folha' a Miguel de Sousa, o ainda líder prepara sarilho disciplinar ao ex-presidente do Funchal




Quanto mais insultado pelo sua excelência, mais Miguel de Sousa endurece o discurso




Miguel Albuquerque afirmou no debate de sexta-feira passada: "Penso, pelo que já ouvi dizer, que o presidente do partido interfere nas decisões do Conselho de Jurisdição." 
Pronto: o presidente do partido não precisou de mais nada para, dizemos nós, "interferir" na acção do Conselho de Jurisdição dando trabalho aos dirigentes daquele órgão, em termos de indicarem e precisarem as tais interferências do chefe de que fala Miguel Albuquerque.
Esta é pelo menos a versão que agita nestas últimas horas o bunker laranja da Rua dos Netos. Sobretudo porque esta ingerência de Jardim no processo eleitoral interno surge escassas horas depois de o mesmo chefe ter anunciado um pedido de inquérito a Miguel de Sousa. Miguel acusou Jaime Ramos de chapelada nas internas de 2012 e então Jardim afirma querer ver essa denúncia bem provadinha.
Na Rua dos Netos, os quadros do partido, admirados até com o facto de Jardim ter divulgado um assunto interno do partido - a notícia desse inquérito e a ameaça de processo subsequente -, interrogam-se uns aos outros: aonde vamos parar com o homem a piorar deste feitio?!
Estes casos serão entregues pelo partido ao Conselho de Jurisdição, julgamos que o mais depressa possível, para uma tomada de posição oficial por quem de direito. Mas não percebemos como Jardim incorre em defeitos processuais já detectados noutras situações. Os estatutos nacionais, que regem estes casos, são omissos na questão de ofensas entre elementos social-democratas. Só há infracção disciplinar se houver ofensa e prejuízo para o partido, não de pessoas para pessoas. 
Mais uma vez obrigaram-nos a consultar o diacho do documento! 
Assim: tal como aconteceu recentemente, só Jaime Ramos se pode queixar dessa acusação de chapelada... mas nos tribunais civis! Não há quem lembre estas coisas ao sua excelência, para evitar espectáculos degradantes?
Quanto à reacção do chefe perante a afirmação de que ele interfere nas decisões do CJ, é preciso ver que as palavras de Albuquerque configuram apenas uma insinuação: "Penso, pelo que já ouvi dizer, que..."
...Pelo que teremos, como resultado final deste caso, mais um 'conselho de alpercatas'.


Mais um pedido de expulsão arquivado

Por falar em 'conselhos de alpercatas', outra coisa não vai dar a participação apresentada também pelo chefe (pelo que sabemos influenciado pelo delfinário da Vice-Presidência) contra Pedro Lima. Procurava o homem das Angústias meter este militante na onda de expulsões que afectou o norte da ilha, na leva de acusações emergentes das últimas autárquicas. Pois parece que já existe festa no Porto Moniz, onde todos contam com um factor decisivo que aponta para o arquivamento da superior queixa: está tudo prescrito. 
Aliás, é só fazer contas e reparar que o prazo para vinganças terminava por volta de 29 de Setembro passado.
Irra! Não há quem salve o chefe de tanta barracada?! 
E o chefe, a respeito do debate da semana passada, a dizer que aquilo foram "disparates atrás de disparates"!

JUSTIÇA


NOVO TELEXFREE NA MADEIRA

Recebemos de um Leitor o apelo publicado a seguir. Em causa, suspeitas de um novo 'negócio piramidal' susceptível de prejudicar milhares de pessoas desatentas, à semelhança do sucedido com o telexfree.

"(...) Mando-lhe este texto a reboque de um comentário a um seu post mas acho que devia destacá-lo, dada a gravidade do assunto:

Depois do escândalo e do roubo descarado com o telexfree em que alguns bandidos (e bandidas) roubaram milhares de euros a gente sobretudo impreparada ou com graves problemas financeiros em casa devido à crise e à austeridade, e que perderam tudo o que "meteram" neste corrupto esquema piramidal, posso informar-vos que na zona da Ajuda - nas lojas existentes junto ao edifício Monumental Palace II, perto da loja CR7 - abriu o que parece ser um alegado escritório de um novo esquema piramidal, ao que se diz por lá liderado pela rainha da aldrabice do telexfree de todos conhecida e que escapou a um ajuste de contas que sobre ela esteve para ser feito. Os hábitos continuam a ser os mesmos: nome inglês para este esquema piramidal, o mesmo discurso de aldrabice para enganar as pessoas, tudo alegadamente a cargo das mesmas pessoas que já aldrabaram e roubaram milhares de madeirenses com o telexfree. Estão lá todas, incluindo “finórias” da nossa praça.
Por isso aproveito para desafiar, através do seu blogue, as autoridades policiais e judiciais - a PSP, a Polícia Judiciária, o Ministério Público - a se deslocarem ao referido local e entrarem de rompante nas instalações alegadamente compradas por uma das chefes do telexfree (que terá enganado mais de 10 mil pessoas roubando mais de 1 milhão de euros em seu benefício próprio). Que andou fugida da RAM mas que pelos vistos regressou pronta para voltar a aldrabar e a roubar pessoas impreparadas e desesperadas. Como é que um povo inteligente cai duas vezes nestes esquemas piramidais que não passam de uma aldrabice? Como é que as autoridades policiais, que estarão a investigar não sei o quê, ignoram estas indicações muito concretas?
Já agora, o que fizeram as autoridades policiais e judiciais da RAM na fiscalização às compras de apartamentos, lojas e automóveis de luxo, tudo pago em dinheiro vivo roubado aos desgraçados que perderam milhões de euros no telexfree, muitos deles penhorando bens, usando indevidamente dinheiro de familiares emigrados, pedindo dinheiro emprestado a familiares e amigos, etc? Façam o controlo de todas as casas e automóveis de luxo registados na RAM, nos últimos 3 a 4 anos, sem recurso a empréstimos bancários, - porque é obrigatório, ou não é assim?! – bens esses inscritos nas Finanças. E peçam aos donos desses bens as declarações de rendimentos de IRS.
Cumprimentos
A.T."



segunda-feira, 3 de novembro de 2014


SENÉCIO





Nome científico: Senecio tamoides
Nome vulgar: Senécio
Porte: Trepadeira
Família: Asteraceae
Origem: África Austral, desde a região oriental do Cabo até ao Zimbabué
Local das fotografias: Sítio das Fontaínhas, freguesia da Quinta Grande, sul da Ilha da Madeira
Observações: Esta trepadeira está naturalizada na Madeira e apenas dá nas vistas no outono quando ostenta uma densa floração amarela nos campos abandonados. No entanto, tem beleza mais que suficiente para voltar a ser utilizada como planta ornamental nos jardins, quintas e parques, desde a beira-mar até aos 600 metros de altitude.


Senécio (Senecio tamoides) - 01.11.2014

Texto e fotos: Raimundo Quintal

LARANJAL


PSD-M À CASTANHA

Depois de um fim-de-semana prolongado por força de uma tempestade razoavelmente regada e não prevista pelo Observatório, uma pessoa vem de regresso às actualidades e nem sabe por onde começar. Tentemos dar um mínimo de ordem aos assuntos de que se fala.


1. Castanha na cabeça dos ordinários mentirosos: Jardim aconselha o povo a não seguir o PSD-M 



O sua excelência, sempre ele, também foi atingido pelo temporal de aguaceiros. Meteu-se por aí adentro com Manel António até à festa do Curral e o ambiente vaporoso fê-lo engatar outra vez na revisão constitucional. O povo de copo na mão a ouvir falar de censura, no Continente, às propostas, artigos, parágrafos e alíneas que o homem da Tabanca fez para salvar o país e que os cubanos desprezam. Se ele insistir naquilo, talvez um dia o pagode venha a saber que raio significa isso de revisão constitucional. Por agora, o que ti Jaquim e prima Piedade perguntam é como quer Meio Chefe salvar Portugal se não consegue retirar a Madeira do buraco onde ele mesmo a meteu.

Aproveitando aquele acto oficial para vulcanizar a campanha interna contra Miguel Albuquerque, Miguel de Sousa e Sérgio Marques, com incidência no primeiro, pestezinho das Angústias voltou a lembrar-se do 'cuspo no prato' e aplicou valentes castanhadas no lombo dos Delfins rebeldes, que "agora dizem as maiores mentiras e ordinarices contra o PSD".
Nessa toada, o sua excelência foi advertindo a plateia de romeiros de que não indica 'quem deve ser' o novo líder do PSD; apenas diz 'quem não deve ser'; o povo, portanto, que perceba quem é que há-de merecer o voto, ou seja, Manuel António Correia ou, em último caso, João Cunha e Silva. Todos o percebem. Ficou evidente pelas palavras do endiabrado chefe demissionário que o povo é inteligente e que, se o PSD não tiver o juízo de saber escolher o líder, então o povo inteligente "faz muito bem em não ir atrás das asneiras do PSD". Votando em outra gente, pois claro.
Jardim, neste momento do discurso avinagrado, absteve-se de ordenar um inquérito a si próprio, que se justificava por ele estar a aconselhar o povo a não votar no PSD. Hoje, porém, já na ressaca do arraial, ao ler Miguel de Sousa no DN com denúncias de uma 'chapelada' nas eleições internas de 2012, que transformou a vitória de Albuquerque numa vitória 'à rasca' do próprio Jardim, pronto: toca de recorrer outra vez ao Dr. José Prada. Para quê? Para encetar um inquérito a Miguel de Sousa.

2. Chapelada como a que o Jardim fez a Passos Coelho é irrepetível!


Também regressados do tal fim-de-semana tempestuoso, nós bem queremos ajudar a deslindar o imbróglio, a ver se juntamos provas dessa chapelada nas internas Jardim-Albuquerque. Mas dessa nada conseguimos. Apenas podemos mostrar a chapelada feita contra Pedro Passos Coelho, nas eleições em que intervieram também Paulo Rangel e Aguiar Branco. Todos se lembram das ameaças de Meio Chefe dizendo que, por ele, Passos não teria votos na Madeira, nas internas do PSD nacional. E acertou quase em cheio. Com muito trabalho, óbvio. 
Vejamos o documento oficial de resultados enviado da Rua dos Netos para os serviços nacionais do partido laranja. Uma incrível anedota!



Como se pode ver, na maioria dos concelhos todos os militantes foram às urnas. Estonteante! E todos votaram em Paulo Rangel, então apoiado por Jardim. Para Passos, zero votos, zero votos, zero votos. Fantástico! As 'coisas' só iam falhando no Funchal, mas ainda assim o actual primeiro-ministro ficou a léguas de Rangel.
O que não devem ter rido em Lisboa quando estes números chegaram lá e eles se lembraram daquela birra do sua excelência no congresso!
Ah, e temos a certeza, testemunhada perante nós, de militantes social-democratas que votaram Passos em conselhos que, vemos ali, dão zero votos ao mesmo Passos.
Por falar em chapeladas...

3. Debate no Delfinário foi mais debate





O mesmo tema eleitoral da transparência, ou falta dela, foi curiosamente abordado no debate de sexta-feira na RTP-M, entre os Delfins. Não o vimos em directo (pelas razões acima apontadas, que um sujeito quando vai para velho vai perdendo ainda mais o juízo). Vimos hoje, gravado. 
Alguns Delfins fizeram denúncias de pressões feitas até ao momento sobre militantes. E confessaram receios pelo que possa registar-se na hora da votação e da contagem.
Apanharão, também eles, com inquéritos made in Rua dos Netos?
O debate, já agora, pareceu-nos mais interessante do que o primeiro... porque foi mais debate e menos montagem de declarações. O pivot Gil Rosa permitiu mais troca de ideias, o que animou a sessão.
Atribuir a vitória a algum deles não é tarefa fácil. Tal como na estreia, cada qual esteve à sua altura. Nem grandes rasgos nem grandes deslizes. Digamos que se tratou de os Delfins explicarem melhor alguns temas sobre os quais se têm pronunciado.
Como se compreende, esta espécie de empate só favorece quem vem de longe. O primeiro a enveredar pela ruptura. Os outros, teimosamente, ficaram à espera de ser indicados pelo líder. Estão arrependidos, certamente. Porque nenhum consegue descolar dos restantes. Nem fazer o que é necessário para se chegar à frente, onde Albuquerque pedala sozinho. 
Todos eles, à excepção de Cunha e Silva, pretendem antecipar eleições e assumem que Jardim não tem de se intrometer no futuro do partido. Pode ir quantas vezes quiser a Belém, mas, determinante na vida do PSD, após o congresso, apenas o líder que for eleito.
Falaram do hospital novo, divididos sobre a oportunidade da obra e a viabilidade do financiamento. Abordaram os dinheiros do desporto - se devem continuar a ter participação governamental ou não. O tema escalda e houve dissertações gagas em quase todos os quadrantes.
Confrontados sobre o propósito de, em caso de vitória, contarem com os outros Delfins para o partido e o governo, todos vêem méritos nos adversários e querem tentar unir as várias sensibilidades no futuro, embora com entusiasmos diferentes e destacando-se a frontalidade de Miguel de Sousa: jamais aceitaria ser secretário de outro candidato e, se ganhar, não convidará para secretários elementos actualmente no governo que aplicam políticas contrárias às que ele preconiza.
Quanto a Miguel Albuquerque, diz contar com todos. Para o partido. Já no respeitante ao governo regional, não explicou se convidará alguém. Apostamos que não.

4. PP aceitaria Carlos Pereira à frente de uma coligação




Enquanto se digladiam os pretendentes no PSD-M, a oposição continua sem dar mostras de querer aproveitar a mobília partida em casa do vizinho. Prova disso foi a declaração de Victor Freitas quanto às suas esperanças de ganhar, ele mesmo, as eleições regionais. Parece uma resposta negativa às propostas de José Manuel Rodrigues no sentido de uma aliança eleitoral com os socialistas.
Fontes populares asseguram-nos que nomes bem vistos à cabeça da alternativa poderiam ser António Trindade, Luís Amado, Ricardo Vieira ou Francisco Costa. O próprio Carlos Pereira, líder parlamentar do PS-M, não é 'carta fora do baralho' nos projectos populares. 
Victor Freitas, porém, não está pelos ajustes e quer ser ele mesmo a encabeçar uma candidatura pelo PS.

Aterro




Como se previa, o povo aproveita o aterro a sul da célebre muralha recuperada do antigo Forte de São Filipe para ver passar os navios.
Do mal o menos, é tirar algum proveito do dinheirão enterrado naquela desgraça.
Falta o nosso velho 'Chungaria' com a banheira de tremoços e o carrinho que assobiava na entrada do cais ao assar amendoim.






Funchal ao Vivo


ZONA VELHA DE LUTO

 



Os protestos multiplicam-se e precisam de ser ouvidos. 
Compreendemos a utilidade em movimentar a Zona Velha. Mas dar vida a uma zona habitacional não é negar o direito a descanso aos moradores.
No caso, é preciso conseguir um equilíbrio entre os interesses em jogo. 
Por que não mudar de hábitos e antecipar o horário de diversão? É questão de começar mais cedo a mandar abaixo aquele copinho da ordem.