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quarta-feira, 22 de junho de 2016

Parabéns a você




NOTÍCIAS DA BROQUILHÂNDIA




Faz hoje 25 anos que existe Direcção Regional dos Jornalistas. A celebração da efeméride contou esta manhã com a presença do presidente da Câmara do Funchal, entre os convidados para a cerimónia em plena sede do SJ.
Chegámos a imaginar que convidados especiais fossem os jornalistas perseguidos e expulsos desde os primórdios até hoje, tanto pelo poder político como por administrações com deveres de fidelidade ao referido poder. Não aqueles profissionais da palavra que entretanto resolveram a vida na esteira do pensamento 'se não podes com eles, junta-te a eles'. Pensávamos em alguns que marcam presença de mês a mês no Desemprego, até a esmola expirar. Mas... bem feita para não serem espertinhos dentro e fora da casa empregadora.
"Talvez possam ser convidados alguns dos que continuam na calha para ir escrever incómodos para outro lado" - julgámos também. Mas não. Esses não precisavam de convite. Não? 
Bom, em contrapartida esteve lá o Cafôfo a representar os poderes da Nova Madeira Nova. Ou ele não é poder só porque faculta sede ao SJ e faz um descontozeco inofensivo nas entradas para a praia?
Chegámos a pensar que, depois daqueles largos sorrisos à volta do bolo de aniversário dos actuais dirigentes, do primeiro presidente Zé Manel e do Mayor funchalense, houvesse oportunidade para uma conferência-debate ou algo que o valesse para analisar o estado do jornalismo na Madeira e lançar ideias para melhorar alguma coisa, se fosse o caso. Porém, pensando melhor, seriam uma ou duas horas gastas escusadamente. Longe vão os tempos em que a classe de jornalistas da Madeira era uma caterva de vendidos aos partidos políticos, embora nenhum centavo tivessem ganho alguma vez com a política. Mas os verdadeiros chulos da política, que nunca fizeram outra coisa na vida, e espertos que sempre foram, certamente sabiam de esquemas sinistros nos meandros da comunicação social. 
As coisas mudaram para melhor, como se pode ler, ouvir e telever quotidianamente. Os que urdiam e operavam as jogadas subreptícias nos tempos da Tabanca deram às de vila-diogo. O regime da Broquilhândia, imposto pelos Broquilhas que marcharam sobre a capital para ajudar a colocar no poder o chefe de pacotilha Blue Establishment - este novo regime que veio ocupar o da Tabanca varreu a sujeira toda do panorama. Agora, sim, há comunicação imaculada.
Daí não fazer sentido, talvez, insistir nas preocupações apregoadas por certos mitos e heróis de outrora. A dependência dos media relativamente aos vários poderes expirou. O mercantilismo na comunicação social também foi chão que deu uvas. As pressões nas redacções também se perderam na memória dos tempos.
Cafôfo botou palavra na cerimónia de hoje e denunciou a trabalheira a que os jornalistas são obrigados, a tocar a escravidão. O Mayor pode falar. Ele está deveras preocupado com a situação e até colabora com os profissionais da escrita e da imagem, aliviando-lhes a vida com suplementos já feitos e entrevistas aos montes para encher chouriço e libertar as redacções de tantos serviços.
Em suma, parabéns ao sortudo do Sindicato, que hoje pode governar a casa à vontade sem as chatices de outros tempos. 
Já agora, parabéns aos puros e aos heróis do antigamente, que denunciavam os 'vendidos' para subirem na vida... se por acaso ainda andarem alguns por aí. 
E viva a BROQUILHÂNDIA que purificou a nossa querida ilhota.


PS - Prova cabal de que as coisas mudaram para melhor na ilhota foi o 'debate' que vimos ontem na TV, com alguns deputados a fazerem um balanço qualquer. Quando noutros tempos a comunicação social era bombo de festa em todas as situações do género, ontem ninguém tocou no tema. O que acontece de mal hoje em dia na Madeira já não é porque os jornalistas são todos uns comunas vendidos a Lisboa ou então porque são mercenários pagos pelo regime. A comunicação social da era Broquilhândia em pouco tempo conseguiu mostrar o que é servir a causa dentro dos parâmetros da deontologia. Os políticos - da maioria e das minorias - estão aí vivos e sãos para o comprovar.

Matadouro e trapaça





ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO PARQUE ECOLÓGICO DO FUNCHAL distinguida com o PRÉMIO INTERNACIONAL TERRAS SEM SOMBRA na categoria SALVAGUARDA DA BIODIVERSIDADE
Sines, Setúbal, 21 jun (Lusa) -- O músico e programador Michael Haefliger, o arqueólogo sírio Khaled al-Asaad, de Palmira, e a Associação dos Amigos do Parque Ecológico do Funchal são os distinguidos com o Prémio Internacional Terras sem Sombra, que é entregue em julho.
O Prémio Internacional Terras sem Sombra é entregue no dia 02 de julho, às 18:30, em Sines, no litoral baixo-alentejano, pelo ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, adiantou à Lusa a organização do Festival, organizado pelo Diocese de Beja, que decorreu de fevereiro a junho, em oito concelhos do Baixo Alentejo.
Na área de Música e Musicologia, o Prémio Internacional Terras sem Sombra é entregue ao violinista e programador alemão Michael Haefliger, de 55 anos, que esteve "associado desde sempre a grandes festivais europeus", nos quais "começou por intervir na qualidade de intérprete", salientou à Lusa fonte do Festival.
Violinista a solo, desde 1980, foi cofundador do Festival de Davos "Young Artists in Concert" (1986), que dirigiu até 1998, sucedendo-se a direção do Festival de Lucerna, que mantém desde 1999, "ao qual imprimiu um novo impulso, designadamente na programação de música contemporânea e na captação de públicos jovens".
"Fundou, em 2003, a Lucerne Festival Orchestra, com Claudio Abbado, e a Lucerne Festival Academy, com Pierre Boulez", adianta fonte do festival.
No outono de 2013, com o escultor indiano Anish Kapoor e o arquiteto japonês Arata Isozaki, lançou "um projeto social inovador, a sala de concertos móvel Lucerne Festival Ark Nova, uma oferta à população da região de Fukushima", afetada por um acidente nuclear em 2011.
A título póstumo o Prémio na área de Património Cultural distingue o arqueólogo sírio Khaled al-Asaad (1934-2015), que nasceu e morreu em Palmira, assassinado pelo grupo terrorista autodesignado Estado Islâmico.
Khaled al-Asaad estudou História na Universidade de Damasco e dominava a língua aramaica, mormente na sua versão palmirense. Em 1963, fixou-se na cidade natal para dirigir o museu local e, dois anos mais tarde, o Departamento de Arqueologia.
As escavações de Asaad, em Palmira, permitiram "enriquecer notavelmente a coleção do museu e, sob a sua orientação, levaram-se igualmente a cabo projetos de restauração do teatro, das muralhas da cidade e do Tetrapylon". "Mesmo depois da aposentação, em 2003, continuou a colaborar, como perito, na investigação do património de Palmira, sendo muito respeitado", segundo fonte do festival.
"Em 2015, prevendo-se a queda da cidade, Asaad colaborou na evacuação de um grande número de obras de arte e artefactos arqueológicos, mas escusou-se, no entanto, a sair da terra natal, tendo ele e o seu filho Walid sido detidos pelo auto-designado grupo Estado Islâmico". Asaad "acabou por ser decapitado". O seu corpo, pendurado "no poste de um semáforo, numa avenida da cidade nova (...) foi um aviso à população para que acatasse o regime de terror", disse fonte do festival.
O Prémio na categoria de Salvaguarda da Biodiversidade será entregue à Associação dos Amigos do Parque Ecológico do Funchal (AAPEF), fundada em 1996, dois anos depois da criação do parque, pela autarquia, na zona montanhosa sobranceira à cidade.
O programa de reflorestação do parque, com uma área de dez quilómetros quadrados, tinha por objetivo recuperar as formações vegetais primitivas, minimizar as condições de propagação de fogos, reduzir a erosão e diminuir os efeitos catastróficos das cheias, da infiltração das águas e reforçar as nascentes.
A AAPEF surgiu com o objetivo de mobilizar voluntários para os trabalhos. Em 2001, passou a concentrar a sua atividade na zona mais alta do parque, no Pico Areeiro, entre os 1.700 e os 1.800 metros de altitude, com o projeto "Oásis num deserto de montanha", numa área que estava completamente desertificada. Em agosto de 2010, um incêndio destruiu aproximadamente 90% da vegetação plantada.
"Apesar do revés", a AAPEF, "determinada em colaborar com a natureza na recuperação da biodiversidade", plantou cerca de 50.000 plantas, exclusivamente com trabalho voluntário, pertencentes a 41 espécies endémicas e indígenas da Madeira, recordou fonte do festival.

Foi com muito orgulho e um enorme sentido de responsabilidade, que a direção da Associação dos Amigos do Parque Ecológico do Funchal tomou conhecimento de tão importante distinção num momento em que está prestes a atingir 20 anos de trabalho em prol da salvaguarda da biodiversidade no maciço montanhoso do Pico do Areeiro na ilha da Madeira.
O prémio é equitativamente repartido por todos os voluntários madeirenses e forasteiros, que, em condições meteorológicas por vezes duras de suportar, conseguiram quedas fissuras do basalto, das cinzas vulcânicas e dos materiais piroclásticos, brotassem as incontáveis plantas indígenas e endémicas que hoje pintam com as cores da vida um dos mais  belos píncaros da Ilha da Madeira.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Turismo na Costa Norte




A MÁFIA DO LIXO



O INVESTIMENTO NO TRATAMENTO DE LIXO HOSPITALAR
…VAI PARA O LIXO

O Diário de Noticias vem hoje comunicar em jeito de frete, bem lá para o meio do folhetim, mais um acontecimento de grande relevância para o contribuinte madeirense. O Governo acaba de disparar mais um prego no caixão da Saúde. Sim, os pregos já são muitos, são promíscuos, são alarves, são criminosos.
O lixo é negócio. A saúde é negócio. Os transportes são negócio. Que dizer destas coisas todas misturadas? Qual Sicília qual carapuça, aqui é que elas se fazem.
Muito dinheiro anda nisto, muito dinheiro circula com os portos, os transportes, intermediários e a meia serra (como é que é possível a meia serra não ter esta tecnologia?). E mais esta torneira da mamadeira de pingar??? Isso mesmo, muito bem, o Micro-ondas.
Mas o que é que é isto do Micro-ondas? Aqui vão algumas luzes.
  1. É um sistema de tratamento de resíduos hospitalares perigosos que consiste na utilização de ondas eletromagnéticas, com uma frequência entre as ondas rádio e as ondas infravermelhas para aquecer os resíduos hospitalares a uma temperatura de 100.ºc, promovendo a descontaminação dos resíduos através da destruição dos micro organismos.
  2. É uma tecnologia que não obriga a adquirir consumíveis a não ser a fonte de energia;
  3. Não provoca emissão de gases e produtos perigosos, é fácil de operar;
  4. Respeita o meio ambiente e reduz risco de contaminação dos operadores;
  5. É uma solução inovadora (só há 1 em Portugal e outro a ser construído), eficiente e economicamente vantajosa;
  6. Há um aumento da segurança no manuseamento e adequado tratamento dos resíduos, suprimindo riscos de saúde pública e riscos ambientais.
  7. Atualmente gasta-se cerca de 300 mil euros ano só em contentores incineráveis para serem enviados para a meia serra e para o continente. Paga-se taxas, paga-se transporte e compactua-se com uma técnica onerosa e nada amiga do ambiente.
  8. O investimento implica um esforço de 2 milhões, que, a ser financiado a 85% por fundos europeus, ficaria em 300 mil. Isto quer dizer que tudo, seria amortizado em menos de 1 ano, pois é precisamente esse valor que se gasta por ano em contentores.
  9. Com o Micro-ondas o SESARAM deixaria de gastar largos milhares de euros anuais em contentores incineráveis (300 mil ano) e todo o lixo passaria a sair do hospital como urbano em apenas 1 camião de resíduos ao invés de 10 camiões.

Tem-se assim como conclusão, que a política deste DESGOVERNO é GOVERNAR-SE a si e aos seus AMIGOS. Afastou o interesse público, o interesse do utente, o interesse do contribuinte, o interesse do madeirense, o interesse de quem nos visita, o interesse do ambiente, o interesse dos nossos filhos. Podem mandar isto tudo também para o lixo.
RIP Saúde


A Nova Comissão de Utentes

Exercício teórico do Santo



Opinião



OS PLANOS




     Há cerca de 50 anos o Estado criou os Planos de Fomento. A palavra plano, à época, tresandava a URSS. Em 1974, enquadrada nos Planos de Fomento Nacionais, a Madeira tinha a sua Comissão de Planeamento. Cabia-lhe pensar e agir sobre toda a economia regional numa visão integrada.
      A ilha é a mesma, mas ocorreram profundas mudanças desde então. Hoje vou escrever sobre Agricultura, pois fomos surpreendidos por afirmações do Sr. Secretário que revelam algum desnorte.
       Hoje (ontem), na página 7 do DN, lemos que a Pecuária foi abandonada. Claro que este resultado não é obra de um ano de Governo. Resulta do desleixo a que sector foi votado. Dinheiro não faltou, basta pensarmos no Centro de Abate concebido para as produções dos anos 40/50. Aquele responsável, na sequência daquilo que há anos vem acontecendo com os seus antecessores, limita-se a prometer. Levamos anos de propaganda em que conseguiram esconder o sol com a peneira. Hoje é necessário mudar o discurso e agir. A Pecuária foi chão que deu uvas e alimentou uma actividade transformadora com peso na Economia.  
        Os outros sectores, com que a agricultura da ilha  contribuía  para sua economia, não estão mais saudáveis que a pecuária. A banana viu reduzida a sua produção para menos de metade. Aqui temos o desastre da comercialização como paradigma daquilo que não deve ser feito. Um só armazém, entretanto desafectado do sector e alienado ao Grupo Sá, podia manusear toda a produção dos anos 70. Construíram-se outros armazéns  mas os problemas continuaram. A propaganda que tudo esconde, lançou mão da Agricultura Biológica como a solução do sector. Poderá entreter algumas pessoas mas nunca terá dimensão económica.
        A verdade que urge enfrentar, e para qual se quer solução, reside numa coisa muito simples: a Agricultura não produz. Os agricultores vivem dos rendimentos financeiros gerados na PAC. A realidade é dura mas é esta, não há outra. Pior que os Planos de Fomento foi este Plano Oculto que destruiu, sob a imagem de caminharmos para o progresso, um sector que criava riqueza. Teve a recente "ajuda" da CMF que correu os produtores daquele que foi o seu Mercado dos Lavradores.




Gaudêncio Figueira

segunda-feira, 20 de junho de 2016

VELHO LARANJAL




FUNDAÇÃO SOCIAL DEMOCRATA
PASSA A SER INSTITUTO




A polémica Fundação Social Democrata da Madeira muda de denominação para Instituto Democrata da Madeira - Associação ISD/Madeira. A nova designação sobe à mesa já na próxima sexta-feira, durante a assembleia geral do Conselho da FSD, já marcada.
Durante os trabalhos desse órgão, presidido por Rui Fontes, será aprovado um voto de pesar pela recente morte de Carlos Machado, que era o administrador executivo da Fundação.
Na ocasião, será escolhido o novo titular para administrador executivo.
A mudança de designação de Fundação para Instituto acontece em paralelo com a alteração dos Estatutos da organização, a discutir também na reunião de sexta-feira, 24, depois das 3 da tarde, na sede do velho laranjal, ao Caminho das Romeiras, Santo António.

Agente K-Praça do Povo

CMF e a Ponte Nova - a lata do desconhecimento

Acompanho, de forma distante, a questão em torno da Ponte Nova. Mas, parece-me que, em torno do confronto entre património e segurança, surge uma entidade que, ardilosamente e, aproveitando a onda, vende banha de cobra, procurando, com isso, retirar dividendos políticos.
Gostaria de saber, porque motivo, perante suposto dano ao património da cidade, o Sr. Cafôfo e vereação manteve-se SEIS MESES sentado em cima dos papéis sem se pronunciar sobre o projeto apresentado pelo Governo Regional.
Se tinha posição sobre a matéria porque não a tornaram pública em hora e tempo oportuno?
A resposta é que, neste assunto, como em outros, nada fazem.
Não se pronunciaram em seis meses. Remeteram-se a publicar a obra em edital.
Passado algum tempo, aproveitando a onda mediática nas redes sociais e, de seguida, nos media surgem como virgens ofendidas, alegando tudo desconhecer.
Confesso que é preciso ter uma tremenda e imensurável lata para intentarem tal argumento.
É que de tal ação resulta uma única leitura: O Sr. Cafôfo julga que os funchalenses são burrinhos.
O Sr. Cafôfo foi consultado e tinha total conhecimento das obras nas pontes e ao longo das ribeiras como comprova o edital.
Provavelmente, há seis meses, já pensava em como vender uma outra banha de cobra:
- Como irei vender a minha imagem aos funchalenses depois de três anos fazendo NADA?

Ricardo Vares

domingo, 19 de junho de 2016

Recordistas dos recordes



NO REINO DA BROQUILHÂNDIA

Quase todos os dias ouvimos o estrondo: é mais um recorde a cair.
Sem dúvida que o Blue Establishment já bateu o record dos recordes, ou seja, tornou-se em muito pouco tempo o recordista a bater recordes. Embora às vezes com uma ajudinha dos juízes-de-meta.
Agora mesmo é mais um recorde no sector da banana: a Gesba processou 128 toneladas de produto num só dia. Pode ser que amanhã processe 128 toneladas e meia e temos novo recorde.
Tem sido assim em vários sectores, com saliência para o turismo, quando há ocupação de mais 5 ou 6 camas no mês, ou quando se regista um aumento na hospedagem de turistas que fazem chichi no hotel mais de 3 vezes por noite.
As notícias de hoje dizem ainda que nos últimos anos 9 mil madeirenses emigraram. Talvez se pudesse fazer a conta a ver se a cifra pode ir para o livro broquilhês dos recordes.
Estamos na terra da Blue Broquilhândia e não há volta a dar.
Isto é que vão ser estrondos daqui para a frente!

sábado, 18 de junho de 2016

Comunicado





 Texto JPP

Clima de feira no Mercado



CARLA FREITAS AUTO-DEMITIDA
OBRIGADA A CONTINUAR NOS LAVRADORES


Cafôfo e sus muchachos não conseguem arranjar ninguém que aceite ir tomar conta da trapicheira dos mercados.


A chefe da Unidade de Mercados nomeada pela gestão municipal funchalense de Paulo Cafôfo bateu com a porta do cargo mas está 'condenada' a continuar em funções. Os quadros que receberam convite para a substituir não aceitaram enfrentar o ambiente de feira vigente nos Lavradores.
Carla Freitas chegou a regressar ao edifício da Câmara, onde permaneceu 2 ou 3 dias. Mas teve de voltar ao posto avançado dos mercados, por imposição superior.
A arquitecta assumiu a chefia da referida Unidade por opção dos colaboradores mais próximos do presidente Cafôfo, apontados como adeptos da transformação dos Lavradores num circuito de tasquinhas à moda do Mercado de Campo de Ourique.
Embora sem contrariar frontalmente a curiosa política dos cafofianos, Carla Freitas entendeu a dado momento não dever pura e simplesmente atirar os regulamentos para meio das batatas. Havia que actuar, por exemplo, nas esplanadas da petisqueira e nas confeitarias, consideradas ilegais por quem percebe um mínimo do assunto. São negócios que não estavam previstos nas aberturas de concurso nem sequer pagam taxas, hoje.
Acossados pela chefe de Unidade, os proprietários dessa lojas recorreram aos conhecimentos junto do gabinete da presidência da Câmara. Resultado: a chefe foi desautorizada.
O desenlace dessa e doutras situações anárquicas foi desaguar no pedido de demissão de Carla Freitas, que porém, depois de um par de dias de retiro na Câmara, teve de voltar à trapicheira dos mercados e praças. Por uma razão: ninguém no seu perfeito juízo está para pegar naquilo e aplicar as loucas teorias da presidência da Câmara.
Quando ainda do lado da situação municipal, Carla Freitas chegou a evitar concorrentes a uma petisqueira assegurando que não autorizaria esplanada para, uma vez encerrado o concurso, dar luz verde a mesas e cadeiras naquele átrio frontal.
O Mercado parece-se hoje em dia com uma lota de pesquitos à beira do calhau - eis as críticas que nos chegam aqui.

sexta-feira, 17 de junho de 2016


'BROQUILHA DOS BLUE'
ACHA QUE CONSEGUE DESPISTAR

O tachista acidental entrou numa fase de desespero e faz tudo para tentar escapar, julgando que isso ainda é possível. Procura confundir a maralha com pistas hilariantes, quando ele, 'Broquilha dos Blue', é um zero em manobras de diversão. E no resto. 
Coisas de 'Broquilha' armado em arara blue, sentindo que já meteu o pé na armadilha. Sem recurso a IP nem nada.
Já não se pode confiar em ninguém, nem nos do consórcio!
O tempo torna-se cada vez mais curto, mas a comédia é para render até ao fim. Temos muito que rir ainda.

Nota ao Leitor - Isto é um momento para manter a boa disposição. 

Dinheiro em Caixa





O Dr. Bernardo Trindade conta no FB ter acedido ao convite numa festa do PortoBay para plantar uma árvore na horta e que foi "muita fixe" contactar com a terra.
Acreditamos que o antigo secretário de Estado do Turismo nunca tivesse contactos com a terra antes deste acontecimento. Mas ainda não foi desta. Contactar a terra com luvas, sem enegrecer as unhas nem fazer calos, converse com um agricultor sobre isso que ele dirá de sua justiça.
Julgamos que o conhecido socialista terá mais necessidade de usar luvas nas suas novas funções como dirigente da Caixa Geral de Depósitos. A questão dos dinheiros no banco do Estado está complicada. Só mesmo com luvas ou com pinças. As notas tornaram-se muito escorregadias naquela entidade, como certamente o Dr. Bernardo terá ocasião de comprovar.
Lá se foi o tempo em que o povo dizia: "É dinheiro em Caixa!"

Iscas e caldeirada na serra





Não há ferry no mar, há 'carraspana' na montanha.
Não há avião cargueiro no ar, há macarrão de São Vicente.
O pacote de 'massa' para subsídios aéreos está nas lonas, há carros à borla para ir ao 'Chão da Lagoa'.
Não há dinheiro para manter o hospital nos mínimos, há 'papel' para publicitar as festas na 'comunicação' blue e nas agências de propaganda.

'Quem é que haverá, quem é que não acha...'

AS INTERVENÇÕES DESASTRADAS 
NAS RIBEIRAS DO FUNCHAL

ACABO DE LER NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS A POSIÇÃO OFICIOSA DO GOVERNO REGIONAL SOBRE AS INTERVENÇÕES DESASTRADAS EM CURSO NAS RIBEIRAS NO INTERIOR DA MALHA URBANA DO FUNCHAL.
COM QUE ENTÃO, PRESERVAR A PONTE NOVA CUSTARÁ MAIS 4 MILHÕES DE EUROS?
AS MURALHAS CONSTRUÍDAS HÁ DOIS SÉCULOS SOB A DOUTA ORIENTAÇÃO DO BRIGADEIRO OUDINOT DESCERAM DOIS PONTOS? O QUE É QUE ISTO SIGNIFICA? EXPLIQUEM POR FAVOR AOS IGNORANTES PAGADORES DE IMPOSTOS.
A PRESERVAÇÃO DO EDIFÍCIO DA LAVAGEM DE CARROS QUE ESTRANGULA A RIBEIRA DE SÃO JOÃO, FICA A DEVER-SE AO SEU VALOR PATRIMONIAL, AO SEU CONTRIBUTO PARA A SEGURANÇA DA CIDADE, OU A RAZÕES NEBULOSAS?
E A MANUTENÇÃO DO RESERVATÓRIO DE GÁS DO ANADIA?
E A ROTUNDA DOS VIVEIROS, COM CONDUTAS DE ÁGUA POTÁVEL E DE ESGOTOS SUBJACENTES?
E A INSTÁVEL VERTENTE ORIENTAL DA RIBEIRA DE SANTA LUZIA, ENTRE AS ROTUNDAS DOS VIVEIROS E DA FUNDOA?
E O SEGMENTO DA RIBEIRA DE SANTA LUZIA ENTRE A ROTUNDA DA FUNDOA E A PEDREIRA DA BRIMADE?
E O TROÇO DA RIBEIRA DE SÃO JOÃO ENTRE OS CAMPOS DO MARÍTIMO E DO ANDORINHA?
O GOVERNO REGIONAL, COM A MANHOSA CONCORDÂNCIA DA CÂMARA E COM DINHEIRO DA SOLIDARIEDADE NACIONAL, ESTÁ A REALIZAR UMA TAREFA HISTÓRICA NA CIDADE DO FUNCHAL. TRANSFORMAR PATRIMÓNIO EM PUTRIMÓNIO!
       
        Funchal, 17.06.2016

Documentação do Santo


DIAP 1ª Secção

Neste blog foram publicados elementos sobre determinadas situações.

A fim de não dizerem que Miguel Silva não foi até ao fim, ou queria injuriar alguém, deste modo envio o resultado de vários processos.

https://drive.google.com/open?id=0Bxgw6csIyX24c1g4b3NqSVYxUk0


Sugiro a leitura pela seguinte ordem:

1. Despacho Arquivamento
2. Requerimento 278
3. Resposta DIAP

Se alguém tiver dúvidas sobre discrepâncias de factos e eventuais falsidades, os anexos estão em:



https://1drv.ms/f/s!Ao_Qq2f6bwk8hHQWVBGUccS8FnLz

Eu, O Santo

Comunicado



JPP e o ferry 'encalhado'

Vive La France!







OLHO POR OLHO, DENTE POR DENTE




Alguém conhece  processo de combater a barbárie sem ser com uma barbárie ainda mais cruel?


Não satisfeitos com as proezas cometidas nas ruas e praças de cidades francesas, os selvagens de regresso às palhotas viraram-se contra um pacato grupo de turistas espanhóis, à passagem por Colónia, e vai disto: espancamento solene a deixar algumas vítimas em estado grave.
Por acaso, eram russos, os energúmenos. Mas podiam ser de qualquer país ou área geográfica. Há daquilo em todas as partes do planeta. Se muitos não se fazem notar é por falta de oportunidade ou por cobardia. É raro vermos um hooligan actuar sozinho, de cara exposta à resposta adequada. Esses facínoras operam em grupo, para serem muitos, ou então a coberto da clandestinidade. Sozinhos, cara a cara com um adversário, não passam de uns borrabotas invertebrados, uns safardanas que não podem com a mão virada nas ventas. 
São perigosos, porém. Actuando como actuam, dificilmente são pegados. E têm campo aberto para espancar desalmadamente pacatos cidadãos que eles, os energúmenos, não conhecem de parte nenhuma. Agem como os trogloditas pré-históricos emboscados perto da caverna para surpreender as presas.
Quando há batalhas campais de claques contra claques, as vítimas geralmente são os transeuntes alheios à selvajaria, os comerciantes donos dos estabelecimentos das redondezas e os que têm automóvel estacionado por ali.
Ora, estes bandidos simplesmente aproveitam o fenómeno do futebol para desfrutar de palco e arena onde libertar os 'bofes' nojentos e o fundo mau. Eles não se revoltam pontualmente contra o erro do árbitro, nem sequer guerreiam a claque adversária por uma questão de rivalidade doentia, nem desatam à pancadaria por motivo ocasional, o que, sendo comportamento grave, enfim, acontece...
Nada daquilo tem a ver com futebol. E sim com a maldade reprimida naquelas almas, que precisa de explodir para não implodir. 
Então, não há pedagogia que valha a pena experimentar. Isso de ir às causas remotas e à doença traumática para tentar a cura na origem só serve para justificar a existência da psicologia aplicada. Na prática, a vida do mar é mais dura do que parece. Aquela escumalha só sentirá nos ossos o que é bom quando lhe for aplicado o Código de Hamurábi. 
Sim, é verdade que a resposta 'olho por olho, dente por dente' à moda de Talião não é menos bárbara do que a acção daqueles covardes que atacam gratuitamente em massa ou solitariamente na guerra de guerrilha, como temos visto por esse mundo fora - e não apenas por parte dos fanáticos que massacram nas escolas e nos teatros convictos de que renascerão puros.
Talião também não é civilizado. Mas não vemos resposta minimamente eficaz de combater a barbárie que não seja com uma barbárie ainda mais cruel.  

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Enigmático Trail


Comunicado enviado por Nuno Gonçalves

Na sequência de uma reunião de direção havida hoje, 15 de junho, a novel direção do Clube de Montanha do Funchal, presidida por Justino Nóbrega, comunicou-me que prescinde dos meus serviços na liderança do MIUT® – Madeira Island Ultra Trail. A justificação apresentada prende-se com a existência de um “outro projeto” para o futuro…

Numa breve retrospetiva, diria que lançámos a semente do trail running na ilha da Madeira e ela germinou. O MIUT® é hoje indiscutivelmente o maior evento turístico-desportivo da região, integrada no restrito calendário do WORLD TOUR, e naturalmente que me orgulho de ter dado, eventualmente, algum contributo nesse sentido. Considero que este evento é de interesse público regional e, tendo atingido o mais elevado patamar desportivo da modalidade, faço votos que haja continuidade positiva do trabalho desenvolvido, colocando sempre os interesses da Região e do Clube acima de tudo, como aliás sempre defendi.

Continuarei a desempenhar o meu papel de Representante Nacional dos Organizadores na ITRA (International Trail Running Association), entidade máxima que regula a prática da modalidade.

Aproveito para agradecer a todas as entidades, associados, parceiros, colegas e amigos que estiveram envolvidos no projeto ao longo dos tempos e, em especial, ao Pedro Medeiros, elemento de extrema competência e dedicação, que me coadjuvou nas principais tarefas associadas ao MIUT®.

Com os meus melhores cumprimentos e até sempre!

Moção de censura ao governo regional

                   



GIL CANHA COMPARA ALBUQUERQUE
A MATRONA ESPANHOLA ANTI-REPUBLICANA



O deputado independente comparou hoje no parlamento regional o Governo de Miguel Albuquerque a uma peça teatral de Garcia Lorca - 'A Casa de Bernarda Alba' - escrita por este poeta e dramaturgo espanhol 30 dias antes de morrer fuzilado pelas forças anti-republicanas, logo no início da Guerra Civil Espanhola. 
A peça conta a história de uma mulher dominadora, Bernarda Alba, que após a morte do marido obriga as suas cinco filhas a viverem num ambiente de clausura, decretando um luto rigoroso de oito anos, o que cria tensões explosivas e dramáticas dentro das quatro paredes.
Ouçamos a comparação feita por Gil Canha.  



                   



Alô Santa Cruz!



A PALMEIRA E O CAIXOTE

Recebemos as imagens abaixo que sugerem desatenção por parte dos serviços da Câmara de Santa Cruz, liderada pelo Juntos Pelo Povo. Segundo nos afiançam, uma palmeira nas imediações da Igreja do Santo da Serra, como se vê na imagem, está atacada de escaravelho e ameaça a segurança dos transeuntes.
A outra foto mostra um contentor de lixo que, além de desengonçado e em avançado estado de degradação, parece desenquadrado da paisagem. 
Há medidas de prevenção que é preciso tomar, antes que 'elas' aconteçam. Será que Filipe Sousa e a sua equipa estão a ouvir?



Coisas do 'deve e haver'...



Vai ser preciso fazer contas novas sobre o relacionamento financeiro com Lisboa. 
Com a devida vénia ao implacável Correio da Manhã, vai a reprodução seguinte:



15.06.2016  08:17 

ADSE pagou indevidamente 29,7 ME à Região Autónoma da Madeira





O Tribunal considera que dois secretários de Estado do anterior Governo "comprometeram dinheiros da ADSE". O Tribunal de Contas considera que a ADSE pagou indevidamente 29,7 milhões de euros ao Serviço Regional de Saúde da Madeira quando devia ter sido usado dinheiro do Estado, com dois anteriores governantes a incorrerem em eventuais infrações financeiras. Num relatório de auditoria ao sistema de proteção social dos funcionários públicos, o Tribunal de Contas (TdC) refere que, em setembro de 2015, a ADSE usou excedentes gerados em 2014 e receitas próprias de 2015 para pagar mais de 29 milhões de euros ao Serviço Regional de Saúde da Madeira que resultou da utilização de unidades de saúde por beneficiários da ADSE entre 2010 e 2015. O Tribunal considera que dois secretários de Estado do anterior Governo "comprometeram dinheiros da ADSE para fazer face a uma despesa que é do Estado e que devia ter sido satisfeita pela dotação orçamental do Serviço Nacional de Saúde (SNS)". O relatório refere que esta situação pode ser considerada uma "eventual infração financeira suscetível de gerar responsabilidades financeira reintegratória", ou seja, reposição de verbas por parte dos então secretários de Estado Adjunto e do Orçamento, Hélder Reis, e da Saúde, Manuel Teixeira. Diz ainda o documento que o diretor-geral da ADSE, Carlos Batista, autorizou o pagamento de 29 milhões de euros, sabendo que a ADSE não era desde 2010 responsável pelo pagamento daqueles serviços, situação que pode também ser uma eventual infração financeira reintegratória e também sancionatória. Para o Tribunal este é um exemplo de "instrumentalização do rendimento disponível dos trabalhadores da Administração Pública pelo Governo da República". A propósito deste pagamento ao serviço de saúde da Madeira, o TdC lembra que as instituições do SNS, no Continente e nas Regiões Autónomas, são financiadas por transferências do Orçamento do Estado. "O montante pago ilegalmente pela ADSE (...), constituindo uma descapitalização da ADSE, constituiu já o limite inferior do prejuízo para o Estado", indica o documento. O Tribunal entende que os excedentes e receitas da ADSE não devem ser usados para o pagamento de despesa pública, uma vez que não compete ao sistema dos funcionários públicos nem aos seus beneficiários suportar essas despesas: "A utilização reiterada das receitas e dos excedentes da ADSE em funções públicas do Estado que não lhe incumbe prosseguir, descapitaliza a ADSE e prejudica a sua sustentabilidade".

ESTRELÍCIA DOURADA



A CASAMENTO E A BAPTIZADO...



As colunas sociais destacaram a subida de MST do Equador
aos círculos temperados da Tabanca.



O casório do jornalista José Manuel Rodrigues, ex-patrão do CDS-PP-Madeira, trouxe consigo uma curiosidade que devia ser devidamente eternizada: a vinda à Madeira de um convidado especial, o jornalista e escritor Miguel de Sousa Tavares, visita frequente do Equador mas que se recusava a visitar a nossa bonita Tabanca.
Bem sabemos que Miguel Sousa Tavares - cujos artigos de opinião no Expresso e na Bola, sempre frontais e frescos, são de leitura indispensável  - 'não ia com a cara' da Madeira, não propriamente por causa do basalto ou dos habitantes da Ilha, mas devido ao governo estilo troglodita que os Madeirenses elegeram para mandatos de quase 40 anos. Logo, tombada a velha situação jardineirista, a visita em causa não constitui espanto por aí além. 
Ainda assim, e já que deu nas vistas a passagem de Miguel Sousa Tavares aqui pelos círculos temperados, muito acima do Equador, não seria mal pensado atribuir a Zé Manel a Estrelícia Dourada do nosso Turismo, pela pequena proeza conseguida. Não a proeza do casório, que não foi novidade para Zé, mas por trazer aqui o 'difícil' turista. 
Uma sugestão ao nosso colega do jornalismo madeirense e ex-líder político: já que Miguel veio a casamento, que venha também a baptizado. 

ISSO É LÁ COM SANTO ANTÓNIO!




GOVERNO SEM TEMPO PARA GOVERNAR



A Associação de Lesados do Banif anda a perder tempo. É muito 'blue' ser recebido pelo sr. Presidente do governo regional nas Angústias, ao som das araras e com a 'Sissi' a rebolar pelas alcatifas escolhidas pelo Chico Clode. Mas, depois da 'reunião', e quando se trata de 'caldinhos' embaraçosos, chefe Miguel dirige-se aos jornalistas seleccionados e decreta publicamente: vou recorrer ao Costa e ao Marcelo para que acelerem o processo em defesa dos lesados - é este o caso que aqui nos traz.
Ora, mais rápido seria o homem da Associação dirigir-se directamente ao PR e ao PM, que andam numa onda de falar com toda a gente, e assim evitava demoras no Funchal.
Claro que o lesado se arrisca a ouvir dos dignitários nacionais: homem, vá carpir mágoas e fazer exigências aos que andaram a convencer os emigrantes a 'jogar' nos produtos do Banif, ou seja, os componentes do 'consórcio' de prospectores bancários, governantes, autarcas e pontas-de-lança da 'comunicação'.
Mas sempre era uma pressão que ficava na capital exercida pelos verdadeiros interessados no problema.
Agora, como estamos a ouvir na discussão da moção de censura hoje, no parlamento regional, já se entendeu que, quando o assunto não mete apenas fotografias e vídeos de TV para propaganda, o desgoverno da Tabanca reencaminha o assunto para Lisboa. São as passagens aéreas (aliás à espera da bronca que está para chegar), é o ferry, são os lesados do Banif, aquelas promessas todas do tempo do Delfinário.
O facto é que, além da vaga de parabéns que nestas ocasiões bafeja normalmente o vazio procedimento do Establishment, há boneco para os desgovernantes receberem os lesados, depois mais boneco para recorrer ao PR e ao PM... e veja-se quantas vezes esta piroseira pseudo-política já aconteceu à custa da mesma tragédia dos nossos espoliados e explorados emigrantes! 
Depois, os próprios emigrantes ainda têm a ilusão de que na Madeira façam alguma coisa por eles! A tal fábula da raposa a guardar as galinhas. 
Estamos em época de santos populares. Fogo de artifício, marchas, canções do bandido. 
Vamos à festarola. Porque... esta agora! Uma pessoa é eleita e escolhida para o governo e depois ainda é obrigada a governar?! E a agenda social de cada um?!
Pois. Quando é preciso governar mesmo, "isso é lá com Santo António"!

terça-feira, 14 de junho de 2016

A nova vaga de anestesistas




ESTABLISHMENT CONTINUA TODO BLUE



Pode o novo hospital ser, como é, uma poeirenta miragem atirada aos olhos dos papalvos que votam. Mas, ao nível de anestesistas, mesmo com hospitais a cair de velhos, sem equipamentos nem remédios, estamos muito bem servidos. De repente, apareceu praí uma caterva de novos anestesiologistas no sector privado que benza-os Deus! Eles aplicaram com tal eficácia a pica na viloada pagante, que ficou tudo a dormir a sono solto no berço da manipulação.
Os 'doutores' Miguel Albuquerque e Faria Nunes nem precisam de vestir a bata. Agora, usando o nosso dinheiro, eles pagam a quem depressa mostrou perceber de enfermagem na especialidade Blue Establishment, e andam descansadinhos da silva, sem ninguém que lhes atire às reais fuçazinhas maleitas antigas como o desemprego, a pobreza, a emigração crescente e dramática, as desavenças partidárias internas, as incompetências dos desgovernantes, as ruas sujas e esburacadas, o trânsito caótico, e por aí acima. 
Ainda hoje, aliás como tem acontecido todos os dias, está a ser impingido por aí mais um festival de ópio anestesiante. 
- Mas isto agora é assim mesmo e se o povo não reclama é porque está bom - dirão.
Parabéns, Miguel, Sérgio, Cafôfo, Carlos Pereira, Lopes. Continuem aí em cima na passerelle, novo palco da 'política' da Tabanca. Usem à vontade os impostos de quem trabalha. Mas não nos comam a molécula.
Já cá não está quem falou. Vamos mas é tentar saber se o Quaresma joga hoje contra a Islândia ou se fica de molho. 
Nos tempos de escola, costumávamos dizer: até terça, ti Pedro.

PS - Está chegando a hora de o 'consórcio' que domina o Blue Establishmente ir pensando em mais uma viagenzinha às comunidades, para manter a ligação à diáspora.