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sexta-feira, 25 de abril de 2014

25 de Abril



RESPIRAR LIBERDADE


Celebrar o 25 de Abril de 1974 é enaltecer os valores essenciais da liberdade e da democracia.
Da liberdade individual, enquanto condição essencial da dignidade da pessoa humana e do seu direito absoluto de viver em democracia.
Mas celebrar o 25 de Abril é também, no plano regional, afirmar o valor essencial da Autonomia Política, que apenas conquistámos devido ao 25 de Abril. E é o valor da liberdade que está no cerne da Autonomia Política: a liberdade do povo madeirense se auto-governar através de instituições democráticas de governo próprio; a liberdade de um povo decidir por si os caminhos que quer trilhar. Ainda mais que o 1 de Julho é o 25 de Abril o dia da Autonomia.
Daí que assinalar a data na Madeira exige que reflitamos sobre a melhor forma de alicerçar e reforçar a nossa Autonomia política e as suas instituições fundamentais.
Enquanto candidato à liderança do PSD/M, tenho apresentado uma série de propostas neste sentido. O meu objectivo prioritário é garantir a confiança e a identificação das atuais e futuras gerações de madeirenses com o valor da Autonomia Política, pela qual tanto aspiraram e lutaram os nossos ancestrais. É também, por respeito para com estes, que temos hoje o dever de não só lutar por mais autonomia, mas também por MELHOR autonomia.
A propósito desta data, convém lembrar que o povo Madeirense habituou o País a constituir-se como farol de resistência à ditadura, de que as Revoltas da Madeira, do Leite e da Farinha são exemplo. Ao contrário do que os mais distraídos julgam, os Madeirenses não são acomodados, sendo antes inconformados e resistentes.
Mas celebrar e afirmar a liberdade na Madeira não passa apenas por aprofundar a nossa liberdade, enquanto povo, no contexto da nossa integração na República ou na União Europeia (e nesta o nosso espaço de autonomia chama-se ultraperiferia). Os verdadeiros autonomistas consideram que é igualmente crucial a valorização da autonomia da sociedade civil, bem como as suas instituições.
Não é só a autonomia política que necessita de ser reforçada. O mesmo deve acontecer com a autonomia da sociedade civil porque a queremos forte, vibrante, independente, dotada de uma cultura pluralista evoluída, que respire liberdade. Seria dramático que a força do sector público a que a autonomia política deu lugar, se fizesse à conta da fraqueza da sociedade civil.
Há que encontrar o justo equilíbrio e afirmar uma parceria de iguais, uma parceria virtuosa entre público e privado. Celebrar a liberdade conquistada em Abril também passa por aqui.
Enquanto candidato à liderança do PSD/M entendo que a melhor forma de enaltecer os valores de Abril é garantir que a minha candidatura seja um verdadeiro espaço de liberdade.
Que os militantes possam aderir a esta candidatura apenas por convicção e por entenderem que este é o melhor projecto para o PSD/M e para a Região, e não em resultado de qualquer forma de coacção dissimulada, de condicionamento, de constrangimento e de cerceamento da liberdade de escolha de cada um. Não quero na minha candidatura o menor vestígio de receio, de temor reverencial ou mesmo de medo.
Quero que a minha candidatura seja um espaço de escuta e de proposta, um espaço de liberdade, aberto ao debate de ideias e à participação dos militantes e simpatizantes da causa social-democrata e em que todos se sintam confortáveis e motivados para darem o melhor da sua iniciativa e criatividade.
Até porque é um espaço assim concebido que quero ajudar a construir no meu Partido e na minha Região.
É assim que concebo e vivo a liberdade.

SÉRGIO MARQUES, candidato à liderança do PPD-M

O comandante Rui São Marcos, então imediato do cargueiro ‘Arraiolos’, zarpou da Doca do Espanhol, no Tejo, às 6 da manhã de 25 de Abril de 1974. Sem saber das movimentações militares ali perto, no Terreiro do Paço, fez um disparo na sua máquina fotográfica e seguiu viagem, com uma estranha carga a bordo.




ÚLTIMA FOTO DA 'PONTE SALAZAR' 
E PRIMEIRA DA 'PONTE 25 DE ABRIL' 

Em 24 de Abril de 1974, finalmente se conseguia carregar o cacilheiro a bordo do ‘Arraiolos’, com destino a Bissau. Um cacilheiro com o nome curioso de ‘O Amanhã’.
Difícil azáfama no N/M ‘Arraiolos’, na Doca do Espanhol, em pleno Tejo, com a peação daquela estranha carga. Trabalho moroso, já que eram largas toneladas que tinham de navegar em segurança e acomodadas de maneira invulgar: ‘O Amanhã’, içado para bordo, tinha de viajar atravessado no convés do ‘Arraiolos’, com a proa suspensa de um lado e a popa no outro.
Tomada que foi a decisão da saída para as 6 horas da madrugada de 25 de Abril, quem estava de serviço ficou pelo navio e o resto da tripulação foi a terra jantar com a família.
Por volta da meia-noite, a tripulação começou a regressar a bordo. Conforme previsto, o navio largou às 6 horas da Doca do Espanhol, com destino a Cabo Verde e Guiné-Bissau, para uma viagem calculada em cerca de 3 semanas, ida e volta.
A navegar, já com o Sol a levantar-se pela popa do navio, olhei para a ‘Ponte Salazar’ e achei curiosa a imagem que tinha pela frente. Fui ao camarote buscar a retratadeira e disparei. Mal sabia que nesses momentos estavam a ser dados passos que levariam à mudança de nome da ponte.
Depois da noite inteira acordado, a trabalhar, e porque só entrava de serviço às 4 da tarde, avisei um marinheiro para me acordar a essa hora. Eu não precisava de muito tempo de preparação para entrar de quarto.
Cerca das 3 horas, fui acordado com a novidade: tinha rebentado uma revolução em Lisboa.
Incrédulo, respondi, grunhindo: “Pois, deve ser mesmo isso!!!”
Mas, quando cheguei à ponte do navio, lá estavam o comandante, o radiotelegrafista e o marinheiro de serviço a ouvir as marchas militares que passavam na Emissora Nacional. Afinal, algo de novo acontecia em Portugal.
Os dias foram correndo com a normalidade da vida a bordo. Cabo Verde. Guiné. A descarga de ‘O Amanhã’, para navegar nos rios da então província portuguesa. O recolhimento a bordo dos elementos mais ‘urgentes’ de uma nova classe de portugueses que nascia, a dos ‘retornados’. Uma saltada inopinada mais a sul, Angola, para embarcar carga de outros dos primeiros ‘retornados’.
Passadas não as 3 semanas previstas para a duração da viagem, mas sim 3 meses, lá estávamos de novo a passar no ‘Arraiolos’ por baixo de uma ponte que entretanto mudara de nome: Ponte 25 de Abril.
‘O Amanhã’ velho ficara em África. ‘O Amanhã’ novo nascia em Portugal.
Rui São Marcos

Doca do Espanhol e a Ponte (Foto CARLOS PIRES, 'Olhares')


Nota – Às 6 da manhã de 25 de Abril de 1974, momento em que foi obtida aquela que provavelmente é a última fotografia da ‘Ponte Salazar’ e a primeira da mesma Ponte já com a democracia em marcha, tropas da Escola Prática de Cavalaria de Santarém, comandadas por Salgueiro Maia, ocupavam o Terreiro do Paço, ali tão perto.

Em 1974, o velho cargueiro da história pertencia à Companhia Nacional de Navegação (Luís Miguel Correia).

SOCIEDADES


ESCLARECIMENTO 
SOBRE VENCIMENTOS


Na sequência da reprodução pelo 'Fénix' de um JORAM referente a quadros e vencimentos das sociedades de desenvolvimento, publicamos o seguinte esclarecimento:

"Serve a presente mensagem para esclarecer que, no que diz respeito à publicação no JORAM da composição dos órgãos sociais e respetivas remunerações das Sociedades de Desenvolvimento, esta corresponde a uma determinação legal que esta administração cumpriu, como é seu dever de informação e de transparência de atuação.

Efetivamente o art. 15.º do DLR n.º 13/2010/M determina, na sua alínea d):

d) As remunerações totais, variáveis e fixas auferidas anualmente por cada um dos membros dos órgãos de gestão, bem como as remunerações auferidas por cada membro do órgão de fiscalização;

Contrariando o que foi o seu entendimento, os valores das remunerações lá referidas são anuais, como determina a lei. Como o Conselho de Administração acumula funções em 4 Sociedades, o seu ordenado é repartido pelas 4 Sociedades.

Para saber o salário anual de cada um dos membros, é somar o que consta na publicação de cada uma das Sociedades.

Assim, e dado este esclarecimento, solicito a retificação e/ou esclarecimento da sua publicação.
Maria João Monte"

NOTA - Publicamos o esclarecimento com todo o gosto. Mas temos de manifestar estranheza pelo facto de nos atribuírem o entendimento de que os vencimentos referidos no JORAM são mensais. Ora, não afirmamos isso em nenhuma parte do nosso (mordaz) artigo.
Esse aspecto é referido, sim, no próprio JORAM - e para sublinhar que os vencimentos patenteados são "anuais".
Como de outras origens recebemos esta mesmíssima crítica antes do esclarecimento acima, avançámos já com uma "Observação" para explicar precisamente esse carácter anual dos vencimentos, para evitar dúvidas naqueles que só lêem na diagonal.
Esperamos que agora depois de mais este esclarecimento, se dissipem todas as dúvidas suscitadas.
O JORAM diz que os vencimentos são anuais!

Vencimentos nas SD


OBSERVAÇÃO - Para quem só goste de ler na diagonal, chamamos a atenção para o seguinte: os valores dos vencimentos pagos aos gestores em serviço nas sociedades de desenvolvimento, reproduzidos no JORAM da nossa peça denominada 'Bomba', são anuais.
O melhor mesmo é ler tudo.
...O que não quer dizer que não haja uma infinidade de leituras a fazer. É com cada qual.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Funchal ao Vivo


CARRO PRETO NA CÂMARA


Enviaram-nos este documento fotográfico querendo significar a existência de um atentado à política da Mudança anti-carro preto. Este aqui encontra-se no estacionamento reservado à vereação. Daí a insinuação: será que Cafôfo cedeu à tentação do popó chique?
Atenção! Este cenário já aconteceu, publicámos a fotografia, e a explicação era simples: o lugar fora cedido por algum tempo a um diplomata que visitava os paços do concelho funchalense e o presidente Paulo Cafôfo. 
Portanto, vamos tentar saber se este é um carro preto "comprado na Alemanha", como comenta - julgamos que ironicamente - o autor do boneco. Ou se está longe disso, que é o mais provável.

BOMBA



SOCIEDADES DE ENRIQUECIMENTO

Enviaram-nos um JORAM recente com informações muito giras, passe o termo, sobre o nível dos salários praticados nas sociedades de desenvolvimento.
Pedimos desculpa aos nossos ilustres Leitores, mas não podemos 'trocar por miúdos' o interessante conteúdo da publicação, muito menos nos é possível tecer-lhe comentários. Estamos a minutos do início do Benfica-Juventus, não é?
Pois. Cuidado com a bomba.
Limitamo-nos a reproduzir os 'ricos' nomes e números constantes do JORAM e ainda o desabafo que acompanha o documento que nos enviaram: "Não é ilegal, mas é IMORAL".
Só mais uma nota: Benza-os Deus! Bom proveito lhes faça!










Delfins


MANUEL ANTÓNIO NÃO QUER GUERRAS 
COM OUTROS CANDIDATOS DO PPD

Concorrem uns contra os outros, mas são todos companheiros de partido. A mensagem foi transmitida esta quarta-feira pelo secretário do Ambiente aos seus apoiantes que compareceram na sede de campanha, à Rua Câmara Pestana.
Manuel António insistiu na tecla: não abdica da sua candidatura à liderança dos social-democratas, porém entende que o processo deve decorrer com elevação.
Ou seja, apesar dos últimos desenvolvimentos, em que se assistiu ao lançamento da candidatura de João Cunha e Silva com inesperada colagem ao actual líder, o que mereceu um agradecimento da parte deste, o Delfim do Ambiente mantém-se decididamente na corrida. Sem pressas nem ataques aos adversários internos.

LARANJAL


JARDIM FOI AO NORTE PEDIR
ENCHENTE NA FESTA DO PPD


Chefe laranja esteve quarta-feira em dois concelhos do norte da Madeira. Em São Vicente, deixou claro que não tenciona recandidatar-se à presidência do PPD. Não aconselhou também o voto em nenhum dos candidatos em especial - sabendo-se que Miguel Albuquerque é que não, por estar ao serviço dos ingleses, diz ele.
O ainda líder social-democrata não deixa de manifestar interesse no crescimento do Fama, que ele julga poder ser o seu palco depois de perder a cadeira do poder. 
Também vai falando aos militantes, nestas reuniões, no desejo que tem em apanhar um derradeiro 'banho de multidão' na festa serrana do partido, lá mais para o Verão. Vaidade obriga.
Entretanto, refere-se também às europeias, para mobilizar os eleitores.
É que essas eleições serão decisivas para o próprio chefe. Se a coligação direitista PPD-PP vencer na Madeira, lá estará ele no domingo à noite, 25 de Maio, a lembrar que, afinal, velho líder dos Netos ainda mexe, logo, perante a falta de um sucessor que garanta vitórias, não será melhor ele pensar em...?
Se a coligação em que se integra o PPD apanhar um bigode na Região, como se prevê, o homem não perdoará: "Estão a ver no que dá a divisão no nosso partido, com estes delfins todos a brigar? Acho que o melhor será eu mesmo pensar em..."
Como dizíamos atrás, ele continua nas reuniões de militantes a dizer que não se recandidata. Pois.  

quarta-feira, 23 de abril de 2014

DELFINS


AINDA A POPULARIDADE NAS REDES

Provocou uma pequena tempestade a publicação no 'Fénix' do estudo feito por uma das candidaturas PPD abordando a popularidade dos Delfins no facebook.
Apoiantes de Cunha e Silva em Istambul, 'likes' às carradas em determinadas alturas, escalões etários discutíveis - os comentários levantaram mil e uma dúvidas.

Para tentar fazer alguma luz sobre o assunto - ou para complicar, quem sabe - um Leitor envia-nos elementos para os Leitores verificarem.

Primeiro, as páginas actuais e correctas de dois Delfins - no caso João Cunha e Silva e Sérgio Marques.



Agora a seguir, uma página adulterada para servir de ilustração. Se em Cunha e Silva, na página do post anterior, arranjaram apoiantes em Istambul, aqui puseram como cidade mais popular (para Sérgio) Kingston, Jamaica.




DELFINS


MANUEL ANTÓNIO REÚNE-SE
ESTA TARDE COM MILITANTES



O secretário regional do Ambiente, na qualidade de pretendente à liderança do PPD-M, tem encontro marcado para dentro de meia hora (6 e meia desta quarta-feira) com militantes que apoiam a sua candidatura.
A reunião decorre na sede de campanha, à Rua Câmara Pestana.

Não sabemos, entretanto, se o candidato está a par de uma situação peculiar: o seu colega de governo Jardim Ramos anda azafamado em chamadas telefónicas para militantes falando em nome do chefe Jardim, pedindo o voto em João Cunha e Silva e não, como inicialmente sugerido, no próprio Manuel António.
Garantem-nos que estas diligências existem mesmo. Não sabemos é se Jardim encomendou a Jardim Ramos tal tarefa ou se é o secretário dos Assuntos Sociais a puxar pela cabeça a favor do seu Delfim preferido, que é o Vice do governo.

Repare-se também no artigo da edição de hoje do JM, última página, onde se relatam as reuniões do chefe no Porto Santo, em Santo António e na Calheta. Para além das incidências que já tínhamos contado aqui no 'Fénix', a notícia deixa escapar outra. Importante. Que o chefe tem explicado a sua participação nas eleições internas de 2012 invocando a circunstância de o concorrente então em campo ser... "o candidato dos Blandy".
Ou seja: chefe continua empenhado em fazer a campanha que mais interessa... a Miguel Albuquerque.

DELFINS


ESTUDO SOBRE POPULARIDADE NAS REDES

Antes do mais, adiantamos que o estudo não é da responsabilidade 'Fénix'. Apenas o veiculamos no cumprimento do sagrado dever de dar voz a todos quantos pretendem chegar aos nossos Leitores.
Informamos que a iniciativa partiu de uma das candidaturas. E mais uma particularidade: certamente, não foi da parte de apoiantes de Cunha e Silva - como se poderá reparar a olho nu.






"Nota-se claramente que as páginas de Sérgio Marques, Miguel de Sousa e Miguel Albuquerque têm o Funchal como cidade-proveniência  da maioria dos fãs. Natural. Também a faixa etária dos interessados nessas páginas oscila entre os razoáveis 30-54 anos. E os gráficos de "likes" são constantes, salvo alguns naturais picos, que advêm de posições mais "quentes". 
Só a página de João Cunha e Silva apresenta, digamos, alguns exotismos. 
Por um lado percebemos que a cidade onde o ainda Vice tem mais fãs é.... Istambul!! Bem, já intuíamos algumas simpatias por culturas imperiais, desde logo pelo lema que adoptou ("um projecto, uma equipa e um líder" - que alguns maldosos logo associaram  a "ein volk, ein reich, ein fuhrer", inspiror do Nazismo) ou pela base musical escolhida para a sua apresentação: "O Fortuna", do Clássico Carmina Burana - do Germânico Carl Horff. Tema que, por infeliz coincidência, serviu para aquecer as hostes antes de alguns dos mais célebres e dramáticos discursos de Hitler.
Agora percebemos uma atração (porventura mútua) entre João Cunha e Silva e a Cultura Otomana. 
Bem interessante é que a sua base de fãs se situe entre os 18 e os 24 anos. E ainda acusam o homem de ter um discurso para "os velhos do regime"! Pelos vistos, não são os situacionistas e instalados que se sentem atraídos pela sua proposta política (que será mudar quase nada).  Por fim, a cadência de likes: no primeiro dia, cerca de 400. Normal. O primeiro dia é aquele em que os incondicionais e outros interessados (jornalistas, oposição - interna ou externa) colocam like para ir seguindo as novas do candidato. Aconteceu com todas as outras o mesmo. O curioso com Cunha é que, depois de uma semana de adormecimento, apareceram de um dia para o outros 900 fãs do homem! Mais uma semana sem praticamente adesões e... pumba! Mais 300 fãs durante uma noite.
Calcula-se que os "jovens turcos" (aqui na verdadeira aceção da palavra) vivam períodos de dormência em termos de consciência político-partidária e, num repente, desatem todos a likar ao mesmo tempo no Cunha
Um pouco como aqueles entusiastas funcionários do Bom Jesus que voluntariamente assistiram e se empolgaram com o anúncio da candidatura."

(Repetimos que o irónico 'relatório' partiu de uma das candidaturas)

ARMADILHA NA ESTRADA


ALCATRÃO À SOLTA NO CURRAL




O presidente de Câmara de Lobos disse há uns tempos no Curral das Freiras que tinha em mente a saída da freguesia directamente para sul. 
Passou-se.
Nas últimas horas, automobilistas e motociclistas encontraram um trabalho municipal com acabamentos de bradar aos céus. Alcatrão na estrada convidando ao despiste e às consequentes mazelas.
Ora, para uma câmara que pensa numa monumental saída rodoviária para o povo do Curral das Freiras, andar com remendos perigosos daquele feitio, inacabados, não é lá muito abonatório.
Ou seja: para já, saída só aquele espalhanço 'pelas canas dentro'.





BRONCA AUTÁRQUICA


CONTA DE SANTO ANTÓNIO CHUMBADA
EMBARAÇA PRESIDÊNCIA DE RUI SANTOS

Rui Santos, aqui com Miguel Albuquerque e Rubina Leal.

A reunião foi esta terça-feira e criou problemas ao presidente eleito da Junta, Rui Santos, social-democrata. Simplesmente, a conta de gerência de 2013 não passou no órgão competente.
Já de si, a composição da assembleia de freguesia de Santo António apresenta-se problemática: 7 elementos do PPD, 7 da coligação Mudança, 3 do PP e 2 da CDU. Poderes diluídos, pois.
Sabemos que José Manuel Rodrigues, líder regional dos populares, deu ordens aos eleitos pelo partido para não dificultarem o trabalho dos órgãos eleitos em cada município e junta. No entanto, a votação de ontem na freguesia de Santo António, segundo nos garantem, contou com a abstenção do PP, ficando a maioria relativa social-democrata à mercê da Mudança e da CDU.
O que se segue agora é a junta de Rui Santos, presidente que estava isolado no seio do seu próprio PPD e agora se confronta com a nega da oposição, melhorar a apresentação das contas, a ver se a assembleia de freguesia as entende melhor e as deixa passar.
Nunca se sabe é se não haverá necessidade de auditorias externa. Aliás... haverá hipóteses de o caso gerar divisões tais que façam o órgão autárquico resvalar para eleições antecipadas?
Rui Santos não tem vida fácil pela frente. Recentemente eleito presidente da Anafre, enfrentando sem medos a liderança regional do seu próprio partido, daquilo que não precisa mesmo nada nesta altura é de uma tal machadada na sua credibilidade.

terça-feira, 22 de abril de 2014


Fiscal ou inspector?



O nosso último reforço para a equipa dos agentes K (ele auto-intitula-se 'K-Nas Horas Vagas') entende que o protagonista das suas imagens aqui reproduzidas é fiscal ou inspector do aterro.
O dito K parece disposto a seguir os passos do deputado em questão, como assunto de reportagem.
Pois muito bem. Força, porque é tema com audiência garantida. Mas, para sermos honestos, atiramos o aviso: se o K acha que consegue seguir os passos do nosso amigo Independente com uns passeios pelo cais e pela avenida, desengane-se. Prepare-se mas é para andar mais de noite, porque de contrário perderá o melhor. Então agora, que a guerra dos delfins começa a aquecer!...
E mais: o 'K-Nas Horas Vagas' sabe dançar?







LARANJAL


CHEFE FOI À CALHETA

O líder do PPD marcou para esta terça-feira às 6 da tarde uma das suas reuniões para militantes. Agora, na Calheta. Tudo ao molho: as freguesias todas num só encontro, para abreviar o fadário. Já são poucos filiados em cada freguesia. E com a desmobilização que se conhece porque o homem já não manda nada...
Pois, é isso. Cuidado com a oposição, subam todos lá acima à herdade para se despedirem de mim, votem em consciência no delfim que acharem o melhor para o partido, etc e tal...
Numa palavra: se por acaso precisarem, formem uma vaga de fundo porque o velho Alberto ainda circula aí para as voltas.

BANCA


Banif 'executa' Jaime Ramos e União

O valor da execução é de cerca de 546 mil euros. 
O exequente é o Banco Internacional do Funchal - Banif.
Executados - Clube de Futebol União e Jaime Ramos.
A acção já foi distribuída, no 3.º Juízo Cível.




DIA DA TERRA - CIDADES VERDES 

- 22 de ABRIL



Assinala-se hoje, 22 de abril, o Dia da Terra, que visa consciencializar cidadãos e decisores políticos para a importância da conservação dos recursos naturais do planeta.
O tema escolhido para este ano - Cidades Verdes – realça a necessidade de evolução dos centros urbanos onde já metade da população mundial vive, para lugares mais humanos e sustentáveis, agora que os efeitos das alterações climáticas são cada vez mais visíveis.
Celebrado em quase duas centenas de países, a efeméride é coordenada globalmente pela Earthday Network.

Canonização


JOÃO PAULO II POPULAR NA MADEIRA


Está marcada para dia 27, domingo, a canonização de João XXIII e João Paulo II. Há excursões da Madeira para Roma. A que foi organizada pela paróquia do Monte esgotou num abrir e fechar de olhos. Resultado da popularidade dos dois papas, sobretudo João Paulo II, que visitou a Madeira em Maio de 1991 - conforme o registo fotográfico de Manuel Nicolau.

REFLEXÃO



Um Amigo Leitor do 'Fénix' enviou-nos um texto extraído do 'Courier Internacional' sugerindo-nos que fizéssemos uma analogia entre a bombástica situação na Bósnia e outra que bem conhecemos.
Em tempo de Abril, optámos por estender o desafio aos nossos Leitores. Limitamo-nos a deixar uma pista: se a geração actual fosse a de 1931 ou mesmo a da segunda metade do século XIX, faríamos a comparação automática. Com o comodismo dos últimos 40 anos...
Boa reflexão a todos.
Eis o texto:

segunda-feira, 21 de abril de 2014

LARANJAL


REUNIÕES DO CHEFE CONTINUAM
MAS SEM NADA DE NOVO


Esta segunda-feira às 9 da noite foi a vez de Santo António... e parece que a tal ameaça de expulsões quando das eleições na Anafre são para esquecer 

Chefe Jardim subiu esta noite de segunda-feira à freguesia - íamos a dizer rebelde - de Santo António. Foi mais uma reunião das programadas com as comissões políticas e militantes das freguesias.
O encontro acabou há poucos minutos.
O Leitor lembra-se do nosso relato sobre a reunião ocorrida no Porto Santo, há dias? Pois hoje nada se alterou. Chefe limitou-se a lembrar que é preciso trabalhar para as eleições europeias de 25 de Maio e a deixar uns avisos sobre a corrida interna. Tal como no Porto Santo, os militantes de Santo António receberam 'autorização' para escolherem o candidato que acharem melhor para o partido. Com uma atenção especial: a oposição anda muito atenta ao processo que levará à sucessão do actual líder social-democrata, logo há que actuar de modo a não facilitar a vida aos adversários.
Uma ronda para cumprir calendário, pois.

Uma nota para a presença de Rui Santos e dos restantes membros da junta de Santo António a que preside. Como todos se recordam, Santos desobedeceu há semanas ao chefe, ignorou as ameaças de expulsão, concorreu mesmo à direcção da Anafre e ganhou as eleições estrondosamente. 
Parece que o líder do partido entendeu por bem deixar de interferir em questões em que já não manda nada. Acontece aos melhores.


Esclarecimentos de Santo António

Relativamente a duas locais que publicámos dia 15, sugerem-nos que transmitamos aos Leitores as seguintes rectificações explicando a postura, nos dois episódios, das pessoas atingidas e cujos nomes, aliás, então omitimos.
No primeiro caso, dizia-se que uma senhora da Ribeira Grande, Santo António, teria pedido ajuda na sequência do 20 de Fevereiro e que lhe teriam passado um cheque de mil euros. Mas que depois, por acção da ASA (Associação de Desenvolvimento de Santo António), só lhe chegaram um fogão e um frigorífico.
Explicam-nos agora que Ilídio Castro, autarca e membro da ASA, simplesmente ajudou a cidadã a receber o que era seu… já que a senhora confundira um voucher com um cheque.
O caso chegou a ser participado à CMF e à Justiça, e depois esclarecido.

Na segunda local, seria um caso de comportamento discutível, atribuído ao presidente da Junta, Rui Santos. A explicação que agora nos dão nega tal comportamento. O caso que deu origem à reclamação ter-se-ia inclusive registado numa altura em que Santos ainda não era presidente da Junta.

Cá fica, pois, o contraditório nos casos que relatámos.


Avenida maltratada

O Leitor que nos enviou as fotos deixa uma sugestão: ...já agora, tratem, com uma pequena obra que não custa tanto assim, de resolver o problema de quem se vê aflito e não tem tempo de chegar ao navio.









domingo, 20 de abril de 2014




Curral das Freiras, cerejeiras em flor
Páscoa, com muito amor



Cerejeiras em flor no Curral das Freiras - 05.04.14 
Raimundo Quintal