Grupo parlamentar do PS-M quer esclarecer concessão do porto de recreio da Calheta
terça-feira, 25 de outubro de 2016
Norte da Madeira
MIGUEL ALBUQUERQUE FALA
DOS COMPROMISSOS CONCRETIZADOS
O Presidente do PSD-M deslocou-se ontem ao Norte da Ilha para falar aos militantes sobre os compromissos que o Governo Regional assumiu e concretizou no Porto Moniz e em S. Vicente, abordando ainda questões internas do partido.
Texto e fotos: PSD
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Brincadeiras na regedoria
As autárquicas dão para tudo. Até para partidos grandes, à dimensão regional, abdicarem de ir às urnas preferindo manifestar apoio a independentes! O que não deixa de ser uma originalidade risível. Bem diz o povo que, quanto mais alta é a torre...
As autárquicas de 2017 também estão a dar para partidos com responsabilidades tentarem dar de si uma imagem sóbria e séria, prometendo candidatos de primeira água nos 11 concelhos mas 'guardando' os seus nomes, dizendo que só os revelarão mais para a frente - quando a realidade é que não têm ninguém para meter à frente da lista na maior parte dos casos - essa é que é essa.
Há câmaras e juntas já entregues à bicharada, salvo seja, não valendo a pena estrebuchar porque... quem lá está lá continuará. E há outras onde, se fosse possível, todos perdiam por falta de comparência dos eleitores, que já deitam partidos pelos olhos fora.
Começa a surgir também uma espécie de balões de ensaio no FB, a ver se os nomes pegam. Como acontece agora com Savino Correia. Alguém que não gosta do antigo presidente e deputado lançou foto e nome mostrando-o como "o presidente que é preciso" para Santa Cruz. Deve ser para queimar. Ou será mesmo um balão de ensaio? Se sim, a 'acção popular' pró-Savino precisa de nomes, porque, como está, sem paternidade, ninguém acredita naquilo.
Deixem lá o homem descansado.
Opinião
OITENTA ANOS SÃO PASSADOS
Na primeira página da edição do dia 22
de Out., do DN local, lê-se: “Prédio da ILMA “reverte” para os trabalhadores”.
O fecho daquela unidade foi a sentença de morte num projecto para a
Madeira.
Dia 20, 5ª feira, perfizeram-se oitenta
anos sobre a passagem do navio Luanda pelo Funchal para embarcar, na sequência
da revolta do leite, 52 presos da PVDE (antecessora da PIDE), com destino a
Cabo Verde. Colhiam-se as tempestades dos ventos semeados durante o tempo de
Liberdade vivido entre 1910 e 1926. As elites de então, digladiando-se em
retóricas parlamentares, deixaram degenerar a vida colectiva. Teixeira Gomes,
em 1925, num jantar em Belém, falando para políticos e militares avisava:«enquanto certos políticos da nossa terra teimarem em pensar com o estomago
e digerirem com os miolos, isto não tem concerto possível. E o pior é que já é
muito tarde para tê-lo, porque quer os senhores queiram, quer não isto
(acentuou, voltando-se à direita para o General Carmona e tocando-lhe nos
galões) vai-lhes directamente parar às mãos». Ele anunciava a Ditadura
que surgiria meses depois. Num País instabilizado e inserido num Mundo
conturbado, a vida colectiva deteriorara-se e urgia disciplinar o País. As liberdades
foram cerceadas, mas os projectos em nome dos quais se haviam sacrificado as
populações, resistiriam no tempo.
A Madeira, na
década de 30, conheceu três revoluções. Em 1939 surge o pesadelo da 2ª guerra,
tornando ainda mais difíceis as condições de vida das populações. O Governador
Civil de então dizia: “a fome é sempre má conselheira e uma ameaça à ordem
pública”. Fiel às suas palavras, fez distribuir, gratuitamente, milho a
desempregados. A ordem pública de então, hoje disciplina cívica, deve preocupar
quem manda. O Turismo foi altamente penalizado, até pela redução dos barcos que
nos visitavam. Só melhorou quando se ocuparam hotéis e outras residências com
pessoas evacuadas de prováveis zonas de conflito, como Gibraltar. Predominava
no grupo a juventude feminina - as “gibraltinas” - que revolucionaram os
costumes da Madeira! O dinheiro derramado por estas pessoas teve um efeito
positivo numa economia onde ele escasseava. A Madeira, ao contrário do
Continente, não beneficiou do dinheiro da venda de volfrâmio aos Países
beligerantes!
Finda a 2ª
guerra, o Estado Novo, durante 29 anos, (treze dos quais em guerra em três
frentes africanas, não discuto se bem ou mal. Tenho opinião sobre isso, mas não
vem ao caso agora) prosseguiu aquilo a que ele chamava a “valorização dos
recursos locais”. O dinheiro - esse malvado – era escasso e criteriosamente
repartido. Lembro-me que, na Guiné, “apertadinhos” com a girandola que vinda da
mata nos caía em cima, gastámos mais granadas de obus do que aquelas que a parcimónia
mandava. Não escapei ao reparo da hierarquia, ainda que muito leve. Obedecendo
a estas regras, com sérias limitações de dinheiro, valorizavam os recursos
dentro de um Plano, com Objectivos claramente expostos. Queriam turismo de
qualidade. Cumpriram. Por isso deixaram o Madeira Palácio, o Sheraton, e a
Matur. Seguiram, com algum atraso, as obras da captação de água para o regadio
e abastecimento público. A pequena indústria agro-alimentar, que tanto fizera
sofrer os madeirenses, também foi contemplada com legislação que a adaptaria às
novas realidades.
Com a
implantação da Constituição de 1976, a Madeira ganhou a capacidade de gerir os
seus recursos. A escassez de dinheiro acabou. Recorrendo, de início, à
chantagem, juntando-se-lhe depois as ajudas Europeias e o crédito bancário, a
abundância de dinheiro foi uma realidade até ao estoiro final. A conciliação do
turismo de qualidade – herança do passado – com a produção agrícola criadora de
riqueza implicava cautela, pois, vendendo o turismo paisagem, ela devia ser uma
prioridade. Embriagados pelo dinheiro abundante, ganhar eleições foi objectivo
único. A Europa afogou-nos em dinheiro! Faltou-nos “prudência e tino”, a Suíça
é montanhosa e tem vacas, bem ao contrário daquilo que afirmava a propaganda – o
acidentado da ilha impossibilitaria a criação de gado – na qual se escondeu um
enorme falta de vontade política para agir. A água escassa, passou a ter como
prioridade o turismo e a propaganda tudo isto escond(eu)ia. A subsistência das
populações rurais ainda não está em perigo, mas o abandono a que votaram a
formação dos preços dos bens agrícolas regionais reflecte-se num Mercado dos
Lavradores vazio, acelerando a diabolização da produção regional.
Qual o
projecto de futuro que têm as nossas elites, apenas subordinadas à retórica
“eleiçoeira” da 1ª República? Ao cair, o Estado Novo, deixou futuro. Face a
esta realidade apetece reproduzir de Teixeira Gomes: «enquanto certos políticos
da nossa terra teimarem em pensar com o estomago e digerirem com os miolos,
isto não tem concerto possível.» Será o fim da Autonomia.
GAUDÊNCIO FIGUEIRA
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Frei Mayor

Câmara betoniza muro
de
pedra aparelhada
É caso para dizer : “Bem prega frei Tomás, olha para o que diz, não olhes para o que ele faz”. A Câmara que andou a dar voz aos protestos de Raimundo Quintal e Danilo Matos sobre a intervenção na Ribeira de Santa Luzia, relativamente a cobrir com betão os muros de pedra aparelhada, ainda que tenha passado parecer a concordar com a intervenção, agora faz uma intervenção onde tapa completamente um belíssimo muro com muitos anos de história. Isto abaixo da zona dos Viveiros. É um muro, apenas isso. Não há hipótese da intervenção ser outra? E então, ninguém diz nada?
J.G.
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
Crónica (actualizada)
APPanhados com a mão na APP alheia
Links apontados acima para acesso directo:
CONCURSO: SÓ FALTA JÁ VIR NO IMPRESSO O NOME DO VENCEDOR
O nosso Agente Praça do Povo encontrou este exemplar de concurso, ainda quente, lançado pela Secretaria da Educação. Comenta o Agente: mais direccionado não poderia ser o concurso; só falta vir no impresso: e o candidato tem de se chamar Fulano Tal.
IMPRENSA CHEIA DE TRUQUES
LUÍS DE MATOS
TRANSFORMOU HOJE
AS NOTÍCIAS DOS JORNAIS
Ao ouvir a revista de imprensa na rádio esta manhã, o cidadão médio deve ter ficado com a sensação de que Luís de Matos transformou como que por encanto as notícias do dia, quase todas. O próprio título do Diário referente ao famoso mágico lusitano bem avisa: "O impossível vai acontecer".
E, sem perda de tempo, há um primeiro truque logo na manchete. A varinha mágica de Matos faz o espectador acreditar no milagre: "governo actualiza salários na hotelaria". A realidade é outra: quanto mais recordes de receitas os hoteleiros açambarcam, mais polivalência, contratos precários, recibos verdes e baixa de salários recaem sobre os trabalhadores. Será preciso um passe de mágica muito bom de Luís de Matos para que o estado de coisas melhore um pouco, já que se os trabalhadores da hotelaria ficam à espera do patronato ou mesmo do acomodado sindicato, morrem a trabalhar.
Outra mágica do artista hoje é que o desemprego na Região cai como nunca desde há 55 meses para cá. Mas neste caso não há grande mérito no número: ele baseia-se nos truques oficiais para baixar o número de desempregados, como excluir das pavorosas estatísticas os estagiários, os batalhões de emigrantes e o resto que eles sabem.
Para deitar areia aos olhos dos espectadores, em nome de uma aparente verosimilhança dos truques, sai também uma notícia virtual assegurando: "estatísticas oficiais mais fiáveis".
Estamos perante um espectáculo profissional, muito bem planeado.
Seguindo um alinhamento perfeito, surge depois mais um truque pensado a tinta-da-china: 300 milhões do oriente aplicados na Madeira e criação de 800 postos de trabalho! Acho que vamos ter de importar trabalhadores do leste, como quando vieram ucranianos e sérvios no tempo do desenvolvimentismo. E tudo isto graças a um complot, diríamos, de empresários de lá e de cá.
Sem perda de balanço e com muito a-propósito, Luís de Matos saca da cartola outra notícia encantada sobre um crescimento de cimento a rondar os 40%, mas também aqui o mérito foi de quem primeiramente conseguiu tirar a carta viciada da manga para fazer o jogo dos tubarões.
Luís de Matos mete sempre muito humor nos seus espectáculos de magia, daí o bocadinho de glória concedido a Miguel Albuquerque para, sobre o novo hospital, o presidente dizer que "está tudo de saúde". Ora, quando a Saúde na Região, tal como o desgoverno Blue Establishment, acaba de cair num dos mais vergonhosos vexames que já se viram por estas bandas - o dos pareceres nacionais sobre a incompetência oficial precisamente sobre o dito hospital -, este número do presidente do governo só pode ser humor. Ou então quer continuar a gozar com uma população inteira, ele que actualmente jaz na lama com João e mais comparsas do 'melhor sistema de saúde'.
Voltando ao verdadeiro artista, Luís de Matos teve a vida facilitada no caso do novo hospital: fez desaparecer algo que nunca existiu.
O próprio parlamento está influenciado pelo nosso mago: ontem, os deputados andaram a discutir um assunto que só existe na cabeça deles, ainda o malfadado hospital novo. E fizeram recomendações para Lisboa sobre o não-assunto. Ou estão hipnotizados pelo prestidigitador ou precisam de consulta colectiva.
Amanhã não perco a revista de imprensa. Está descoberta a maneira mais barata, delirante e deliciosa de entrar bem no dia.
Vereadores e Cafôfo treinam-se para 2017
Uns irão de sakte
e outros de patins
A tanto tempo da prova final, os vereadores do Funchal preparam-se para participar num intenso programa de treinos no 'estádio' de skate que para o efeito construíram no Campo Almirante Reis. Vêm aí especialistas na modalidade para incentivar o arranque e tudo. Domingos Rodrigues e companhia querem dominar perfeitamente a pequena corsa para não se espatifarem em Outubro do próximo ano, quando chegar a hora do sprint final para a saída de cena.
Paulo Cafôfo escolheu resguardar-se em treinos discretos, à porta fechada, preferindo os patins. Não custa nada estar bem preparado para não se aleijar muito se, apesar da arrogância, também lhe tocar a ele embarcar na marcha final para o desemprego.
Até fica mais plural: uns saem de skate, outros de patins.
É questão de continuarem com obras como este 'skate park' a inaugurar agora com circunstância.
Kapas multiplicam-se como os impostos
Negócios a tinta-da-china
1º- ontem, 19/10, no Telejornal-RTP/M, Miguel de Sousa, na qualidade de EMPRESÁRIO, referiu-se a este assunto.
2º- hoje, 20/10, é manchete do DN… mas apçarecendo Miguel de Sousa na qualidade de VICE PRESIDENTE DA ALRAM… com foto no Campo do Golfe do Santo da Serra… obviamente na companhia do anfitrião António Henriques – Empresário
3º- fico intrigado porque a nada se refere o JM… pelo menos consultando várias vezes nada encontrei.
4º- fico intrigado porque num putativo investimento de 300.000.000€, nem MFA (Albuquerque) nem Eduardo Jesus aparecem… nem “para a fotografia”
5º- 800 postos de trabalho??!!!...bom, se calhar são 799 chineses vindos da China em “Charters” e 1 posto será o da empregada da limpeza contratada no Caniçal.
6º- fabrico de painéis solares na zona franca – Caniçal?!!...sou um analfabeto em “estudos de viabilidade económica” … mas o fabrico de painéis solares exigirá matéria prima importada …certamente que um investimento desta envergadura terá forçosamente de estar virado para a exportação para o mundo inteiro e via marítima… mas o porto do Caniçal é extremamente periférico, nada comparável ao posicionamento dos grandes portos da Europa.
K-solar
Nota do Fénix - Este novo Kapa tem uma característica rara: vê a RTP-Espetada. Pois para nós cá na casa, tudo isto é chinês. Mas não necessariamente a vingança do dito.
GUIA DAS ÁRVORES NOTÁVEIS DO JARDIM BOTÂNICO JOSÉ DO CANTO
O Jardim Botânico José do Canto possui um novo GUIA DAS ÁRVORES NOTÁVEIS.
Para além da edição em papel, que é oferecida aos visitantes, o folheto está disponível no “site” (http://www.josedocanto.com/ folheto-flyer).
Justicia-vermelha (Megaskepasma erythrochlamys) – 18.10.2016
No “site” também já estão disponíveis as fichas de identificação de 224 espécies
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Iniciativa JCP
Contra os Custos de Ensino
A Juventude Comunista Portuguesa esteve na Universidade da Madeira, para elucidar os estudantes, que do ano passado para este existiu um aumento abrupto dos custos de ensino que não podem ser branqueados, aumentaram as propinas em trinta euros por ano e aumentaram o custo das refeições em 12 Cêntimos por refeição acrescentado relativamente ao valor geral do ano passado, tendo em conta que a UMa foi uma das universidades que mais abandono escolar teve, muito também devido ao aumento dos custos de ensino.
A JCP defende que é necessário mais apoio social anexado às bolsas de forma a que a Bolsa de Estudo não pague apenas o valor anual da bolsa mas que pague, os materiais, fotocópias, manuais, alimentação e transporte, pois o apoio que muitos alunos recebem é um embuste criado pelo governo em que o aluno recebe pouco mais de 40 euros pelo Governo Regional e esse mesmo valor como conta como uma bolsa e não como um apoio extra é retirado pela DGES (Direção Geral de Ensino Superior),por estes valores entrarem diretamente no quociente do rendimento do agregado familiar.
É vergonhoso que um aluno que venha de Santana, Ponta do Sol, São Vicente entre outros concelhos mais distantes do Funchal, tenham um passe com valor superior mensal ao da propina, tendo muitas das vezes usar dois passes, um do concelho onde vive até ao centro do Funchal e um do centro do Funchal até à Universidade, neste mesmo tema dos transportes ainda a JCP considera completamente descabido a inexistência de transportes públicos nas imediações do campus universitário entre as 22:00H e as 23:00H, que é quando os alunos do Regime Nocturno e do Regime Pós Laboral saem da Universidade e tenham que inevitavelmente esperar até à 00:00H para poder ir para casa.
Com Isto a JCP propõe:
-A criação de um passe de estudante para toda a ilha com o mesmo valor;
-O aumento do número de carreiras dos transportes Públicos;
-A criação de mais apoios sociais anexados à bolsa de estudo;
-A diminuição dos custos de ensino: Refeições, Propinas, Materiais, Manuais e transportes.
A JCP defende que é necessário mais apoio social anexado às bolsas de forma a que a Bolsa de Estudo não pague apenas o valor anual da bolsa mas que pague, os materiais, fotocópias, manuais, alimentação e transporte, pois o apoio que muitos alunos recebem é um embuste criado pelo governo em que o aluno recebe pouco mais de 40 euros pelo Governo Regional e esse mesmo valor como conta como uma bolsa e não como um apoio extra é retirado pela DGES (Direção Geral de Ensino Superior),por estes valores entrarem diretamente no quociente do rendimento do agregado familiar.
É vergonhoso que um aluno que venha de Santana, Ponta do Sol, São Vicente entre outros concelhos mais distantes do Funchal, tenham um passe com valor superior mensal ao da propina, tendo muitas das vezes usar dois passes, um do concelho onde vive até ao centro do Funchal e um do centro do Funchal até à Universidade, neste mesmo tema dos transportes ainda a JCP considera completamente descabido a inexistência de transportes públicos nas imediações do campus universitário entre as 22:00H e as 23:00H, que é quando os alunos do Regime Nocturno e do Regime Pós Laboral saem da Universidade e tenham que inevitavelmente esperar até à 00:00H para poder ir para casa.
Com Isto a JCP propõe:
-A criação de um passe de estudante para toda a ilha com o mesmo valor;
-O aumento do número de carreiras dos transportes Públicos;
-A criação de mais apoios sociais anexados à bolsa de estudo;
-A diminuição dos custos de ensino: Refeições, Propinas, Materiais, Manuais e transportes.
Duarte Martins
Dirigente da JCP
O ACTUAL HOSPITAL É DE FUGIR. E O NOVO FOGE DO SESARAM
RELATÓRIOS DÃO
INJECÇÃO LETAL
NO SESARAM
Ainda esta terça-feira à noite, os doutos deputados madeirenses em S. Bento debateram na RTP-M a questão do novo hospital que não vai haver. Parecia um programa de gagos e, já agora, pedíamos à produção do programa que faça uma limpeza naquilo. Carlos Pereira, Rubina e Paulino queriam assacar uns aos outros as culpas de não haver hospital para ninguém. Campanha eleitoral em nome da Região! Quando o essencial é a sentença que nos caiu sobre a cabeça.
Não há novo hospital. Porque Lisboa entendeu colocar entidades competentes a demonstrar que a fundamentação do governo da Madeira quanto à necessidade de uma nova unidade é um conjunto de balelas que Miguel e João anotaram um dia destes, algures, entre um copo e uma pianada.
Não queremos estragar o prazer doloroso - um bocado sado-masoquista - que é o Leitor descobrir como os crânios do Blue Establishment se dirigiram a entidades que sabem do assunto. Portanto, deixamos aqui o documento que chumba, inclemente e cruelmente, a 'nossa' incompetência.
Ali pode ler-se que a candidatura da Madeira é "assente em apreciações qualitativas, sendo a informação quantitativa manifestamente insuficiente para permitir concluir, com objectividade e comparabilidade face a outras alternativas que se mostrem viáveis". Ou seja, muito blá-blá e pouca uva.
Tudo junto, "não estão reunidas as condições para uma fundamentação técnica que sustente a relevância do projecto".
Mas o que tem piada é ler a documentação de ponta a ponta. No final, o Leitor não ficará indiferente: ou vai rir ou vai chorar.
terça-feira, 18 de outubro de 2016
À falta do ferry...
Quando tiverem um que não seja para afundar, será que nos podem ao menos emprestar, para no Verão fazermos uma ligação a Portimão, a Sines e quem sabe se a Lisboa?
Nós gostamos muito de andar debaixo de água, no mergulho, mas também adoraríamos ir até à Europa.
PS - Não têm também um botezinho de borracha para afundar? Dava para pôr o cargueiro a voar...
Trio da Tabanca em Lisboa
Grande cavaqueira, entre 3
jardinistas no aeroporto de Lisboa; o autocarro teve que esperar por eles e os
passageiros também.
A conversa estava animada entre o Brazão de Castro o Zé Pedro e o Francisco Fernandes.
Com tanta gargalhada deviam estar a lembrar-se dos tempos em que o grande chefe lhes dava tudo, ou então andam a viajar às custas do buraco que deixaram na Madeira ou das trapalhadas do Albuquerque!
K-Aeroporto de Lisboa
Coerência estilo hostel
Eis algumas preciosidades
por
mera consulta pública
- Os funchalenses ficaram sem os TROVANTE, na indigestão dos trágicos incêndios, mas o executivo da Coligação Mudança, encomendou show NA África do Sul, PAGO PELOS MUNÍCIPES DO FUNCHAL, pela módica quantia de quase 16.000,00 €.
http://www.base.gov.pt/Base/
- Depois dos incêndios de Agosto, "trancas à porta". Fazer a manutenção dos extintores, desleixada desde 2013!
- Depois da Coligação Mudança tanto zurzir e desconfiar da Consultora KPMG do tempo de Albuquerque, eis que o executivo da Mudança, trá-la novamente à CMF por AJUSTE DIRECTO de 60.000,00 €!
K-Kapta-kuase-tudo
O duvidoso caso dos vereadores despedidos
Caravana substitui
tendas do Hostel
Na sequência da bronca que o JM armou - ou antecipou -, cavando ainda mais as divisões na equipa municipal do Funchal, o Mayor deu ordem aos vereadores renegados que haviam montado tenda nos Paços do Concelho para desmontarem a feira e desampararem o hostel - levando os iogurtes com pedacinhos de frutos, as embalagens de presunto, as bolas de berlim, as cocacolas e a colecção de pratos e talheres de plástico, geladeira e tudo. Segundo ouvi pelos corredores sombrios das catacumbas municipais, a estratégia da presidência é continuar a negar tudo. E se, por absurdo, algum jornalista puser uma pergunta difícil, a resposta é: só estamos a correr com os pombos da Praça do Município, porque não queremos essa rataria voadora perto.
Daí a cacha que arranjei: o documento não montado da auto-caravana instalada à porta dos Paços, para servir de abrigo aos aumentados e despedidos.
Tentei registar o contraditório da história, mas um dos vereadores caídos em desgraça limitou-se a resmungar, enquanto metia o micro-ondas na caravana: 'Os cães passam e a caravana fica.'
K-Sem-Abrigo
Quem acode às ROMEIRAS?

Antes que comecem a empurrar de uma entidade para outra a responsabilidade por estes quadros lastimáveis, os senhores da Junta, da Câmara, do Instituto da Habitação ou do que seja que se entendam e organizem para tornar civilizados os lugares da civilização. Como por exemplo este triste cenário nas Romeiras. Os cidadãos são todos iguais e os impostos são pagos por todos. E não venham os politicões da praça acusar os moradores do estado de coisas, como é costume para disfarçar a bandalheira - passe o termo - dos serviços em questão. Se insistirem em deixar tudo por conta dos residentes, lá teremos de ir verificar se os cabecilhas das ditas entidades pegam na vassoura e na pá para fazer serviço cívico nas redondezas lá das respectivas vivendas. Ou será que também convivem com lixeiras de rua, mato por limpar e bocas de incêndio fossilizadas?! Se gostam assim, os outros não.
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