sexta-feira, 7 de julho de 2017

Autárquicas 2017




Esta Coligação esteve em visita pelos vários bairros sociais, a cargo da empresa municipal Sociohabita Funchal, e outros, a cargo do IHM, alguns que até estão a escassos metros entre si, e que dividem alguma áreas próximas, mas que disputam uma “arena política de cores diferentes”. Em comum, refere o candidato, “encontramos indícios de um modelo que apostou na segregação social, e na exclusão, inclusive potenciou a desintegração destes bairros, dos outros que constituem o Parque Habitacional da cidade; alguns até distam de empreendimentos privados a escassas centenas de metros: apostou-se nos guetos e na fidelização política das suas gentes. Se estivermos atentos, o valor do Parque Habitacional privado da cidade, é muito superior, ao valor dos fogos que constituem o park habitacional social, do município inclusive, mesmo daqueles que distam entre si alguns metros, o que torna a SHF uma empresa - sem qualquer valor patrimonial - pois o objectivo nunca foi a sustentabilidade e a garantia constitucional de cada cidadão ter a sua habitação própria”.

Edgar Silva defende que já é tempo de “se colocar um ponto final, nesta realidade, acabar com estas - arenas políticas - onde o cidadão é atirado, onde os seus intervenientes, só são considerados e falados, em épocas de disputa eleitoral. A realidade actual dos bairros sociais, os do município, e os a cargo do GR, é negra e preocupante, extremamente degradados, alguns inclusive, impossíveis de recuperar. No município, nestes últimos 4 anos de coligação Mudança, o número de inscrições aumentaram 16%, sendo que são mais de 3600 em lista de espera, no entanto, estas listas carecem, de uma profunda revisão, inclusive de um reposicionamento face á aplicação de uma grelha de classificação que acima de tudo, respeite a equidade e a realidade socioeconómica das famílias, inclusive, que considere situações de dependências resultantes de situações de morbilidade. Nestes últimos 4 anos, nada mudou e o modus operandi da empresa municipal manteve os mesmos padrões e vícios dos seus antecessores e não apostou nem na maior responsabilização das pessoas, nem no garantir a um leque maior de cidadãos a possibilidade de se tornarem proprietários”.
E assegura, que a candidatura, Funchal Forte, “pretende intervir, e utilizando o potencial do Atrium Social do Funchal, a nossa rede social municipal, para assim criar um modelo de apoio á habitação social, integrado no normal Parque habitacional da cidade, chamando outros actores a intervir e utilizando o potencial de outros programas, como a reabilitação urbana: repovoar a cidade velha, recuperar prédios urbanos e os devolver a cidade às pessoas e às famílias. Este novo modelo de apoio á habitação social, tem de considerar a integração no parque habitacional normal da cidade, assim como, gradualmente intervir nos actuais bairros sociais, reformulando-os, inclusive os sujeitar a alterações arquitectónicas, inclusive, alguns demolir e fazer nascer outros integrados na comunidade, abertos a todos os cidadãos, e a todas as classes”.

Repórter Funchal Forte

4 comentários:

Raghnar disse...

Excelente tema e reflexão com a qual estou, de grosso modo, de acordo. Os guettos servem muitos fins, mas não têm como objectivo garantir o "direito à habitação"...

Anónimo disse...

Funchal Forte derrota o caffofocoo, senão a ditadura chavista/maduro está na calha, e ocorrerá um silencio e medo por varias décadas, salazar ao pé dos xuxas é um anjo

Anónimo disse...

Vamos Canheiro fazer aliança com o Diabo/a já, só assim podes construir algo como a Datoura Ru(b)ina e o Miguel Promessas Falsas fizeram com o Savoy e agora chutam para o Cafofo.
Daqui a uns meses se aquilo dá para o bom, vão todos dizer que deram o apoio para a construção.
Quando temos nova fragata para afundamento nos mares da Madeira?

Anónimo disse...

Afastem-se todos! Afastem-se todos! O anónimo das 23:29 necessita de ir ao WC despejar os seus maus fígados!