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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Expo

Inauguração na quinta-feira dia 26 de Novembro
2015, a partir das 18 horas

DESENHO E PINTURA 2009 / 2015
de EDUARDO FREITAS
FUNCHAL ATENEU CAFÉ

NOVEMBRO / DEZEMBRO 2015 JANEIRO 2016


Manipulação segundo O Santo



Câmara amiga






CARREGAR NAS RUÍNAS DA CIDADE





O Presidente Paulo Cafôfo estará convencido de que a filosofia da sua Câmara na relação com os munícipes está de acordo com as linhas programáticas que apresentou há 2 anos e lhe deram a vitória no Funchal?



A Câmara do Funchal diz que vai carregar nos impostos sobre prédios em ruínas entre a Ribeira de São João e a Zona Velha. É assim mesmo! O respeitinho é muito bonito. Isto não é um barco sem arrais.
Agora a sério.
Quem é que no seu perfeito juízo se mete a fazer obras de restauro no casebre? Chiça!
O munícipe, depois de ter poupado alguma coisa graças ao seu trabalho, e sem recurso a expedientes que muitos conhecem bem, decide melhorar a sua qualidade de vida e ao mesmo tempo contribuir para o visual da sua cidade, enveredando pelo plano possível de melhoramentos na sua casa. 
No que o pobre se vai meter!
A Câmara exige licenças pagas a peso impossível para tudo. Licenciamento para isto, licenciamento para a pintura, licenciamento para uma laje, licença para o camião do cimento, licença para a m... de uma abertura de vão. Licenças atrás de licenças, num mais acabar de burocracia e dinheiro a derreter. E depois a proibição de subir 20 centímetros no muro por causa do PDM, que aliás se suspende quando o peixe é graúdo, a recusa disto, o embargo daquilo.
Durante 5 e às vezes 10 anos, uma pessoa só tem chatices, papelada para a frente e para trás, ameaças, fiscalizações arrogantes, multas - e o processo por resolver.
F...! , c...!
Os tipos da Câmara - estes de agora tornaram-se iguais aos anteriores, até na perseguição a quem lhes prega com estas verdades, pois continuem lá - esse tipos, ainda por cima, entendem tratar o munícipe como um subordinado deles. Quem lhes paga o ordenado é que é tratado como gato-sapato! Mandam fiscal para isto, fiscal para aquilo. E então quando há vinganças para fazer, políticas ou outras!... Eles acham-se uns campeões só porque lhes puseram a chave do wc nas unhas. E até fazem insinuações, quando o munícipe vai lá perguntar quando é que andam com aquela m... Acusam o munícipe de estar a ser favorecido, e quando o processo se arrasta por 7, 8 e mais anos! Olha lá se não fosse favorecido! Porra!
Facilitadora - prometiam os actuais 'mudadores' relativamente à futura Câmara, na altura em que andavam de 'Mudança' em punho à caça do voto, prometendo acabar com as prepotências do laranjal. 
Olha lá! 
Facilitador, isto!
Ninguém quer facilitismo, quer-se é justiça. Cumpram os regulamentos e mais nada!

Mas o que custa é uma pessoa se habituar. Agora já se percebeu que é tudo a mesma melodia. Lá para finais de 2016, os fulanos adocicarão a melopeia de adormecer os contribuintes vilipendiados, de maneira a estar tudo esquecido em cima das eleições de 2017. Mas cá estaremos nós para fazer barulho e não deixar ninguém dormir.
Recuperar a casa, com aqueles 'emplastros' mangas-de-alpaca a chagar a molécula de cada um? F...!


Há sempre uns doidos que se metem em aventuras. Não sabem no que se envolvem!








Ali na zona do Cemitério dos Judeus é que a cidade está está bonita 




domingo, 22 de novembro de 2015

Verão de Outono (2)


O NAVAL NÃO GOSTOU
DA CALDEIRADA DE FÉNIX

A prosa deve ter-nos saído mal e por isso pedimos desculpa



A peça publicada imediatamente abaixo desta provocou engulhos em alguns associados do Clube Naval. Uma palavrinha mais descontraída ou alguma ideia deficientemente transmitida no artigo, alguma coisa caiu mal. Por isso, venho aqui sem o menor prurido pedir desculpa pelo que de alguma maneira tenha parecido ofensivo. Não era intenção minha, nem pouco mais ou menos. Nada tenho contra o digno Clube Naval do Funchal, assim como não tenho nada contra nenhum clube do mundo - a não ser uma certa antipatia amigável quando se discute futebol, já se sabe. Isso é incurável.
Ora, aqui nem sequer é o caso.  
A minha ideia foi apenas divulgar o fait-divers do aparecimento ontem de um lobo marinho ao largo das instalações do Naval. O que foi verdade. Para compor os jogos florais, entendi meter uns rodriguinhos dizendo que alguns banhistas do CNF decidiram procurar outras águas para evitar encontros indesejados com o simpático animal - o que foi verdade. Para colorir a prosa, veio-me ainda à cabeça dizer que, do mal o menos, os que se mudaram e foram fazer praia noutros lados, se não encontraram lobos marinhos, puderam ver, no meio de chicharros e cagões, algumas espadas e umas cavalinhas - o que nem sempre é verdade, infelizmente. Isso mais uns tios, umas tias, um certo ar burguês...
Enfim, estive a cozinhar uma inofensiva caldeirada sem perceber que poderia ser acusado de tentar uma despropositada peixeirada.
A minha escrita deve ter dado a ideia de tentativa de guerra de classes, o que, shiiiii, o que fui arranjar sem saber ler nem escrever! Nem me passou pela cabeça, de todo!
Por acaso, o CNF é uma das colectividades de que, como madeirense, me orgulho, e não apenas por me fazer lembrar um velho amigo com quem tive a honra de privar - e trabalhar -, o Comandante Passos Gouveia.
Mas não vem ao caso. 
A peça quase satânica continua ali para receber as justas farpas de quem as quiser escrever, como as já publicadas, todas a propósito. 
Espero ter desfeito o equívoco, mas, em todo o caso, renovo o pedido de desculpas. E agora o que interessa é que venham aí mais uns dias de sol. Este domingo não está lá grande coisa.

Informação - Houve quem aproveitasse a 'indignação' para, à boleia do indiscutível prestígio da Instituição de que estamos a falar, disparar uns insultos para cá, certamente com a ideia de retirar desforço de eventuais inchaços mal resolvidos. Ora, cabe explicar a quem não saiba a regra que adoptámos este espaço: se o sujeito me quer insultar e etc, publico tudo, desde que a tentação do polichinelo venha devidamente identificada. É óbvio. Então bate-se e fica-se escondido no anonimato, para não receber o troco? Era bom. Nestes casos, impõe-se o devido contra-ataque. Isto de dar a outra face... Vejam o que aconteceu ao Outro no Calvário. Esclarecendo: ou há democracia ou comem todos.

sábado, 21 de novembro de 2015

Verão de Outono


Lobo marinho a banhos no Clube Naval



Com a dilatação do Verão de S. Martinho, os amantes de praia têm aproveitado os calhaus e instalações ainda disponíveis para torrar ao sol e 'amandar' umas braçadas no azul atlântico.
Só que nesta manhã de sábado apareceu um lobo marinho disposto a desfrutar as delícias aburguesadas por baixo da Quinta Calaça. E então andou por ali a rondar a barra do Clube Naval.
Consequência: muitos frequentadores da zona balnear chique desampararam a praia do Naval e procuraram outras abertas para a água. Não sabemos se com medo mesmo do simpático animalzinho ou se por terem julgado tratar-se do Lobo Marinho - navio. O facto é que muitos tios e muitas tias nadam a esta hora nas águas da Barreirinha, do Gavinas, Praia Formosa e, sem certeza, no Toco.
Uma vez por outra não faz mal a ninguém conviver com a plebe. Nestes mares, não há lobos marinhos, mas há chicharro, tainhas, cagões, moreias e também não faltam cavalas e umas espadas. Faz parte.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Fórum


Partido Socialista
'Sempre com o Poder Local'




Terrorismo


III GUERRA MUNDIAL AO RUBRO
E NÓS AQUI SEM EXÉRCITO

A impetuosidade crescente deste tremendo conflito indicia que as polícias especializadas no combate ao terrorismo não chegarão para as encomendas




Há muito que o terceiro conflito de amplitude planetária rebentou. De um lado, a civilização, que inclui o ocidente e os muçulmanos. Do outro lado, clandestinos que sob a capa falsa de adeptos do islão vão matando pessoas porque sim.
Depois de Nova Iorque, Londres, Madrid e Paris, e enquanto o terror provoca mortes indiscriminadamente na própria Síria e no próprio Iraque, obrigando milhares a fugir todos os dias para território europeu, os tipos voltaram a espalhar mortandade esta manhã, no Mali. Traiçoeiramente, como de costume. Vitimando pessoas que só querem que as deixem quietas na paz a que têm direito.
Está visto que desta vez é a guerra total. Os fanáticos do terror já ameaçaram a Península Ibérica. O que nos faz lembrar os tempos em que criticávamos o esvaziamento quase total das Forças Armadas de Portugal. Faz-nos lembrar esses tempos em que os intelectuais gozavam com os 'fardetas' e nós, sem sermos militaristas, pedíamos: atenção, daqui da Madeira podemos ver sem binóculos umas caras perigosas ali mesmo ao lado. Já lá vão duas ou três décadas. A Espanha sempre se acautelou com Canárias. Portugal nem por isso relativamente à Região Autónoma da Madeira.
E, no entanto, ali ao lado...
Não estamos a alarmar. Só estamos a cobrar dos espertalhões que governaram este País ao longo dos anos a sua decisão de ir acabando com a tropa. O argumento parecia de gente esperta: se já acabámos a nossa guerra em África, para quê gastar dinheiro com homens, espingardas, granadas e lanchas rápidas?
Parecidos com esses cabeçudos, só os escrupulosos da política à portuguesa da actualidade, designadamente à esquerda da esquerda - como nos custa reconhecê-lo - que andam a defender a tese de que não se deve reagir aos massacres cometidos pelo Daesh com violência e ódio - com guerra, numa palavra. 
Como se uma declaração de amor chegasse para convencer assassinos a desactivar os coletes explosivos e as bombas que matam semelhantes inocentes! Como se alguém pudesse amainar aquele exército onde se alistam as mentes doentias deste mundo convidando o líder do manicómio armado para uma conversa amistosa no café da esquina!
Senhores! Devíamos estar preparados para os novos ventos da História, bem desagradáveis. E não estamos, de todo. As polícias especializadas farão o seu papel, se por azar tiver de ser. Mas, pelas nuvens que daqui se avistam, calcula-se que precisamos de um exército. E de um bom exército.
Mas esperemos que os homens não se lembrem de perpetrar nalgum improvável paraíso turístico um dos seus tenebrosos golpes de publicidade.    

Túneis




Texto e foto: JPP

Opinião


As três prioridades hospitalares


Como está ao debate público a questão hospitalar - que é uma coisa muito séria para estar condicionada ao sabor dos Partidos políticos que temos e de “cartas do leitor” - aconselhei-me com quem sabe para, junto com a experiência governativa, legitimamente formular uma opinião pessoal.
Temos, portanto, o Hospital Central do Funchal.
O Hospital Central do Funchal é um complexo hospitalar constituído pelo Hospital Dr. Nélio Mendonça e pelo denominado Hospital dos Marmeleiros. O ex-Sanatório Dr. João de Almada integra outra rede.
O Hospital Central do Funchal é um complexo hospitalar chamado de “fim de linha”, tal como os de Lisboa, Porto e Coimbra, porque com um elevado número de valências, especialidades e equipamentos, destinado a atender doentes com situações mais complexas e graves.
A diferença do nosso em relação a Lisboa, Porto e Coimbra, é a de se situar num território insular, descontinuado da rede hospitalar do Continente e servir um universo populacional que, mesmo com a população flutuante, não atinge trezentos mil habitantes (300.000 h).
No Continente, enquanto os mencionados complexos hospitalares de “fim de linha” são todos públicos (universitários ou não), os Hospitais mais recentes:
- são mais pequenos;
- foram construídos e equipados por “parcerias público-privadas”, regime de “chave na mão”, em troca da respectiva exploração;
- por isso, têm menos camas, menos valências, menos especialidades e menos equipamentos do que os complexos hospitalares de “fim de linha”, porque estão apontados a fins lucrativos;
- resultado, os doentes mais graves são passados ao complexos hospitalares de “fim de linha”.
Isto explica que, por exemplo, o Hospital de Todos-os-Santos, previsto para substituir os antigos Hospitais Civis de Lisboa, e já com terrenos reservados e expropriados AINDA DO ANTIGO REGIME, a sua construção, manutenção e exploração não seja apetecível à iniciativa privada, visto que, ao ter exigências de complexo hospitalar de “fim de linha” em valências, especialidades e equipamentos, já não é lucrativo.
Tal ilustra a dificuldade de construir hospitais de “fim de linha” no Continente. Agora, então, considere-se a Madeira onde seriam maiores os custos e a manutenção dos equipamentos, quer os velhos, quer os novos, num sector sempre em acelerada evolução tecnológica, até pela necessidade de maior coexistência no tempo desses referidos velhos e novos equipamentos. Seria também mais cara a construção.
Logo, maiores custos por cama na Madeira do que no Continente.
Após o 20 de Fevereiro de 2010, os meus Governos encontraram-se com a situação seguinte:
- agravou-se, então significativamente, a deterioração do Hospital dos Marmeleiros - o aterro situado à sua frente passou a ter risco de deslizamento para a Estrada dos Marmeleiros;
- um Plano de Ajustamento Económico e Financeiro colonial e separatistamente imposto à Região Autónoma, não sendo a Dívida Pública desta considerada nacional apesar de mais de cinco séculos de expoliação do nosso Território pelo Estado português, o que sobrecarregou as dificuldades financeiras da Madeira;
- inexistência de grupos privados, para o efeito prospeccionados, interessados numa “parceria público-privada” para um novo hospital na Madeira tipo “fim de linha”;
- não se tinha conseguido pagar sequer vinte por cento dos terrenos reservados para o novo hospital;
- não fôra concretizado o novo projecto arquitectónico hospitalar, baseado na actualização do programa funcional, entretanto feita;

Neste contexto, seguindo orientações europeias e reavaliada a situação, bem como dispondo de terrenos na Cruz de Carvalho, e ainda no interesse de os doentes beneficiarem de todas as valências, especialidades e equipamentos de um hospital de “fim de linha” como tem de ser o da Madeira, decidimos juntar as estruturas e serviços numa ampliação e numa remodelação do Hospital Dr. Nélio Mendonça.
Obviamente que, como qualquer Hospital, velho ou novo, pela vida fora terá de ser permanentemente beneficiado e actualizado.
O que não se pode, é depois dos investimentos aí feitos, muitos nos últimos anos, pura e simplesmente pô-lo de lado sem, em alternativa, estar definido um novo destino de igual prioridade.
O que não pode deixar de ser feito, é dar primazia ao seu constante reequipamento e à neutralização de todas as fontes de infecção que provenham da deterioração de estruturas existentes há mais tempo.
No que não podemos ficar “dependurados” é nas “promessas” da República que, em relação à Madeira, nem a Constituição cumpre quanto às suas obrigações com os encargos de Saúde. Não poderemos progredir, também no campo da Saúde, nem resolver os contenciosos da Autonomia e da impropriamente chamada “dívida da Madeira”, pois sem isto ficaremos mas basbaques à espera do que nunca virá e sujeitos a custos de manutenção impossíveis, mesmo havendo nova unidade hospitalar.
O que não pode deixar de ser feito, é solucionar o problema do Hospital dos Marmeleiros.
Portanto:
Solução na própria Cruz de Carvalho, já em curso. Remodelação rápida no Hospital Dr. Nélio Mendonça de tudo o que possa oferecer riscos. E enfrentar o problema nos Marmeleiros - aqui, é que se calhar pode ser necessário outra construção e noutro local, para os mesmos fins a que este Hospital responde.
São estas as três prioridades, na minha modesta opinião.

Funchal, 19 de Novembro de 2015

Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim  

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Em verdade vos digo...


Almoço prà pelintragem e jantar pròs sô'tores

Natal na Câmara da Mudança do PS, BE, PTP e PAN é assim:

  • Almoço grátis na Praça do Peixe de menú desconhecido (será o peixe da praça?); e jantar pago num restaurante de referência, (se puderem perguntem ao BE ou ao PTP, como foi formulado o processo de escolha do restaurante, e perguntem ao PAN como é que a sua câmara se permite não ter menus vegetarianos).
  • A confirmação do almoço é feito para o e-mail dos mercados municipais; quanto à confirmação do jantar, é feita directamente no gabinete da presidência.

Numa câmara de esquerda partilhada, promove-se a distinção entre diferentes tipos de proletariado?
Afinal qual a Mudança?

Saudações do K-Komer


Opinião


TRABALHEM E TENHAM RESPEITO!




Uma coisa muita feia, é um grupelho ou um indivíduo, quando não têm valor para se afirmar por si, procurem se evidenciar só à custa de dizer mal dos que os antecederam, ou mudarem tudo e mais alguma coisa para se dizerem diferentes, mesmo que para pior ou para o absurdo.
E nesta lufa-lufa para camuflar a impotência, só há juízo para bater em quem os meios, domesticados, impropriamente ditos de “comunicação social”, censuram qualquer Direito de resposta ou de esclarecimento.
O azar é a ignorância do poder que a NET tem, hoje com Meios de Informação já mais lidos do que os de papel e os audiovisuais que escolheram a subserviência decadente e saloia.
Neste vale-tudo para disfarçar a incompetência, não se tem respeito pela História, não se tem respeito pelo património político-cultural herdado, até, como agora em relação ao 25 de Novembro, enterram-se Princípios que são sagrados para uns meninos ficarem “à la page” com o partido comunista, com o bloquinho dito de “esquerda”, e com as “cartas de leitor”.
Que “fiino”!… Quem “beem”!..
Para as pessoas compreenderem o que foi o tal “passado triste” da Política de Educação do Partido Social Democrata da Madeira de antes de Janeiro de 2015 - o outro Partido - vão alguns poucos dados:
- Instituíu-se uma Universidade na Madeira.
- Abriram três outros Estabelecimentos de Ensino Superior.
- Construiram-se duzentos novos Estabelecimentos escolares.
- Procurou-se garantir o Emprego à generalidade dos Professores.
- Enquanto em 1978 eram 500 os alunos na Educação Pré-Escolar, passou-se a oito mil alunos.
- Enquanto em 1978 eram 3 as Escolas e 250 os alunos no Ensino Profissional, passou-se a 8 Escolas e mil seiscentos e quarenta alunos.
- Enquanto em 1991, eram 4 as associações juvenis, passou-se a sessenta.
- Não havia Pousadas da Juventude, fizeram-se cinco.
- Em 1978 eram 200 os alunos na Educação Especial e Reabilitação, passou-se a quatro mil cento e cinquenta.

Recusou-se a massificação do Ensino e generalizou-se a Educação a todo o território autónomo.

Poderia encher mais espaço com a complementaridade do Desporto na nossa Política Educativa, carregando a folha com os números de praticantes, de associações, de clubes, de instalações desportivas novas e de títulos, bem como descrever mais exaustivamente o vector Desporto Escolar.

Poderia encher mais espaço com os números referentes à Cultura, complemento educativo que falta a alguns a quem não podia faltar.

De facto, ainda, é alta a taxa de abandono escolar em todo o País. Mas este problema sócio-educativo não poderá ser resolvido com políticas (?) austeritárias e liberais, com subordinação a Lisboa e com políticas (?) de pendor assistencialista, mas que não criam Emprego.
Trabalhem, em vez de falar nos que sempre trabalharam. 

Funchal, 19 de Novembro de 2015

Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim  

Dia da Filosofia





Laranjal já não manda nada?


FESTA DE NATAL SALTA-POCINHAS





Como dissemos há dias, o PSD resolveu fazer a sua festa de copos natalícios dia 12, no Pavilhão da Escola Industrial - Francisco Franco. Afinal, houve transferência: o Laranjal vai montar os barris de imperial e as mesas de consoada no Tecnopólo, como se vê no bilhete que reproduzimos e que vai custar 10 festas. A propósito, as Finanças devem perceber o que isto quer dizer.
Sim, e depois?
Depois é que, segundo nos informaram, a máquina laranja emperrou numas questões burocráticas da Escola em causa: parques de estacionamento fora de uso ao fim-de-semana, bem como acessos internos ao pavilhão. Então, rua com a festa - e o nosso amigo Vasco do Galáxia que fosse cantar para longe.
Daí a escolha do Tecnopólo, como recurso.
Mas, vasculhando melhor o magno acto que é uma escola dizer 'não' ao PSD, ouvimos outra versão: o pavilhão era uma segunda escolha porque o Tecnopólo estava ocupado nesse sábado, dia 12 de Dezembro. Como entretanto vagou, já pode receber a festa.
Não conseguimos confirmar qual a versão que está correcta. O único interesse era ver se o partido superior já não manda nada do que já mandou em cada centímetro quadrado de região autónoma. Se as escolas agora fazem finca-pé. Assim, ficamos na mesma.
Fica para outra.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015


A ÁRVORE QUE DÁ UVAS




No jardim do Hotel Cliff Bay, na cidade do Funchal, ilha da Madeira, uma pequena árvore originária da América Tropical (Coccoloba uvifera) está carregada com cachos de uvas. Daqui a um mês estarão maduros e bons para comer.

Texto, foto e vídeo: Raimundo Quintal

Opinião


TENHAM DECÊNCIA!



No dia 25 de Novembro de 1975, Militares portugueses deram a vida para que hoje os Homens e as Mulheres deste País possam viver as Liberdades democráticas e ter uma generalizada qualidade de Vida próxima da média europeia.
Se no dia 25 de Novembro de 1975, o golpe comunista tivesse triunfado, os Portugueses mergulhariam sob uma ditadura brutal, em que, a exemplo de outras infelizes Pátrias, seriam eliminados todos os que lutávamos pelas Liberdades Fundamentais e mergulharíamos no subdesenvolvimento.
É “SÓ” esta a diferença!
Razão porque o Parlamento da Madeira, por iniciativa do Partido Social Democrata de até Janeiro deste ano, entendeu honrar a Memória desta Data.
Porque nunca nos interessou o “politicamente correcto” que despe Princípios para agradar acefalias de massas e de modas.
Porque o Partido Social Democrata da Madeira, de até Janeiro de 2015, nunca procurou viver em “consensos” que matam a produtividade criadora da dialética política e levam à desertificação cultural do procurar viver em clima não inovador, nem empreendedor, de “união nacional”.
Porque o Partido Social Democrata da Madeira, de até Janeiro de 2015, nunca praticou uma governação ao sabor de “cartas do leitor”, as coisas eram SIM ou NÃO, a única soberania democrática é a do Povo que vota regular e livremente.
Porque o Partido Social Democrata da Madeira, de até Janeiro de 2015, nunca se subjugou às “teorias” de Lisboa, antes se orgulhou do “Povo Superior” que integra.
Mexer na comemoração do 25 de Novembro, poderá agradar a outros sectores políticos, dos quais até se celebram indivíduos que tudo fizeram para que vivêssemos em ditadura. Porém, é inadmissível e analfabeto, face aos Valores que marcam os Militantes do PSD/Madeira - aqueles que não se inscreveram ou não foram inscritos para votar em eleições internas ou na mira de vantagens meramente pessoais - confundir o necessário 25 de Abril com o regenerador 25 de Novembro.
Sobretudo, é faltar ao respeito pelos que morreram pelas Liberdades de que hoje usufruímos.
E, sobretudo, é gritante a patetice fracturante de uma certa geração “queque”, mal preparada ao âmbito da cultura humanístico-política, para estar sobretudo rendida às ambições doentias que infelizmente o economicismo hoje gera na sociedade portuguesa.
Viva o 25 de Novembro de 1975!
Viva o autêntico Partido Social Democrata da Madeira!

Funchal, 18 de Novembro de 2015

Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim  

25 & 25


O 25 de Abril vai ter o seu dia certo



A edição de hoje do JM diz que o PSD e o BE estão de acordo na extinção das comemorações do 25 de Novembro e querem a incidência na sessão do 25 de Abril. Nada mais certo. No regime anterior a 2015, cá na Tabanca, o aniversário da democracia em Portugal paradoxalmente não era festejado na data do seu nascimento, mas nos dias que davam na cabeça 'deles'. Ora 26 de Abril, ora 27 de Abril... Quanto a 25 de Novembro, claro, '25 de Novembro sempre!'
A agulha virou tanto nesta 'democracia à madeirense' que a própria RTP Espetada, paga por dinheiros públicos e que faz directos por tudo e por nada, arroga-se o direito de negar ao povo a transmissão de uma sessão parlamentar em homenagem a uma data que continua no coração de todos, o 25 de Abril - alegando a hilariante falta de meios.
Se as coisas forem postas no seu lugar, parece que não é mais do que tornar as coisas normais. Mas, no caso ilhéu, o normal às vezes é muito especial. Atendendo às fossilizadas práticas do passado.
Agora... este entendimento PSD/BE faz-nos lembrar qualquer coisa. Catarina tem andado muito por cá. Lá se foi o tempo em que certas 'coligações' eram consideradas espúrias. 

terça-feira, 17 de novembro de 2015

SEM COMENTÁRIOS


Se uma imagem vale mil palavras, as imagens de Gregório Cunha valem 3 mil palavras. Portugal, Portugal!...






APEL


'Mass Training' em Suporte Básico de Vida

A Escola da APEL procedeu hoje à assinatura dum protocolo com a AMO VIDA que visa potenciar uma série de formações no âmbito da promoção da vida. Este evento contou com a presença do Tenente Coronel Pedro Barbosa da Proteção Civil em representação da Sra Secretária Regional da Inclusão e  Assuntos Sociais, Dra Rubina Leal,  a Direção da Escola da APEL e o Dr Bruno Serra Administrador da AMO Vida. De seguida procedeu-se a uma atividade prática denominada “Mass Training”, em Suporte Básico de Vida.
Esta iniciativa teve como  objetivo ensinar os nossos alunos, bem como alguns dos nossos parceiros, a atuar em situações de paragem cardiorrespiratória. Conscientes que a maioria da população não está preparada para atuar em situação de reanimação cardiorrespiratória, a AMO VIDA, em parceria com a Escola da APEL, deram um contributo valioso para aumentar o conhecimento dos participantes sobre este assunto.
A iniciativa teve a particularidade de permitir a formação em simultâneo de várias pessoas, uma vez que a ação foi coordenada por um conjunto de formadores especializados em emergência pré-hospitalar.
Organizados em grupos e distribuídos pelos diversos formadores, foi ainda utilizado, durante o processo de aprendizagem, um sistema multimédia, para que todos os participantes tivessem a oportunidade de visualizar previamente as manobras a executar, seguindo-se a realização de exercícios práticos. No final, todos os participantes receberam um diploma de participação.
A Escola da APEL e a AMO VIDA vêm neste tipo de iniciativa uma oportunidade de incutir na sociedade civil a perceção de que cada pessoa representa um elo no conceito de Cadeia de Sobrevivência. A consciência de que estes procedimentos podem salvar vidas humanas deve ser incorporada o mais cedo possível na vida de cada cidadão.
Em ordem a dar continuidade e visibilidade a esta parceria, a Escola da APEL e a AMO VIDA têm já dois novos projetos conjuntos na calha:

1.    A implementação de um DAE (Desfibrilhador Automático Externo) nas instalações da Escola, que visa permitir uma rápida resposta a todos os utentes da Escola em casos de paragens cardiorrespiratórias.
2.    Dinamização dum conjunto de ações de formação para o público em geral no âmbito do Suporte Básico de Vida e dos Primeiros Socorros, a decorrer nas instalações da Escola da APEL durante o próximo mês de Janeiro.

Turismo de 3.ª idade




Dizíamos, pois, que o homem continuava por aí. Ei-lo no Caniçal, como documenta o 'boneco' captado por Gregório Cunha. A nosso ver, em vez de andarem para ali a falar de matérias que o homem nem entende nem quer entender, Presidente Miguel que o leve ao 'Bar Amarelo' ou ao 'Muralhas' e lhe pregue com umas castanhetas e umas lapas à maneira. Com um branco bem gelado, para ele dormir no regresso de lancha para o Funchal.

Assembleia Municipal do Funchal



Cafôfo diz que limpou o 'lixo'
...e os laranjas ofendem-se



A reunião da AMF decorreu ontem sem registo de mortos ou feridos. Mas barulho houve.
Quando, na discussão do Orçamento, Paulo Cafôfo entendeu suspirar de alívio dizendo que, depois da casa arrumada e de "limpo o lixo", é tempo de investimento, a bancada social-democrata 'picou-se'. É que fazem parte dela alguns ex-membros dos órgãos anteriores da Câmara, que não gostaram de se sentir tratados como se os estivessem a despachar para a Fundoa.
Em todo o caso, percebeu-se que o presidente Cafôfo está confiante numa reeleição, restando apenas perceber se o novo PS já encaixou definitivamente essa quase inevitabilidade.
E é se Cafôfo se contentar em ficar por ali, o que é muito duvidoso.
Nota para a renúncia de mandato do deputado municipal do PTP que recentemente andou em bolandas com a Justiça. Já foi substituído por uma segunda deputada do PAN, que se seguia na lista 'Mudança', e ontem se estreou no assento da Assembleia Municipal. 
Quanto à derrama, foi aprovada com voto de qualidade do presidente da AMF, o bloquista Rodrigo Trancoso.
O entendimento está bem afinado.
O Orçamento passou com votos favoráveis da 'Mudança' e da CDU, daí que os presidentes de junta do PSD se tivessem manifestado... com a abstenção.
Enfim, todos escaparam e voltaram ilesos a suas casas. Mas o lume brando continua.
Perspectiva-se mais uma reunião da AMF até final do ano. Objectivo: 'meter vale' de 10 milhões à banca. Deus sabe quem precisa.
K-Kapa

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Os interregnos


Sabedoria de Sr. Silva



Nestas horas que passa na Madeira, Cavaco já quis dar a entender que, se nomear um governo de gestão, ninguém tem que apanhar um choque de coração. Pois se ele próprio, nos seus tempos de primeiro-ministro, teve de governar, só de uma assentada, durante 5 meses em gestão!!!
Tem toda a razão, sim senhor. E Mr. Silva não se lembrou de falar da crise de 1385. Nessa altura, a coisa em Portugal, mesmo sem troika, estava de tal modo esfrangalhada que Leonor Teles, dada a morte de D. Fernando, teve de pegar no governo e mandar ela própria!
Por outras palavras: Costa, Catarina e Jerónimo que tirem o cavalinho da chuva, que não vão lá, é o mais certo. A não ser que sr. Silva esteja outra vez a gozar com o pagode, a jogar verdes para apanhar maduras.  

Turismo


O tal senhor anda por aí de visita. Conforme documentam as fotos de Gregório Cunha. Parece-nos ser o cavalheiro que aparece ao lado de Miguel Albuquerque. Ainda não percebemos o motivo da visita. Só sabemos que desta vez não teve uma recepção à Carmona, com barquinhos a encher a baía. Os tempos também mudam, não é?...





Protocolo


APEL preocupada com a saúde

A Escola da APEL agendou uma Sessão Solene na próxima terça-feira, dia 17 de Novembro, às 14h00, nas suas Instalações, para a assinatura dum protocolo com a AMOVIDA, seguido dum evento denominado “Mass Training” em Suporte Básico de Vida.

"Esta iniciativa tem como  objetivo ensinar os estudantes e seus parceiros a atuar em situações de paragem cardiorrespiratória. Sabe o que fazer caso se depare com uma vítima inconsciente? E caso seja necessário fazer compressões cardíacas e respiração boca a boca, está preparado para atuar? Precisamente porque a maioria da população não está preparada para atuar em situação de reanimação cardiorrespiratória, a AMO VIDA une-se em parceria à Escola da APEL, para aumentar o conhecimento dos cidadãos sobre este assunto.
A iniciativa tem a particularidade de permitir a formação em simultâneo de várias pessoas, uma vez que a ação é coordenada por um conjunto de formadores especializados em emergência pré-hospitalar.
Os participantes são organizados em grupos e distribuídos pelos diversos formadores, sendo utilizado durante o processo de aprendizagem, um sistema multimédia, para que todos os participantes tenham a oportunidade de visualizar previamente as manobras a executar, seguindo-se a realização de exercícios práticos. A participação será gratuita e no final todos os participantes receberão um diploma de participação.
A Escola da APEL e a AMO VIDA vêm neste tipo de iniciativa uma oportunidade de incutir na sociedade civil a perceção de que cada pessoa representa um elo no conceito de Cadeia de Sobrevivência. A consciência de que estes procedimentos podem salvar vidas humanas deve ser incorporada o mais cedo possível na vida de cada cidadão.
Fundada em 1995, a Amo Vida – Serviços Integrados de Saúde, Lda., é uma empresa que apresenta soluções e serviços integrados no sector da saúde e bem-estar como Transporte de Doentes, Formação Profissional, Implementação e Gestão de Programas de Desfibrilhação Automática Externa, Proteção Médica a Eventos e Teleassistência. Para cumprimento da sua missão, conta com uma equipa experiente, multidisciplinar, empreendedora e qualificada, bem como com uma moderna frota de ambulâncias, e pautando a sua atividade pelos mais elevados padrões de qualidade. Sempre visando proporcionar de forma eficiente os melhores serviços, a Amo Vida conquistou diversos parceiros, de forma a promover o desenvolvimento da sua área de atuação, possibilitando as melhores opções e vantagens aos seus clientes."


Texto APEL