quinta-feira, 3 de março de 2016

José Manuel Coelho faz strip tease no Parlamento em protesto contra a falta de liberdades na Madeira e contra o que chama corrupção da Justiça





SE ME TIRAM TUDO, LEVEM-ME TAMBÉM A ROUPA
José Manuel Coelho, entrega roupa a Tranquada Gomes, como um ativo para agilizar a justiça corrupta da Madeira, para ajudar a indemnizar a agente de execução que roubou mais de 3000 madeirenses, executando penhoras que depois nunca entregou aos exequendos.
O deputado Trabalhista arranjou inspiração para o protesto baseando-se numa pregação de Jesus de Nazaré: E, ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa; e a qualquer que te obrigar a caminhar uma milha vai com ele duas. São Mateus 5: 14
Esgotamos todas as instâncias, Conselho Superior da Magistratura,Ministério Público, Provedor de Justiça, Presidente da Comarca da Madeira - ninguém quer saber da injustiça cometida para com o José Manuel Coelho. Em que um deputado por defender as populações roubadas pela agente de execução da Maria João Marques é obrigado pelos tribunais a lhe pagar uma indemnização milionária, por vias de um processo por calúnia e difamação colocado pela solicitadora burlona. Hoje foragida da justiça por ter-ser apropriado indevidamente de 2 milhões de euros.



Exposição do caso da megaburla da Maria João Marques:


Em Portugal existe leis para tudo, até para proteger o bom nome dos burlões e vigaristas.

Eu, José Manuel Coelho, enquanto deputado do Partido Trabalhista na ALRAM, recebi inúmeras queixas de cidadãos, dos quais advogados, que sabendo o quão crítico era em relação à Justiça Portuguesa e a sua inoperância, vieram ter comigo pedindo que tornasse público os roubos de uma solicitadora de nome Maria João Marques, que executava dinheiro e bens de clientes seus e que depois nunca entregava aos exequendos.

Após ter escutado várias pessoas que afirmavam ter sido vítimas da solicitadora e perante as provas flagrantes que me foram apresentadas, fiz várias denúncias públicas relatando a atividade ilícita da solicitadora com a cobertura da magistratura portuguesa que apesar das queixas, continuava a entregar-lhe processos de penhoras.


Posso até relatar o caso de um casal que era proprietário de um mini-mercado que entrou em falência, tendo sido alvo de uma penhora dos credores, a quem o processo foi entregue à agente de execução, Maria João Marques. No qual, foram informados que teriam de fazer um acordo de pagamento, caso contrário a sua casa seria penhorada. Os senhores para não perderem a casa, fizeram um empréstimo bancário para pagar o montante em dívida, e deram-no à agente de execução que apropriou-se do dinheiro e nunca entregou aos credores, fazendo com que os donos do mini-mercado fossem alvo de um novo processo de penhora tendo, acabando por ficar sem a sua casa. O caso foi-me relatado com muita mágoa, por um dos filhos do casal (minha testemunha em tribunal), o qual me confidenciou que os pais com o desgosto tinham até tentado por termo à própria vida, estando no momento a receberem ajuda psiquiátrica.

Muitos dos casos que me foram relatados, prendiam-se com roubos de pequeno valor que não justificaram os custos de um processo em tribunal, para que os cidadãos fossem ressarcidos do seu dinheiro.

Entretanto, a agente de execução ao tomar conhecimento das minhas denúncias públicas, foi-me colocando processos por calúnia e difamação em várias comarcas do país com o apoio da Associação dos Agentes de Execução, presidido pelo senhor Francisco Duarte. Que mais tarde foi preso por roubos no exercício da sua profissão de solicitador.

Num dos processos interposto pela agente de execução, mais precisamente no da Vara Mista do Funchal, acabei por ser condenado a pagar uma indemnização e juntamente com o Diário de Notícias da Madeira obrigado a retirar os conteúdos das denúncias da internet.

Como nunca o fiz, até porque a notícia acabou difundida em redes sociais e em canais do youtube que não são da minha autoria, fui condenado pela juíza Micaela de Sousa a pagar uma indemnização à solicitadora de 106.977,99 €. Apesar, de ter apresentado várias testemunhas que corroboravam e expuseram perante o tribunal o roubo que tinham sido alvos.

E qual não é a minha surpresa quando alguns meses depois vem a público, por parte do Juiz Presidente da Comarca da Madeira - que estava instalado o caos na secção da execução dívidas da Comarca da Madeira, já que tinham sido contabilizados 3.600 processos de execução de bens e dinheiro desviado por parte da solicitadora Maria João Marques. Sendo que depois o Correio da Manhã fez notícia, afirmando que os roubos da solicitadora já atingiam os 2 milhões de euros.

Quando eu alertei a opinião pública dos atos da dita solicitadora, o Ministério Público fez “ouvidos de mercador”. Não só não investigaram as denúncias feitas, como permitiram que a solicitadora continuasse a exercer a sua atividade. Sendo que a Juíza Micaela de Sousa, condenou-me a pagar uma pesada indemnização, por dar voz ás inúmeras queixas de cidadãos que tinham sido roubados. Sendo que na cópia da sentença é referido que pouco importa que o facto afirmado ou divulgado corresponda à verdade, contando que abale o prestigio/crédito do visado é considerado ilícito e pode ser criminalizado.  Ou seja, um cidadão pode cometer os maiores crimes, mas não pode ser apelidado de criminoso publicamente, senão pelas instâncias judiciais, segundo a Lei Portuguesa. Só o tribunal tem o direito e a competência para chamar alguém de corrupto, tudo o que sair desse direito é considerado difamação e pode ser punido pela lei.

E dessa forma estou condenado a pagar 106.977,99 € a uma burlona que roubou meia Madeira, embora tudo o que tenha dito fosse efetivamente verdade. E ao expor este caso, entre outros, aos Juíz Paulo Barreto, Presidente da Comarca da Madeira, ainda fui tratado com desdém e sobranceria – visto que este estava mais preocupado em defender corporativamente os juízes do que em defender o Estado de Direito e o interesse dos cidadãos.

Só em Portugal é que uma ladra é premiada e indemnizada por roubar. Existe leis até para proteger a honra e o bom nome dos burlões e vigaristas.

Abaixo, segue vários links de notícias que saíram na comunicação social sobre o caso.  Pode  também entrar em contacto comigo para mais esclarecimentos 964780418.



Representação Parlamentar do Partido Trabalhista Português
na Assembleia Legislativa Regional da Madeira

11 comentários:

Miss Take disse...

Foi para isto que votei José Manuel Coelho, a Democracia hipócrita e (in)Justiça Portuguesa precisam destes abanões!

Anónimo disse...

Sempre tem o recurso ao Supremo, Constitucional e Europeu dos Direitos Humanos. Não é por tirar a roupa que tem mais razão. Quanto muito só prejudica a sua defesa. Mas quem sou eu para opinar...

Anónimo disse...

É "strip" e não "streap"

Anónimo disse...

Incrivel nem um unico deputado ou partido se solidarizou com o democrata e homem acusado injustamente Jose Manuel da Mata Vieira Coelho. Deputados sem coracao nem um disse forca Coelho estou contigo.Camarada Coelho mostraste ser um homem sem medo.

Luís Calisto disse...

Caro comentador das 12.26
Tem razão. Já vou emendar. Confiar demasiado no Google dá nestes erros (aparece lá das duas maneiras, mas o Leitor é que está certo).
Obrigado pela correcção.
LCalisto

Anónimo disse...

Nao sou apoiante do Sr Coelho, mas acho exagerada o valor desta indemnizacao, a verdade e que ele diz em publico o que todos dizemos baixinho. A justica esta podre e tem poder para colocar um cidadao so com as cuecas.

Anónimo disse...

Coelho tentou ver se tinha futuro nesta nova área de entreter mulheres e homens

Anónimo disse...

Só não mostrou se os tem no sítio mas pela atitude tem_nos com c
erteza

Pica pau amarelo disse...

De facto a justiça cá do burgo, anda pela rua da amargura. Como é que é possível esta situação? Quem deveria estar preso, ainda pede uma indemnização!!!
Homens de Justiça, precisam-se!

Anónimo disse...

indemnizacao exagerada...revolta obvia mas tb exagerada

Anónimo disse...


Caros Sr.º calisto,
O Sr.º Coelho uma vez penhorado pela antiga agente de execução entregou os ativos que tinha disponíveis para reduzir o valor em dívida.
Natural esta situação.
Entregou a quem ? Ao ex advogado que trabalhou com a agente de execução e que hoje, por coincidência, tem a cadeira de presidente da assembleia legislativa regional.

Elementar Ms Hodson.

Vergonha é o sistema judicial não saber / não poder notificar a agente de execução nos milhares de processos que ela tinha para devolvê-los e entregar os valores recebidos de milhares de euros e receber uma ação judicial com a morada da senhora e nada mais fazer.

O sistema judicial devia penhorar à ordem dos processos judiciais que a senhora agente tem contra ela o crédito do sr Deputado Coelho, nada mais.

Temos um sistema judicial que só funciona quando .......

Os ativos entregues pelo Deputado Coelho tiveram o mérito de deixar a nú o sistema .

Gostei das palavras do sr.º presidente da assembleia regional quando o Deputado Coelho tirou as calças e entregou-lhe.

" assim não sr. deputado...assim não....."

Diria que Assim Sim.