quinta-feira, 27 de abril de 2017


BE defende modelo público para exploração portuária na Madeira






No debate mensal com o presidente do Governo Regional, o BE defendeu a alteração do atual modelo de exploração das operações portuárias da Região considerando que o modelo de concessão proposto pelo Executivo de Albuquerque não é o que melhor serve os madeirenses e portossantenses.

Roberto Almada defendeu a necessidade de garantir a exploração das operações portuárias por uma entidade pública que "salvaguarde o interesse público e vá ao encontro das necessidades da população". O parlamentar bloquista considerou que "se a exploração das operações portuárias são rentáveis para os privados, não seriam, certamente, deficitárias se fossem geridas por uma entidade pública". Os Deputados do BE na Assembleia Legislativa da Madeira temem que o Governo regional esteja a preparar uma concessão à medida pois "os dois grandes parceiros ineternacionais do Grupo Sousa que exploram, em conjunto, um terminal em Lisboa não vão querer prejudicar o seu parceiro madeirense" pelo que, temem os bloquistas, esta pode ser uma manobra do 'vira o disco e toca o mesmo'.

O Deputado Rodrigo Trancoso, por seu lado, considerou "incompativeis as obrigações de serviço público com as liberalizações", atualmente em vigor, em termos de transportes marítimos e aéreos. "É justo, em termos de coesão territorial, que um residente na Ilha da Madeira pague mais para se deslocar, por via aérea, à Ilha do Porto Santo do que para se deslocar para fora da Região?!", indagou.

Texto: BE

9 comentários:

Anónimo disse...

Apenas peço um exemplo de algo que tenha sido gerido pelo Público que tenha sido mais eficiente e barato que um privado. Gestão pública, apenas serve para mamar dinheiro e gerir mal...

Anónimo disse...

Ao anónimo das 12:53:
Como se os dinheiros públicos na Madeira não fossem todos mamados pelas mesmas empresas privadas de sempre, protegidas pelo regime do PSD!

Anónimo disse...

Exemplo: Oceanário

Anónimo disse...

CTT antes da privatização

Anónimo disse...

O Oceanário de Lisboa está concessionado à Sociedade Francisco Manuel dos Santos, dona do Pingo Doc, logo, apesar de pertencer ao Estado, é gerido por privados. Aliás, algo muito semlehante ao que se pretende para os portos da Madeira. Os CTT são, talvez, a grande exceção à regra de que empresas geridas pelo Público podem ser bem geridas. Infelizmente, para cada CTT, existem 1000 CGD's, TAP's e outras (e atenção que eu bem sei que no Privado também há muito aldrabão - BES, BANIF, etc...). Apenas quis concordar com o que disse o primeiro comentador, que não disse mentira nenhuma. O risco de um privado dar prejuízo é muito menor qu o Público!

Anónimo disse...

Nem o idiota do Maduro faria melhor. Tornar tudo gestão pública! Assim é o BE e os outros camaradas mais ideologicamente "puros".

Anónimo disse...

Público, tipo, Venezuela!

Anónimo disse...

com Roberto Almada a gerir vai dar milhões em lucro isso eu acredito

e piadas sobre a Venezuela não entendo o partido de Maduro é Partido Socialista Unidos por Venezuela não bloco

Anónimo disse...

O Almada ficava bem em chefe da estiva.