terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Declarações do deputado Luís Vilhena



PS diz que está aberta a porta 
para aplicação do PER na Madeira



O deputado do PS eleito pela Madeira na Assembleia da República, Luís Vilhena, diz que está aberta a porta para o alargamento do Programa Especial de Realojamento (PER) à Madeira.
Em causa está a aprovação recente no parlamento nacional, por unanimidade, de um projeto de resolução conjunto, com a coordenação da deputada socialista Helena Roseta no grupo de trabalho sobre a habitação, que recomenda ao Governo uma reavaliação do PER, a sua conclusão e a criação de um novo programa de apoio social à habitação.
Luís Vilhena, que faz parte deste grupo de trabalho, quer que este novo programa dê resposta não só a situações em bairros de barracas no continente, mas também em bairros sem condições de habitabilidade, como existem sobretudo nas zonas altas na Madeira. “O programa é estendido a todo o território nacional, incluindo as regiões autónomas”, recorda. “Isto tem um significado especial para a Madeira, numa altura em que se assinalam sete anos do aluvião de 20 de Fevereiro na Região Autónoma da Madeira”, afirma.
Luís Vilhena relembra que o PER foi criado em 1993 com o objetivo de realojar as famílias que viviam em bairros de construções precárias de génese ilegal. Estes bairros existiam sobretudo nos arredores de Lisboa e Porto e foram desaparecendo ao longo dos últimos 20 anos, tendo as famílias sido realojadas em habitações construídas para o efeito.
Este programa deixou de ter um orçamento significativo há cinco anos e, neste momento, existem cerca de duas mil famílias a viver naquelas condições. No entanto, algumas autarquias continuam com a demolição destes bairros sem a garantia de alojamento para as pessoas que lá habitam.
O projeto de resolução propõe, assim, a criação de um novo programa de apoio social à habitação, alertando para que não se despeje as pessoas sem arranjar uma solução alternativa.
O deputado insular sublinha ainda a unanimidade em torno desta matéria. “É muito bom quando os interesses das populações ultrapassam os interesses partidários”, defende.
Texto: PS-M

6 comentários:

Robin Hood da rua da Alfandega disse...

Amigo Calisto,
Esta pérola desse sabichão da politica chamado Carlos Pereira, o maior inimigo de Paulo Cafofo, é consigo?


Torcem, todos os dias, endiabradamente, por uma suposta incapacidade negocial e discriminação ostensiva junto do governo da república, inventam intrigas internas e perturbações que possam ajudar a destruir a estabilidade do partido, conforme se observa nos vários perfis e blogues financiados pelo PSD-M nas redes sociais

Desconfio que o meu amigo é o principal visado
Abraço
O Robin Hood da Rua da Alfandega

A gaivota da Alfandega disse...

Podermos gostar ou não do sr. Castro - eu não gosto, mas isso não importa para o caso. Podemos ou não achar que tem ou não condições para ser candidato. Cada um julga por si. Podemos exigir que se discuta abertamente as causas do que aconteceu à empresa Castro e quem incentivou o investimento privado e depois deu cabo dele em prol das grandes superfícies. Mas o que hoje aconteceu com o Diário de Notícias tão amigo do meu amigo Calisto e uma vergonha que desprestigia o jornalismo e devia cobrir de vergonha os seus profissionais.
Sabendo que vão perder a Camara do Porto Santo, sabendo que o dito Castro poderá estar a disputar com o Filipinho do PS a vitória, começam a dar uma página e destaque em primeira pagina a um assunto que tem mais de 15 anos?! Respondo eu: ataque pessoal, enxovalho do candidato.
Eu sei como funcionam as coisas: Quinta Vigia para Agostinho, Agostinho pede luz verde ao Camara, e depois é so escolher o pateta do "jornalista" (aspas) que aceita faze estes servicinhos sujos quem sabe se a troco de um reforço no plafond do cartão. Vergonhoso, tudo jornalismo de encomenda em troca de milhões.
Quer uma provocação meu amigo Calisto: será que para o DN o sr. Albuquerque porque deve milhões as bancos não podia ser candidato? Tente descobrir quantas veses, nos utlimos tempos o sr. Blandy esteve com o sr. Albuquerque em fraternais almoçaradas ou jantaradas? Investigue.
Já agora diga-me o que tem a dizer daquela encomenda - outra - com o tipo da Misericordia de Machico, que depois de derrubado, só faltou ao Diário de Notícias chorar lagrimas de Pilatos com pena que o homem tenha sido internado. Coincidencia: o "jornalista" (aspas) - qual a formação deste tipo do Campanário? - é o mesmo. Fique bem.

Luís Calisto disse...

Não sei a que se refere, meu caro.

Luís Calisto disse...

Ah, aquilo dos blogues financiados? Se ele se refere ao Fénix, que pense bem. Olhe o que aconteceu ao Zé Manel Coelho por ter falado nos dinheiros da CIA para o MRPP - o que se calhar até foi verdade...
Estou a reinar.
Não. Não acredito que o Carlos Pereira levante calúnias a ninguém, muito menos à minha pessoa, que ele conhece muito bem.
Em todo o caso, obrigado pelo alerta.
Agora por isso, o seu nick "Robin Hood da Rua da Alfândega" fez-me lembrar o "Robin Hood da Rua Fernão de Ornelas" (salvo erro) que o Juan Fernandez, numa das suas peças humorísticas, utilizou no Tribuna sobre determinada fase da minha carreira.

Anónimo disse...

O tipo " jornalista" do campanário é uma espécie de campanga cujo objectivo é destruir a reputação das pessoas. Escreve notícias factuais e não deixa de dar a sua tendenciosa opinião. Já agora, alguém poderá dizer se ele não é irmão do orelhas de campanário, é que são mesmo parecidos, na figura e no carácter!

Anónimo disse...

Olha, o Vilhena deu sinal de vida.