segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Não é brincadeira Kultural





Drac exclui candidatos por não terem experiência... no cargo a que concorrem pela primeira vez!



Era uma vez um concurso para Director do Museu Etnográfico da Madeira, cargo equiparado a chefe de divisão, de que o júri se compunha assim: Directora Regional da Cultura, Directora do Arquivo Regional e Director de Serviços de Museu e Património da DRAC. Respectivamente: Natércia Xavier, Fátima Barros e Francisco Clode. 
...E andando empenhado em dar conta da nobre tarefa, esse júri acaba de excluir todos quantos se candidataram ao cargo. Todos, vamos indo: escapou a titular em funções, que também se candidatou, Lídia Ferreira.
E dissertando sobre os fundamentos que levaram à sua drástica decisão, o júri explicou que os candidatos chumbados não comprovaram por A+B deter conhecimentos e experiência nas funções inerentes ao cargo a preencher. Experiência que mete, segundo ouvi por alto, planeamento e organização de colecções, comunicação, divulgação e até concepção e acompanhamento de projectos e desenvolvimento de parcerias institucionais.
Estas "falhas" - segundo as explicações do júri - revelam que os técnicos superiores da Drac interessados no cargo, pr'aí uma mão cheia deles, não têm experiência nem unhas para tocar aquela guitarra. 
Vai daí, excluídos! 
Desandou! 
Percebe-se assim que, em termos de avaliação curricular, não contaram para nada aptidões gerais, as qualificações de cada candidato, habilitações académicas, formação profissional, conhecimentos e competências técnicas e comportamentais.
Numa palavra: o artista não tem calo, falta-lhe traquejo na matéria, é pena, mas sem experiência nem vale a pena perder tempo com a entrevista de selecção. Excluído!
Os candidatos mandados para trás estão revoltados. Não se admirem os Leitores do Fénix se ouvirem falar mais dia menos dia num recurso interposto para o secretário Eduardo Jesus.
É que, se for para desatinar, alguém do júri vai ter de mostrar provas de que possui mesmo o grau académico de mestrado que apregoa possuir - barafustam alguns dos marginalizados.
O caso é este: se há um director (no caso directora) em funções há anos num cargo, que sucede várias vezes a si próprio na hora da transmissão de poderes, como é que os tristes dos candidatos à cadeira podem ganhar a experiência exigida no concurso como condição 'sine qua non'? - protestam os excluídos. E protestam com lógica. Nestes casos, os candidatos precisam de esperar que os titulares vão para a reforma ou emigrem, então para poderem concorrer?
Repare o Leitor no que ouvimos há instantes, com a voz azeda que se calcula: "Esta política significa que só um especialista oriundo de outras paragens, que não da Tabanca, vindo de outros museus, núcleos ou espaços museológicos, estaria, na maneira de ver deste douto e híbrido júri, em condições de concorrer! E só assim prejudicar a sucessão que se repete."
Perante a matéria explosiva, tratámos de 'cavar' dali, mas ainda tivemos de ouvir esta pérola: "Então e a experiência, para não falar da formação, da Natércia Xavier para a Cultura? E da Tomásia Alves para a Saúde? Do Tiago Freitas para o Ivbam? E do António Abreu para as sociedades de desenvolvimento?"
E ainda esta: "Por que será que, para o Museu Etnográfico, pediram História e Antropologia; e, para o Museu das Cruzes, História?"
Demasiada areia para a minha (agri)Kultura. 

K-KULTURA

PS - Chamaram-nos a atenção para o seguinte: na Secretaria do Turismo, Carmo Fontes, com experiência no sector para dar e vender, foi afastada. Experiência a potes como chefe de gabinete, conselheira técnica, directora de serviços e directora regional! Conclusão: falta de experiência na Drac, rua! Experiência a mais no Turismo, rua! 

41 comentários:

Anónimo disse...

De volta à questão do costume, não existe uma cultura de mérito, de conhecimento e de trabalho na RAM. Impera sim a cultura do partido, do favor e da cunha. Este é um problema transversal aos mais diversos domínios da administração pública regional. O resultado desta política é calamitosa para a RAM uma vez que conduz à viciação de todo o sistema, além de promover a incompetência em cargos de grande responsabilidade e de ainda desmoralizar os quadros da função pública.

Anónimo disse...

serão todos corridos ainda mais cedo do que se imagina!!

Anónimo disse...

Quando se fala de mérito, no caso da diretora do museu etnográfico, ninguém mais do que ela o tem nesta área da etnografia.
Daí que seja a escolha lógica para o lugar, e não teria qualquer dificuldade em ganhar o concurso para o qual concorreu.
Nenhum dos outros(as) candidatos(as) tem curriculo ou conhecimentos para substituir a atual diretora.
E aqui na DRC, todos sabem que o concurso foi mal feito, com erros básicos, pelo que esta era a solução óbvia.
Quando todas as secretarias, e até outras direções regionais desta secretaria, fizeram renovações das comissões de serviço daqueles que são considerados competentes, na DRC quiseram inventar e fizeram concursos.
Talvez tenham sido ordens do Dr. Jesus, mas nesta casa cheia de originalidades, já se sabe que tudo o que mete o Clode de Sousa...dá mer..! E a Natércia que é um bluff e não percebe nada como funciona a administração pública, vai atrás, a par do secretário que pensava que isto era como uma empresa.
O resultado está à vista. É tontice atrás de tontice.

Anónimo disse...

Esta do Turismo durante dezenas de anos aldrabou os concursos ds iluminações de Natal.

Anónimo disse...

É a Renovação em ação!

Anónimo disse...

Se isto é assim, é preocupante.
O mérito é o principal e não a incompetência. A sociedade assim não melhora. E tudo isto com o dinheiro dos contribuintes.

Anónimo disse...

Gente que faz disto e que tem feito muito pior (as perseguições que se fazem em todas as Secretarias a quem não apoiou o Albuquerque nas internas) só merece um pontapé bem forte nas próximas eleições

Anónimo disse...

Começando pelo júri já se imagina o que se passa. É uma vergonha o que se vê aqui nesta casa e na cultura. São sempre para os mesmos, levam anos sentados (as) nas mesmas cadeiras, a do poder. É vira o disco e toca o mesmo. Que venham as eleições o mais rápido possível, já deu.

Anónimo disse...

Já parece o circo é muito palhaço para o meu gosto. O melhor é que as eleições estão à porta para limpeza geral. Abrem concursos e ficam sempre os mesmos. O júri devia ser do continente, aqui está viciado.

Anónimo disse...

E o que ainda está para vir! Vai haver mais concursos viciados. Não demora muito e estala mais um. Se essa gente morre o mundo pára porque não existe mais competentes do que eles. Valha-me Deus. Ainda bem que já me reformei embora tenha pena de quem tenha que os aturar. Cargos mais que viciados. Sou reformado mas voto por mim e principalmente por vocês.

Anónimo disse...

Calisto,

A sua K-Cultura anda a passar-lhe informações erradas. Convém ler o concurso.
O que era exigido era experiência em lugares de chefia, e não como diretor de museu.
As ressabiadas do património andam a engana-lo.

Anónimo disse...

A comentadora das 22.54 bem pode ficar sentada na sua cadeira, onde nada faz.
Então acha-se mais competente que a diretora do museu etnográfico ?
Deixa-me rir. Ahahahahahah !

Anónimo disse...

São júris uns dos outros e as raízes já só vão de motosserra. ´Sempre os mesmos, com as mesmas manhas, os mesmos vícios e abusadores de quem trabalha.

Anónimo disse...

Não acredito nessa notícia ! Isso é a maior trafulhice que se pode fazer num concurso público.Temos de aguardar pela comunicação oficial da Secretaria do Turismo.
A ser verdade, é o Jesus da Madeira no seu melhor.

Luís Calisto disse...

Ao Sr/Sra comentador/a das 7.20
Lamento informar que é a si que andam a enganar. A argumentação para exclusão dos candidatos refere expressamente a falta de experiência no conteúdo funcional do "cargo a prover". Isto não quer dizer singelamente experiência em chefias.

Anónimo disse...

Errado Calisto,

Veja o concurso, e não a argumentação de exclusão.

Anónimo disse...

É chegar aqui à rua dos Ferreiros e começar logo bem a manhã.
Mas quem raio é que concorreu, que tenha mais competência do que atual diretora ?
Nem sequer o diretor de serviços Clode, quanto mais umas aves raras que por aqui andam.
Deixem de tomar pastilhas.

Anónimo disse...

Uma coisa o Kappa tem razão: a grande maioria dos técnicos superiores da DRC não tem unhas, nem competência, para o cargo de director de Museu.
Se nem para as funções que ocupam têm, quanto mais para director de Museu.
Trabalhem, isso é que é, em vez de ficarem a teclar.
Já agora, um desafio ao Kappa. Diga quem foram os outros candidatos e qual o curriculo. Assim é que se verá a diferença entre uns e outros.
Aguardo.

Anónimo disse...

Bem, ao menos desta vez, a exclusão não foi porque não era militante do partido....ora...ora... ;)
Resumindo e concluindo, estes concursos são viciados à nascença! Mais do mesmo!
Só servem para inglês ver e não para selecionar o melhor candidato!!

Anónimo disse...

Os diretores que têm de passar por concurso agora, alinhavam os seus concursos dessa maneira para não saírem das cadeiras. Nessa casa, e estes que estão como júri, já se sentam no mesmo lugar há décadas, anulando os méritos que lá existem para não serem sombras. Não acham estranho, ao longo de tantos anos não existirem valores nos quadros e estarem sempre os mesmos lobos vestidos de cordeirinhos? Bem se sabe o atraso dos serviços relativamente ao continente, é de anos pois estes dinos já não têm a pedalada dos novos tempos e ralam-se é com o bullying direcionado. Fica o governo constrangido e perde a população.

Anónimo disse...

Ignorante concurso para chefia, existe licenciaturas em chefia? Ou talvez inventam licenciaturas em tacho e compadrio!!

Anónimo disse...

Ainda ficam admirados quando um louco dá uns tiros nessa gente?

Anónimo disse...

Ora, aí está. Análise perfeita! Ninguém, actualmente tem mais experiência que a diretora em funções. Mais, o argumento de que a cunha e a ficha partidária é quem escolhe os titulares destes cargos, não cola! Neste caso particular da directora do NEM, a técnica não é filiada no partido do poder, assim como reúne todos os requisitos para o exercício da função a que se candidatou durante todo este ano. Acredito que o mesmo possa passar-se com outros diretores. O simples facto de insinuar que as pessoas ganham concursos pela cunha e outros requisitos, é extremamente redutor e penalizador para todos os intervenientes no processo...

Anónimo disse...

Ao (à) pouco(a) esperto(a) das 11.34: experiência em lugar de chefia não é licenciatura.
Já viu porque não pode ser diretor(a) ?

Anónimo disse...

Andar a defender a Carmo Fontes só quem não a conhece ou então é mesmo muito amigo dela. Lá anos de experiência ela tem mas o que marca mesmo a atuação dessa “senhora” é um currículo interpessoal constituído por muita estupidez, falta de respeito e educação, aliado a atitudes brutas, arrogância e prepotência. O que dizer então quando foi nomeada Diretora Regional do Turismo que não se ouviu um único elogio público que fosse, tal é a fama (mais que justificada) dessa "senhora". Devia ser sim afastada pois é uma pessoa que demonstra o seu mau carácter com os funcionários subalternos que têm a infelicidade de ter que lidar com ela e não só, deviam era ouvi-la a lidar com outras pessoas que não funcionários, a atitude é por vezes ainda pior pois muitas vezes trata quem vai falar com ela como se de canalha se tratasse, o que até envergonha e embaraça quem lá trabalha. E é este o “profissionalismo” que se elogia? Li noutro blogue que essa "senhora" é um dos quadros mais estimados pelos funcionários?! Na verdade o que os funcionários estimavam mesmo é que ela fosse embora de vez, porque gente malcriada e fossilizada no seu cargo já esta terra tem demais.

Anónimo disse...

Gentinha frustrada que para aqui vem. Então quem está no lugar de direção não pode ser a pessoa mais competente ? Tem de ser obrigatoriamente outra ?
O Calisto que faça um favor. Informe quem foram os cndidatos excluídos, e aí poder-se-à comparar currículos e experiências.
Até lá é só conversa fiada para denegrir as pessoas e permitir o insulto barato e torpe?
Fica o desafio ao Calisto.

Luís Calisto disse...

Anónimo das 15.29

Esse desafio não deve ser dirigido à minha pessoa. Os meus artigos são apresentados sem pseudónimos, sem a menor hipótese de engano. Fica claro que são meus. Ora, K-Kultura é um pseudónimo. Logo não sou eu. Não escrevo com pseudónimos, insisto. Nem comento como anónimo, dou a cara. Percebe, anónimo? Percebe este desafio?
PS - Não calcula o quão preocupado estou com a situação na Drac e o desejo de "denegrir pessoas' dessa Direcção ou de cascos de rolha.

Anónimo disse...

Onde anda a meritocracia nesta ilha? Os concursos para os amigos, sempre os mesmos: juris e concorrentes!!

Anónimo disse...

Numa terra como a nossa, o comentar anonimamente é apenas uma medida de bom senso e auto-proteção, como o Calisto bem sabe.
O dar a cara, é por vezes apenas estupidez, no mundo real em que vivemos. Lembra-se o Calisto quando AJJ desafiou a que lhe denunciassem a corrupção e os corruptos?
Houve um engenheiro de um desterminado serviço que escreveu ao então presidente a fazer uma denúncia. Sabe o que lhe aconteceu, não sabe ?
Quando digo que lhe deixo o desafio, parece-me claro que o mesmo é destinado ao K-Cultura, que, sob pseudónimo, parto do princípio que o Calisto sabe quem é. Se não sabe, e publica artigos anónimos, a responsabilidade é sua enquanto proprietário do blogue, e deixa de ter autoridade para criticar qualquer comentador anónimo.
Quanto à sua preocupação quanto ao denegrir terceiros, é pena. Contrasta com aquilo que me habituei em si ao longo de décadas.

Luís Calisto disse...

Sr. comentador agora das 17.32
Reconheço que a forma de exprimir a minha ideia não está grande coisa, mas também não acredito que não tenha deduzido o que quero dizer com o não estar preocupado com o desejo de denegrir pessoas. Obviamente, não estou a dizer que me borrifo para o denegrir pessoas. O que quis dizer - se é que não percebeu mesmo - é o contrário, ou seja, que não me preocupo com a situação nesses departamentos nem me ocupo a tratar de denegrir pessoas. Era o que faltava, agora!
E tanto assim é que normalmente me vejo obrigado a deitar ao lixo mais de 50% dos comentários que cá chegam. Respeito em absoluto o bom nome de toda a gente, seja quem for, e não preciso de o dizer.
Repito, no entanto, que não fui lá muito claro. Se soubesse o que estava a causar, teria sido mais cuidadoso.
Sobre os anónimos. Percebo o que diz. Mas perceba-me também: como é que posso argumentar com quem não conheço? Falar atrás do biombo, só da outra parte, é cómodo e seguro. Mas injusto.

Anónimo disse...

O blogue do caríssimo Calisto é o lugar onde muitos desabafam o que vivem, sob anonimato porque as pessoas em causa na dita direção internamente o merecem. O bloque do caríssimo Calisto serve também (espero) para que a governação se mexa enquanto é tempo e neutralize esta gente que apenas serve o ego e corrói a necessária evolução institucional, sem falar que minam o eleitorado Já chega dos mesmos enjoados. Limitem este abuso de repetição de comissões de serviço para que haja saúde profissional e pública, a bem da Madeira e dos seus trabalhadores. Obrigado Senhor Calisto!

Luís Calisto disse...

Ora essa, eu é que agradeço.
Sempre ao dispor.

Anónimo disse...

Calisto,

Sou o anónimo das 17.32. Agradeço o seu esclarecimento, e digo-lhe que não esperava outra coisa de si, pelo que me habitou com os seus escritos e intervenções ao longo de tantos e tantos anos.
Mas o seu esclarecimento era importante para o grande universo de pessoas que, de todos os quandrantes, fazem da Fênix uma leitura diária obrigatória. E, apesar de alguns o poderem negar, sabemos o dia não começa sem a consulta do seu blogue.
Quando lhe digo que seria importante saber quem foram os candidatos excluídos para que os currículos e experiências sejam comparadas, faço-o porque conheço o trabalho que a diretora do Museu Etnográfico tem realizado. Sem protagonismos, trabalhando em equipe, por vezes com falta dos meios necessários, é uma profissional competente, elogiada por todos os que com ela trabalham.
Daí que me custe ler tanta maledicência, injustificada e sem razão. Como alguém aqui já escreveu, também penso que a pessoa em questão ganharia facilmente esse concurso.
E com ela não colhe a acusação de favorecimento para os amigos, para os membros do partido, etc, etc. Insinua-lo é mesmo não conhecer minimamente a Dra. Lídia Goes Ferreira.
Oxalá a nossa administração pública tivesse muitas pessoas como ela. Que pensa pela sua cabeça, que diz o que tem a dizer, a quem quer que seja.
Que não lambe botas a ninguém. Seja a quem for.

Anónimo disse...

Ao comentdor das 18.55,

A renovação das comissões de serviço nada têm de mal quando se trata de manter nos lugares os melhores e mais competentes. Mal, é quando não são estes os critérios. E, é fácil para as chefias saber quem são os melhores.
Não é por aí que se faz a evolução institucional, nem se mina o eleitorado.

Anónimo disse...

Vejo aqui muita gente a defender as ditas "manhas" de tachos. Depois não se queixem. Precisamos é de mudança e não de renovação.

Luís Calisto disse...

Boa noite
Como já dei a entender, não estou por dentro da matéria tratada, mas as pessoas que estão envolvidas no debate sabem do que estão a falar, de um lado e de outro.
Da minha parte, o meu entendimento só alcança o seguinte:
A competência da Dra Lídia Goes Ferreira é indiscutível (até já vi o seu trabalho de perto, nos tempos de jornalismo diário). E não me parece que a Directora do Museu, muito menos a Pessoa, esteja a ser posta em causa. O que me parece é haver revolta internamente na Drac, pelo menos em alguns sectores, sobre os procedimentos ao estilo quadratura do círculo. Exigir experiência num cargo a quem nunca o exerceu. Ou mesmo que seja exigir experiência de chefia a quem nunca exerceu chefias. Pode haver explicações convincentes para isso, mas as dúvidas fazem sentido. Não apenas neste caso mas em todos os casos semelhantes.
Sobre os nomes dos concorrentes, mantenho: o caso em si é que é importante. Mas é assunto ao critério do K-Kultura.
Finalmente: são tantos os comentários e os afazeres por aqui (o blogue é apenas um hobby)!!! Se passou algum comentário a denegrir pessoas, foi na voragem da azáfama e disso me penitencio prometendo mais atenção.
Obrigado pelas observações.

Anónimo disse...

Quem defende os o poleiro aos mesmos é porque está bem, quem sabe no posto de cão de fila? Não é o alvo reconduzida Lídia. Acaba é por haver confusão quando não se apontam as críticas logo aos membros do júri que são e sempre foram chefes e são júri de si mesmos. Democracia? Igualdade de direitos? Renovar é ir metendo o velho e empurrando até o Dr. Cova tratar deles!

Anónimo disse...

Atenção, muito cuidado com as criticas. Há uma senhora em Lisboa, Chamada Maria de Lurdes que está presa, precisamente porque pôs em questão um concurso marado, promovido pelo ex ministro Manuel Carrilo. Mandou umas papaias aos juízes que protegem estes concursos mafiados,e apanhou três anos de cadeia.

Anónimo disse...

Tantas caganças de um concurso para um museu de gaiolas e cajeirões .

Anónimo disse...

Mas o grave é uma meia leca que dá uma no cravo e uma na ferradura. E o mais grave é que é bufo.

Anónimo disse...

Quem trabalha na DRC são sempre os mesmos... grande parte só se passeia. Muito, muito, muito má gestão de recursos humanos.