quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Dr. Faria Nunes recupera de uma cirurgia





"O Dr. João Faria Nunes teve hoje (ontem) alta do Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa, encontrando-se a recuperar de uma cirurgia cardiovascular." A informação, que agradecemos, permitiu-nos respirar de alívio, já que a decisão da cirurgia fora tomada havia alguns dias, criando a ansiedade própria destas situações.
Desejamos rápidas melhoras ao nosso velho Amigo Dr. João, ex-secretário regional da Saúde e médico da nossa praça, por quem nutrimos a enorme estima de sempre. 

13 comentários:

Anónimo disse...

Desejo as melhoras ao senhor, até porque não tenho nada contra o dito mas gostava de saber porque motivo foi para o território Nacional e, pior, para um hospital particular?
Mesmo inapto para o curto cargo que exerceu, não pode ter boa impressão da secretaria que tutelava.
Também se questiona o serviço de quem passa as notícias para população. Mesmo que estivessem ansiosos de mostrar aos madeirenses que não existe convulsão na saúde e que o senhor retirou-se apenas porque estava doente (e não porque realmente foi uma escolha atabalhoada e irreflectida), não ocorrer a esses assessores de comunicação que ao transmitir esta noticia clarificavam de uma vez por todas que o homem não tinha confiança nenhuma no sistema regional de saúde da Madeira. Que falta de bom senso. Um erro crasso nesta era de informação centralizada e trabalhada nas Angústias.

Anónimo disse...

Pedro Ramos devia vir a terreiro informar se também confia desta forma no serviço de saúde da RAM.

Luís Calisto disse...

Não sei se estou a dizer alguma barbaridade, mas aquele tipo de intervenção cirúrgica faz-se na Madeira?
(se é asneira, sejam benevolentes com este ignorante na matéria)

Anónimo disse...

Caro Calisto. Depende da intervenção. Apesar de já se fazer muita coisa por cá a nível cardio-torácico, algumas coisas ainda têm de ser feitas no "contenente" por falta de especialistas. Questões geográficas e de escala assim o ditam. Até pode se ter dado o caso de ser algo que não fosse extremamente urgente e, em vez de ficar à espera para ser operado cá, optou pelo privado no continente, uma vez que as clínicas regionais não fazem intervenções cardíacas. Quantos de nós, com essa possibilidade, não fazem isso? Se fosse comigo era o que faria.

Mas também vou lhe dizer uma coisa. Esta situação daria sempre pano para mangas. Se fosse operado cá, diziam logo que tinha passado à frente nas listas de espera, mesmo que tal não tivesse acontecido. Se fosse operado no privado cá, diriam que, como agora, não confiava no público. Enfim, é uma situação da qual penso ser impossível sair sem ninguém reclamar.

PS: não faço a mínima ideia que tipo de intervenção o homem fez e muito menos o quero defender. Apenas acho inútil entrarmos em guerras e aproveitamentos políticos reles, como um certo coveiro da 4ª força política regional no facebook.

Anónimo disse...


Sim
Aquele tipo intervenção faz-se e com muitos bons médicos cá.

Tudo questão de confiança pessoal.

O mesmo tipo de razão que leva o Presidente de santa Cruz a contratar advogados fora da Madeira

Tudo resume-se a CONFIANÇA

Anónimo disse...

parece que saiu por estar mesmo doente

Luís Calisto disse...

Aos Comentadores
Obrigado pelas explicações.
Lateralmente ao tema principal, concordo: começa a ter piada como em cada berbicacho cá no burgo uma pessoa é presa por ter cão e chicoteada na praça pública por não ter. Há imaginação e retórica para qualquer posição que o orador queira tomar!

Anónimo disse...

Se as pessoas acham normal que quem até há meia dúzia de dias era secretário da saúde na região, escolher para ser intervencionado no continente, então pronto, não há muito mais a dizer. Contudo, penso que vai mais longe do que "preso por ter cão e preso por não ter ter", pois trata-se de assumir responsabilidades pelo estado em que se deixou as coisas para os outros, os tais que mesmo que queiram, não podem optar pelo continente. Parece-me básico.

Anónimo disse...

Anónimo das 18:11. depende da cirurgia. E como um outro comentador já disse, se não era nada muito urgente e ele teria de ficar na lista de espera, o ter optado pelo privado no continente tem apenas a ver com o facto de ter posses e poder fazer isso. Se quer criticar, critique o facto de existirem listas de espera e não a qualidade do serviço de cirurgia cardio-torácica da Madeira, que muito bom é.

Ass: Alguém que esperou 1 semana por um bypass triplo porque as análises levaram, esse tempo a serem feitas e que teve alta 1 semana depois!

Anónimo disse...

O melhor quadro de cardiologia era funcionário do Hospital do Funchal, devido a diferendos, reformou-se mais cedo. É essa a tendência daqueles que não entram no "sistema" e cansaram-se!

Anónimo disse...

E quem era esse melhor quadro ?

Comunista disse...

Eu respondo rapidamente. Em primeiro lugar porque tem os seus filhos em Lisboa e que lhe podem dar o apoio que é devido. Em segundo é médico e durante a sua vida fez as suas poupanças para este tipo de eventualidade. Em terceiro deves ser um ser humano muito frustrado da vida para te aproveitares deste momento menos bom para fazeres política.

Anónimo disse...

Há intervenções cardiovasculares que ainda não feitas na Madeira. Não sei que tipo de cirurgia foi, mas infelizmente ainda não somos totalmente autónomos.