quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Uma 'vaquinha' para comprar tinta



Caro Calisto
Michael Jak e a mulher repetem visitas à Madeira, algo que não acontece com outros 149 destinos conhecidos deste casal norte-americano.
Diz-nos o DN Funchal que o casal não gosta do aumento de graffitis.
É chegado o tempo de iniciarmos umas 'vaquinhas' para latas de tinta, visto que os apelos à CMF dão em coisa nenhuma.
A CMF não se está para chatear com estes assuntos menores.

Obrigada
Filipa Manuel

6 comentários:

Anónimo disse...

É ver o aumento dos grafitis co-relacionado a ascensão da Mudança ao poder Municipal. De amplos libertinos não se podia esperar outra coisa.

Anónimo disse...

agora e tudo culpa da mudança

Anónimo disse...

é a politica facilitadora , até ás eleições vale tudo .
Antes era tudo culpa do Albuquerque , estes estão lá á tres anos e não têm culpa de nada .

Anónimo disse...

Não é culpa da Mudança, é de quem votou nela!
Votar em delírios só pode correr mal.

Anónimo disse...

Eu também não gosto do Trump!

Via Pública disse...

A fotografia apresentada neste artigo não serve de exemplo para descrever o caso referido no texto.

As entidades públicas não podem interferir assim em paredes privadas. A limpeza de grafitis tem de ser da responsabilidade dos proprietários afectados. Podem ser incentivados e ajudados a fazê-lo, mas isso não lhes pode ser imposto.

Como no caso dos grafitis, não se pode chegar e pintar as casas das pessoas assim sem mais nem menos!

É uma questão de direitos de propriedade.