sábado, 19 de maio de 2018


"Mais do que registar é importante 

manter vivo o património imaterial"


A deputada Josefina Carreira sublinhou hoje que, tão ou mais importante do que estar a preservar e a registar o património imaterial, é "manter vivas estas tradições e nada melhor que o fazer através de oficinas", dando exemplo do que tem sido feito pelo Museu Etnográfico na Ribeira Brava, nomeadamente, e mais recentemente, com a transmissão de saberes  no âmbito dos embutidos e da tecelagem.
"É este trabalho que o Grupo Parlamentar do PSD quer valorizar e lembrar também o portal 'Museus da Madeira', que foi lançado em 2016 e que permite já conhecer online este património imaterial, mas não só, que está registado de uma forma acessível para a população que quiser conhecer um pouco mais aquelas que são as nossas tradições", afirmou a deputada após uma visita ao Museu Etnográfico, no âmbito das Jornadas Temáticas sobre Património Cultural.
Há deputada salientou que existem registos áudio, escritos e fotografias, considerando que, desta forma, "estamos no bom caminho para salvaguardar o património cultural e imaterial".
Nesta visita ao Museu Etnográfico, que representa uma das muitas expressões do património imaterial, Josefina Carreira afirmou que este espaço, localizado num antigo engenho, demonstra bem "a política do Governo Regional de defesa deste património que é tão sensível por ser imaterial".
As Jornadas Temáticas sobre Património Cultural, organizadas pelo Grupo Parlamentar, contemplaram também uma visita ao Museu de Fotografia Vicentes e um Seminário intitulado 'As Memórias de um Povo' .
PSD

7 comentários:

Anónimo disse...

Estas mercearias desgraçavam o Povo de outrora.
O Merceeiro era um espertalhão
De lápis atrás da orelha embrulhava meio quilo de massa, 100gr de açúcar+ 200 gr de bacalhau em papel de jornal e lá puxava pelo lápis ou pela lapiseira e apontava no role dos fiados.
Espreitava o dia do pagamento do leite e lá o pobre "apanha erva" recebia da Ilma o valor da produção da vaquinha durante o mês.
O espertalhão merceeiro já tinha a soma feita com o acréscimo de quase 100%.
O Pobre agricultor bebia meio grogue na mercearia em jejum e lá vinha a falar só para casa, com a lata do soro na mão para deitar ao porco e com uns cobres no bolso.
Os filhos do merceiro, bem vestidos e calçados, estudavam na cidade e preparavam-se para serem Doutores
Os desgraçados dos meninos do "apanha erva", embora inteligentes, herdavam do pai a foice, a enxada e a corda para amarrar a erva.
Hoje esses filhos dos merceeiros estão nas Juntas de freguesias, câmaras e governo.
A diferença é que as lapiseiras foram substituídas por canetas douradas, mas já não se escreve o nome completo como outrora.
Para dar anonimato usa-se a rubrica e quem vier atrás que decifre o autor...

Anónimo disse...

Então as "Senhoritas" das Sociedades desenvolvimentos na aparecem nas fotografias.Isso na interessa o Tacho sim.Têm vergonha andar com a bandeira.

Anónimo disse...

Estando presente a deputada Ribeirabravense, porque razão quem prestou declarações foi a da Calheta? Explique quem souber!

Anónimo disse...

O primeiro comentário tem muita sabedoria e verdade.
Perguntem ao povo dos Prazeres. Porto Moniz e ponta do Pargo se não é verdade..
Quem nessas freguesias tinham acesso à instrução?
Os mamões são sempre os mesmos. O Gamelão a que vai mudando

Anónimo disse...

É lamentável o que se está a passar com este grupo parlamentar, já pela 2 vez que vão ao meu concelho ( escola secundária e museu) e não tem deputados da ribeira brava para falar, será que a ilustre deputada Clara Tiago recusou-se a falar por falta de tempo para preparar a comunicação de imprensa pois tem muitos processos no seu escritório por resolver, ou está ser castigada pelo Jaiminho amando da senhora com salário exorbitante das sociedades. Continuem assim, Cafofo, agradece.
Até prefiro ouvir a simpática deputada da calheta, no entanto custa-me ver que o meu voto em 2015 não serviu para nada.
Dr, Miguel Albuquerque tome cuidado com esse ditadorzinho arrogante chamado Jaiminho, a continuar assim você não tem hipótese por mais obras que apresente na Ribeira Brava.
Ou limpa essas relíquias ou caso contrário o Emanuel (barriga de aluguer), o Vitinho , a celiazinha vão tomar conta disto

Anónimo disse...

Dá jeito para os tasqueiros do PSD da assembleia regional. Tem uns quantos

Anónimo disse...

Consta, que a deputada Clara Tiago, está mesmo impedida de falar no seu Município, "pela tal ",das sociedades de desenvolvimento!!!