quarta-feira, 8 de março de 2017

Carlos Pereira reivindica


“Se não fosse o PS 
os madeirenses já não tinham 
apoio para as viagens”



O líder do PS Madeira e vice-presidente do grupo parlamentar socialista na Assembleia da República, Carlos Pereira, não tem dúvidas de que se não fosse o PS, os madeirenses já não estavam a receber dinheiro do subsídio de mobilidade. Tudo porque, o plafond de 11 milhões de euros/ano previsto no modelo negociado entre o Governo Regional da Madeira e o anterior executivo PSD/CDS foi ultrapassado em 2016. “ Para além de ter coberto o excedente do ano passado, o Governo da República não se esqueceu de aumentar essa verba e o Orçamento de Estado para 2017 contempla mais cinco milhões para fazer face a esse custo”, afirmou. “Ou seja, para que não se chegue a meio do ano e não haja mais dinheiro”, precisou.

|“O Governo Regional anda com experimentalismos e depois pede responsabilidades à República, como se fizesse sentido revindicar um modelo a cada seis meses”

O deputado considera mesmo que o nervosimo do executivo regional sobre esta matéria, com uma insistência em chutar responsabilidades para Lisboa, serve apenas e só para desviar atenções da sua incompetência. “O Governo Regional anda com experimentalismos e depois pede responsabilidades à República, como se fizesse sentido revindicar um modelo a cada seis meses”, analisou.

Carlos Pereira lembra ainda os tempos em que era um tabu criticar o modelo. “O PS desde sempre identificou que o modelo do Governo Regional da Madeira era mau”, afirmou. “Desde sempre que defendemos o fim do teto máximo, do plafond, do prazo de sessenta dias, e da disponibilidade de lugares no avião, tudo coisas que foram inventadas pelo Governo Regional e que não existem no modelo açoriano”, revelou.

O socialista saúda quem agora se junta a esta luta, mas revela que não faz sentido o Governo Regional cair no mesmo erro de fazer coisas à pressa e se, um estudo que permita identificar as razões pelas quais a Madeira não consegue atrair mais companhias para a rota entre Funchal e o continente, o que resolveria parte dos problemas de preços.
Texto: PS-M

11 comentários:

Anónimo disse...

Se não fosse o PS, e a teimosia do seu Governo, o acordo sobre Mobilidade já tinha sido revisto hà mais um ano, as condições seriam mais atrativas para os passageiros residentes, e o plafond seria mais reduzido, não sendo necessário gastar tanto dinheiro.

Anónimo disse...

Ainda não percebi o que querem melhor na questão da Mobilidade??? cada madeirense paga no máximo 83 Euros para ir ao continente, querem pagar menos?
Se a questão é a burocracia e perda de tempo no CTT para levantar o reembolso isso tem razão, devíamos pagar os ditos 83 € na agência e o resto ela tratava com o governo .

Anónimo disse...

Mande fazer um cartaz, como o do hospital!

Mundo Livre disse...

Prepar-te Carlos Pereira para mais um enchorrillo de comentarios rasteiros e sem nível.
Desafio os habituais comentaristas que nos seus ataques de ódio comprovem como estes factos apresentados na peça, não conrespondam a verdade.

Anónimo disse...

Enquanto a mamadeira não fretar aviões para fazer as ligações com Lisboa e Porto só para madeirenses, a chulice das transportadoras aéreas vai continuar! O mesmo se passa com os transportes marítimos. A região deveria ter navios fretados para não haver o monopólio dos sousas. Acabe-se com os monopólios e a cartelização das passagens aéreas. Estou farto de ser chulado através dos impostos que pago! Tenho dito!

Anónimo disse...

Sabem quando é que o preço médio por viagem de avião foi mais barato? Quando operava a Everjets? Curioso não é? Pois...mas os números não mentem, já o mesmo não se pode dizer de quem neste processo defendeu a TAP e não cumprir as ordens do MA.

Anónimo disse...

Quais 83 euros? Porque os açorianos foram os que negociaram melhor com o governo em Lisboa? E aqui em vez de deitarem culpas para Lisboa façam como os açorianos, tentem reverter o mal que fizeram!

Anónimo disse...

Totos do PSD que nem negociarem sabem, nem hospital, nem mobilidade, estamos fartos de tanta inercia, mas hoje na ALM concluiram que na Marina do Lugar de Baixo, a falha de tsnto desperdicio deveu-se aos projectistas, milhares de euros deitados ao mar, incompetentes!

Anónimo disse...

O modelo entrou em vigor a 1 de setembro de 2015.Quem negociou foi P.P.Coelho e M.Albuquerque.
Era o máximo. No princípio, só se podia levantar o reembolso meses depois! O teto de 400 euros, outra situação negativa.Houve uma revisão e já é possível levantar logo a seguir à viagem.Isto é bom.A passagem no fim custa sempre, ao madeirense, 86 euros? Não. Há alturas/épocas em que o valor passa dos 400 euros e ainda quando são viagens urgentes ou de um dia ou quando se tem de alterar.Fica uma fortuna. E há a questão da pena, quando se paga com o cartão de crédito.E o Governo Regional a achar bondade no modelo.Agora quer tudo para ontem.
Os 11 milhões onde já vão.Menos mal que o Governo da República cobriu o que faltou em 2016 e para este ano já disponibilizou

mais 5 milhões.

Anónimo disse...

Que tristeza. Se não fosse o PS o subsídio de mobilidade já tinha sido revisto. Mas à espera de Carlos Pereira e da Geringonça... vamos amarelar.
Não tem mesmo vergonha na cara! Não se esqueça de dizer que financiou o Hospital e que vai apoiar ass vítimas dos incêndios!
Aproveite e coloque mais uns cartazes por aí. Provavelmente serão os últimos. É que dizem que já está de saída. Eu como eleitor não me revejo neste PS. Volta Vítor Freitas... estás perdoado!

Anónimo disse...

Carlos Pereira é mais que Nosso Senhor hoje estava um dia quente e foi devido a ele , ontem ninguém morreu na derrocada de C:Lobos devido a ele , Benfica levou na pança devido a ele , a recuperação do Barcelona foi devido a ele ....