quarta-feira, 8 de março de 2017

Comemoração



Bloco evoca Dia da Mulher 
reclamando conquistas por alcançar





O BE Madeira reuniu, na noite desta terça-feira, cerca de duzentas pessoas num jantar convívio destinado a evocar a passagem de mais um Dia Internacional da Mulher



Na ocasião, Cássia Gouveia, dirigente regional do Bloco, lembrou a luta das Mulheres, ao longo do tempo, por Igualdade de Direitos e lamentou que, em pleno século XXI, ainda exista tanta desigualdade entre géneros. A título exemplificativo referiu que a média salarial das Mulheres, portuguesas e europeias, é inferior à dos Homens. A jovem dirigente bloquista considerou inaceitável que existam empresas que, na Região, coloquem às mulheres trabalhadores a condição de não engravidarem, para as poderem contratar, num claro atentado aos direitos de quem quer ser trabalhadora e mãe. Por outro lado, referiu que importa dar outro impulso à luta contra a Violência Doméstica, cujas vítimas são maioritariamente Mulheres, que continua a fazer vítimas mortais todos os anos. A este propósito Cássia Gouveia recordou que foi o Bloco que levou à Assembleia da República um projeto de lei que, tendo sido aprovado, permitiu que hoje a Violência Doméstica seja considerada crime público. A propósito deste Dia Internacional da Mulher, a dirigente bloquista afiançou que o BE continuará a lutar para que a emancipação da Mulher seja feita de forma a alcançar a Igualdade e prometeu uma acção política que derrube muros, barreiras e preconceitos. Por seu turno, Roberto Almada, Coordenador Regional do BE Madeira, saúdou as duas centenas de pessoas presentes nesta iniciativa e referiu que comemorar o Dia da Mulher continua a fazer sentido porquanto "os caminhos da Igualdade têm muito caminho a fazer, e que esse caminho tem que continuar a ser trilhados com muita Luta de todas as Mulheres e Homens".
Texto e foto: BE

6 comentários:

Anónimo disse...

tachos para toda a família no bloco

Anónimo disse...

Resposta sexista, sempre que houver uma mulher oprimida, temos de denunciar, a Madeira cuja sociedade ainda continua a desprezar e a relegar as mulheres em detrimento dos homens, ganham menos que os homens, os dados de violencia que ninguem quer falar e este regime opressor do PSD acha tudo bem, basta ver as mulheres perseguidas como trabalhadoras no GR, Institutos, ALM, no Ensino, no Sesaram...

Anónimo disse...

O homem não é uma mulher sem mamas, nem uma mulher um homem com mamas.
Quanto à igualdade de direitos concordo plenamente.
Quanto a tarefas iguais, com mérito semelhante, também concordo: o salário deve ser semelhante (não aconselho a ser igual, devido a questões de antiguidade, mérito passado, etc...).
Mas acesso a cargos de chefia tem que ser por mérito em vez de ser por género. E, no acesso a cargos de chefia, há casos em que ser mulher é uma vantagem e noutros é desvantagem...
Actualmente, devido a esta cultura kitch, até tenho que me esconder para dizer que tendencialmente as mulheres são diferentes dos homens. Elas são:
•Adultas mais cedo;
• Mais Perseverantes,
• Mais Intuitivas,
• Análise global (os homens parcelizam as coisas),
• Pensamento circular (os homens são mais objetivos),
• Mais Sensíveis,
• Mais empáticas e simpáticas (como não se queixassem que os homens não falam),
• Com muito menor generosidade para com estranhos,
• Menores fisicamente,
• Mais Assustadiças.
E acabo dizendo que cada individuo (mulher ou homem) é um ser único.

Anónimo disse...

Resposta machista, tacanha e de uma mentalidade do sec. XIX, a.mulher deve ter o mesmo tipo de acesso a oportunidades que os homens, mulheres amendrontadas onde? Hoje quem domina em muitos sectores sao mulheres, a sua resposta revela o tipo de homem, quer manter a mulher fechada em casa e levando pancada todos dias. Esta terra com homens a pensar dessa maneira, nunca vai longe, por isso temos uma divida gigante feita por homens..,

Anónimo disse...

Obrigada por demonstrar o meu ponto de vista anónima das 23:31.
Esqueceu-se de dizer: "que os homens são todos iguais".

Anónimo disse...

È inacreditável que ainda existam mentes como esta do século XIX.
Só faltava o gajo dizer que as mulheres não têm tanta necessidade sexual quanto um homem, que não aproveitam todas as oportunidades para ter prazer sexual sem compromisso e que não gostam de variar os seus parceiros sexuais.