terça-feira, 7 de março de 2017

Comemoração


Mulheres socialistas assinalam 
Dia Internacional 
com lançamento de uma campanha

O Departamento Regional das Mulheres Socialistas (DRMS) pretende assinalar o Dia Internacional da Mulher com o lançamento de uma campanha sobre os direitos das mulheres.
Esta campanha surge porque efetivamente a igualdade consagrada no artigo 13º da Constituição Portuguesa não se reflete ainda na nossa sociedade. persistem as desigualdades, a discriminação em função do género e as assimetrias e desequilíbrios, seja na aquisição de emprego, seja no acesso aos cargos de chefia e de decisão, seja em termos de igualdade salarial, seja nas questões de violência.
A sociedade igualitária que queremos só poderá ser alcançada quando formos capazes de mudar mentalidades. E isso só se consegue por duas vias: através da educação e da legislação.
Só quando as medidas e propostas ganham força de lei e começam a ser aplicadas é que se inicia a mudança na sociedade. E o Partido Socialista foi pioneiro na criação e implementação de legislação de defesa dos direitos das mulheres.
Esta campanha pretende perspectivar o futuro, lançando luz sobre novos avanços legislativos que se encontram inclusive em discussão na Assembleia da República. Queremos assim chamar a atenção para o muito que ainda precisa ser feito, em matéria de igualdade de género, para que consigamos construir a sociedade que almejamos: uma sociedade igualitária nos direitos e nos deveres, em que mulheres e homens são iguais protagonistas da construção de um projeto comum, um projeto em que ganhamos todas e todos.
Funchal, 7 de março de 2017

Pela Presidente do Departamento Regional das Mulheres Socialistas

Mafalda Gonçalves

3 comentários:

Anónimo disse...

não é está que só tem estes tachos por ser comadre do Vitor freitas?

Anónimo disse...

E a popota não foi convidada?

Raghnar disse...

Curiosamente os radicais da "igualdade" de género não analisam outras dimensões laborais, que influenciam o vencimento por exemplo, como o risco inerente à actividade.

Se analisarmos "por género" as estatísticas da incidência de acidentes de trabalho mortais, os resultados não são, digamos, muito "iguais". Mas a igualdade não é o objectivo...