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quarta-feira, 1 de abril de 2020





GESBA acusa ABAMA de fazer política
absurda, abjeta e deplorável 

A gerência da Empresa de Gestão do Sector da Banana (GESBA) vem por este meio condenar as críticas infundadas, maliciosas e difamatórias que foram proferidas pela Associação de Produtores da Banana da Madeira (ABAMA), que acusa a GESBA de aproveitamento e de impedir os produtores de assistirem à pesagem e seleção da respetiva banana, insinuando fins menos claros e de furtar os produtores. 
Nem nestes momentos conturbados, de angústia e sofrimento para toda a humanidade, a ABAMA se envergonha de fazer uma má política, por sinal absurda, abjecta e deplorável, que diz bem da capacidade e valor dos seus responsáveis e da sua meia dúzia de sócios que ainda a sustenta, aos quais a esmagadora maioria dos produtores de banana não se identifica. 

De facto, a tentativa de aproveitamento de um frágil e difícil momento que todos vivemos, é um perfeito exemplo daquilo que vale esta caduca associação de produtores, a quem não faltam escrúpulos para tentar ressuscitar as cooperativas, cujo triste passado é bem conhecido de todos e nas quais imperava a desconfiança. 
A GESBA tem um plano de contingência rigorosíssimo, que visa a defesa intransigente dos agricultores, bem como de todos os seus funcionários, cujo empenho e dedicação nestes tempos conturbados são o exemplo da extraordinária capacidade do ser humano no combate às situações adversas, ao contrário do que faz e representa a ABAMA. 
Para além da limpeza normal que é feita diariamente, a GESBA contratou uma empresa para fazer a desinfeção do interior e do exterior dos armazéns semanalmente, criou equipas reduzidas que trabalham em turnos, para assegurar a contínua produção, e assumiu outras medidas que visam salvaguardar o sector. Cumprindo as regras impostas, para impedir o contágio de terceiros, a GESBA foi forçada a limitar o acesso de todos os produtores à área administrativa e, naturalmente, à zona da pesagens e processamento de banana. Uma situação perfeitamente normal, aceitável e entendida por quase todos, como forma de evitarmos potenciais riscos, porque se surgir um problema em algum dos armazéns, mormente de contágio, os principais prejudicados serão os produtores. 
Portanto, a exigência da ABAMA de entrar nos armazéns não faz sentido, muito menos a desconfiança. É o paradigma do mau exemplo que representa, de quem só olha para o respetivo umbigo e não se preocupa com o bem comum. Para que não subsistam dúvidas, as pesagens na empresa pública são claras, as balanças estão devidamente calibradas e tudo é controlado por entidades terceiras, que avaliam as situações, sem dar margens para dúvidas ou erros. 
Por tudo isto, hoje mais do que nunca, a opinião pública, bem como aqueles que ainda dão crédito a uma cada vez mais isolada associação, precisam de sentir e saber quem está de boa fé neste processo, quem está na linha da frente na defesa intransigente de um sector vital para a economia regional e que não pode parar. 
Pena é que essa não seja a vontade de todos. Da parte da GESBA não há lugar a desconfianças, a consciência está perfeitamente tranquila, porque tudo tem feito para minimizar os impactos sociais e económicos do COVID-19. Nem todos se poderão orgulhar de dizer o mesmo. 

Gerência da Gesba

7 comentários:

Anónimo disse...

Ainda recolhem banana ?
Estão com muita sorte. Quero ver quando começar a ficar tudo no terreno o que estes senhores vão dizer. Cambada de tontos que sempre foram os mais beneficiados do sector agrícola da RAM.

Anónimo disse...

Vergonhosa atitude mas é da GESBA que se desculpa com o COVID-19 para não deixar os produtores assistirem à pesagem da SUA própria banana! É que não começaram com essa restrição agora! Foi assim desde sempre! Mas como a quem se agacha o cu sempre se destapa...
Por outro lado o que é estranho não é proibir os agriculturores assistirem à pesagem da sua banana (a Cooperativa de São Vicente deixava assistir à medição do grau das uvas entregues, portanto não seria nada de novo e os engenhos não escondem a pesagem da cana entregue para moagem).
O que é estranho é o "peso" dos relógios de pulso ostentados por certos figurões...
Muito pode a pequena, saborosa mas mal paga Banana da Mamadeira!

Anónimo disse...

17:34
Dedica-te à culinária porque de agricultura e relojoaria não percebes nada.

Anónimo disse...

17.34,
E acreditas em tudo o que lês?

Anónimo disse...

Mas se a GESBA não tem nada a esconder porque razão não permitem que os donos das bananas não vejam a pesagem? Cheira-me a gato escondido com rabo de fora! Se o problema é o COVID-19 arranjem um vidro em acrílico e deixem os produtores ver a pesagem do seu produto. Já era tempo de se acabar com as aldrabices e as desculpas de maus pagadores!

Anónimo disse...

Aos bananicultores que se sentem mal, mudem-se para outra cultura. Se é assim tão mau, plantem hortícolas, vinha ou cana. Dá trabalho e rende menos? Pois é. Não há subsídios à fartazana o ano todo, nem garantia de compra? Pois é. Falam de pança cheia e sempre a reclamar. Como dizia um comentador anterior, muita sorte têm em ainda ir buscar a banana. Quando começar a ficar em cima da terra vão ver como elas mordem. Cambada de mal-agradecidos.

Anónimo disse...

Totalmente de acordo. Esses senhores deviam dar graças a Deus por a imprensa estar a receber.
Tenho a certeza que muitos agricultores esta satisfeitos e dão graças a Deus por as portas estarem abertas...
Vai haver sempre do contra...
Cuide se e pensem que o mundo e dois dias...